CINEBH EXIBE PRODUÇÃO AUTORAL LATINO-AMERICANA E REALIZA SUA PRIMEIRA EDIÇÃO COMPETITIVA COM A MOSTRA TERRITÓRIO

Ao longo de seis dias de evento, 17a edição da Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte vai apresentar 93 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em nove seções temáticas

  A programação de filmes da 17a CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte conta com 93 filmes nacionais e internacionais (39 longas, 51 curtas e 3 médias), de 13 países (Alemanha, Argentina, Brasil, Catar, Chile, Colômbia, Cuba, França, México, Paraguai, Peru, Romênia) e 12 estados brasileiros (Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo), a serem exibidos em 56 sessões em oito espaços da cidade mineira. De 26 de setembro a 1o de outubro, Belo Horizonte se torna a capital mundial do audiovisual com sessões de pré-estreias, mostra-homenagem, sessões infantis e escolares e dois recortes dedicados à produção latino-americana – inclusive inaugurando em 2023 a primeira edição de uma mostra competitiva internacional, a Mostra  Território.

 Para não se perder nessa quantidade de títulos e saber onde pode ser sua próxima parada na CineBH, confira a seguir que tipo de filme vai rolar em cada mostra, com seus perfis e estilos.

 SESSÃO DE ABERTURA

A sessão de abertura da 17a CineBH vai ser na noite de 26 de setembro, no hipercentro de Belo Horizonte, com “Zé”, ficção inspirada na vida do militante de esquerda José Carlos da Mata Machado, morto pela ditadura militar em 1973. O filme integra a Mostra Homenagem desta edição, sendo dirigido por Rafael Conde, cineasta mineiro que receberá o reconhecimento pela sua trajetória, junto à outra homenageada desta edição, a diretora e atriz Yara de Novaes.

MOSTRA TERRITÓRIO | COMPETITITVA

Inaugurando o recorte competitivo na CineBH, a Mostra Território conta com 8 longas-metragens de 7 países latinos, a serem avaliados por um júri oficial formado pelo cineasta André Novais Oliveira (MG), pela pesquisadora e curadora Carla Italiano (MG), pela jornalista e pesquisadora Mariana Queen Nwabasili (SP), pelo professor e crítico Roberto Cotta (RS/BA) e pela prosutora Sara Silveira (RS/SP). “São filmes avessos a estereótipos de latinidades genéricas e expressivos das múltiplas possibilidades de se atentar a um território concreto, local antes de nacional, e não deixar as pressões pelas justas representações asfixiar as autoralidades”, destaca Cléber Eduardo, coordenador curatorial. Além de Cléber, participaram da seleção Leonardo Amaral e Ester Fér.

Cléber aponta que nenhum dos títulos na Mostra Território é necessariamente representativo dos cinemas feitos em seus países, e sim propostas alternativas ao que se supõe serem elementos típicos destes cinemas nacionais. Em diálogo coerente com a CineBH, parte dos selecionados é fruto de coproduções com outros países. “A visibilidade a esses filmes é nossa contribuição no desejo e dever de compartilhar aquilo que vislumbramos com empolgação”.

Os títulos da Mostra Território são: “Guapo’y” (Sofia Paoli Thorne, Paraguai/Catar); “Otro Sol” (Francisco Rodriguez Teare, Chile/França/Bélgica), “Moto” (Gastón  Sahajdacny, Argentina), “Llamadas desde Moscu” (Luis Alejandro Yero, Cuba), “A La Sombra de la Luz” (Isabel Reyes e Ignacia Merino, Chile), “Diogenes” (Leonardo Barbuy, Peru), “Puentes en el Mar” (Patricia Ayala Ruiz, Colômbia) e “Toda Noite Estarei Lá” (Tati Franklin e Suellen Vasconcelos, Brasil).

 MOSTRA CONTINENTE

Mais um recorte de filmes latinos na CineBH, a Mostra Continente, com curadoria de Cléber EduardoEster FérLeonardo Amaral e Marcelo Miranda, reúne um total de 14 longas selecionados, reunidos sob o título da temática desta edição, “Territórios da Latinidade”. Em medidas variáveis, todos tratam espaços, ambientes e territórios nos quais vivem e se movem pessoas de diferentes gêneros, identidades, ocupações, experiências e faixas etárias, tanto das cidades como dos campos, com essas figuras centrais ocupando posição central e mobilizadora em cada obra.

 É um time de autorias e um elenco de filmes no mínimo instigante e no máximo fundamental para se vislumbrar uma variedade de potências e de possibilidades cinematográficas no cinema da América Latina”, destaca a curadora Ester Fér. “Há uma força coletiva calcada no pertencimento a um tempo e a um lugar, apesar da coprodução como modo de viabilização de uns tantos”.

 O conjunto reúne filmes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México, transitando por questões mais declaradamente políticas e por enfoques mais subjetivos, sem necessariamente abrir mão das relações com o momento histórico-social. São eles: “El Reino de Dios” (Claudia Sainte-Luce, México), “Las Preñadas” (Pedro Wallace, Argentina/Brasil), “Rejeito” (Pedro de Filippis, Brasil), “Vieja Viejo” (Ignacio Pavez, Chile), “El Grossor del Polvo” (Jonathan Hernández, Mexico),  “Utopia” (Laura Gómez Hinchapié, Colômbia), “Nada Sobre meu Pai” (Susanna Lira, Brasil), “Sean Eternxs” (Raúl Perrone, Argentina), “Amanhã” (Marcos Pimentel, Brasil), “Propriedade” (Daniel Bandeira, Brasil), “Tan Inmunda” (Wince Oyarce, Chile), “Anhell69” (Theo Montoya, Colômbia), “O Estranho” (Flora Dias e Juruna Mallon, Brasil) e “A Longa Viagem do Ônibus Amarelo” (Julio Bressane e Rodrigo Lima, Brasil), este último exibido no segmento chamado “Cinema de Fôlego”, por conta de suas 7h10 de duração.

 MOSTRA HOMENAGEM

Em 2023 a CineBH relembra as trajetórias de dois artistas mineiros: o diretor e roteirista Rafael Conde e a atriz, dramaturga e diretora Yara de Novaes. Vários filmes com participações de ambos estão na programação, incluindo alguns que contaram com o trabalho dos dois. Dirigidos por Conde, o longa “Samba Canção” (2002) tem Yara como atriz, os curtas “A Hora Vagabunda” (1998) e “Françoise” (2001) tem Yara como assistente de direção e o longa “Fronteira” (2008) tem ela como atriz e diretora de elenco.

 Outros trabalhos de Conde na mostra são os curtas “Rua da Amargura” (2003), “A Chuva nos Telhados Antigos” (2006), além de “Zé” (2023) na sessão de abertura. De Yara o público poderá conferir sua faceta de atriz também na comédia “Depois a Louca sou Eu” (2021), de Julia Rezende.

 DIÁLOGOS HISTÓRICOS

A mostra Diálogos Históricos, que anualmente exibe filmes conectados sob alguns determinados aspectos e acompanhados de comentários de críticos ou pesquisadores especialistas nos temas e formas em cena, celebra este ano a memória e o talento do dramaturgo José Celso Martinez Corrêa (1937-2023). Os títulos, selecionados por Cléber Eduardo e Marcelo Miranda, são: “Prata Palomares” (André Faria, 1970), no qual Zé Celso foi roteirista; “O Rei da Vela” (1982), único filme em que ele assina direção, em parceria com Noilton Nunes; e “Fedro” (Marcelo Sebá, 2021), no qual surge de corpo, alma e voz com o ex-pupilo Reynaldo Gianecchini num longo e intenso papo íntimo sobre arte, sexo, vida e política.

 MOSTRA CINEMUNDI

A seleção, feita pelo crítico Pedro Butcher, reúne filmes brasileiros que tiveram projetos apresentados no programa Brasil CineMundi em edições anteriores do evento. Este ano serão mostrados “Mato Seco em Chamas”, de Joana Pimenta e Adirley Queirós; “Paterno”, de Marcelo Lordello; e “Tia Virgínia”, de Fábio Meira, recentemente premiado com cinco troféus no Festival de Gramado, incluindo melhor atriz para Vera Holtz.

 MOSTRA PRAÇA

Em filmes de apelo popular e em conexão com a cidade para um diálogo imediato com o público, os títulos da Mostra Praça em 2023 são documentários apresentando histórias reais e instigantes para o público presente no cinema instalado na Praça da Liberdade, um dos principais cartões postais da capital mineira. Dois títulos tratam de figuras importantes no cenário cultural brasileiro. “Andança – Encontros e Memórias de Beth Carvalho”, de Pedro Bronz, debruça sobre robusto material de arquivo da artista para traçar um recorte único, íntimo da carreira e da vida dessa singular figura da cultura nacional. Por sua vez, “Lô Borges – Toda Essa Água”, de Rodrigo de Oliveira, repassa a trajetória de brilhos, medos e sonhos deste celebre compositor mineiro.

 Uma dupla de curtas-metragens  da mostra A Cidade em Movimento, ambos tratando e visibilizando figuras e ambiências mineiras que se aprofundam nas próprias origens de um conceito de nação brasileira, “Senhores de Aruanda – Umbanda e Resistência”, de Caio Barroso, e “Folia dos Anjos”, de Kdu dos Anjos; e o documentário mineiro “Gerais da Pedra”, do trio Diego Zanotti, completam a seleção do Cine Praça.

A CIDADE EM MOVIMENTO

Com curadoria de Paula Kimo, a mostra este ano tem o tema “Olhar o Horizonte”, com filmes que apresentam formas de mundos imaginados, com frescor de novidade, a partir da ideia de que a linha de um horizonte como o que se tem na capital mineira e região denota distintas paisagens numa região cercada por montanhas e interrompida por grandes edifícios, o que revela os conflitos e as camadas históricas e sociais que habitam uma metrópole clamando por visibilidade. Ao todo são 16 filmes realizados em Belo Horizonte e região metropolitana, com pouco ou nenhum recurso financeiro, em cinco sessões na sala, sempre seguidas de rodas de conversa com convidados especiais sobre os assuntos dos filmes em questão.

 MOSTRA DE CURTAS

Sob curadoria de Tatiana Carvalho Costa e Marcelo Miranda, a seleção de curtas-metragens na 17a CineBH apresenta um cenário estimulante de novas descobertas e constantes surpresas. Se a seleção não necessariamente se pautou pela temática dos “Território(s) da Latinidade”, ela acabou por se relacionar diretamente a isso e aos caminhos gerais por justamente estar em contato com outras obras, imaginários e estímulos do continente – afinal, a América Latina também somos nós.

 O conjunto de realizadores reunidos nas sessões em 2023 articulam experiências fílmicas da espacialidade urbana e de paisagens interiores de um país plural, abordam questões sociais urgentes e promovem mergulhos profundos em subjetividades diversas. Para ecoar a temática geral da CineBH deste ano, a territorialidade desses filmes é tanto geográfica, por estar fincada na língua, na vivência e nos espaços brasileiros; e também é afetiva, por remeter a processos internos de personagens, situações e registros que fazem parte de mapas interiores únicos.

 MOSTRINHA DE CINEMA

Duas sessões para toda a família compõem a Mostrinha de Cinema, este ano com longa-metragens de animação realizados em Minas Gerais. “Placa Mãe”, de Igor Bastos foi produzido em Divinópolis e é o primeiro trabalho do gênero feito no interior do estado. Por sua vez, “Chef Jack”, de Guilherme Fiuza Zenha, teve produção na capital e também será um ótimo programa para o público infantojuvenil.

SESSÕES CINE-ESCOLA

A 17ª CineBH conta também com a realização do programa Cine-Expressão – A Escola vai ao cinema, iniciativa  que pretende aproximar o universo cinematográfico de crianças, adolescentes e educadores da rede pública através das sessões Cine-escola. Crianças e adolescentes, de cinco a 14 anos, poderão assistir a produções nacionais voltadas para sua faixa etária, e participar de um bate-papo sobre os filmes e os temas neles abordados. Ao todo, serão seis sessões de cinema com 13 filmes brasileiros que apresentam temas universais e educativos para a formação de crianças e jovens.

SOBRE A 17ª CINEBH – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE

O CINEMA BRASILEIRO EM CONEXÃO COM O MERCADO INTERNACIONAL E A CAPITAL MINEIRA

A CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, o evento de cinema da capital mineira, chega a sua 17ª edição entre os dias 26 de setembro a 1º de outubro e acontece em oito espaços de Belo Horizonte – Casa da Mostra, Cine Theatro Brasil Vallourec, Fundação Clovis Salgado (Cine Humberto Mauro, Sala João Ceschiatti, Sala Juvenal Dias, Jardim Interno), Salas de Cinema Minas Tênis Clube, Cine Sesc Palladium, Cine Santa Tereza, Teatro Sesiminas, Praça da Liberdade. 

A CineBH oferece uma programação intensa e gratuita com exibição de mais de 90 filmes nacionais e internacionais, pré-estreias e mostras retrospectivas, programa de formação com a oferta de oficinas, workshops, laboratórios, , debates e painéis, promoção do fomento ao empreendedorismo, dissemina a informação, produz e difunde conhecimento, cria oportunidades de rede contatos e negócios, reúne a cadeia produtiva do audiovisual numa programação abrangente e gratuita.

A 17ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 14º Brasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2023 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).

 Acompanhe o programa Cinema Sem Fronteiras 2023.

Participe da Campanha #EufaçoaMostra

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Site oficial do evento: cinebh.com.br

SERVIÇO

17a CINEBH – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE

26 de setembro a 1º de outubro de 2023

LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA

LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA

ESTE EVENTO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE

Patrocínio: ITAÚ, PREFEITURA DE BELO HORIZONTE, MATER DEI, COPASA, CEMIG/GOVERNO DE MINAS GERAIS

Parceria Cultural: SESC EM MINAS, CASA DA MOSTRA, INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL, CIRCUITO PRAÇA DA LIBERDADE, FUNDAÇÃO CLOVIS SALGADO

Idealização e realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E TURISMO DE MINAS GERAIS

MINISTÉRIO DA CULTURA | GOVERNO FEDERAL – UNIÃO E RECONSTRUÇÃO

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Universo Produção-Laura Tupynambá– (31) 3282.2366 –imprensa@universoproducao.com.br

Eliz Ferreira – (11) 991102442 –eliz@atticomunicacao.com.br

Jozane Faleiro – (31) 992046367 –jozane@luzcomunicacao.com.br

Wandra Araújo – (31) 999645007 –imprensa@luzcomunicacao.com.br

Produção de textos: Marcelo Miranda e Luz Comunicação

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Setembro Amarelo ganha novo significado com a NR-1: saúde mental precisa sair do discurso e entrar na cultura das empresas

Especialista defende que falar sobre saúde mental nas empresas exige olhar além do indivíduo e questionar que tipo de ambiente, cultura e liderança as organizações estão construindo.

Vagner Rocha, psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano

O Setembro Amarelo chega, em 2026, em um momento particularmente importante para as empresas brasileiras. A nova NR-1, que passou a incluir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e entrou em vigor em 26 de maio de 2026, traz um novo desafio para as empresas: transformar a preocupação com saúde mental em práticas efetivas de gestão.

Segundo o levantamento, realizado pela Heach Recursos Humanos com 1.730 empresas brasileiras, 68% das organizações declararam não entender o que muda com a atualização da NR-1, enquanto 62% dizem ainda não possuírem indicadores formais para identificar e monitorar riscos psicossociais.

Para C, os números ajudam a mostrar por que o tema precisa ultrapassar as campanhas pontuais. A discussão sobre saúde mental deve chegar à rotina das organizações, envolvendo liderança, comunicação, pressão por resultados, relações profissionais, segurança psicológica e a própria forma como o trabalho é organizado.

A mudança na NR1 aproxima ainda mais dois debates que durante muito tempo foram tratados separadamente pelas organizações: saúde mental e gestão do ambiente de trabalho.

É justamente nesse ponto que o psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano, com mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos, propõe uma reflexão para o Setembro Amarelo: de que adianta falar sobre saúde mental durante um mês se a cultura da empresa não contribui para preservá-la nos outros onze?

Para o especialista, muitas organizações avançaram no discurso sobre saúde mental, mas ainda existe uma distância significativa entre aquilo que as empresas dizem valorizar e aquilo que os profissionais vivenciam diariamente.

“Ao longo da minha carreira, passei por empresas onde missão, visão, valores, cultura e código de ética e conduta eram amplamente divulgados e discutidos com colaboradores e lideranças. O problema é que, muitas vezes, existe uma distância enorme entre aquilo que está escrito e aquilo que acontece na prática”, diz Vagner.

A discussão ganha ainda mais relevância porque a nova NR-1 não trata os riscos psicossociais apenas como uma questão individual. A norma os insere no gerenciamento de riscos ocupacionais, o que exige das organizações uma abordagem preventiva sobre as condições de trabalho.

Na avaliação de Vagner, isso pode representar uma oportunidade para as empresas deixarem de tratar saúde mental apenas por meio de campanhas, palestras ou benefícios pontuais e começarem a olhar para a própria cultura organizacional.

A pergunta principal não deveria ser apenas “como está a saúde mental dos nossos colaboradores?”, mas também “que ambiente estamos criando para que essas pessoas possam trabalhar, se desenvolver e se sentir bem?”. Afinal, saúde mental não é apenas uma questão individual: ela também revela muito sobre a cultura, a liderança e as condições de trabalho que uma organização oferece.

Nesse contexto, entram fatores como excesso de cobrança, jornadas insustentáveis, medo de falar sobre problemas, falta de diálogo, assédio e lideranças despreparadas para lidar com pessoas.

O papel das lideranças é central

Para Vagner, um dos principais pontos de atenção está na preparação dos gestores. A liderança é frequentemente a primeira camada da organização capaz de perceber mudanças no comportamento de um profissional, mas nem sempre está preparada para reconhecer sinais de sofrimento ou conduzir uma conversa de acolhimento.

“O líder não precisa ser psicólogo, mas precisa saber cuidar das pessoas. O problema é que muitos líderes foram preparados para entregar resultados, mas não necessariamente para cuidar das pessoas que precisam entregar esses resultados.”

Isso não significa, segundo o especialista, transformar gestores em profissionais de saúde mental. O papel da liderança é reconhecer mudanças, ouvir sem julgamento, criar espaço seguro para o diálogo e saber quando é necessário encaminhar o profissional para ajuda especializada.

A questão também passa pela forma como as cobranças são realizadas. Uma liderança pode precisar cobrar resultados, mas a maneira como isso acontece pode contribuir para um ambiente saudável ou gerar medo, insegurança e desgaste emocional.

“Ainda vejo uma linha de pensamento de que, se o líder não teve a intenção de assediar moralmente, então aquele comportamento não deveria ser considerado um problema. Mas precisamos entender que a ausência de intenção não elimina necessariamente o impacto daquele comportamento. Uma cobrança pode ser legítima, mas a forma como ela é feita pode gerar medo, insegurança ou desgaste emocional.”

Os números mostram que o tema não pode ser tratado como uma pauta secundária

A dimensão do problema também aparece nos dados da Previdência Social. Segundo dados preliminares de 2025 divulgados pelo Ministério da Previdência Social e destacados pela Fundacentro, foram concedidos 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em relação aos 472.328 registrados em 2024.

Os números não permitem afirmar que todos os casos tenham relação com o trabalho. Ao contrário, a própria Fundacentro chama atenção para a questão do reconhecimento do nexo entre adoecimento e atividade profissional. Ainda assim, o volume de benefícios reforça a dimensão da discussão sobre saúde mental no país.

“Quando olhamos para mais de 546 mil benefícios concedidos por transtornos mentais e comportamentais em um único ano, fica difícil tratar saúde emocional como uma pauta secundária de RH. Não podemos afirmar que todos esses casos foram provocados pelo trabalho, mas os números mostram a dimensão do problema e o impacto que ele pode representar para pessoas e organizações.”

Setembro Amarelo não pode terminar em setembro

É nesse ponto que Vagner propõe aproximar definitivamente a discussão da NR-1 com o Setembro Amarelo. Para ele, campanhas de conscientização são importantes, mas perdem força quando não são acompanhadas por mudanças concretas no ambiente organizacional.

“Não podemos ensinar as pessoas a serem resilientes para suportar ambientes que precisam ser transformados.”

A reflexão também vale para a forma como as empresas costumam abordar o tema. Incentivar terapia, atividade física, meditação, descanso e autocuidado podem ajudar, são iniciativas importantes e válidas, mas elas não substituem a responsabilidade da organização sobre as condições de trabalho. Se o profissional retorna diariamente para um ambiente marcado por pressão excessiva, relações profissionais desgastantes, falta de autonomia ou medo de se posicionar, a organização precisa olhar também para os fatores presentes nesse ambiente.

Para Vagner, a nova NR-1 pode funcionar como um ponto de virada: em vez de representar apenas mais uma obrigação de compliance, pode estimular as empresas a revisarem a coerência entre seus valores, suas práticas de liderança e a experiência real dos colaboradores.

“O grande desafio será sair da cultura do discurso e entrar na cultura da prática. A pergunta não deveria ser apenas ‘qual é a nossa cultura?’, mas ‘o que os nossos colaboradores realmente experimentam quando trabalham aqui?’.”

E essa mudança não significa criar ambientes sem cobrança, metas ou pressão por resultados, segundo o psicólogo: “Cuidar da saúde emocional não significa criar um ambiente sem cobrança ou sem metas. Significa construir ambientes onde as pessoas possam ser cobradas por resultados sem serem desrespeitadas, onde exista espaço para diálogo e onde a liderança consiga equilibrar performance com desenvolvimento humano.”

A proposta, portanto, é discutir como transformar o Setembro Amarelo de uma campanha pontual em uma estratégia permanente de prevenção, conectando saúde mental, liderança, cultura organizacional, segurança psicológica e gestão de riscos psicossociais. “A verdadeira prevenção começa quando a empresa cria um ambiente em que as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda antes de chegarem ao limite.”, finaliza Vagner.

Sobre Vagner Rocha

Vagner Rocha é psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano. Possui mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos e trajetória em empresas multinacionais e de tecnologia, com atuação em projetos de desenvolvimento humano e organizacional em diferentes contextos. É fundador da VR Mentoring, criada em 2022, onde desenvolve trabalhos de mentoria profissional, liderança, desenvolvimento e consultoria para organizações.

Influenciadora Gabby Pelentir é a escolhida para comandar a bateria da escola que estreia em Joaçaba e já está treinando firme.

Ela é modelo, influenciadora, empresária e agora também Rainha de Bateria.
Gabby Pelentir moradora de Catanduvas-SC e proprietária da Gabriela Boutique, loja de roupas femininas, foi anunciada como a nova comandante da bateria da Imperadores do Vale, escola que vai desfilar pela primeira vez no Carnaval 2027 de Joaçaba, em Santa Catarina.

E a preparação já começou! Em entrevista, a rainha contou que a rotina está puxada: “Minhas aulas estão sendo intensas, com muito samba. Estou fazendo bastante cardio, treino e cuidando da alimentação também”.

Além do Carnaval e da boutique, Gabby Pelentir também trabalha como modelo e produtora de conteúdo adulto, e divide a rotina entre os ensaios, a loja, as redes sociais e os treinos.

A Imperadores do Vale promete chegar com tudo na avenida em 2027 e a nova rainha já adianta: o compromisso é levar muita energia e samba no pé para a escola estreante.

 

 

 

 

 

 

 

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Conheça a autora Jaraguaense de apenas dezenove anos que irá participar de uma das maiores feiras literárias do Brasil!

 

Victória Engel escreveu seu primeiro livro aos 17 anos de idade e jamais imaginaria que, de Jaraguá do Sul — uma pequena cidade do norte de Santa Catarina — seria levada a um lançamento na Bienal de São Paulo 2026 e ao evento literário Cristã Fest no centro cultural de São Paulo.

 

Com seu mais novo livro de fantasia, chamado O príncipe forasteiro, Vicky se prepara para apresentá-lo nos eventos em São Paulo, que ocorrerão entre os dias 10 e 13 de setembro, com foco na literatura e na escrita, unindo arte e livros.

Seus livros estarão disponíveis para venda: Reino de Espadas e Lobos” na Cristã Fest e “O Príncipe Forasteiro” na Bienal, no estande J76, na Rua J, no dia 11 de setembro, das 12h às 13h.

“O livro ‘O Príncipe Forasteiro’ traz uma história profunda sobre identidade e propósito, envolta em uma narrativa bem-humorada e épica, fazendo o leitor mergulhar em desertos sombrios e viagens malucas de trem.

Uma jornada de esperança e perdão, onde um príncipe mimado descobre um grande segredo sobre sua própria origem e se vê numa linha tênue entre permanecer ou decidir buscar sua verdadeira identidade através de um passo de fé, longe de títulos e riquezas memoráveis.

A história de Mosh me ensinou — e ainda me ensina — que é necessário desenterrar verdades para conseguirmos conhecer quem realmente somos por trás de máscaras superficiais.” São as palavras da autora Victória Engel, resumindo um pouco dessa nova fantasia desértica e mágica.

 

A Bienal do Livro de São Paulo é considerada uma das maiores feiras literárias da América Latina, contando com estandes de editoras, escritores, lançamentos de livros e leitores de todas as partes do país. É uma experiência fascinante que reúne diversos autores e obras, divulgando a literatura e a escrita. Os ingressos podem ser adquiridos através do site oficial:

 

https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br/ingressos.html

 

Além da Bienal, setembro também será marcado pela Cristã Fest, um evento inédito que reunirá artistas, escritores e músicos em uma grande feira voltada para a cultura cristã. Será uma oportunidade única para o público conhecer autores, adquirir livros, apreciar obras de arte e se conectar com histórias inspiradoras.

Os ingressos são totalmente gratuitos e liberados para todas as idades, garantindo acesso democrático a esse espaço de celebração da fé e da arte. Para participar, basta garantir o seu ingresso pelo site oficial: https://www.cristafest.com/

Dois eventos que, juntos, incentivam jovens e adultos a expandirem ainda mais sua relação com a literatura e a arte, promovendo crescimento intelectual e novas conexões com pessoas que compartilham da mesma paixão.

Se você quer conhecer mais da autora e suas obras, não deixe de participar dessas feiras, e acompanha-lá em suas redes sociais: @vickyescreve

 

Fonte: www.bienaldolivrosp.com.br, www.cristafest.com, Victória Engel

 

 

 

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, realiza Residência Artística no Instituto Capobianco

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, que teve seu trabalho História do Olho – um conto de fadas pornô noir, apontado pelo New York Times como uma das obras de vanguarda mais surpreendentes do teatro contemporâneo, ocupa o Instituto Capobianco durante o segundo semestre de 2026.

 

A temporada apresenta quatro espetáculos — incluindo uma criação inédita —, dois laboratórios e atividades imersivas com o público. A Residência Janaina Leite e Núcleo do Olho apresenta diferentes momentos da trajetória da artista e do grupo e amplia sua pesquisa sobre as relações entre arte, pornografia, vida, tecnologia e experiência.

Atriz, diretora, dramaturgista, pesquisadora, e uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, Janaina teve recentemente sua trajetória reconhecida por Thomas Ostermeier, um dos mais importantes nomes do teatro contemporâneo mundial e diretor da Schaubühne, de Berlim, desde 1999. Durante a última edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, Ostermeier citou o trabalho de Janaina ao falar sobre o tipo de teatro que considera relevante na cena contemporânea. Para o diretor, a artista se destaca pela consistência de sua trajetória e pela profundidade de sua pesquisa.

Núcleo do Olho

Ao longo de mais de 15 anos, os projetos dirigidos por Janaina Leite deram origem ao Núcleo do Olho, rede de artistas e pesquisadores dedicada a processos continuados de investigação. A trajetória se estrutura a partir de uma metodologia de criação em espiral, na qual espetáculos, publicações, oficinas e residências alimentam novas perguntas e desdobramentos artísticos, aproximando criação, pesquisa e experiência.

Com trabalhos que transitam pelo teatro, realidade virtual, literatura, oficinas e palestra-performance, Janaina Leite e Núcleo do Olho articulam diferentes campos do conhecimento, entre eles filosofia, antropologia, psicanálise, literatura, ciência e tecnologia. Essa perspectiva multidisciplinar transforma a cena em espaço de experimentação e reflexão sobre questões contemporâneas e temas que atravessam diferentes épocas. É essa produção, em suas diversas linguagens e fases, que será apresentada no Instituto Capobianco ao longo da residência.

Reestreia de Stabat Mater

A programação começa em 4 de setembro, com a reestreia do espetáculo Stabat Mater, vencedor do Prêmio Shell de Teatro na categoria Dramaturgia e eleito o melhor espetáculo de 2024 em Portugal. Em cena com sua mãe, Amália Fontes Leite, e o ator Lucas Asseituno, Janaina tensiona as convenções da representação teatral ao aproximar campos historicamente inconciliáveis como maternidade e sexualidade. Tendo a pornografia como uma de suas bases estéticas, a obra confronta experiências pessoais e construções sociais sobre as relações entre homens e mulheres.

Em cartaz até 3 de outubro, a obra Inspirada no ensaio filosófico de Julia Kristeva, Stabat Mater — expressão latina que significa “estava a mãe” — investiga as relações entre feminilidade, maternidade e sexualidade, remontando à história da Virgem Maria e enfrentando os mecanismos de gozo e dor que fixam essas posições.

Alien(nada) – Monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado

Entre 9 e 11 de outubro, o Instituto Capobianco recebe Alien(nada): a Terra é uma adolescente e o Grande Filtro pode ser a autodestruição da humanidade, monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado. Em formato de palestra-performance-sampler-audiovisual, a obra combina teatro, pesquisa científica e fabulação especulativa para investigar o imaginário alienígena como campo estético, político e poético.

Criado em parceria com o Núcleo do Olho, o trabalho integra a pesquisa continuada de Lívia Machado sobre as relações entre arte, tecnologia, comunicação e imaginários extraterrestres, presente em trabalhos como O Museu Voador, O Sol Desapareceu, Ainda Sopra e Crônicas Marcianas.

A montagem também é uma extensão do laboratório Sinestesia Alienígena, realizada de 8 a 29 de setembro no Instituto Capobianco, que propõe uma investigação artística a partir dos conceitos de “sinestesia” e “alienígena”, explorando hibridismos entre linguagens e materialidades, além de diferentes perspectivas sensoriais para refletir sobre temas como morte, permanência do corpo, tecnologia e digitalidade.

O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines

De 16 a 25 de outubro, Janaina Leite apresenta O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines, performance que já passou por Chile e Portugal e integrou a Mostra Capobianco, em março deste ano. A obra parte de um processo autoetnográfico em que Janaina Leite investiga as origens de um som que pulsa há anos em sua cabeça, revisitando experiências perturbadoras relacionadas aos territórios da morte e da loucura. Entre elas, uma vivência de quase afogamento com seu filho mais velho. Nessa fronteira entre vida e decomposição inevitável da matéria, o corpo — esse arquivo sensorial — torna-se cartografia de pesquisa.

Em diálogo com práticas de body art e pornografia, deslocamento de retina em cadáveres, aprendizados corporificados com psicodélicos e relatos de experiências de quase-morte, a palestra-performance investiga o corpo como último documento e os limites entre presença e dissociação, físico e virtual. Talvez o som seja um resíduo, aviso ou sintoma; talvez um porvir do último segundo que permaneceria no corpo antes da morte.”

Criação inédita encerra residência

A programação chega ao encerramento com a estreia, em 30 de outubro, de A Caixa Preta – Versão Demo, criação inédita desenvolvida especialmente a partir do processo realizado durante a ocupação do Instituto Capobianco. A obra permanece em cartaz até 20 de dezembro e dá continuidade a uma pesquisa iniciada há quase três anos.
Mesmo antes da estreia, A Caixa Preta – Versão Demo já havia despertado o interesse de programadores internacionais, em um processo de crescente internacionalização que teve início com uma primeira etapa de desenvolvimento realizada em parceria com a Pro Helvetia, da Suíça, e articulações com instituições suíças e alemãs, abrindo perspectivas para coproduções e circulação internacional. Em julho de 2026, o projeto realizou uma residência na Academy for Theatre and Digitality (ATD), em Dortmund, na Alemanha, centro internacional dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de novas possibilidades para as artes cênicas em diálogo com a tecnologia.

A imersão na ATD permitiu à equipe aprofundar pesquisas, desenvolver competências técnicas e experimentar dispositivos que agora integram a criação brasileira. Inicialmente intitulada Caixa Preta ou How to Hide the Turtle, a investigação dá continuidade a questões presentes em trabalhos anteriores de Janaina, como Camming: 101 Noites, Deeper e a lecture-performance O Corpo Material e Imaterial, também integrante da residência. O novo trabalho articula corpo, memória, imagem e presença a partir das transformações provocadas pela tecnologia na experiência contemporânea.

Atividades Paralelas

Além dos espetáculos, a Residência Artística Janaina Leite e Núcleo do Olho promove atividades que ampliam as discussões e pesquisas desenvolvidas ao longo da ocupação. Entre elas está o Laboratório de Projetos Autorais e Programas Performativos, conduzido por André Medeiros Martins, performer e pornógrafo, que reúne artistas com projetos em diferentes etapas de criação para compartilhar e experimentar possibilidades de desenvolvimento a partir dos Programas Performativos como um recurso possível dentro de seus processos autorais. O laboratório selecionará de 10 a 12 projetos e terá encontros semanais, às terças-feiras, com início a partir de uma seleção presencial no dia 8 de setembro.

O Laboratório Sinestesia Alienígena, com orientação de Lívia Machado, em parceria com o Núcleo do Olho, propõe uma abordagem centrada em conceitos e criações que tensionam a questão do alienígena: hibridismos entre materialidades e linguagens, assim como diferentes perspectivas sensoriais para pensar a morte, a perenidade do corpo, a tecnologia e a digitalidade. Tais práticas e conceitos estão presentes em diferentes criações do grupo: Alien(nada), O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines e em A Caixa Preta.

A programação inclui ainda o Colisão de Inteligências, série de quatro entrevistas com palestrantes, que serão registradas em áudio e disponibilizadas no site do Instituto Capobianco e no Spotify, e a Roda de Games, que propõe uma conversa sobre o universo dos games e suas relações com arte, tecnologia e criação contemporânea.

As informações e inscrições para as atividades serão disponibilizadas ao longo do semestre no site institutocapobianco.art.br e nas redes sociais @institutocapobianco.

17º CineFantasy reúne 70 filmes de 24 países e territórios e homenageia Liz Marins pelos 25 anos de Liz Vamp.

O 17º CineFantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega a São Paulo em setembro com 70 filmes de 24 países e territórios, de 01 a 06 de setembro, no MIS – Museu da Imagem e do Som, Cine Olido, Centro de Formação Cidade Tiradentes e CEUs, com entrada gratuita. Parte da programação também estará disponível online para todo o Brasil pela DARKFLIX+ e na Spcine Play.

Dedicado à fantasia, ao horror e à ficção científica, o festival abre sua programação no dia 1º de setembro, às 19h, no MIS – Museu da Imagem e do Som, com a première brasileira do documentário Occupy Cannes, dirigida por Lily-Hayes Kaufman, e a exibição de Lúmen, curta brasileiro de Marcos DeBrito.

A sessão de abertura sintetiza uma das propostas do CineFantasy. Lúmen nasceu dentro da Oficina de Cinema da 16ª edição e retorna agora ao festival como obra finalizada, aproximando formação, criação e exibição. Já Occupy Cannes acompanha uma ação realizada em 2013 por Lloyd Kaufman e a equipe da Troma durante o Festival de Cannes. Sem o apoio dos grandes estúdios, o grupo ocupou as ruas da cidade com estratégias de divulgação de guerrilha em defesa do cinema independente.

“Não poderia haver filme melhor para abrir esta edição. O CineFantasy é um festival independente e sabemos o que significa resistir, inventar caminhos e continuar fazendo cinema. Lloyd Kaufman e a Troma representam esse espírito há décadas. Occupy Cannes fala de cinema, mas fala principalmente da necessidade de defender a independência, a criatividade e a liberdade de fazer filmes”, afirma Eduardo Santana, idealizador e diretor do CineFantasy.

A 17ª edição homenageia Liz Marins, criadora de Liz Vamp, personagem que completa 25 anos em 2026. Filha do cineasta José Mojica Marins, criador de Zé do Caixão, Liz construiu uma trajetória própria dentro do horror brasileiro: na ficção, Liz Vamp é justamente filha de Zé do Caixão. A relação de Liz Marins com o CineFantasy também atravessa a história do evento. Desde 2008, ela já participou como apresentadora, jurada, parceira e incentivadora e teve papel na criação do atual Troféu José Mojica Marins, inspirado na mão do cineasta.

A Competitiva de Longas-Metragens Nacionais apresenta duas estreias mundiais brasileiras. Em Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista, de Roger Elarrat, o fantástico mergulha na Amazônia para contar a história de uma documentarista e de um barqueiro que acredita ter tido a alma roubada na infância, em uma narrativa que mistura realismo mágico e horror. Já O Retrato de Sarah, de Leonardo Costa, transforma criação artística, frustração e obsessão em horror ao acompanhar uma jovem artista que passa a transformar seus compradores em arte. Os dois filmes terão sessões com presença de diretores, equipes e elenco.

A programação inclui ainda produções brasileiras como Recanto dos Ribeiros, de Murilo Bonini e Leonardo Kawaguchi, e Verde Oliva, de Wellington Sari, ampliando o panorama de diferentes territórios, culturas e maneiras de trabalhar o cinema fantástico.

As mostras competitivas de curtas se dividem entre Animação Fantástica, Brasil Fantástico, Estudante, Fantasia, FantasTeen, Ficção Científica e Horror, atravessando linguagens que vão do suspense psicológico e horror folk ao realismo mágico, animação autoral e ficção científica.

A seleção internacional traz a première mundial do americano Sangrar (Bleed), de Dawson Doupé, Ryder Doupé e Tadeaš Tapper, sobre uma família à beira do colapso que, na noite de Halloween, recebe um parente afastado coberto de sangue após cometer um crime brutal. O filme terá a presença de um dos diretores.

O evento ainda exibe obras estrangeiras inéditas no Brasil como: Coelho Preto, Coelho Branco, de Shahram Mokri, produção do Tajiquistão e Emirados Árabes que cruza cinema dentro do cinema, conspiração e personagens; e Sufocamento, de Louis Chan e Stone Chang, de Taiwan, no qual o misterioso afogamento de uma estudante na piscina de uma escola desencadeia lendas, segredos e acontecimentos perturbadores. Completam os destaques Beira-Mar, de Ángel Suarez, da Venezuela; e Lujuria, de Iñaki Aguilar, produção entre México e Espanha.

Fora de competição, o longa brasileiro Vicente na Cidade Fantasma terá sessões gratuitas diárias, de 2 a 6 de setembro, às 14h, no CFC Tiradentes (Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes) e no dia 02/09, às 15h, no MIS, . Dirigido por Flávio Carnielli, o filme acompanha Vicente, um menino esquecido pelos pais em uma estrada deserta no Dia de Finados, que encontra uma misteriosa cidade em preto e branco. Lá, ele conhece os mortos que retornam uma vez por ano e, ao lado deles, descobre novos sentidos para a vida, a morte e a amizade. Inspirado pelos clássicos da Vera Cruz e pelo cinema de terror dos anos 1950.

O festival recebeu, em 2026, 1.569 inscrições de 89 países e amplia seu incentivo à continuidade da produção audiovisual brasileira. A edição reúne mais de R$ 100 mil em serviços destinados aos filmes brasileiros, por meio da colaboração de DOT Cine, Estúdios Naymovie, Mistika, Noventa e Três 93 e Stone Milk.

Para completar, a sessão de encerramento acontece no dia 6 de setembro, às 17h, no MIS, com a entrega do troféu José Mojica Marins/CineFantasy aos vencedores das Mostras Competitivas de Curtas-Metragens e da Competitiva de Longas-Metragens, que premia as categorias de Melhor Longa-Metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Roteiro. O Melhor Curta-Metragem e o Melhor Longa-Metragem recebem ainda a indicação do CineFantasy para a FANTLATAM – Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantástico.

 

O Cinefantasy é patrocinado pela Spcine e Prefeitura de São Paulo, uma realização da Fly Cow Produções e Studo Lang Produções em parceria com o Museu da Imagem e do Som e apoio da Stone Milk, Místka, DotCine, Instituto Fernando Sabino, 93 Produtora, Estúdios Naymovie.

 

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

Com criações genuinamente autorais, seus looks vêm conquistando espaço por apresentar uma proposta diferenciada e marcante no mercado da moda.

Nuna já veste personalidades e empresárias, levando sua assinatura para produções que unem sofisticação, identidade e exclusividade.

Iara Amaral está entre os grandes nomes da influência digital no Brasil.

Iara Amaral está entre os grandes nomes da influência digital no Brasil, somando mais de 3,5 milhões de seguidores em suas redes sociais, sendo mais de 1,6 milhão apenas no Instagram.

Com conteúdo voltado principalmente ao público feminino, aborda maternidade, lifestyle, experiências e cotidiano, mantendo forte conexão e alto engajamento com sua audiência.

Atualmente em São Paulo, Iara vem ampliando sua presença em importantes círculos da cidade e fortalecendo seu posicionamento. Além da influência, destaca-se pela capacidade de gerar visibilidade, credibilidade e resultados para marcas e parceiros.

No Hype —Entrevista exclusiva com o DJ Kaleu Venture Uma nova fase, mais autoral e intensa na música eletrônica.

Kaleu Venture vive um novo momento artístico. Depois de anos de trajetória na cena eletrônica, experiências, pausas e recomeços, o DJ retorna com uma proposta mais madura, autoral e consciente da própria identidade.

Sua relação com a música começou ainda na infância, quando gravava músicas do rádio em fitas cassete e mergulhava nas coletâneas de música eletrônica. Em 2013, iniciou profissionalmente sua trajetória em Curitiba e, desde então, vem construindo uma assinatura que transita pelo Tribal House, House, Tech House, Progressive House e Deep House.

Hoje, porém, o foco está ainda mais definido: criar, experimentar e transformar referências em algo que tenha a sua própria assinatura.

 

 

Uma identidade que vai além da pista

Para Kaleu Venture, ser DJ vai muito além de selecionar músicas. Seu trabalho envolve narrativa, construção de atmosferas, vocais, percussões e grooves que conduzem o público por uma verdadeira jornada.

Seu diferencial está justamente na capacidade de transformar um set em experiência.

«“Não quero simplesmente tocar músicas que funcionam na pista. Gosto de construir uma experiência e criar uma narrativa dentro do set.”»

Uma fase mais autoral

O momento atual representa uma nova etapa em sua carreira. Kaleu Venture vem intensificando o desenvolvimento de mashups exclusivos, novos sets e projetos autorais, buscando aprofundar ainda mais sua identidade dentro do Tribal House.

Mais do que acompanhar tendências, a proposta é criar uma sonoridade reconhecível e levar seu projeto para novos públicos.

É uma fase marcada por intensidade criativa, identidade e vontade de transformar experiências em música.

O público como inspiração

A pista continua sendo uma das principais fontes de inspiração do artista. Kaleu Venture observa a energia do público para entender o momento certo de cada música e construir uma evolução natural durante a apresentação.

Para ele, um grande DJ não é apenas aquele que escolhe boas faixas, mas quem consegue ler a pista e transformar música em conexão.

 

Recomeçar também faz parte da trajetória

Entre os momentos mais marcantes de sua carreira estão as experiências vividas na cena de Curitiba e, principalmente, o retorno ao projeto artístico após períodos de afastamento.

Esse retorno ganhou um significado especial: voltar à música com mais maturidade e uma visão mais clara sobre aquilo que deseja construir.

“Hoje vejo esse retorno não apenas como uma volta à carreira, mas como uma nova fase do Kaleu Venture.”

Identidade em um mercado competitivo

Para Kaleu Venture, a evolução tecnológica democratizou a produção e permitiu que artistas alcançassem públicos de diferentes lugares do mundo. Ao mesmo tempo, tornou a identidade artística ainda mais importante.

Em um cenário com milhares de DJs e produtores, estar presente não basta. É preciso ter algo próprio para comunicar.

É justamente nesse ponto que Kaleu concentra sua próxima etapa: transformar referências nacionais e internacionais em uma linguagem própria.

O próximo capítulo

Entre seus principais objetivos estão ampliar sua presença em clubs, festas e grandes eventos, alcançar novos públicos e levar o projeto para diferentes regiões do Brasil e, futuramente, para fora do país.

A criação de novos sets, mashups e produções autorais faz parte dessa estratégia.

A ambição é fazer com que Kaleu Venture seja reconhecido não apenas como DJ, mas como um projeto artístico com identidade, conceito e história.

Para quem acompanha seu trabalho

A mensagem de Kaleu Venture resume bem o momento que vive:

“Nunca subestime um recomeço.”

Depois de diferentes fases, ele entende que cada experiência contribuiu para a construção do artista que é hoje.

Agora, o objetivo é seguir avançando, criando e levando sua identidade para novos lugares.

Music • Energy • Connection.

Mais do que um conceito, uma direção para essa nova fase de Kaleu Venture: mais autoral, mais intensa e cada vez mais sua. @kaleu_venturedj / contato : +55 (35) 99986-0531 . Se o assunto é sobre personalidades que estão no Hype veja também sobre:

 

FONTE: Mathaus Sanches

 

Escola Profética Unção de Elias 2026 Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026.

Escola Profética Unção de Elias 2026
Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de
Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026. O encontro deverá reunir cristãos
de diferentes regiões do Brasil e também de outros países em dois dias dedicados à adoração,
ao ensino bíblico, à oração e à busca pela presença de Deus.
Em 2026, a Escola terá como tema “Meu Amigo Espírito Santo”, colocando a pessoa e a
atuação do Espírito Santo no centro das ministrações. A proposta é proporcionar aos
participantes um tempo de aprofundamento na fé, conhecimento das Escrituras e busca pelos
dons espirituais e pela unção necessária para viver os propósitos de Deus neste tempo.
A programação contará com ministrações do apóstolo Joel Engel, fundador da Escola Profética
Unção de Elias, além de momentos de louvor, oração e comunhão. Ao longo do encontro,
serão abordados temas relacionados à presença do Espírito Santo, aos dons espirituais, à vida
profética e ao chamado de cada cristão para viver uma caminhada de intimidade com Deus.
Uma convocação para este tempo
A Escola Profética Unção de Elias carrega, em sua proposta, o desejo de preparar pessoas para
compreender e viver aquilo que Deus está realizando em seu tempo. Para Joel Engel, existe
uma necessidade de buscar uma vida cada vez mais sensível à voz do Espírito Santo e
disponível para cumprir os propósitos do Reino.
Dentro dessa perspectiva, a Escola também enfatiza a unção de Elias, entendida como uma
referência bíblica à continuidade de um legado espiritual e à preparação de uma nova geração
para cumprir o seu chamado.
Mais do que uma conferência, a proposta da Escola é proporcionar um ambiente de
crescimento espiritual. O encontro representa ainda um momento de preparação e
fortalecimento da fé, especialmente para aqueles que desejam compreender melhor os dons
espirituais, desenvolver intimidade com o Espírito Santo e viver os propósitos de Deus de
maneira prática.
Sobre o evento
A Escola Profética 2026 terá dois dias de programação: – Sábado (12 de setembro): das 14h às 23h – Domingo (13 de setembro): das 10h às 18h
As inscrições para participar do evento já estão disponíveis online. O valor da entrada é de R$
100, válido para os dois dias, e as inscrições podem ser feitas no site:
www.escolaprofetica.com.br
Local: Park Hotel Morotin, Santa Maria, RS
Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp: (55) 99974-8874.