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1º FESTIVAL DE CINEMA DE XERÉM ANUNCIA OS FILMES SELECIONADOS.

27 curtas-metragens de sete estados brasileiros concorrem ao Troféu Zeca Pagodinho

Evento acontece   08 a 11 de maio | Gratuito .

O Festival de Cinema de Xerém anuncia os selecionados de sua primeira edição, que acontece de 08 a 11 de maio, no Centro de Convenções John Wesley, em Xerém, Duque de Caxias (RJ). Ao todo, foram escolhidos 27 curtas-metragens de sete estados brasileiros (RJ, PR, SP, DF, BA, PE, ES), sendo 12 filmes dirigidos por mulheres.

 

As mostras competitivas Cinema Leva Eu, Fluminense e Baixada de Curtas, Nacional de Curtas, e Mostra Especial da Crítica, irão premiar com o Troféu Zeca Pagodinho as seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Atriz, Melhor Ator. Os filmes selecionados para as mostras concorrerão também na categoria Júri Popular e ao Prêmio Edna Fujii, este último dará ao vencedor um prêmio de  R$10 mil em locação de equipamentos.

 

Na Mostra Cinema Leva Eu foram selecionados 10 curtas produzidos por alunos formados pela Escola Brasileira de Audiovisual (EBAV). São eles: 9 Horas em Deodoro, de Dorgo DJ, Carnaval Caos, de João Pedroza, Dandara, de Felipe Coelho, Fnm – A Vila de Operários, de Maria Carolina Gomes, Na Risca, de Mozá, Ninguém Via, de Gabriel Leal , Odisseia Fluminense, de Mateus Carvalho, Pé de Cabra, de Bruno Santiago, Quem Faz o Rio, de Victória Dias, Uma Questão de Ética, de Marcelo Ribeiro

 

A Mostra Fluminense e Baixada de Curtas traz quatro títulos que exploram temáticas sociais, pessoais e cômicas feitas por realizadores da Baixada Fluminense. Os selecionados são Caxiense F.C., de Marcos Faria, Elas Por Elas, de Renata Silva, Minha Vida É Uma Série, de Taisa Alves Santos, e Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli

 

Cinco filmes que abordam temas variados, como questões sociais, suspense e amizade foram selecionados na Mostra Nacional de Curtas. São eles:  Emerenciana, de Larissa Nepomuceno(PR), Firmina, de Izah Neiva (SP), Ligação Anônima, de Thiago Mendes (SP), a animação Quintal, de Mariana Netto (BA), e Lubrina, de Vinícius Fernandes Gonçalves, Leonardo Vaz Dias Hecht (DF).

 

Já a Mostra Especial da Crítica apresenta uma coleção de oito obras, enfocando uma variedade de temas sociais, culturais como Água Viva, de Gabriela Araujo, Deivison Bruno (RJ), Cartas Para Nossas Netas, de Julia Flor Duarte (RJ), Chamado, de Tulio Beat (PE), Como Matar Uma Boneca, de Alek Lean (RJ), Divina, de Flaviane Damasceno (RJ),  Emaranhadas, de Lara Sartório Gonçalves, Mariana Souza Costa (ES),  Rei Davi, de Misa Gonçalo (RJ), e Vermelho-oliva, de Nina Tedesco (RJ)

O festival contará também com uma programação diversificada, incluindo exibições de filmes dos homenageados desta edição, a atriz Regina Casé e o cineasta Hsu Chien, além de uma oficina, masterclasses e encontros com realizadores. Estas ações contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do cenário audiovisual brasileiro, sobretudo para a Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

 

Com a direção geral de Sérgio Assis, direção executiva de Emerson Rodrigues e direção de programação de Monica Trigo, o festival é uma realização da EBAV (Escola Brasileira de Audiovisual) em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho. Apoio da Naymovie, Rádio Serra Verde 98,7 FM e Telecine. Apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Duque de Caxias.

 

Serviço:

 

1º Festival de Cinema de Xerém

De 08 a 11 de maio

Local: Centro de Convenções John Wesley – Av. Venância, 17 – Xerém, Duque de Caxias – RJ| Gratuito

www.festivaldexerem.com.br

 

Mais matérias

Quando a anistia restrita é aplicada?

A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

Projeto paranaense leva acesso à internet para comunidades excluídas do mapa digital.

Política inovadora troca ICMS por instalação de torres de transmissão e conecta mais de 300 mil pessoas em um ano.

 

Vencedor do Prêmio Espírito Público, na categoria Gestão e Transformação Digital, o Programa de Conectividade Rural do Paraná enfrentou uma das principais lacunas do desenvolvimento no estado: a exclusão digital em áreas remotas. Com 98% do território paranaense situado em zona rural, um levantamento realizado em 2023 identificou cerca de 920 localidades sem qualquer acesso à telefonia ou internet, atingindo vilas, assentamentos, comunidades quilombolas e pequenos povoados fora do radar das grandes operadoras, que não viam retorno financeiro para investir.

Sem acesso, agricultores enfrentavam dificuldades para receber crédito; jovens precisavam caminhar quilômetros para conseguir sinal e estudar; famílias ficavam sem falar com os filhos que migraram para as cidades. O projeto nasceu nesse cenário em 2023, e rapidamente se consolidou como política do estado. Em um ano, a cobertura rural saltou de 51,45% para 61,17%, beneficiando diretamente mais de 300 mil pessoas.

 

Hoje, envolve 17 órgãos do governo e adotou metodologias modernas de gestão, como Business Intelligence (BI), Análise Hierárquica de Processos (AHP) e design thinking, para priorizar áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com predominância de agricultura familiar, rios, matas e alta vulnerabilidade social.

Para o engenheiro agrônomo Julio Cesar de Oliveira, coordenador de Políticas Públicas de Inovação do Paraná, o acesso à internet deixou de ser um diferencial para se tornar um direito básico. “Hoje, a internet é como água e oxigênio: é vida, é um direito. Levamos conectividade com o objetivo de garantir cidadania.”

A grande inovação do projeto foi criar mecanismos inéditos de fomento e de financiamento. Em vez de depender de orçamento público, o Paraná criou um regime especial de compensação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que atraiu investimentos privados. Assim, créditos de impostos foram convertidos em infraestrutura feita por investimentos privados.

A estratégia deu certo: a TIM já se comprometeu a instalar 116 torres de transmissão; a Claro, 382; e a Vivo outras 411 torres. No total, serão quase 900 novas estruturas até 2027, sem gasto direto do Tesouro estadual. Dessas, cerca de 500 torres já estão em funcionamento.

Júlio apelida essa estratégia de “corrida do bem”. “Brinco com as operadoras: ‘Vocês vão deixar a concorrente ser a primeira do estado?’ Essa competição saudável acelera a instalação das torres. Quem ganha é o cidadão do campo”, afirma.

Modelo que inspira outros estados

Além dos ganhos sociais, o impacto econômico também é relevante. De acordo com o coordenador do projeto, estudos do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) estimam que apenas os acordos com duas operadoras de telefonia – a TIM e a Claro – gerarão R$ 2 bilhões em retorno para o estado do Paraná, além de cerca de 40 mil empregos formais e informais e arrecadação de R$ 213 milhões em ICMS.

O projeto ainda está em andamento. Até 2026, a expectativa é que todas as localidades rurais do Paraná estejam conectadas. A estratégia já desperta interesse de outros estados, como Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e Piauí, que buscam entender a experiência paranaense.

Agrônomo e também teólogo, Júlio fala do projeto com a paixão de quem enxerga nele quase uma missão pessoal. “Cada torre que se ergue é como se fosse uma vitória. Eu vibro, porque sei que ali a gente está levando vida, dignidade, igualdade. Internet no campo não é luxo. É oxigênio.”

 

FONTE: Julio César e Lincoln

Thaize Amparado: Psicologia, propósito e transformação humana. A escritora, filantropa, palestrante e psicóloga de sucesso consolida-se como um dos grandes nomes da saúde emocional no Brasil.

Recentemente ela foi de capa de revista, a profissional que já é referência em Minas Gerais realiza atualmente atendimentos em empresários com projeção nacional, mulheres bem-sucedidas e personalidades da internet.

 

Autora do livro Metamorfose, Thaize é também sócia-fundadora da Psicowork Metamorfose, uma clínica que reúne 16 psicólogos parceiros e oferece um atendimento holístico e humanizado voltado a mulheres, crianças e famílias, com foco no equilíbrio emocional e no desenvolvimento integral do ser humano.
Psicologia com Propósito Social
Dentro da Psicowork Metamorfose, Thaize lidera uma iniciativa social de grande relevância: o acolhimento psicológico de pacientes oncológicos encaminhados pelo SUS. Essa ação reafirma seu compromisso com o acesso equitativo à saúde mental e com o suporte compassivo em momentos de extrema fragilidade emocional.
Sua abordagem transcende a escuta clínica tradicional. Thaize auxilia pessoas a ressignificarem suas trajetórias, superarem angústias profundas e trilharem novos caminhos com consciência, dignidade emocional e fortalecimento
interior.
Reencontro Consigo Mesma
Criadora do Método Metamorfose por Thaize, um protocolo exclusivo e inovador composto por 14 passos meticulosamente elaborados, ela apresenta uma nova perspectiva para o atendimento psicológico de pacientes oncológicos. O método integra ciência e humanismo, promovendo uma transformação holística que fortalece a resiliência, desperta a esperança e amplia a apreciação pela vida.
Palestras que Transformam Pessoas e Organizações
É nesse contexto que sua atuação como palestrante organizacional, com ênfase no público feminino, ganha ainda mais força. Thaize leva a empresas, instituições e eventos narrativas que dialogam com mulheres sobrecarregadas por múltiplos papéis, desafios de autoestima e questões de pertencimento no ambiente profissional.
Suas palestras unem conhecimento científico, experiências pessoais e uma abordagem acolhedora, promovendo mudanças genuínas em indivíduos, equipes e culturas corporativas. Entre os temas abordados estão:
•Saúde emocional
•Autoestima e identidade
•Inteligência relacional
•Comunicação consciente
•Empoderamento feminino dentro e fora do ambiente de trabalho
Tudo conduzido com pragmatismo, sensibilidade e inspiração, tocando mente e coração.
Atuação no Terceiro Setor
Thaize é também fundadora do Projeto Girassóis e presidente do Voluntariado do Câncer, mantendo uma atuação expressiva no terceiro setor. Integra redes estratégicas como BNI, CDL e ACIUB, conectando saúde emocional, empreendedorismo e impacto social.
Além disso, atua como colunista da Revista Integra e foi homenageada como capa da edição nº 78, lançada em 15 de dezembro, reconhecimento que reforça sua autoridade no debate sobre comportamento humano e bem-estar mental.
Projetos e Expansão | 2026
Vivendo uma fase de expansão profissional em Uberlândia (MG), Thaize planeja ampliar a Psicowork Metamorfose e integrar ainda mais a psicologia aos ambientes corporativos, contribuindo para espaços mais humanizados, saudáveis e produtivos.
Para 2026, seus objetivos se estruturam em três pilares:
•Ajudar mais pessoas a recuperarem sua autoestima
•Expandir sua atuação como palestrante organizacional
•Atender um número cada vez maior de pacientes na clínica
Tudo isso guiado por amor, cuidado e respeito.
“Ajudar pessoas é o que direciona o meu propósito de vida. Quando alguém se fortalece emocionalmente, toda a sua história ganha um novo sentido.”
 Thaize Amparado
Multitarefa e altamente conectada, Thaize também realiza atendimentos psicológicos online em todo o Brasil, atendendo empresários com projeção nacional, mulheres bem-sucedidas e personalidades da internet.
📲 Saiba mais sobre o trabalho de Thaize Amparado:
Instagram: @psicothaizeamparado
📞 Contato para atendimentos psicológicos: 
(31) 7304 3010
FONTE:  Mathaus Sanchez

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”.

Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

Nova obra do escritor iguaçuense reúne contos distópicos que abordam religião, política e questões sociais

Um Brasil tomado por grupos paramilitares, um professor que tenta provar a inexistência de Deus e um Conselho Celestial com Cristo, Maomé, Buda, Oxalá e até o demônio para decidir o destino da humanidade. Este é o cenário de “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”, novo livro do escritor e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato. O lançamento, pela Artêra, selo da editora Appris, acontece no dia 4 de outubro, na Livraria Telaranha, em Curitiba.

O livro se divide em três séries de contos e a narrativa mistura ficção e fatos inspirados na realidade, abordando temas como política, religião, direitos humanos e relações afetivas, em um tom que o autor classifica como antifascista, antirracista e antihomofóbico. “É uma distopia que seria ficção se não fosse tão real. Não escrevi para servir a uma causa, mas porque esses temas surgiram naturalmente com os personagens”, afirma Bobato.

A estética literária da obra chama atenção. Cada bloco de contos é introduzido por um decreto fictício, inspirado nos ataques de 8 de janeiro de 2023, que cria um efeito contínuo de tensão narrativa. Os diálogos misturam as vozes do narrador e das personagens, sem travessões ou aspas, desafiando o leitor a identificar quem fala. “A ideia é causar um efeito para além da leitura individual de cada conto. O leitor vai viver tensões em sequência, como se fosse um romance com vários núcleos com seus protagonistas específicos”, explica o autor.

O livro conta com prefácio do romancista e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto; apresentação de Joane Vilela, doutora em Educação pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp); e segunda orelha assinada pelo premiado escritor português José Luís Peixoto.

Diagnosticado com Parkinson em 2018, Nilton Bobato encara a literatura como forma de resistência e de vida. Atualmente, cursa Mestrado em Literatura Comparada na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). “Tenho um amigo chamado Parkinson. Ele vai me seguir até o fim da vida, mas se eu não cuidar dele, me derruba. A literatura é uma das minhas formas de cuidado e acredito que ajuda os leitores a encontrar novas interpretações da realidade e da alma humana”, disse o autor.

Sobre o autor: Nilton Bobato é professor de Língua Portuguesa, mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal de da Integração Latino-Americana (Unila), jornalista e  mantém forte atuação na cena literária paranaense com oito livros publicados. Em Foz de Iguaçu foi vice-prefeito, vereador e secretário municipal das pastas de saúde, administração e governança.

Sobre a editora: O Grupo Editorial Appris conta com cinco selos editoriais, das mais diversas áreas técnicas, científicas e literárias. Com 14 anos no setor e a experiência de seus editores, que atuam há mais de 35 anos no mercado editorial, a Appris possui um catálogo com mais de 12 mil obras publicadas e que continua a crescer com uma média de 70 lançamentos por mês.

Serviço

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”

Data: 04 de outubro (sábado)
Local: Livraria Telaranha (Rua Ébano Pereira, 269 – Centro, Curitiba/PR)
Horário: 10h30

Autor: @nilton_bobato
Editora: @editoraappris

Título: Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito” São Paulo no dia 19 de dezembro a 22 de março de 2026.

Expedição Imersiva que leva o público ao planalto de Gizé  acontece no  Espaço Cultural CNP de  Realidade Virtual, no Shopping Cidade São Paulo.

 

 

Após o lançamento em Paris e mais de 2 milhões de visitantes em todo o mundo, “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito” chega ao Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual, no Shopping Cidade São Paulo, a partir de 19 de dezembro.

 

A expedição imersiva ao coração da grande pirâmide de Gizé aproveita as possibilidades oferecidas pela realidade virtual para propor uma viagem no tempo e no espaço a uma das sete maravilhas do mundo. A experiência, concebida com a colaboração de um professor de egiptologia da Universidade de Harvard, apresenta um formato inédito, que caminha entre a cultura e o entretenimento.

 

 Uma viagem única no mundo, no tempo e no espaço, que começou há 4.500 anos

 

Também conhecida como a Grande Pirâmide de Gizé, a pirâmide de Quéops, com 146 metros de altura, é a maior pirâmide do mundo construída no estilo egípcio. Ela foi erguida entre 2.590 e 2.565 a.C.  no planalto de Gizé para ser o túmulo do faraó Quéops.

 

O “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito” oferece a oportunidade de explorar espaços até então fechados ao público, já que esta expedição imersiva foi concebida para envolver física e emocionalmente os participantes. Ela baseia-se nas infinitas possibilidades da realidade virtual atual para proporcionar uma experiência inesquecível aos visitantes.

 

A programação da expedição imersiva, que dura 45 minutos, traz sobrevoo do grande planalto de Gizé, subida sem esforço até o topo da pirâmide de Quéops para uma vista panorâmica de 360° de tirar o fôlego, exploração dos corredores e câmaras funerárias da grande pirâmide em plena cerimônia de embalsamamento, a descoberta da câmara da Rainha, ou ainda um passeio de barco pelo Nilo para assistir ao funeral de Quéops, entre outras experiências

 

Uma expedição à luz das recentes descobertas científicas sobre a pirâmide de Quéops

 

Concebida para ser o mais precisa possível, a expedição é o resultado de vários anos de pesquisa e dados recolhidos no local, em parceria com Peter Der Manuelian, professor de egiptologia especializado no estudo da arquitetura funerária, nomeadamente a necrópole de Gizé, e a sua equipa do Projeto Gizé da Universidade de Harvard.

 

As Expedições Imersivas têm como objetivo garantir que todas as informações fornecidas na experiência sejam baseadas em dados arquitetônicos, científicos e históricos verificados.

 

Produzidas pela Emissive, sob a marca Excurio, as Expedições Imersivas podem receber grandes fluxos de visitantes, criando a ilusão de viajar no espaço e no tempo em reconstituições históricas de alta qualidade. Equipados com um dispositivo imersivo, os participantes podem se mover livremente e viver sensações realistas com suas famílias e amigos. A tecnologia desenvolvida pela Excurio permite usar a realidade virtual em espaços 1.000 m² e visualizar avatares dos outros participantes durante a experiência, evitando assim a sensação de isolamento que geralmente acompanha as experiências em realidade virtual.

 

“Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito” é uma criação da Excurio e do Museu de Historia Natural de Paris, realizada pela produtora Bonfilm. Ela é apresentada no Centro Cultural CNP de Realidade Virtual, cujos patrocinadores principais são CNP Seguros Holding Brasil, Crédit Agricole, Essilor/Luxottica (Varilux), além do Ministério da Cultura e do Governo do Estado de São Paulo. Outros parceiros importantes são Air France (transportadora oficial), Grupo Accor e Indigo. O evento tem o apoio institucional da Embaixada da França no Brasil.

 

Serviço

 

Expedição Imersiva “Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito”

Shopping Cidade São Paulo – Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual –

  1. Subsolo (Avenida Paulista, 1230 – Bela Vista)

De 19 de dezembro de 2025 a 22 de março de 2026

Segunda a sexta, finais de semana e feriados das 10h às 21h15

Ingressos: De R$ 29 a R$ 98 (a depender do dia e horário da visita)

*meia-entrada e condições especiais para família e grupos.

Onde comprar: espacoculturavr.com.br e Fever ou no próprio local da exposição.

Classificação etária: a partir dos 8 anos

Trailers e teasers: https://bit.ly/3Ym6uNd

Fotos: https://bit.ly/4pz8sWx

 

Informações para a imprensa:

Atti Comunicação _ (11) 3729 1455

Eliz Ferreira _ (11) 99110-2442 | eliz@atticomunicacao.com.br

Valéria Blanco _ (11) 9 9105.0441 | valeria@atticomunicacao.com.br

Marketing digital uma empresa que destaca Mox Mídia do Brasil.

Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

Um grande aumento nas vendas online. Uma empresa que destaca-se  em  criação de lojas online e sites á a Mox Mídia do Brasil.

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Telefone/ Whatsapp: (41) 9 9735-5599

 

Em parceria com L-founders of loyalty, Muffato lança campanha de selos de desconto com coleção de louças exclusiva da marca americana Cuisinart

A distribuição de selos de desconto acontece de 24 de novembro de 2025 a 15 de março de 2026. Já o período de compras com e sem desconto se estende até 29 de março de 2026.

 

São Paulo, dezembro de 2025 – Quem ama uma mesa bem-posta e gosta de juntar selos para comprar com desconto já pode se preparar para a nova campanha do Muffato, realizada em parceria com a L – founders of loyalty, líder global em programas de fidelização para o varejo. Nesta edição, a rede apresenta uma coleção exclusiva de louças Cuisinart, marca americana reconhecida mundialmente por unir design, durabilidade e sofisticação.

 

A coleção é composta por oito produtos: Bowl 12 cm (2 peças), Refratário Redondo 26 cm, Prato de Sobremesa 18 cm (2 peças), Prato Fundo 18 cm (2 peças), Refratário Retangular 31 cm, Utensílios de Cozinha (3 peças), Prato de Jantar 26 cm (2 peças) e Caçarola com Tampa 24 cm. Os descontos chegam a 95% em relação ao preço original.

 

Com acabamento refinado e inspiração contemporânea, as peças combinam estilo e funcionalidade, ideais para quem valoriza momentos à mesa com familiares e amigos ou aprecia o prazer de cozinhar com utensílios de alto padrão.

 

A cada R$ 25 em compras em um mesmo cupom fiscal, nas 49 lojas físicas ou no e-commerce do Muffato, os clientes cadastrados no ClubeFato recebem um selo de desconto. Com 40 selos, já é possível adquirir os itens da coleção com desconto. A distribuição de selos ocorre de 24 de novembro de 2025 a 15 de março de 2026, e o período de compras com e sem desconto vai até 29 de março de 2026.

 

A ação marca a 11ª parceria entre o Muffato e a L – founders of loyalty, que já realizaram juntos campanhas com facas SIGG, potes Kuhn Rikon, cerâmicas Medard de Noblat e itens de churrasco da linha australiana Curtis Stone.

 

“As campanhas de fidelidade do Super Muffato visam fortalecer ainda mais o vínculo com nossos clientes através de ações de fidelização vinculadas ao Clubefato. Trabalhamos constantemente no sentido de oferecer coleções de produtos atrativas e funcionais, que encantem e melhorem o dia a dia das pessoas.”, reforça Mônica Zenha, Gerente Comercial de Marcas Próprias do Grupo Muffato.

 

“Nosso compromisso é oferecer aos consumidores produtos de alta qualidade, aliados a uma experiência que conecta e emociona. As campanhas de selos transformam as compras do dia a dia em conquistas reais e momentos de prazer, ao mesmo tempo em que geram resultados concretos e significativos para o negócio — como maior concentração de compras no Muffato, aumento da frequência, do ticket médio e do NPS. Além disso, como em todas as nossas ações, ofereceremos uma gama de produtos aceleradores para o cliente que deseja alcançar o objetivo mais rapidamente. Criamos campanhas que impactam positivamente todos os elos da cadeia: indústria, varejo e consumidor. Agradecemos à rede Muffato por mais essa parceria.”, afirma Beatriz Ramos, CEO da L – founders of loyalty.

 

Sobre Grupo Muffato:

 

O Grupo Muffato está entre as maiores redes varejistas do país. Opera com as bandeiras Super Muffato (varejo) e Max Atacadista (atacarejo) além de outros serviços e negócios. A rede atua em 50 cidades do Paraná e São Paulo, possui 118 lojas e emprega 25 mil colaboradores diretos.

 

Sobre a L- founders of loyalty

 

Com operação em todos os continentes e presente em 35 países, já beneficiou mais de cem milhões de consumidores. A L – founders of loyalty foi fundada pelo criador das campanhas dos selinhos – que lançou sua primeira campanha de fidelidade há mais de 30 anos – e por um grupo de colaboradores, que, juntos, somam mais de 1.200 anos de experiência no segmento. A cada segundo, 17 brindes da L – founders são resgatados nas campanhas ao redor do mundo.

A empresa é parceira das principais empresas varejistas do mundo. Uma de suas missões é auxiliar os varejistas a atingirem um alto índice de engajamento de seus consumidores, com o uso dos selinhos como ferramenta potencializadora de vendas em programas de fidelidade. A L – founders of loyalty é detentora da marca Fidelidade com Propósito®, reafirmando a intenção de incorporar responsabilidade social às campanhas desenvolvidas.

 

FONTE: Isabella Maria 

 

 isabella.maria@spmj.com.br

(11) 3289-2699

 

 

 

Renner amplia presença no Paraná e inaugura duas novas lojas em Apucarana e Ponta Grossa. Grossa

As aberturas seguem o modelo de sustentabilidade e jornada omnicanal da varejista; investimentos somam mais de R$ 14 milhões

São Paulo, dezembro de 2025 – Em ritmo acelerado de expansão e com previsão de aberturas entre 30 a 37 lojas até o fim de 2025, a Renner, maior varejista de moda e lifestyle do Brasil, amplia sua atuação no Paraná com a abertura de duas novas lojas no estado: em Apucarana, no Shopping Apucarana e em Ponta Grossa, no Shopping Campos Gerais. As lojas contam com 1.359,10 m² e 1.399,56 m² de área total, respectivamente.

 

Com essas inaugurações, a Renner consolida ainda mais a presença da marca na região.

 

“Estar cada vez mais próximos dos nossos clientes no Paraná faz parte da nossa estratégia de expansão e fortalecimento regional”, afirma Fabiana Taccola, vice-presidente de Produto e Operações da Lojas Renner S.A.. “As novas unidades trazem o nosso modelo que integra moda responsável, tecnologia e acolhimento, sempre com o cliente no centro de todas as decisões.”

 

Sustentabilidade – A nova unidade contempla práticas como o abastecimento de energia proveniente de fontes renováveis de baixo impacto e o uso de equipamentos automatizados com menor demanda energética. As soluções de arquitetura foram pensadas dentro do conceito de design circular, com a redução no volume de materiais de construção, a reutilização e o descarte adequado desses componentes no fim da sua vida útil, a diminuição na geração de resíduos e a escolha de mobiliário produzido de forma responsável. Tudo isso permite menor emissão de gases de efeito estufa e menor consumo de água.

Ambas as lojas contam com um espaço específico que dá visibilidade a iniciativas de sustentabilidade da Renner. O objetivo é informar e engajar os clientes, aproximando-os cada vez mais desse universo. Atualmente, 8 em cada 10 peças de vestuário de Renner são feitas com matérias-primas e processos mais sustentáveis e o objetivo é chegar até 100% até 2030. Todas as peças mais sustentáveis são identificadas pelo selo Re – Moda Responsável.

 

Omnicanalidade – Para oferecer ao cliente uma experiência de compra ainda mais encantadora, as lojas são equipadas com Caixas de Autoatendimento, equipamentos em que o consumidor pode finalizar a compra de forma totalmente autônoma; o Pague Digital, que dá ao cliente a opção de realizar suas compras por meio do app da Renner instalado em seu próprio smartphone; e o Venda Móvel, em que o consumidor finaliza sua compra com a ajuda de dispositivos móveis dos colaboradores, em qualquer local da loja.

Além de aproveitar os benefícios da loja física, os clientes podem usufruir da experiência omnicanal acessando os canais da Renner no site, no app e no WhatsApp.

 

Sobre a Lojas Renner S.A.

Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e se tornou, em 2005, a primeira corporação brasileira, com 100% das ações negociadas em bolsa. Também está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Seu ecossistema de moda e lifestyle é formado pelas seguintes marcas: Renner, que tem roupas e acessórios para todos os estilos; Camicado, do segmento de casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; Ashua Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 42 a 58; e Repassa, plataforma de revenda de roupas, calçados e acessórios.

 

Atualmente, são cerca de 700 lojas em operação, considerando todos os negócios do ecossistema. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a Companhia iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019. A Lojas Renner S.A. é formada ainda pela Realize CFI, que apoia a atividade de varejo através da oferta e gestão de produtos financeiros; e pela Uello Tecnologia, uma logtech nativa digital focada em soluções para entregas urbanas.

 

Informações para imprensa

 

Letícia Senatti / Michelle Alessio |  Vanessa Costa

imprensa.renner@fsb.com.br

(11) 97534-0883 / 11 98978-6805 / (51) 98274-4949