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Cinema

“Como Elas Fazem”: TATA AMARAL ENTREVISTA CINEASTAS BRASILEIRAS SOBRE SEUS PROCESSOS CRIATIVOS

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Dirigida pela premiada cineasta paulista Tata Amaral, a série de entrevistas “Como Elas Fazem”, que investiga o processo criativo de realizadoras brasileiras, estreia em 21 de fevereiro, pelo canal da Tangerina Entretenimento no YouTube: www.youtube.com/tangerinafilmes. Acessível gratuitamente, a produção disponibiliza novos episódios todas as quartas-feiras, a partir das 19h00.

No total, sao oito episódios que abordam o universo da realização audiovisual através da metodologia de trabalho das cineastas Caru Alves de Souza, Dainara Toffoli, Eliana Fonseca, Helena Ignez, Joyce Prado, Juh Almeida, Natara Ney e Olinda Tupinambá.

Há alguns anos percebo que existe uma lacuna de conhecimento quanto ao processo criativo das realizadoras e realizadores. Sempre me interesse pelo trabalho criativo na direção de cinema e, nos anos 2000, realizei para o Sesc São Paulo um projeto intitulado “Conversa com Diretores” no qual tive o prazer de entrevistar cineastas como Fernando Meirelles, Carlos Reichenbach e Susana Amaral, dentre outros. Neste momento, sinto curiosidade em colocar foco nas realizadoras mulheres das diversas áreas da produção audiovisual”, afirma Tata Amaral.

Como Elas Fazem” é uma produção Tangerina Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Sobre as entrevistadas

Caru Alves de Souza teve seus dois primeiros longas-metragens reconhecidos por premiações prestigiosas. “De Menor” (2013) foi vencedor do Festival do Rio, enquanto “Meu Nome é Bagdá” (2020) sagrou-se como melhor filme da competição Generation 14plus do Festival de Berlim. A realizadora finaliza “De Menor – A Série” e prepara dois novos longas: “Corações Solitários” e “Bocha”.

Festejada autora de filmes inventivos, a cineasta Helena Ignez é também atriz de longas marcantes, tendo sido parceira criativa de Rogério Sganzerla (1946-2004). Homenageada em eventos na Ásia e na Europa, ela dirigiu os longas “Canção de Baal” (2008), “Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha” (2010), “Feio, Eu?” (2013), “Ralé” (2015) e “A Alegria é a Prova dos Nove” (2023).

Gaúcha radicada em São Paulo, Dainara Toffoli é diretora da primeira temporada de “As Five”, eleita como melhor série dramática no Prêmio F5, no Splash Awards e no MTV Millennial Awards Brasil/MIAW. Assina a direção das séries “Manhãs de Setembro” (2021), e “De Volta aos 15” (2022). Dirigiu ainda os longas-metragens “Dona Helena” (2006) e “Mar de Dentro” (2020), este último estrelado por Monica Iozzi.

Referência na atual criação audiovisual focada em conteúdos sobre a cultura e comunidade afro-brasileira e diaspórica, Joyce Prado conquistou com o longa “Chico Rei Entre Nós” (2020) o prêmio do público para documentário brasileiro na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, onde mereceu ainda menção honrosa do júri oficial. Ela assina também a direção de “Muro Entre Nós” (curta, 2013) e episódio da série “The Beat Diaspora”.

Eliana Fonseca é responde pela direção de curtas-metragens saborosos – entre eles, “Frankenstein Punk” (1986) e “A Revolta dos Carnudos” (1990) –, de longas de sucesso, como “O Martelo de Vulcano” (2003) e “O Segredo dos Golfinhos” (2005), da série “Segredos Médicos” (2015). É também requisitada atriz, além de ser responsável pelo É Nóis Na Fita, um projeto de realização audiovisual para jovens.

Indígena do povo Tupinambá e Pataxó hãhãhãe, a jornalista, cineasta e ativista ambiental Olinda Tupinambá tem no currículo a direção de curtas-metragens como “Kaapora – O Chamado das Matas” (2020) e “Preconceito” (2021) e do longa “Mulheres que Alimentam” (2018). Ela assina curadorias para eventos (Amotara – Mostra Olhares das Mulheres Indígenas e Cabíria Festival) e foi coautora do especial “Falas da Terra” (TV Globo).

Baiana radicada em São Paulo, Juh Almeida tem destacada atuação em várias frentes do audiovisual, além de ser fotógrafa. Ela dirigiu curtas-metragens autorais como “Eu, Negra” (2022), “Irun Orí” (2020), “Náufraga” (2018) e “Axé Irmãos” (2015). Assina ainda direção de videoclipes, projetos de ficção, documentários, fashion, filmes publicitários, ensaístico e artístico. Também é diretora de novelas na Rede Globo, como “Vai na Fé”.

Por sua vez, Natara Ney é premiada montadora e diretora, tendo vencido por duas vezes o prêmio de melhor montagem no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Como diretora, responde pelo longa documentário “Espero Que Esta Te Encontre e Que Estejas Bem” (2020) e do curta triplamente premiado no Festival de Gramado “O Outro Ensaio” (2010), além de telefilmes e da série “Todas as Cores do Brasil” (2022).

Sobre Tata Amaral

Tata Amaral é uma das vozes mais importantes do cinema brasileiro e suas obras contribuem significativamente para a história e cultura audiovisual do Brasil. Fez parte da geração que ficou conhecida como “A Primavera dos Curtas”, na década de 1980.

Foi também uma das primeiras cineastas de sua geração a realizar filmes de longa-metragem no período da “Retomada do Cinema Brasileiro” nos anos 1990. Seu primeiro longa-metragem, “Um Céu de Estrelas” (1996), teve sua estreia mundial no Festival de Toronto e foi exibido na prestigiosa seção Fórum do Festival de Berlim.

Seu terceiro longa, “Antônia” (2006) foi o filme inaugural da mostra Generation 14Plus da Berlinale. Seu mais recente último longa, “Sequestro Relâmpago” (2018), foi uma das maiores audiências da TV Globo em um horário dedicado ao cinema de público, em 2019. É também produtora do filme “De Menor” (2013) e coprodutora do filme “Meu Nome é Bagdá” (2020), ambos dirigidos por Caru Alves de Souza.

Trailer:

Programação – data da disponibilização dos episódios

21/02 – Caru Alves de Souza

28/02 – Joyce Prado

6/03 – Helena Ignez

13/03 – Juh Almeida

20/03 – Dainara Toffoli

27/03 – Olinda Tupinambé

3/04 – Eliana Fonseca

10/04 – Natara Ney

 

Serviço

“Como Elas Fazem” – série dirigida por Tata Amaral

oito episódios de meia hora cada

www.youtube.com/tangerinafilmes

Estreia em 21/02, às 19h00

Novos episódios toda quarta-feira, às 19h00

Acesso gratuito

Produção: Tangerina Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

 

Atendimento à imprensa

ATTi Comunicação e Ideias

Eliz Ferreira e Valéria Blanco (11) 3729.1455 / 3729.1456 / 9 9105.0441

Cinema

‘O Tarô da Morte’ ganha trailer ao som de ‘Escrito Nas Estrelas’, hit de Tetê Espíndola

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Tetê Espíndola cantava nos anos 1980 que o acaso estava bem marcado em cartas de tarô. Agora, a artista está de volta para anunciar que o destino anunciado pelo baralho pode ser bem assustador. ‘O Tarô da Morte’, terror distribuído pela Sony Pictures, estreia nos cinemas de todo o Brasil em 16 de maio trazendo previsões macabras que tornam realidade de um jeito bem sinistro.

Na trama, um grupo de amigos se junta para curtir um final de semana tranquilo, mas um jogo de cartas transforma toda a diversão em uma verdadeira desgraça. Após uma leitura de tarô, eles libertam uma entidade maligna presa no baralho e, um a um, vão encarar seus destinos em uma luta contra a morte.

Em ‘O Tarô da Morte’, a dupla de roteiristas e diretores Anna Halberg e Spenser Cohen (‘Blink’ de 2022) dão vida ao baralho de adivinhação de maneiras aterrorizantes. “Existe algo intrinsecamente assustador sobre cartas e leituras de tarô. Por um lado, é uma forma de conhecer mais sobre nós mesmos, mas saber o que nos aguarda no futuro, bom ou ruim, influencia nas decisões que tomamos”, diz Halberg.

Juntos, os cineastas buscaram fazer um filme que cativasse o público nos cinemas. “Terror é uma experiência para assistir acompanhado”, ela diz. “É assustador e divertido estar em um lugar escuro, com um grupo de rostos conhecidos e estranhos, prestes a embarcar em uma montanha-russa emocional”. Cohen acrescenta: “É como ir a uma casa com fama de ser assombrada com seus amigos. Projetamos essa experiência para a tela grande”.

Escrito e dirigido pela dupla Cohen e Halberg, ‘O Tarô da Morte’ é estrelado por Harriet Slater, Adain Bradley, Avantika e Jacob Batalon. O terror tem produção de Leslie Morgenstein, Elysa Koplovitz Dutton e Scott Glassgold.

Sinopse

Quando um grupo de amigos irresponsavelmente viola a regra sagrada da leitura de tarô, a de nunca usar o deque de outra pessoa, eles libertam um mal inominável que estava preso nas cartas. Um por um, eles encaram seu destino e acabam em uma corrida contra a morte para escapar do futuro previsto para eles nas cartas.

Ficha Técnica

Escrito e dirigido por: Spenser Cohen & Anna Halberg

Produzido por: Leslie Morgenstein, Elysa Koplovitz Dutton, Scott Glassgold

Produtores Executivos: Andrew Pfeffer, Scott Strauss, Anna Halberg, Spenser Cohen

Elenco:Harriet Slater, Adain Bradley, Avantika e Jacob Batalon

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Beleza

1º FESTIVAL DE CINEMA DE XERÉM ANUNCIA OS FILMES SELECIONADOS.

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27 curtas-metragens de sete estados brasileiros concorrem ao Troféu Zeca Pagodinho

Evento acontece   08 a 11 de maio | Gratuito .

O Festival de Cinema de Xerém anuncia os selecionados de sua primeira edição, que acontece de 08 a 11 de maio, no Centro de Convenções John Wesley, em Xerém, Duque de Caxias (RJ). Ao todo, foram escolhidos 27 curtas-metragens de sete estados brasileiros (RJ, PR, SP, DF, BA, PE, ES), sendo 12 filmes dirigidos por mulheres.

 

As mostras competitivas Cinema Leva Eu, Fluminense e Baixada de Curtas, Nacional de Curtas, e Mostra Especial da Crítica, irão premiar com o Troféu Zeca Pagodinho as seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Atriz, Melhor Ator. Os filmes selecionados para as mostras concorrerão também na categoria Júri Popular e ao Prêmio Edna Fujii, este último dará ao vencedor um prêmio de  R$10 mil em locação de equipamentos.

 

Na Mostra Cinema Leva Eu foram selecionados 10 curtas produzidos por alunos formados pela Escola Brasileira de Audiovisual (EBAV). São eles: 9 Horas em Deodoro, de Dorgo DJ, Carnaval Caos, de João Pedroza, Dandara, de Felipe Coelho, Fnm – A Vila de Operários, de Maria Carolina Gomes, Na Risca, de Mozá, Ninguém Via, de Gabriel Leal , Odisseia Fluminense, de Mateus Carvalho, Pé de Cabra, de Bruno Santiago, Quem Faz o Rio, de Victória Dias, Uma Questão de Ética, de Marcelo Ribeiro

 

A Mostra Fluminense e Baixada de Curtas traz quatro títulos que exploram temáticas sociais, pessoais e cômicas feitas por realizadores da Baixada Fluminense. Os selecionados são Caxiense F.C., de Marcos Faria, Elas Por Elas, de Renata Silva, Minha Vida É Uma Série, de Taisa Alves Santos, e Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli

 

Cinco filmes que abordam temas variados, como questões sociais, suspense e amizade foram selecionados na Mostra Nacional de Curtas. São eles:  Emerenciana, de Larissa Nepomuceno(PR), Firmina, de Izah Neiva (SP), Ligação Anônima, de Thiago Mendes (SP), a animação Quintal, de Mariana Netto (BA), e Lubrina, de Vinícius Fernandes Gonçalves, Leonardo Vaz Dias Hecht (DF).

 

Já a Mostra Especial da Crítica apresenta uma coleção de oito obras, enfocando uma variedade de temas sociais, culturais como Água Viva, de Gabriela Araujo, Deivison Bruno (RJ), Cartas Para Nossas Netas, de Julia Flor Duarte (RJ), Chamado, de Tulio Beat (PE), Como Matar Uma Boneca, de Alek Lean (RJ), Divina, de Flaviane Damasceno (RJ),  Emaranhadas, de Lara Sartório Gonçalves, Mariana Souza Costa (ES),  Rei Davi, de Misa Gonçalo (RJ), e Vermelho-oliva, de Nina Tedesco (RJ)

O festival contará também com uma programação diversificada, incluindo exibições de filmes dos homenageados desta edição, a atriz Regina Casé e o cineasta Hsu Chien, além de uma oficina, masterclasses e encontros com realizadores. Estas ações contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do cenário audiovisual brasileiro, sobretudo para a Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

 

Com a direção geral de Sérgio Assis, direção executiva de Emerson Rodrigues e direção de programação de Monica Trigo, o festival é uma realização da EBAV (Escola Brasileira de Audiovisual) em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho. Apoio da Naymovie, Rádio Serra Verde 98,7 FM e Telecine. Apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Duque de Caxias.

 

Serviço:

 

1º Festival de Cinema de Xerém

De 08 a 11 de maio

Local: Centro de Convenções John Wesley – Av. Venância, 17 – Xerém, Duque de Caxias – RJ| Gratuito

www.festivaldexerem.com.br

 

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Cinema

2ª edição da mostra “Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema” promove atividades formativas gratuitas no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo.

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Nesta quinta, 18/04, acontece a mesa “Reencantando o mundo”, conduzida por Glênis Cardoso e Mariana Queen Nwabasili, e no sábado, 20/04, a oficina “Perambulando nas sombras encantadoras: segredos da bruxaria no cinema de horror contemporâneo”, ministrada pela estudiosa Laura Cánepa.

 

No dia 25/04,  acontece o debate sobre os filmes “A Fada do Repolho”, de Alice Guy, e “Branca de Neve e os Sete Anões”, com a curadora Tatiana Mitre.

 

A 2ª edição da mostra “Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema”, que segue até 5 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, apresenta dois debates com especialistas e uma oficina, presenciais e com ENTRADA GRATUITA.

 

Nesta quinta, 18/04, haverá a mesa redonda “Reencantando o mundo”, conduzida por Glênis Cardoso e Mariana Queen Nwabasili, com mediação de Juliana Gusman, e no dia 25/04, é a vez da curadora Tatiana Mitre falar sobre os filmes A Fada do Repolho, de Alice Guy (1896/1900) e Branca de Neve e os Sete Anões (1937).

 

Já a tão aguardada oficina “Perambulando nas sombras encantadoras: segredos da bruxaria no cinema de horror contemporâneo”, será ministrada pela estudiosa Laura Cánepa e acontece no próximo sábado,  20/04, às 14h. As inscrições devem ser realizadas previamente em bb.com.br/cultura.

 

Com a curadoria de Carla Italiano, Juliana Gusman e Tatiana Mitreo,  a programação da Mostra continua até o dia 05 de maio com filmes premiados e obras raras como: Retrato de uma jovem em chamas, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes,  A Paixão de Joana D’arc, uma das principais obras do cinema mudo, Casei-me com uma Feiticeira, do renomado diretor René Clair,  A Bruxa, que se destacou em várias premiações independentes, A Praga, filme póstumo do lendário Zé do Caixão, um dos maiores nomes do horror brasileiro, além dos infantis A fada do repolho, de Alice Guy e o clássico Branca de Neve e os sete anões, entre outros.

ONLINE PARA TODO BRASIL

 

A 2ª edição da mostra “Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema” também contará com uma programação online, disponível para todo Brasil, de 26 de abril a 05 de maio, com os filmes Rami Rami Kirani, de Lira Mawapai HuniKuin e Luciana Tira HuniKuin (2024) e Para sempre condenadas, de Su Friedrich (1987), disponível gratuitamente no site www.mulheresmagicas.com.

 

 

Ao realizar este projeto, o Centro Cultural Banco do Brasil reafirma o compromisso de ampliar a conexão do brasileiro com a cultura e com a promoção do acesso à produção cinematográfica nacional e internacional.

 

SERVIÇO

 

Mostra “Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema”

 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

 

Período: 6 de abril a 5 de maio DE 2024

 

Ingressos: R$10 inteira / R$5 meia, disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB SP

 

Classificação indicativa: de Livre a 16 anos (consultar programação)

 

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

 

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras

 

Informações: (11) 4297-0600

 

Estacionamento:

O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

 

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque  nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

 

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

 

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República.  Das 12h às 21h.

 

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

 

bb.com.br/cultura

 

instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp

 

E-mail: ccbbsp@bb.com.br

 

SITE E REDES DA MOSTRA

 

www.mulheresmágicas.com

 

Canal Youtube Mostra Mulheres Mágicas: https://www.youtube.com/channel/UCLyLzFaBcGSLHC-p8FAV1rg

 

Instagram: @mostramulheresmagicas/ https://www.instagram.com/mostramulheresmagicas/

 

Facebook: @mostramulheresmagicas / https://www.facebook.com/mostramulheresmagicas

 

Twitter: @mostramulheresmagicas

 

 

Atendimento à imprensa:

 

Atti Comunicação

 

Eliz Ferreira – (11) 3729- 1455| (11) 99110-2442 _ eliz@atticomunicacao.com.br

 

Valéria Blanco – (11) 3729-1456 | (11) 99105-0441_

 

valeria@atticomunicacao.com.br

 

 

Assessoria de Imprensa CCBB SP:

 

Clara Ferreira

 

Tel/Whatsapp: 11 4297-0608

 

claraferreira@bb.com.br

 

 

 

ATIVIDADES FORMATIVAS

 

 

18 abril – Quinta

 

17h Mesa de debate: “Reencantando o mundo: bruxas contemporâneas, saberes ancestrais”

 

Com: Glênis Cardoso, Mariana Queen (mediação: Juliana Gusman) | 12 anos

 

 

20 abril – Sábado

 

14h Oficina gratuita: “Perambulando nas sombras encantadoras: segredos da bruxaria no cinema de horror contemporâneo”.

 

Com prof. Laura Cánepa [LIBRAS] | 12 anos

 

*Inscrições prévias no site www.mulheresmagicas.com e redes sociais da mostra

 

 

25 abril – Quinta

 

14h INFANTIL Gratuita | Livre

 

A fada do repolho, de Alice Guy (1896/1900, 1 min)

 

Branca de Neve e os sete anões (1937, 83 min), de David Hand, Perce Pearce, William Cottrell, Larry Morey, Wilfred Jackson e Ben Sharpsteen

 

Seguido de debate com a curadora Tatiana Mitre

 

 

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