Chapada Week começa na sexta com descontos de até 50% e compromisso com o turismo sustentável

Evento acontece pelo terceiro ano consecutivo e é organizado pela Associação Veadeiros

Goiânia, março de 2023, A edição de 2024 da Chapada Week promete ser um marco no calendário turístico da Chapada dos Veadeiros, trazendo expectativas elevadas para o aquecimento do mercado durante a baixa temporada. Com descontos que chegam a 50%, o evento se estabelece como uma iniciativa estratégica para atrair visitantes entre os dias 8 e 19 de março, oferecendo uma oportunidade única para explorar as belezas naturais da região com vantagens econômicas consideráveis. 

Reconhecida por sua eficácia em dinamizar o turismo local, a Chapada Week entra em sua terceira edição, consolidando-se como um vetor importante de desenvolvimento econômico e de promoção das riquezas naturais desse patrimônio mundial da UNESCO.

Evento de abertura oficial

Na sexta-feira (08/03), um evento especial marcará a abertura oficial da Chapada Week, que pelo terceiro ano consecutivo, celebra a cultura, a natureza e a aventura que a Chapada dos Veadeiros tem a oferecer. O jantar acontece na 1° risoteria do Brasil,  a Santo Cerrado, que fica em São Jorge. A ocasião vai  reunir os participantes dos 5 municípios participantes: São João D’aliança, Alto Paraíso, Colinas do Sul, Teresina de Goiás e Cavalcante. 

De acordo com a organização do evento, o objetivo é promover a união dos agentes do turismo regional. A casa também estará aberta a visitantes e a noite especial também irá celebrar o dia da mulher. 

A Associação Veadeiros, organizadora do festival, reafirma seu compromisso com a promoção da sustentabilidade e a conservação ambiental. A iniciativa é vista como uma alavanca para o turismo consciente, que equilibra o desenvolvimento econômico local com a preservação de um dos ecossistemas mais importantes do Brasil. 

O presidente da associação, Lauro Jurgeaitis, expressa seu entusiasmo: “É uma honra dar as boas-vindas aos participantes da Chapada Week, apresentando nosso evento como um ponto de encontro essencial para os amantes da natureza, e 

A Chapada Week 2024 na Chapada dos Veadeiros promete ser um evento excepcional para entusiastas do turismo e da natureza. Durante essa semana especial, os visitantes podem esperar descontos significativos em várias atrações, hospedagens e serviços, incluindo acesso a cachoeiras espetaculares, trilhas e beleza natural ímpar que a região oferece.

Para a Chapada Week 2024, os organizadores enfatizam a importância dos guias locais, que não só asseguram a segurança dos turistas mas também enriquecem a experiência dos visitantes com seus conhecimentos sobre a história, a cultura e a ecologia da região. Este evento se apresenta como uma oportunidade imperdível para explorar este patrimônio natural com o benefício de descontos atraentes, promovendo ao mesmo tempo o turismo sustentável e a conservação ambiental.

Segundo o presidente da Associação Veadeiros, o evento é  uma oportunidade única para os turistas explorarem a riqueza natural da Chapada dos Veadeiros com preços especiais. “Estamos comprometidos em garantir que todos possam desfrutar da magia deste lugar de maneira segura e acessível”, destaca Lauro ao explicar que, por este motivo, foram incluídos  guias de agências e operadoras de turismo nos pacotes com descontos. ” É muito importante, já que eles garantem passeios seguros”, finaliza. 

A Chapada dos Veadeiros 

A Chapada dos Veadeiros é reconhecida por suas paisagens naturais deslumbrantes, com uma série de cachoeiras, como as Almécegas, Raizama, São Bento, e muitas outras, que variam em altura de 80 a 120 metros, além da esplêndida Cachoeira do Label com 187 metros. A área é conhecida por sua biodiversidade rica, abrigando espécies ameaçadas como o veado-campeiro e o lobo-guará, além de ser um refúgio para aventureiros e amantes da natureza procurando por experiências autênticas em meio a um dos cenários mais exuberantes do Brasil.

A geografia do parque inclui formações rochosas antigas, com uma variedade de cristais de quartzo que atraem tanto terapeutas quanto amantes da natureza devido às suas supostas energias curativas. Com altitudes que variam entre 600 e 1691 metros, a Chapada dos Veadeiros oferece não apenas vistas espetaculares, mas também uma experiência única de contato com o cerrado brasileiro em sua forma mais pura.

reforçando nossa visão de um turismo que valoriza e protege nosso patrimônio natural.”

Ele destaca que a  Chapada Week se posiciona, portanto, como uma vitrine para a região, atraindo não apenas turistas em busca de lazer, mas também aqueles interessados em experiências autênticas que promovem a interação harmoniosa com o ambiente, beneficiando todos os envolvidos, desde pequenos empreendedores locais até os visitantes, que retornam para casa com memórias inesquecíveis e uma nova perspectiva sobre a importância da conservação ambiental.

Saiba mais sobre a Chapada Week

Além da sua beleza natural, a Chapada dos Veadeiros tem uma conexão cultural significativa através das comunidades Kalunga, descendentes de escravos africanos que encontraram refúgio na região. Essas comunidades hoje participam ativamente do turismo, oferecendo uma rica troca cultural para os visitantes.

O destino é famoso por suas impressionantes cachoeiras, trilhas desafiadoras, formações rochosas únicas e rica biodiversidade. Entre os principais atrativos, destacam-se:

  1. Vale da Lua: Conhecido por suas formações rochosas que lembram a superfície lunar, o Vale da Lua é um dos pontos mais fotogênicos e visitados da Chapada. As piscinas naturais formadas pelas rochas esculpidas pela água são perfeitas para um mergulho refrescante.
  2. Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros: Este parque, Patrimônio Mundial da UNESCO, abriga uma diversidade incrível de espécies de plantas e animais, algumas das quais são endêmicas da região. As trilhas do parque levam a cachoeiras espetaculares, como a Cachoeira dos Saltos e a Cachoeira Carioquinhas.
  1. Cachoeira do Cordovil: Localizada na estrada GO-239, entre Alto Paraíso e a vila de São Jorge, esta cachoeira dentro do Santuário Volta da Serra, é considerada uma das mais lindas no período das águas. Na fazenda ainda é possível experimentar o café e o mel produzidos ali.
  2. Mirante da Janela: Oferecendo uma das vistas mais espetaculares do Parque Nacional, especialmente ao pôr do sol, o Mirante da Janela permite uma visão privilegiada do Salto do Rio Preto.
  3. Almécegas I e II: Duas magníficas cachoeiras localizadas na Fazenda São Bento. Almécegas I, com sua queda imponente, é ideal para os amantes de aventura, enquanto Almécegas II, com suas piscinas naturais, é perfeita para relaxar.
  4. Cachoeira do Label: Considera uma das mais altas do país, com 187 metros, possui a maior queda da Chapada dos Veadeiros. Uma imponente vista para aqueles que buscam uma paisagem impressionante.
  5. Santuário do Raizama: Proporciona passeio com vista entre os cânions do rio São Miguel e um belo passeio que leva a uma bela hidromassagem natural com cachoeirinha do Rio Raizama.
  6. Fazenda Touro Bravo: Com lindo campo para camping e com cachoeiras calmas e mais privativas, localizada em Teresina de Goiás, este atrativo é o ideal para quem busca a paz e o sossego mais afastado da cidade e quer um bom almoço de roça.
  7. Lago Serra da Mesa: Com água quentinha, e bem agradável, o lago é famoso para quem busca fazer os passeios de barco com vista incrível. Além da abundância de peixes e aves, o passeio é famoso para quem busca ver o pôr do sol. Com a água mais alcalina, você pode curtir a paisagem sem o incômodo dos mosquitos.
  8. Praia das Pedras: Localizada em Colinas do Sul, o atrativo é um ótimo lugar para todas as idades. É possível remar de caiaque no rio Tocantizinho. O local conta com restaurante que serve comida caseira da região. Tem também bangalô e camping.
  9. Caminho da Lua: Localizado a apenas 5,5 km de São Jorge e a 32 km de Alto Paraíso, o lugar vai surpreender você. Com apenas 200 metros de trilha e 132 degraus, você terá a oportunidade de se conectar com a natureza em seu estado mais puro.

    12. Cachoeira dos Cristais: A apenas 8 km de Alto Paraíso, as Cristais é uma experiência familiar nível mais fácil que levam a poços e quedas d’água para banho. O lugar ainda oferece uma estrutura com área de restaurante, banheiros e decks de madeira para relaxamento.
  10. Cachoeira do Segredo: Com sua beleza exuberante e acesso por uma trilha incrível, o Segredo é um tesouro escondido que encanta visitantes com a piscininhas cristalinas no meio do caminho e o cenário natural intocado.

Além dessas atrações, existem outras centenas de trilhas e cachoeiras e muitos lugares holísticos. A Chapada dos Veadeiros é reconhecida pela sua energia única, com muitos visitantes acreditando que a região possui um forte campo energético devido às grandes reservas de cristais de quartzo. Essa característica atrai também aqueles interessados em turismo místico e em busca de renovação espiritual. 

O turismo na Chapada é marcado pela convivência harmoniosa com a natureza e pela promoção da sustentabilidade. Por isso, os visitantes são encorajados a respeitar o meio ambiente, seguindo práticas responsáveis durante sua estadia.

A região oferece uma vasta opção de hospedagens, desde campings e albergues a pousadas e hotéis de charme, muitos dos quais estão comprometidos com práticas ecológicas. 

Hospedagem na Chapada dos Veadeiros

Na Chapada dos Veadeiros, a variedade de hospedagens é impressionante e atende todos os gostos e orçamentos. Desde opções super confortáveis, com comodidades luxuosas e vistas deslumbrantes, até campings e lugares charmosos, com preços acessíveis. Há alternativas para todos os tipos de viajantes. Seja para quem busca uma experiência de relaxamento total ou para os aventureiros que preferem se conectar com a natureza.

Alto Paraíso de Goiás, São Jorge, Colinas do Sul, Teresina de Goiás e Cavalcante são as cidades de base para o turista nesta Chapada Week de 2024. São cerca de 30 hospedagens que participam nesta edição do festival. Veja a lista completa no https://www.chapadaweek.com.br

Saúde e Bem-Estar

A região da Chapada dos Veadeiros, com sua riqueza de cristais e energia vibrante, oferece um ambiente propício para o desenvolvimento de terapias holísticas e de cura. Com uma paisagem exuberante de cerrado nativo e uma abundância de água pulsante, esse local no coração do Brasil inspira conexão com a natureza e autocura. Terapias como cristalterapia, meditação ao ar livre e banhos de cachoeira podem ser desenvolvidas aqui, aproveitando os recursos naturais e a atmosfera única desta região.

Além disso, a energia autêntica da Chapada dos Veadeiros atrai praticantes de diversas modalidades terapêuticas, como reiki e yoga, que encontram nesse ambiente uma fonte de inspiração e renovação. A combinação da paisagem deslumbrante com a presença de águas revitalizantes e cristais energizantes cria um cenário ideal para o desenvolvimento de práticas de bem-estar e tratamentos que visam harmonizar corpo, mente e espírito. 

Há experiências únicas como a oferecida na Gota Sat Som, um santuário arquitetônico em formato de gota d’água que cativa os sentidos com sua acústica envolvente. Além de acolher a prática de meditação e mantras, o espaço também é palco de concertos, apresentações e festivais musicais .

Assim, a Chapada dos Veadeiros não apenas oferece um refúgio natural, mas também se torna um local de descoberta e transformação pessoal através de suas terapias integrativas.

Experiência Musical

Na imensidão da Chapada dos Veadeiros e na programação da Chapada Week, um espaço singular se destaca como refúgio para a mente e o espírito: o Gota Sat Som. Sua filosofia, enraizada na premissa de que para ouvir é preciso silenciar, oferece uma jornada de paz e harmonia através do silêncio.

Inaugurado em 1994, esse santuário arquitetônico em formato de gota d’água cativa os sentidos com sua atmosfera envolvente. Construído por mentes visionárias da cena espiritual e alternativa da região, o Gota Sat Som tem sido palco de eventos musicais, meditativos e espirituais há décadas.

A essência do Gota Sat Som reside na prática do ouvir verdadeiro, onde o silêncio se entrelaça com o som em uma dança mágica de vibrações. Através da Música Essencial, uma proposta iniciada em 2002, os visitantes são convidados a explorar a profundidade do silêncio e sua conexão intrínseca com todos os sons.

Além de ser palco de concertos, meditações e festivais, o espaço também acolhe a prática de mantras, reconhecidos como alimento para a alma. Essas melodias ancestrais ressoam no cerne do ser, nutrindo e harmonizando o espaço sagrado interior.

No Gota Sat Som, cada visita é uma oportunidade de mergulhar nas profundezas do ser e experimentar um novo nível de bem-estar. Para aqueles em busca de uma jornada de autodescoberta e tranquilidade, esta é uma parada obrigatória em qualquer viagem à região da Chapada dos Veadeiros.

Gastronomia na Chapada dos Veadeiros

A gastronomia da Chapada dos Veadeiros é uma verdadeira celebração da diversidade, refletindo a riqueza cultural e natural da região. Durante as promoções da Chapada Week 2024, alguns restaurantes se destacam, como o Baguá Bistrô na Vila de São Jorge, conhecido por sua atmosfera descontraída, e o Santo Cerrado, a primeira risoteria do Brasil, que participa com pratos e drinks autênticos e reflete a essência da vila mais charmosa da Chapada.

Além disso, o Bistrô Cravo e Canela em Alto Paraíso de Goiás oferece uma experiência gastronômica totalmente vegana, enquanto o Café com Graça apresenta promoções especiais para chás selecionados, proporcionando uma imersão nos sabores locais. 

Não podemos esquecer do Restaurante da Minelci, na Comunidade Kalunga do Engenho II, que proporciona uma autêntica experiência culinária rural com comidas preparadas no fogão a lenha. É perfeita para os visitantes que buscam uma conexão genuína com os grandes atrativos da comunidade. Tem ainda os deliciosos pratos do Rancho da Ni e o famoso peixe assado, frito ou cozido do atrativo Praia das Pedras, em Colinas do Sul. 

Já na estrada que liga Alto Paraíso a São Jorge, o turista pode dar uma paradinha para almoço no Coffee Shop São Bento, onde é servida uma comida goiana caseira no sistema self-service. Há também cerveja artesanal da própria fazenda.

Como chegar? 

Para chegar na Chapada dos Veadeiros partindo de Brasília ou Goiânia, os visitantes têm várias opções. É possível ir de ônibus, carro ou contratar uma empresa que faça o translado e passeios.

Há operadoras de turismo que estão participando do Chapada Week 2024 que, além de organizar os passeios, também incluem o transporte do aeroporto ou rodoviária de Brasília até a Chapada. A Circuito Central, Guia na Trilha, Travessia Ecoturismo, Trilheiras na Estrada e Maitreya Ecoturismo estarão com ofertas especiais para o festival.

Para quem escolher ir de ônibus, a rodoviária interestadual de Brasília é o ponto de partida. Empresas como a Real Expresso e a Viação Planalto oferecem várias opções de horários para Alto Paraíso de Goiás e São Jorge. 

A viagem nesta modalidade dura aproximadamente de 3 a 4 horas. Para quem vem de fora, o Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek serve como ponto de entrada, de onde é possível alugar um carro ou pegar um ônibus para a Chapada

Saindo de Goiânia, a rota mais comum de carro é pela rodovia GO-070, passando por Itaberaí, e depois seguindo pela GO-118 até Alto Paraíso de Goiás, cobrindo uma distância de cerca de 420 km em aproximadamente 4 a 5 horas.

Quem preferir o transporte coletivo, os ônibus partem da Rodoviária de Goiânia para as principais cidades da Chapada dos Veadeiros, com viagens regulares oferecidas pela empresa Real Expresso, durando cerca de 5 a 6 horas​​.

Mais informações

Os turistas que quiserem saber mais sobre os participantes, valores e descontos oferecidos podem encontrar essas e mais informações na página oficial: www.chapadaweek.com.br e pelo Instagram nos perfis @chapadaweek e @visitveadeiros.

Serviço
3ª Edição do Chapada Week

Associação Veadeiros
Site: www.visitveadeiros.com.br | www.chapadaweek.com.br

E-mail: visitveadeiros@gmail.com

Telefone: (61) 99997 8686

Link com imagens da Chapada dos Veadeiros para divulgação:
Imagens Divulgação

Confira a lista completa de atrações e descontos:

(Alguns estabelecimentos terão descontos para produtos específicos) 

Atividades em Atrativos Naturais:

Gastronomia:

Agência Operadora:

Loja:

Terapia:

Hospedagem:

Onde ficar em Alto Paraíso:

Onde ficar na estrada GO-239:
Onde ficar em Colinas do Sul:
Onde ficar em Cavalcante: 
Onde ficar na Vila de São Jorge:
Onde ficar em Teresina de Goiás:

Veja todos os participantes: www.chapadaweek.com.br

Mais matérias

Setembro Amarelo ganha novo significado com a NR-1: saúde mental precisa sair do discurso e entrar na cultura das empresas

Especialista defende que falar sobre saúde mental nas empresas exige olhar além do indivíduo e questionar que tipo de ambiente, cultura e liderança as organizações estão construindo.

Vagner Rocha, psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano

O Setembro Amarelo chega, em 2026, em um momento particularmente importante para as empresas brasileiras. A nova NR-1, que passou a incluir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e entrou em vigor em 26 de maio de 2026, traz um novo desafio para as empresas: transformar a preocupação com saúde mental em práticas efetivas de gestão.

Segundo o levantamento, realizado pela Heach Recursos Humanos com 1.730 empresas brasileiras, 68% das organizações declararam não entender o que muda com a atualização da NR-1, enquanto 62% dizem ainda não possuírem indicadores formais para identificar e monitorar riscos psicossociais.

Para C, os números ajudam a mostrar por que o tema precisa ultrapassar as campanhas pontuais. A discussão sobre saúde mental deve chegar à rotina das organizações, envolvendo liderança, comunicação, pressão por resultados, relações profissionais, segurança psicológica e a própria forma como o trabalho é organizado.

A mudança na NR1 aproxima ainda mais dois debates que durante muito tempo foram tratados separadamente pelas organizações: saúde mental e gestão do ambiente de trabalho.

É justamente nesse ponto que o psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano, com mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos, propõe uma reflexão para o Setembro Amarelo: de que adianta falar sobre saúde mental durante um mês se a cultura da empresa não contribui para preservá-la nos outros onze?

Para o especialista, muitas organizações avançaram no discurso sobre saúde mental, mas ainda existe uma distância significativa entre aquilo que as empresas dizem valorizar e aquilo que os profissionais vivenciam diariamente.

“Ao longo da minha carreira, passei por empresas onde missão, visão, valores, cultura e código de ética e conduta eram amplamente divulgados e discutidos com colaboradores e lideranças. O problema é que, muitas vezes, existe uma distância enorme entre aquilo que está escrito e aquilo que acontece na prática”, diz Vagner.

A discussão ganha ainda mais relevância porque a nova NR-1 não trata os riscos psicossociais apenas como uma questão individual. A norma os insere no gerenciamento de riscos ocupacionais, o que exige das organizações uma abordagem preventiva sobre as condições de trabalho.

Na avaliação de Vagner, isso pode representar uma oportunidade para as empresas deixarem de tratar saúde mental apenas por meio de campanhas, palestras ou benefícios pontuais e começarem a olhar para a própria cultura organizacional.

A pergunta principal não deveria ser apenas “como está a saúde mental dos nossos colaboradores?”, mas também “que ambiente estamos criando para que essas pessoas possam trabalhar, se desenvolver e se sentir bem?”. Afinal, saúde mental não é apenas uma questão individual: ela também revela muito sobre a cultura, a liderança e as condições de trabalho que uma organização oferece.

Nesse contexto, entram fatores como excesso de cobrança, jornadas insustentáveis, medo de falar sobre problemas, falta de diálogo, assédio e lideranças despreparadas para lidar com pessoas.

O papel das lideranças é central

Para Vagner, um dos principais pontos de atenção está na preparação dos gestores. A liderança é frequentemente a primeira camada da organização capaz de perceber mudanças no comportamento de um profissional, mas nem sempre está preparada para reconhecer sinais de sofrimento ou conduzir uma conversa de acolhimento.

“O líder não precisa ser psicólogo, mas precisa saber cuidar das pessoas. O problema é que muitos líderes foram preparados para entregar resultados, mas não necessariamente para cuidar das pessoas que precisam entregar esses resultados.”

Isso não significa, segundo o especialista, transformar gestores em profissionais de saúde mental. O papel da liderança é reconhecer mudanças, ouvir sem julgamento, criar espaço seguro para o diálogo e saber quando é necessário encaminhar o profissional para ajuda especializada.

A questão também passa pela forma como as cobranças são realizadas. Uma liderança pode precisar cobrar resultados, mas a maneira como isso acontece pode contribuir para um ambiente saudável ou gerar medo, insegurança e desgaste emocional.

“Ainda vejo uma linha de pensamento de que, se o líder não teve a intenção de assediar moralmente, então aquele comportamento não deveria ser considerado um problema. Mas precisamos entender que a ausência de intenção não elimina necessariamente o impacto daquele comportamento. Uma cobrança pode ser legítima, mas a forma como ela é feita pode gerar medo, insegurança ou desgaste emocional.”

Os números mostram que o tema não pode ser tratado como uma pauta secundária

A dimensão do problema também aparece nos dados da Previdência Social. Segundo dados preliminares de 2025 divulgados pelo Ministério da Previdência Social e destacados pela Fundacentro, foram concedidos 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em relação aos 472.328 registrados em 2024.

Os números não permitem afirmar que todos os casos tenham relação com o trabalho. Ao contrário, a própria Fundacentro chama atenção para a questão do reconhecimento do nexo entre adoecimento e atividade profissional. Ainda assim, o volume de benefícios reforça a dimensão da discussão sobre saúde mental no país.

“Quando olhamos para mais de 546 mil benefícios concedidos por transtornos mentais e comportamentais em um único ano, fica difícil tratar saúde emocional como uma pauta secundária de RH. Não podemos afirmar que todos esses casos foram provocados pelo trabalho, mas os números mostram a dimensão do problema e o impacto que ele pode representar para pessoas e organizações.”

Setembro Amarelo não pode terminar em setembro

É nesse ponto que Vagner propõe aproximar definitivamente a discussão da NR-1 com o Setembro Amarelo. Para ele, campanhas de conscientização são importantes, mas perdem força quando não são acompanhadas por mudanças concretas no ambiente organizacional.

“Não podemos ensinar as pessoas a serem resilientes para suportar ambientes que precisam ser transformados.”

A reflexão também vale para a forma como as empresas costumam abordar o tema. Incentivar terapia, atividade física, meditação, descanso e autocuidado podem ajudar, são iniciativas importantes e válidas, mas elas não substituem a responsabilidade da organização sobre as condições de trabalho. Se o profissional retorna diariamente para um ambiente marcado por pressão excessiva, relações profissionais desgastantes, falta de autonomia ou medo de se posicionar, a organização precisa olhar também para os fatores presentes nesse ambiente.

Para Vagner, a nova NR-1 pode funcionar como um ponto de virada: em vez de representar apenas mais uma obrigação de compliance, pode estimular as empresas a revisarem a coerência entre seus valores, suas práticas de liderança e a experiência real dos colaboradores.

“O grande desafio será sair da cultura do discurso e entrar na cultura da prática. A pergunta não deveria ser apenas ‘qual é a nossa cultura?’, mas ‘o que os nossos colaboradores realmente experimentam quando trabalham aqui?’.”

E essa mudança não significa criar ambientes sem cobrança, metas ou pressão por resultados, segundo o psicólogo: “Cuidar da saúde emocional não significa criar um ambiente sem cobrança ou sem metas. Significa construir ambientes onde as pessoas possam ser cobradas por resultados sem serem desrespeitadas, onde exista espaço para diálogo e onde a liderança consiga equilibrar performance com desenvolvimento humano.”

A proposta, portanto, é discutir como transformar o Setembro Amarelo de uma campanha pontual em uma estratégia permanente de prevenção, conectando saúde mental, liderança, cultura organizacional, segurança psicológica e gestão de riscos psicossociais. “A verdadeira prevenção começa quando a empresa cria um ambiente em que as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda antes de chegarem ao limite.”, finaliza Vagner.

Sobre Vagner Rocha

Vagner Rocha é psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano. Possui mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos e trajetória em empresas multinacionais e de tecnologia, com atuação em projetos de desenvolvimento humano e organizacional em diferentes contextos. É fundador da VR Mentoring, criada em 2022, onde desenvolve trabalhos de mentoria profissional, liderança, desenvolvimento e consultoria para organizações.

Influenciadora Gabby Pelentir é a escolhida para comandar a bateria da escola que estreia em Joaçaba e já está treinando firme.

Ela é modelo, influenciadora, empresária e agora também Rainha de Bateria.
Gabby Pelentir moradora de Catanduvas-SC e proprietária da Gabriela Boutique, loja de roupas femininas, foi anunciada como a nova comandante da bateria da Imperadores do Vale, escola que vai desfilar pela primeira vez no Carnaval 2027 de Joaçaba, em Santa Catarina.

E a preparação já começou! Em entrevista, a rainha contou que a rotina está puxada: “Minhas aulas estão sendo intensas, com muito samba. Estou fazendo bastante cardio, treino e cuidando da alimentação também”.

Além do Carnaval e da boutique, Gabby Pelentir também trabalha como modelo e produtora de conteúdo adulto, e divide a rotina entre os ensaios, a loja, as redes sociais e os treinos.

A Imperadores do Vale promete chegar com tudo na avenida em 2027 e a nova rainha já adianta: o compromisso é levar muita energia e samba no pé para a escola estreante.

 

 

 

 

 

 

 

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Conheça a autora Jaraguaense de apenas dezenove anos que irá participar de uma das maiores feiras literárias do Brasil!

 

Victória Engel escreveu seu primeiro livro aos 17 anos de idade e jamais imaginaria que, de Jaraguá do Sul — uma pequena cidade do norte de Santa Catarina — seria levada a um lançamento na Bienal de São Paulo 2026 e ao evento literário Cristã Fest no centro cultural de São Paulo.

 

Com seu mais novo livro de fantasia, chamado O príncipe forasteiro, Vicky se prepara para apresentá-lo nos eventos em São Paulo, que ocorrerão entre os dias 10 e 13 de setembro, com foco na literatura e na escrita, unindo arte e livros.

Seus livros estarão disponíveis para venda: Reino de Espadas e Lobos” na Cristã Fest e “O Príncipe Forasteiro” na Bienal, no estande J76, na Rua J, no dia 11 de setembro, das 12h às 13h.

“O livro ‘O Príncipe Forasteiro’ traz uma história profunda sobre identidade e propósito, envolta em uma narrativa bem-humorada e épica, fazendo o leitor mergulhar em desertos sombrios e viagens malucas de trem.

Uma jornada de esperança e perdão, onde um príncipe mimado descobre um grande segredo sobre sua própria origem e se vê numa linha tênue entre permanecer ou decidir buscar sua verdadeira identidade através de um passo de fé, longe de títulos e riquezas memoráveis.

A história de Mosh me ensinou — e ainda me ensina — que é necessário desenterrar verdades para conseguirmos conhecer quem realmente somos por trás de máscaras superficiais.” São as palavras da autora Victória Engel, resumindo um pouco dessa nova fantasia desértica e mágica.

 

A Bienal do Livro de São Paulo é considerada uma das maiores feiras literárias da América Latina, contando com estandes de editoras, escritores, lançamentos de livros e leitores de todas as partes do país. É uma experiência fascinante que reúne diversos autores e obras, divulgando a literatura e a escrita. Os ingressos podem ser adquiridos através do site oficial:

 

https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br/ingressos.html

 

Além da Bienal, setembro também será marcado pela Cristã Fest, um evento inédito que reunirá artistas, escritores e músicos em uma grande feira voltada para a cultura cristã. Será uma oportunidade única para o público conhecer autores, adquirir livros, apreciar obras de arte e se conectar com histórias inspiradoras.

Os ingressos são totalmente gratuitos e liberados para todas as idades, garantindo acesso democrático a esse espaço de celebração da fé e da arte. Para participar, basta garantir o seu ingresso pelo site oficial: https://www.cristafest.com/

Dois eventos que, juntos, incentivam jovens e adultos a expandirem ainda mais sua relação com a literatura e a arte, promovendo crescimento intelectual e novas conexões com pessoas que compartilham da mesma paixão.

Se você quer conhecer mais da autora e suas obras, não deixe de participar dessas feiras, e acompanha-lá em suas redes sociais: @vickyescreve

 

Fonte: www.bienaldolivrosp.com.br, www.cristafest.com, Victória Engel

 

 

 

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, realiza Residência Artística no Instituto Capobianco

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, que teve seu trabalho História do Olho – um conto de fadas pornô noir, apontado pelo New York Times como uma das obras de vanguarda mais surpreendentes do teatro contemporâneo, ocupa o Instituto Capobianco durante o segundo semestre de 2026.

 

A temporada apresenta quatro espetáculos — incluindo uma criação inédita —, dois laboratórios e atividades imersivas com o público. A Residência Janaina Leite e Núcleo do Olho apresenta diferentes momentos da trajetória da artista e do grupo e amplia sua pesquisa sobre as relações entre arte, pornografia, vida, tecnologia e experiência.

Atriz, diretora, dramaturgista, pesquisadora, e uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, Janaina teve recentemente sua trajetória reconhecida por Thomas Ostermeier, um dos mais importantes nomes do teatro contemporâneo mundial e diretor da Schaubühne, de Berlim, desde 1999. Durante a última edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, Ostermeier citou o trabalho de Janaina ao falar sobre o tipo de teatro que considera relevante na cena contemporânea. Para o diretor, a artista se destaca pela consistência de sua trajetória e pela profundidade de sua pesquisa.

Núcleo do Olho

Ao longo de mais de 15 anos, os projetos dirigidos por Janaina Leite deram origem ao Núcleo do Olho, rede de artistas e pesquisadores dedicada a processos continuados de investigação. A trajetória se estrutura a partir de uma metodologia de criação em espiral, na qual espetáculos, publicações, oficinas e residências alimentam novas perguntas e desdobramentos artísticos, aproximando criação, pesquisa e experiência.

Com trabalhos que transitam pelo teatro, realidade virtual, literatura, oficinas e palestra-performance, Janaina Leite e Núcleo do Olho articulam diferentes campos do conhecimento, entre eles filosofia, antropologia, psicanálise, literatura, ciência e tecnologia. Essa perspectiva multidisciplinar transforma a cena em espaço de experimentação e reflexão sobre questões contemporâneas e temas que atravessam diferentes épocas. É essa produção, em suas diversas linguagens e fases, que será apresentada no Instituto Capobianco ao longo da residência.

Reestreia de Stabat Mater

A programação começa em 4 de setembro, com a reestreia do espetáculo Stabat Mater, vencedor do Prêmio Shell de Teatro na categoria Dramaturgia e eleito o melhor espetáculo de 2024 em Portugal. Em cena com sua mãe, Amália Fontes Leite, e o ator Lucas Asseituno, Janaina tensiona as convenções da representação teatral ao aproximar campos historicamente inconciliáveis como maternidade e sexualidade. Tendo a pornografia como uma de suas bases estéticas, a obra confronta experiências pessoais e construções sociais sobre as relações entre homens e mulheres.

Em cartaz até 3 de outubro, a obra Inspirada no ensaio filosófico de Julia Kristeva, Stabat Mater — expressão latina que significa “estava a mãe” — investiga as relações entre feminilidade, maternidade e sexualidade, remontando à história da Virgem Maria e enfrentando os mecanismos de gozo e dor que fixam essas posições.

Alien(nada) – Monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado

Entre 9 e 11 de outubro, o Instituto Capobianco recebe Alien(nada): a Terra é uma adolescente e o Grande Filtro pode ser a autodestruição da humanidade, monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado. Em formato de palestra-performance-sampler-audiovisual, a obra combina teatro, pesquisa científica e fabulação especulativa para investigar o imaginário alienígena como campo estético, político e poético.

Criado em parceria com o Núcleo do Olho, o trabalho integra a pesquisa continuada de Lívia Machado sobre as relações entre arte, tecnologia, comunicação e imaginários extraterrestres, presente em trabalhos como O Museu Voador, O Sol Desapareceu, Ainda Sopra e Crônicas Marcianas.

A montagem também é uma extensão do laboratório Sinestesia Alienígena, realizada de 8 a 29 de setembro no Instituto Capobianco, que propõe uma investigação artística a partir dos conceitos de “sinestesia” e “alienígena”, explorando hibridismos entre linguagens e materialidades, além de diferentes perspectivas sensoriais para refletir sobre temas como morte, permanência do corpo, tecnologia e digitalidade.

O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines

De 16 a 25 de outubro, Janaina Leite apresenta O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines, performance que já passou por Chile e Portugal e integrou a Mostra Capobianco, em março deste ano. A obra parte de um processo autoetnográfico em que Janaina Leite investiga as origens de um som que pulsa há anos em sua cabeça, revisitando experiências perturbadoras relacionadas aos territórios da morte e da loucura. Entre elas, uma vivência de quase afogamento com seu filho mais velho. Nessa fronteira entre vida e decomposição inevitável da matéria, o corpo — esse arquivo sensorial — torna-se cartografia de pesquisa.

Em diálogo com práticas de body art e pornografia, deslocamento de retina em cadáveres, aprendizados corporificados com psicodélicos e relatos de experiências de quase-morte, a palestra-performance investiga o corpo como último documento e os limites entre presença e dissociação, físico e virtual. Talvez o som seja um resíduo, aviso ou sintoma; talvez um porvir do último segundo que permaneceria no corpo antes da morte.”

Criação inédita encerra residência

A programação chega ao encerramento com a estreia, em 30 de outubro, de A Caixa Preta – Versão Demo, criação inédita desenvolvida especialmente a partir do processo realizado durante a ocupação do Instituto Capobianco. A obra permanece em cartaz até 20 de dezembro e dá continuidade a uma pesquisa iniciada há quase três anos.
Mesmo antes da estreia, A Caixa Preta – Versão Demo já havia despertado o interesse de programadores internacionais, em um processo de crescente internacionalização que teve início com uma primeira etapa de desenvolvimento realizada em parceria com a Pro Helvetia, da Suíça, e articulações com instituições suíças e alemãs, abrindo perspectivas para coproduções e circulação internacional. Em julho de 2026, o projeto realizou uma residência na Academy for Theatre and Digitality (ATD), em Dortmund, na Alemanha, centro internacional dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de novas possibilidades para as artes cênicas em diálogo com a tecnologia.

A imersão na ATD permitiu à equipe aprofundar pesquisas, desenvolver competências técnicas e experimentar dispositivos que agora integram a criação brasileira. Inicialmente intitulada Caixa Preta ou How to Hide the Turtle, a investigação dá continuidade a questões presentes em trabalhos anteriores de Janaina, como Camming: 101 Noites, Deeper e a lecture-performance O Corpo Material e Imaterial, também integrante da residência. O novo trabalho articula corpo, memória, imagem e presença a partir das transformações provocadas pela tecnologia na experiência contemporânea.

Atividades Paralelas

Além dos espetáculos, a Residência Artística Janaina Leite e Núcleo do Olho promove atividades que ampliam as discussões e pesquisas desenvolvidas ao longo da ocupação. Entre elas está o Laboratório de Projetos Autorais e Programas Performativos, conduzido por André Medeiros Martins, performer e pornógrafo, que reúne artistas com projetos em diferentes etapas de criação para compartilhar e experimentar possibilidades de desenvolvimento a partir dos Programas Performativos como um recurso possível dentro de seus processos autorais. O laboratório selecionará de 10 a 12 projetos e terá encontros semanais, às terças-feiras, com início a partir de uma seleção presencial no dia 8 de setembro.

O Laboratório Sinestesia Alienígena, com orientação de Lívia Machado, em parceria com o Núcleo do Olho, propõe uma abordagem centrada em conceitos e criações que tensionam a questão do alienígena: hibridismos entre materialidades e linguagens, assim como diferentes perspectivas sensoriais para pensar a morte, a perenidade do corpo, a tecnologia e a digitalidade. Tais práticas e conceitos estão presentes em diferentes criações do grupo: Alien(nada), O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines e em A Caixa Preta.

A programação inclui ainda o Colisão de Inteligências, série de quatro entrevistas com palestrantes, que serão registradas em áudio e disponibilizadas no site do Instituto Capobianco e no Spotify, e a Roda de Games, que propõe uma conversa sobre o universo dos games e suas relações com arte, tecnologia e criação contemporânea.

As informações e inscrições para as atividades serão disponibilizadas ao longo do semestre no site institutocapobianco.art.br e nas redes sociais @institutocapobianco.

17º CineFantasy reúne 70 filmes de 24 países e territórios e homenageia Liz Marins pelos 25 anos de Liz Vamp.

O 17º CineFantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega a São Paulo em setembro com 70 filmes de 24 países e territórios, de 01 a 06 de setembro, no MIS – Museu da Imagem e do Som, Cine Olido, Centro de Formação Cidade Tiradentes e CEUs, com entrada gratuita. Parte da programação também estará disponível online para todo o Brasil pela DARKFLIX+ e na Spcine Play.

Dedicado à fantasia, ao horror e à ficção científica, o festival abre sua programação no dia 1º de setembro, às 19h, no MIS – Museu da Imagem e do Som, com a première brasileira do documentário Occupy Cannes, dirigida por Lily-Hayes Kaufman, e a exibição de Lúmen, curta brasileiro de Marcos DeBrito.

A sessão de abertura sintetiza uma das propostas do CineFantasy. Lúmen nasceu dentro da Oficina de Cinema da 16ª edição e retorna agora ao festival como obra finalizada, aproximando formação, criação e exibição. Já Occupy Cannes acompanha uma ação realizada em 2013 por Lloyd Kaufman e a equipe da Troma durante o Festival de Cannes. Sem o apoio dos grandes estúdios, o grupo ocupou as ruas da cidade com estratégias de divulgação de guerrilha em defesa do cinema independente.

“Não poderia haver filme melhor para abrir esta edição. O CineFantasy é um festival independente e sabemos o que significa resistir, inventar caminhos e continuar fazendo cinema. Lloyd Kaufman e a Troma representam esse espírito há décadas. Occupy Cannes fala de cinema, mas fala principalmente da necessidade de defender a independência, a criatividade e a liberdade de fazer filmes”, afirma Eduardo Santana, idealizador e diretor do CineFantasy.

A 17ª edição homenageia Liz Marins, criadora de Liz Vamp, personagem que completa 25 anos em 2026. Filha do cineasta José Mojica Marins, criador de Zé do Caixão, Liz construiu uma trajetória própria dentro do horror brasileiro: na ficção, Liz Vamp é justamente filha de Zé do Caixão. A relação de Liz Marins com o CineFantasy também atravessa a história do evento. Desde 2008, ela já participou como apresentadora, jurada, parceira e incentivadora e teve papel na criação do atual Troféu José Mojica Marins, inspirado na mão do cineasta.

A Competitiva de Longas-Metragens Nacionais apresenta duas estreias mundiais brasileiras. Em Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista, de Roger Elarrat, o fantástico mergulha na Amazônia para contar a história de uma documentarista e de um barqueiro que acredita ter tido a alma roubada na infância, em uma narrativa que mistura realismo mágico e horror. Já O Retrato de Sarah, de Leonardo Costa, transforma criação artística, frustração e obsessão em horror ao acompanhar uma jovem artista que passa a transformar seus compradores em arte. Os dois filmes terão sessões com presença de diretores, equipes e elenco.

A programação inclui ainda produções brasileiras como Recanto dos Ribeiros, de Murilo Bonini e Leonardo Kawaguchi, e Verde Oliva, de Wellington Sari, ampliando o panorama de diferentes territórios, culturas e maneiras de trabalhar o cinema fantástico.

As mostras competitivas de curtas se dividem entre Animação Fantástica, Brasil Fantástico, Estudante, Fantasia, FantasTeen, Ficção Científica e Horror, atravessando linguagens que vão do suspense psicológico e horror folk ao realismo mágico, animação autoral e ficção científica.

A seleção internacional traz a première mundial do americano Sangrar (Bleed), de Dawson Doupé, Ryder Doupé e Tadeaš Tapper, sobre uma família à beira do colapso que, na noite de Halloween, recebe um parente afastado coberto de sangue após cometer um crime brutal. O filme terá a presença de um dos diretores.

O evento ainda exibe obras estrangeiras inéditas no Brasil como: Coelho Preto, Coelho Branco, de Shahram Mokri, produção do Tajiquistão e Emirados Árabes que cruza cinema dentro do cinema, conspiração e personagens; e Sufocamento, de Louis Chan e Stone Chang, de Taiwan, no qual o misterioso afogamento de uma estudante na piscina de uma escola desencadeia lendas, segredos e acontecimentos perturbadores. Completam os destaques Beira-Mar, de Ángel Suarez, da Venezuela; e Lujuria, de Iñaki Aguilar, produção entre México e Espanha.

Fora de competição, o longa brasileiro Vicente na Cidade Fantasma terá sessões gratuitas diárias, de 2 a 6 de setembro, às 14h, no CFC Tiradentes (Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes) e no dia 02/09, às 15h, no MIS, . Dirigido por Flávio Carnielli, o filme acompanha Vicente, um menino esquecido pelos pais em uma estrada deserta no Dia de Finados, que encontra uma misteriosa cidade em preto e branco. Lá, ele conhece os mortos que retornam uma vez por ano e, ao lado deles, descobre novos sentidos para a vida, a morte e a amizade. Inspirado pelos clássicos da Vera Cruz e pelo cinema de terror dos anos 1950.

O festival recebeu, em 2026, 1.569 inscrições de 89 países e amplia seu incentivo à continuidade da produção audiovisual brasileira. A edição reúne mais de R$ 100 mil em serviços destinados aos filmes brasileiros, por meio da colaboração de DOT Cine, Estúdios Naymovie, Mistika, Noventa e Três 93 e Stone Milk.

Para completar, a sessão de encerramento acontece no dia 6 de setembro, às 17h, no MIS, com a entrega do troféu José Mojica Marins/CineFantasy aos vencedores das Mostras Competitivas de Curtas-Metragens e da Competitiva de Longas-Metragens, que premia as categorias de Melhor Longa-Metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Roteiro. O Melhor Curta-Metragem e o Melhor Longa-Metragem recebem ainda a indicação do CineFantasy para a FANTLATAM – Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantástico.

 

O Cinefantasy é patrocinado pela Spcine e Prefeitura de São Paulo, uma realização da Fly Cow Produções e Studo Lang Produções em parceria com o Museu da Imagem e do Som e apoio da Stone Milk, Místka, DotCine, Instituto Fernando Sabino, 93 Produtora, Estúdios Naymovie.

 

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

Com criações genuinamente autorais, seus looks vêm conquistando espaço por apresentar uma proposta diferenciada e marcante no mercado da moda.

Nuna já veste personalidades e empresárias, levando sua assinatura para produções que unem sofisticação, identidade e exclusividade.

Iara Amaral está entre os grandes nomes da influência digital no Brasil.

Iara Amaral está entre os grandes nomes da influência digital no Brasil, somando mais de 3,5 milhões de seguidores em suas redes sociais, sendo mais de 1,6 milhão apenas no Instagram.

Com conteúdo voltado principalmente ao público feminino, aborda maternidade, lifestyle, experiências e cotidiano, mantendo forte conexão e alto engajamento com sua audiência.

Atualmente em São Paulo, Iara vem ampliando sua presença em importantes círculos da cidade e fortalecendo seu posicionamento. Além da influência, destaca-se pela capacidade de gerar visibilidade, credibilidade e resultados para marcas e parceiros.

No Hype —Entrevista exclusiva com o DJ Kaleu Venture Uma nova fase, mais autoral e intensa na música eletrônica.

Kaleu Venture vive um novo momento artístico. Depois de anos de trajetória na cena eletrônica, experiências, pausas e recomeços, o DJ retorna com uma proposta mais madura, autoral e consciente da própria identidade.

Sua relação com a música começou ainda na infância, quando gravava músicas do rádio em fitas cassete e mergulhava nas coletâneas de música eletrônica. Em 2013, iniciou profissionalmente sua trajetória em Curitiba e, desde então, vem construindo uma assinatura que transita pelo Tribal House, House, Tech House, Progressive House e Deep House.

Hoje, porém, o foco está ainda mais definido: criar, experimentar e transformar referências em algo que tenha a sua própria assinatura.

 

 

Uma identidade que vai além da pista

Para Kaleu Venture, ser DJ vai muito além de selecionar músicas. Seu trabalho envolve narrativa, construção de atmosferas, vocais, percussões e grooves que conduzem o público por uma verdadeira jornada.

Seu diferencial está justamente na capacidade de transformar um set em experiência.

«“Não quero simplesmente tocar músicas que funcionam na pista. Gosto de construir uma experiência e criar uma narrativa dentro do set.”»

Uma fase mais autoral

O momento atual representa uma nova etapa em sua carreira. Kaleu Venture vem intensificando o desenvolvimento de mashups exclusivos, novos sets e projetos autorais, buscando aprofundar ainda mais sua identidade dentro do Tribal House.

Mais do que acompanhar tendências, a proposta é criar uma sonoridade reconhecível e levar seu projeto para novos públicos.

É uma fase marcada por intensidade criativa, identidade e vontade de transformar experiências em música.

O público como inspiração

A pista continua sendo uma das principais fontes de inspiração do artista. Kaleu Venture observa a energia do público para entender o momento certo de cada música e construir uma evolução natural durante a apresentação.

Para ele, um grande DJ não é apenas aquele que escolhe boas faixas, mas quem consegue ler a pista e transformar música em conexão.

 

Recomeçar também faz parte da trajetória

Entre os momentos mais marcantes de sua carreira estão as experiências vividas na cena de Curitiba e, principalmente, o retorno ao projeto artístico após períodos de afastamento.

Esse retorno ganhou um significado especial: voltar à música com mais maturidade e uma visão mais clara sobre aquilo que deseja construir.

“Hoje vejo esse retorno não apenas como uma volta à carreira, mas como uma nova fase do Kaleu Venture.”

Identidade em um mercado competitivo

Para Kaleu Venture, a evolução tecnológica democratizou a produção e permitiu que artistas alcançassem públicos de diferentes lugares do mundo. Ao mesmo tempo, tornou a identidade artística ainda mais importante.

Em um cenário com milhares de DJs e produtores, estar presente não basta. É preciso ter algo próprio para comunicar.

É justamente nesse ponto que Kaleu concentra sua próxima etapa: transformar referências nacionais e internacionais em uma linguagem própria.

O próximo capítulo

Entre seus principais objetivos estão ampliar sua presença em clubs, festas e grandes eventos, alcançar novos públicos e levar o projeto para diferentes regiões do Brasil e, futuramente, para fora do país.

A criação de novos sets, mashups e produções autorais faz parte dessa estratégia.

A ambição é fazer com que Kaleu Venture seja reconhecido não apenas como DJ, mas como um projeto artístico com identidade, conceito e história.

Para quem acompanha seu trabalho

A mensagem de Kaleu Venture resume bem o momento que vive:

“Nunca subestime um recomeço.”

Depois de diferentes fases, ele entende que cada experiência contribuiu para a construção do artista que é hoje.

Agora, o objetivo é seguir avançando, criando e levando sua identidade para novos lugares.

Music • Energy • Connection.

Mais do que um conceito, uma direção para essa nova fase de Kaleu Venture: mais autoral, mais intensa e cada vez mais sua. @kaleu_venturedj / contato : +55 (35) 99986-0531 . Se o assunto é sobre personalidades que estão no Hype veja também sobre:

 

FONTE: Mathaus Sanches

 

Escola Profética Unção de Elias 2026 Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026.

Escola Profética Unção de Elias 2026
Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, teremos mais uma edição da Escola Profética Unção de
Elias, que acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2026. O encontro deverá reunir cristãos
de diferentes regiões do Brasil e também de outros países em dois dias dedicados à adoração,
ao ensino bíblico, à oração e à busca pela presença de Deus.
Em 2026, a Escola terá como tema “Meu Amigo Espírito Santo”, colocando a pessoa e a
atuação do Espírito Santo no centro das ministrações. A proposta é proporcionar aos
participantes um tempo de aprofundamento na fé, conhecimento das Escrituras e busca pelos
dons espirituais e pela unção necessária para viver os propósitos de Deus neste tempo.
A programação contará com ministrações do apóstolo Joel Engel, fundador da Escola Profética
Unção de Elias, além de momentos de louvor, oração e comunhão. Ao longo do encontro,
serão abordados temas relacionados à presença do Espírito Santo, aos dons espirituais, à vida
profética e ao chamado de cada cristão para viver uma caminhada de intimidade com Deus.
Uma convocação para este tempo
A Escola Profética Unção de Elias carrega, em sua proposta, o desejo de preparar pessoas para
compreender e viver aquilo que Deus está realizando em seu tempo. Para Joel Engel, existe
uma necessidade de buscar uma vida cada vez mais sensível à voz do Espírito Santo e
disponível para cumprir os propósitos do Reino.
Dentro dessa perspectiva, a Escola também enfatiza a unção de Elias, entendida como uma
referência bíblica à continuidade de um legado espiritual e à preparação de uma nova geração
para cumprir o seu chamado.
Mais do que uma conferência, a proposta da Escola é proporcionar um ambiente de
crescimento espiritual. O encontro representa ainda um momento de preparação e
fortalecimento da fé, especialmente para aqueles que desejam compreender melhor os dons
espirituais, desenvolver intimidade com o Espírito Santo e viver os propósitos de Deus de
maneira prática.
Sobre o evento
A Escola Profética 2026 terá dois dias de programação: – Sábado (12 de setembro): das 14h às 23h – Domingo (13 de setembro): das 10h às 18h
As inscrições para participar do evento já estão disponíveis online. O valor da entrada é de R$
100, válido para os dois dias, e as inscrições podem ser feitas no site:
www.escolaprofetica.com.br
Local: Park Hotel Morotin, Santa Maria, RS
Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp: (55) 99974-8874.