{"id":7830,"date":"2024-06-07T14:46:18","date_gmt":"2024-06-07T17:46:18","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/?p=7830"},"modified":"2024-06-07T14:46:18","modified_gmt":"2024-06-07T17:46:18","slug":"mostra-ecofalante-de-cinema-rio-acontece-de-5-a-12-de-junho-e-celebra-o-dia-mundial-do-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/mostra-ecofalante-de-cinema-rio-acontece-de-5-a-12-de-junho-e-celebra-o-dia-mundial-do-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"Mostra Ecofalante de Cinema Rio acontece de 5 a 12 de junho e celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente."},"content":{"rendered":"<p><strong>MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA CHEGA AO RIO\u00a0<\/strong><strong>COM UMA SELE\u00c7\u00c3O DOS MELHORES FILMES SOCIOAMBIENTAIS DA ATUALIDADE .\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** Mostra Ecofalante de Cinema Rio acontece de 5 a 12 de junho e celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** gratuita, programa\u00e7\u00e3o acontece no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio (Rio de Janeiro-RJ) e no Cine Arte UFF (Niter\u00f3i-RJ)<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** obras selecionadas para os festivais de Sundance, Tribeca, DOCNYC, Cin\u00e9ma du R\u00e9el, Hot Docs e Visions du R\u00e9el, entre outros<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>* entre os longas, est\u00e1 &#8220;Solo Comum&#8221;, do qual participam nomes como Laura Dern, Woody Harrelson, Donald Glover e Rosario Dawson<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** de Werner Herzog, &#8220;O Fogo Interior: Um R\u00e9quiem para Katia e Maurice Krafft&#8221; \u00e9 um dos destaques internacionais<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** &#8220;Amor, Mulheres e Flores&#8221;, de Marta Rodriguez e Jorge Silva, \u00e9 exibido na mesma vers\u00e3o restaurada em 4k mostrada na se\u00e7\u00e3o Cannes Classics, do Festival de Cannes de 2023<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** &#8220;Tesouros do Lixo&#8221;, obra-prima do importante documentarista senegal\u00eas Samba F\u00e9lix Ndiaye (1945-2009), \u00e9 um dos filmes restaurados exibidos na Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** os debates &#8220;Redes Sociais: Como Regular um Territ\u00f3rio Sem Lei&#8221; e &#8220;Restaura\u00e7\u00e3o e Regenera\u00e7\u00e3o dos Ecossistemas: O Que Est\u00e1 Sendo Feito no Brasil&#8221;, com convidados como Ivana Bentes, acontecem no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio <\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>** festival \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Ecofalante e conta com patroc\u00ednio do Ita\u00fa e da IHS<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Criada em 2012 e reconhecida como a mais importante vitrine sul-americana para a produ\u00e7\u00e3o audiovisual ligada \u00e0s tem\u00e1ticas socioambientais, a Mostra Ecofalante de Cinema chega ao Rio de Janeiro com uma sele\u00e7\u00e3o dos melhores filmes sobre essa tem\u00e1tica feitos em diferentes pa\u00edses. Entre os destaques recentes do circuito internacional, produ\u00e7\u00f5es brasileiras, t\u00edtulos cl\u00e1ssicos, debates e encontros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <strong>Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/strong> re\u00fane um total de 24 filmes, que ganham exibi\u00e7\u00f5es gratuitas na Esta\u00e7\u00e3o Net Rio (Rio de Janeiro-RJ) e no Cine Arte UFF (Niter\u00f3i-RJ).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, e est\u00e1 organizada nas sess\u00f5es Panorama Internacional Contempor\u00e2neo, Sess\u00f5es Especiais (com obras brasileiras e cl\u00e1ssicas) e Programas educativos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as obras de destaque est\u00e3o longa-metragem assinado por Werner Herzog, t\u00edtulos exibidos em importantes festivais internacionais e obras cl\u00e1ssicas da Am\u00e9rica Latina e da \u00c1frica. Um ciclo de debates acompanha as proje\u00e7\u00f5es com participa\u00e7\u00e3o de Ivana Bentes, Helena Strecker, Luiz Fernando Duarte de Moraes, Renato Crouzeilles, Jer\u00f4nimo Boelsums e outros nomes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abertura<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atra\u00e7\u00e3o de abertura da programa\u00e7\u00e3o, no dia 5 de junho (quarta-feira), no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio, <strong>&#8220;Food, Inc. 2&#8221;<\/strong> \u00e9 uma continua\u00e7\u00e3o de &#8220;Food, Inc.&#8221;, que em 2008 causou furor ao alertar que nossas refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias t\u00eam profundas consequ\u00eancias \u00e9ticas e ambientais, tendo sido indicado ao Oscar, conquistado o Emmy e exibido na Mostra Ecofalante de Cinema. Agora, &#8220;Food, Inc. 2&#8221; revela que as corpora\u00e7\u00f5es multinacionais aumentaram ainda mais sua influ\u00eancia, se especializaram no mercado de alimentos ultraprocessados e est\u00e3o promovendo uma crise internacional de sa\u00fade. Nesta sequ\u00eancia, os diretores Robert Kenner e Melissa Robledo acompanham agricultores inovadores, produtores de alimentos com vis\u00e3o de futuro, ativistas dos direitos trabalhistas e legisladores para denunciar as empresas de multiprocessados, inspirar mudan\u00e7as e construir um futuro mais saud\u00e1vel e sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Panorama Internacional Contempor\u00e2neo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O casal pioneiro de vulcan\u00f3logos Katia e Maurice Krafft se tornou not\u00f3rio por dedicar sua vida a documentar de perto a magnitude desses fen\u00f4menos naturais, ainda pouco compreendidos. Esse vasto material \u00e9 apresentado pelo cineasta Werner Herzog em <strong>&#8220;O Fogo Interior: Um R\u00e9quiem para Katia e Maurice Krafft&#8221;<\/strong>, uma homenagem aos dois, que morreram numa pesquisa de campo enquanto filmavam, atingidos por uma avalanche de pedras e cinzas fumegantes. Grande vencedor do importante festival DOC LA (EUA), o filme tamb\u00e9m foi laureado em festivais na Europa e na \u00c1sia. Diretor de mais de 70 filmes, Herzog assina, entre outros, &#8220;Fitzcarraldo&#8221; (1982), &#8220;O Homem-Urso&#8221; (2005) e &#8220;Encontros no Fim do Mundo&#8221; (2007), este \u00faltimo, indicado ao Oscar de melhor document\u00e1rio. Estas tr\u00eas obras integraram uma retrospectiva promovida na s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o da Mostra Ecofalante de Cinema, que exibiu 18 t\u00edtulos do realizador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado pelo Festival de Sundance, <strong>&#8220;TikTok, Boom&#8221;<\/strong> traz hist\u00f3rias pessoais do aplicativo mais baixado do mundo contadas por um elenco de nativos da Gera\u00e7\u00e3o Z, jornalistas e especialistas. Sua diretora, Shalini Kantayya, \u00e9 uma ativista ambiental norte-americana cujos filmes exploram os direitos humanos na interse\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia e tecnologia. A realizadora ficou conhecida por &#8220;Coded Bias&#8221; (2019), tamb\u00e9m lan\u00e7ado no Festival de Sundance e j\u00e1 exibido na Mostra Ecofalante de Cinema. A sess\u00e3o de 6\/06, quinta-feira, \u00e0s 18h30, no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio \u00e9 seguida do debate &#8220;Redes Sociais: Como Regular um Territ\u00f3rio Sem Lei&#8221;, com participa\u00e7\u00e3o da ensa\u00edsta e professora Ivana Bentes, da pesquisadora Helena Strecker e com media\u00e7\u00e3o da jornalista Audrey Furlaneto. Na ocasi\u00e3o, s\u00e3o discutidas diversas quest\u00f5es envolvidas nas redes sociais, inclusive a tentativa de regula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dos mesmos cineastas de &#8220;Solo F\u00e9rtil&#8221; (dispon\u00edvel na Netflix e na plataforma Ecofalante Play), Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell, a <strong>Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/strong> apresenta <strong>&#8220;Solo Comum&#8221;<\/strong>, longa premiado no Festival de Tribeca (EUA). Com participa\u00e7\u00e3o de celebridades como Laura Dern, Woody Harrelson, Donald Glover e Rosario Dawson, o filme explora como a agricultura regenerativa pode ajudar a curar o solo, a nossa sa\u00fade e o planeta. Joshua dirigiu tamb\u00e9m &#8220;Fields of Fuel&#8221; (2008), vencedor do pr\u00eamio do p\u00fablico no Festival de Sundance, e &#8220;Pump \u2013 Hist\u00f3rias do Petr\u00f3leo&#8221; (2014), exibido no Festival do Rio. O casal assina tamb\u00e9m &#8220;Petr\u00f3leo: O Grande V\u00edcio&#8221; \/ &#8220;The Big Fix&#8221; (2012), j\u00e1 programado na Mostra Ecofalante de Cinema. A sess\u00e3o de &#8220;Solo Comum&#8221; em 11\/06, \u00e0s 18h30, no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio \u00e9 seguido do debate &#8220;Restaura\u00e7\u00e3o e Regenera\u00e7\u00e3o dos Ecossistemas: O Que Est\u00e1 Sendo Feito no Brasil&#8221;, que tra\u00e7a um panorama das iniciativas relacionadas \u00e0 conten\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no pa\u00eds, com media\u00e7\u00e3o da jornalista Audrey Furlaneto e participa\u00e7\u00e3o de Luiz Fernando Duarte de Moraes, pesquisador do Embrapa; Renato Crouzeilles, diretor cient\u00edfico da MOMBAK; e Jer\u00f4nimo Boelsums, professor do Departamento de Ci\u00eancias Ambientais da UFRRJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o sueco <strong>&#8220;A Sociedade do Espet\u00e1culo&#8221;<\/strong>, de Roxy Farhat e G\u00f6ran Hugo Olsson, \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o visual e humor\u00edstica do cl\u00e1ssico ensaio de Guy Debord, &#8220;A Sociedade do Espet\u00e1culo&#8221; (1967). Hoje, o ato de consumir o que n\u00e3o precisamos vai al\u00e9m de uma atividade recreativa sem sentido; tornou-se uma nova ordem espiritual mundial, inflex\u00edvel at\u00e9 mesmo diante da crise clim\u00e1tica que amea\u00e7a nossa futura exist\u00eancia. Criado a partir de imagens contempor\u00e2neas, <em>found footage <\/em>e cenas originais, o document\u00e1rio examina como a circula\u00e7\u00e3o de imagens cria vontades e muda a forma como nos vemos e interagimos uns com os outros. G\u00f6ren Olsson projetou-se internacionalmente com &#8220;Sobre a Viol\u00eancia&#8221; (2014), premiado no Festival de Berlim e exibido na programa\u00e7\u00e3o Especial Semana do Meio<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor dire\u00e7\u00e3o da competi\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios norte-americanos no Festival de Sundance,<strong> &#8220;N\u00e3o Te Vi Ali&#8221;<\/strong> \u00e9 o longa de estreia de Reid Davenport, um jovem cineasta cadeirante norte-americano. A chegada inesperada de uma tenda de circo em frente \u00e0 sua resid\u00eancia o leva a revisitar a hist\u00f3ria do lend\u00e1rio P.T. Barnum e seu Circo de Horrores, cujo legado marcou a sua vida. Este \u00e9 o ponto de partida para seu filme-solo, em que nos convida a vivenciar seu dia a dia, da perspectiva de sua cadeira de rodas. A obra percorreu ainda prestigiosos festivais: S\u00e3o Francisco, Edimburgo, Sydney, Melbourne (Austr\u00e1lia), DOC NYC (EUA), Hot Docs (Canad\u00e1) e Festival de Document\u00e1rios de Sheffield (Reino Unido). O filme ser\u00e1 exibido com legendas descritivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o holandesa &#8220;<strong>O Jogo Mental<\/strong>&#8220;, continua\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio multipremiado &#8220;Shadow Game&#8221; (2021), \u00e9 co-dirigido pelo jovem refugiado afeg\u00e3o Sajid Khan Nasiri &#8211; um dos protagonistas do primeiro filme &#8211; e as diretoras Eefje Blankevoort e Els van Driel. Este document\u00e1rio intimista, que mostra a face brutal da migra\u00e7\u00e3o na Europa, acompanha de perto a experi\u00eancia traum\u00e1tica de Sajid, cuja travessia do Afeganist\u00e3o at\u00e9 a B\u00e9lgica, \u00e0 procura de seguran\u00e7a e de um novo lar, foi documentada com a \u00fanica ajuda do celular do adolescente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8220;Plastic Fantastic&#8221;<\/strong>, da alem\u00e3 Isa Willinger, constata que pl\u00e1sticos est\u00e3o por toda parte \u2013 existem 500 vezes mais part\u00edculas de pl\u00e1stico nos oceanos do que estrelas em nossa gal\u00e1xia. Encontra-se pl\u00e1stico n\u00e3o s\u00f3 nos oceanos, como tamb\u00e9m em rios, no ar, no solo e dentro de n\u00f3s. Embora a crise se aprofunde e a reciclagem n\u00e3o d\u00ea conta do problema, a ind\u00fastria do pl\u00e1stico continua a aumentar sua produ\u00e7\u00e3o. O document\u00e1rio acompanha representantes dessa ind\u00fastria e cientistas e ativistas para descobrir qual futuro essa crise nos reserva, tendo sido selecionado para os festivais CPH:DOX (Dinamarca), Dokufest (Kosovo) e Festival de Document\u00e1rios de Munique. A diretora Willinger ganhou proje\u00e7\u00e3o internacional com o premiado longa &#8220;Ol\u00e1, IA&#8221; (2019), exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Passado nas profundezas das florestas montanhosas do oeste do Uganda, na \u00c1frica, <strong>&#8220;Rep\u00fablica dos Gafanhotos&#8221;<\/strong> acompanha a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, quando ocorre um dos maiores fen\u00f4menos naturais do mundo: milh\u00f5es, \u00e0s vezes bilh\u00f5es, de gafanhotos de chifres longos se re\u00fanem para acasalar. Aproveitando-se do acontecimento, o homem encontrou uma maneira de lucrar com este belo ciclo reprodutivo. Em estilo cinema verdade, o document\u00e1rio retrata uma equipe local de captura, enquanto esses exploradores modernos percorrem florestas e remotos vilarejos em busca de fortuna. Trata-se do segundo longa-metragem do diretor Daniel McCabe, consagrado internacionalmente com &#8220;This is Congo&#8221; (2017), selecionado para o Festival de Veneza e premiado em diversos festivais, tendo sido exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o francesa <strong>&#8220;Estado Limite&#8221;<\/strong> tem por protagonista o \u00fanico psiquiatra do Hospital Beaujon, instala\u00e7\u00e3o de 400 leitos nos sub\u00farbios de Paris. Dedicado aos seus pacientes, ele faz o poss\u00edvel para aliviar suas dores, ouvir suas palavras e os proteger de seus pr\u00f3prios dem\u00f4nios. No entanto, o servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade vai mal \u2013 n\u00e3o h\u00e1 tempo suficiente e os cuidadores est\u00e3o desmoronando. O filme venceu o pr\u00eamio de melhor longa-metragem franc\u00eas, o pr\u00eamio da cr\u00edtica no Festival de Champs-\u00c9lys\u00e9es (Fran\u00e7a) e a men\u00e7\u00e3o honrosa no festival CPH:DOX (Dinamarca), tendo sido exibido nos festivais de Estocolmo, Dokufest (Kosovo) e Zurique.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qual \u00e9 o pre\u00e7o que alguns pagam pela carne su\u00edna do mundo? Este \u00e9 um dos temas levantados em <strong>&#8220;O Cheiro do Dinheiro&#8221;<\/strong>, filme de Shawn Bannon que foi eleito como melhor document\u00e1rio no Festival de Sarasota (EUA). Na obra, uma comunidade rural da Carolina do Norte se torna o epicentro da explos\u00e3o da ind\u00fastria su\u00edna nos EUA e a batalha de seus residentes se transforma numa guerra contra uma das empresas mais poderosas do mundo e sua polui\u00e7\u00e3o devastadora. O filme trata de racismo ambiental de forma contundente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em <strong>&#8220;Rowdy Girl: Santu\u00e1rio Animal&#8221;<\/strong>, de Jason Goldman, uma ex-criadora de gado do Texas, incapaz de aceitar a realidade cruel da pecu\u00e1ria, se torna vegana e transforma o neg\u00f3cio de carne bovina de seu marido em um santu\u00e1rio de cria\u00e7\u00e3o animal. Quando a sua hist\u00f3ria viraliza, ela percebe sua verdadeira voca\u00e7\u00e3o: ajudar fazendeiros na transi\u00e7\u00e3o de uma economia \u00e0 base de animais para uma \u00e0 base de plantas. O filme foi destaque no Hot Docs, evento canadense considerado um dos mais importantes festivais de document\u00e1rios das Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ca\u00e7a de baleias \u00e9 uma quest\u00e3o vital para o povo ind\u00edgena da pequena Ilha de S\u00e3o Louren\u00e7o, no Mar de Bering. Portanto, quando Chris Agra Apassingok se tornou a pessoa mais jovem a arpar uma baleia para a sua aldeia no Alasca, sua m\u00e3e orgulhosamente compartilhou a not\u00edcia no Facebook. Para sua surpresa, milhares de ativistas digitais atacaram Chris sem compreender totalmente o alcance do feito dele. <strong>&#8220;O Povo da Baleia&#8221;<\/strong>, uma coprodu\u00e7\u00e3o EUA\/R\u00fassia dirigida por Pete Chelkowski e Jim Wickens, acompanha a luta dos Apassingok para reconstruir sua identidade destro\u00e7ada e encontrar um novo ponto de apoio tanto na tradi\u00e7\u00e3o quanto na modernidade. O filme foi destaque nos festivais norte-americanos DOC NYC, Mill Valley e de Camden.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Coprodu\u00e7\u00e3o EUA\/Pa\u00edses Baixos, <strong>&#8220;Os Ca\u00e7adores de Barragens&#8221;<\/strong> segue a viagem da engenheira ambiental espanhola Pao Fern\u00e1ndez Garrido por diversos pa\u00edses para testemunhar a recupera\u00e7\u00e3o dos rios daquele continente. Dirigido por Francisco Campos-Lopez Benyunes, o filme nos revela quem s\u00e3o as pessoas que trabalham incansavelmente para remover barreiras fluviais e restaurar alguns dos mais ic\u00f4nicos rios da regi\u00e3o. O longa foi recebido com emo\u00e7\u00e3o por plateias de festivais como o Wild and Scenic e o Environmental Film Fest, ambos nos EUA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sess\u00f5es especiais: Cl\u00e1ssicos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Coprodu\u00e7\u00e3o entre Senegal e a Fran\u00e7a de 1989, a s\u00e9rie <strong>&#8220;Tesouros do Lixo&#8221;<\/strong> \u00e9 uma das obras cl\u00e1ssicas selecionadas para a Mostra Ecofalante de Cinema Rio. Reunindo cinco filmes curtos do importante documentarista senegal\u00eas Samba F\u00e9lix Ndiaye (1945-2009), que foram restaurados em 2021, &#8220;Tesouros do Lixo&#8221; \u00e9 considerada uma das principais obras desse cineasta, tido como um dos mais relevantes nomes do cinema de seu pa\u00eds e frequentemente chamado de &#8220;pai do document\u00e1rio africano&#8221;. Com um olhar preciso e sens\u00edvel, ele trata das pequenas ocupa\u00e7\u00f5es do setor informal que resistem ao tempo, como a fabrica\u00e7\u00e3o de objetos artesanais a partir de materiais retirados do lixo. A obra foi exibida no importante festival Cin\u00e9ma du R\u00e9el, na Fran\u00e7a. Com &#8220;Les Malles&#8221; (1989), um dos curtas que comp\u00f5em essa s\u00e9rie,\u00a0 Ndiaye\u00a0 venceu o pr\u00eamio de melhor document\u00e1rio no Festival de Amiens (Fran\u00e7a). Foi premiado ainda no Cin\u00e9ma du R\u00e9el pelo longa &#8220;Ngor, l&#8217;Esprit des Lieux&#8221; (1991).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os realizadores colombianos Jorge Silva (1941-1987) e Marta Rodr\u00edguez s\u00e3o nomes de refer\u00eancia no documentarismo latino-americano. Sua produ\u00e7\u00e3o engajada teve in\u00edcio nos anos 1960 e conquistou reconhecimento internacional, tendo acumulando premia\u00e7\u00f5es em eventos importantes, como o Festival de Berlim. A programa\u00e7\u00e3o da <strong>Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/strong>, em sua edi\u00e7\u00e3o de 2024, exibe a vers\u00e3o restaurada em 4k de um de seus t\u00edtulos cl\u00e1ssicos: <strong>&#8220;Amor, Mulheres e Flores&#8221;<\/strong>, de 1988, sobre as caracter\u00edsticas sociais dos trabalhadores da planta\u00e7\u00e3o de flores.\u00a0 A vers\u00e3o foi destaque na se\u00e7\u00e3o Cannes Classics do Festival de Cannes de 2023. A obra questiona qual seria o custo da beleza e denuncia o uso de agrot\u00f3xicos nos campos floridos da savana colombiana e as condi\u00e7\u00f5es de trabalho da m\u00e3o de obra majoritariamente feminina. Partindo de uma abordagem antropol\u00f3gica, o filme recolhe durante cinco anos os testemunhos dos trabalhadores e acompanha-os no seu quotidiano. Trata-se de um pioneiro filme sobre emancipa\u00e7\u00e3o, dignidade e luta pelo meio ambiente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sess\u00f5es especiais: Brasileiros<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O m\u00e9dia-metragem<strong> &#8220;Vida Sobre as \u00c1guas&#8221;<\/strong>, de Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e S\u00e1, celebra a arquitetura \u00fanica das comunidades ribeirinhas da Amaz\u00f4nia. Das casas sobre palafitas \u00e0s moradias flutuantes, o filme destaca as adapta\u00e7\u00f5es engenhosas para lidar com as paisagens inundadas desafiadoras e sempre em transforma\u00e7\u00e3o das plan\u00edcies fluviais amaz\u00f4nicas brasileiras. Atrav\u00e9s de narrativas \u00edntimas de moradores e construtores locais, o document\u00e1rio revela as t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o coletiva que materializam uma arquitetura territorialmente integrada, constru\u00edda em harmonia com o ambiente da Bacia Amaz\u00f4nica e profundamente enraizada no rico patrim\u00f4nio da regi\u00e3o. Ao final da sess\u00e3o de 8\/06, s\u00e1bado, \u00e0s 16h00, no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio, acontece um bate-papo com a equipe do filme.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cuidadoras da mem\u00f3ria e do futuro, mulheres ind\u00edgenas do rio Negro contam sua hist\u00f3ria no m\u00e9dia <strong>&#8220;Rionegrinas&#8221;<\/strong>, dirigido por Fernanda Ligabue e Juliana Radler. Na produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destacada a trajet\u00f3ria de lutas e as conquistas dessas mulheres. Tamb\u00e9m \u00e9 focalizada a cria\u00e7\u00e3o do Departamento das Mulheres Ind\u00edgenas da Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (DMIRN-FOIRN).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Localizada em Ceil\u00e2ndia (DF), Sol Nascente \u00e9 considerada atualmente a maior favela do Brasil. L\u00e1 vivem Socorro, Jurailde e Bizza, que lideram uma das Cozinhas Solid\u00e1rias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O longa <strong>&#8220;N\u00e3o Existe Almo\u00e7o Gr\u00e1tis&#8221;<\/strong>, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, acompanha a saga desses protagonistas para preparar a alimenta\u00e7\u00e3o das centenas de pessoas que chegar\u00e3o a Bras\u00edlia para assistir \u00e0 cerim\u00f4nia de posse do terceiro mandato do presidente Lula. Em meio a amea\u00e7as de golpe, o filme traz entrevistas \u00edntimas sobre suas vidas e a organiza\u00e7\u00e3o coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas m\u00e3os. A obra foi vencedora do pr\u00eamio do p\u00fablico e de men\u00e7\u00e3o honrosa do j\u00fari na Mostra Bras\u00edlia no Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Programa Ecofalante Universidades<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A se\u00e7\u00e3o Programa Ecofalante Universidades traz filmes que fazem parte do projeto educacional da Ecofalante. Ele leva o debate socioambiental a escolas e universidades durante todo o ano e seu cat\u00e1logo \u00e9 composto por mais de 250 t\u00edtulos. Dentre esses t\u00edtulos, alguns foram exibidos em edi\u00e7\u00f5es anteriores da Mostra Ecofalante de Cinema. \u00c9 o caso de <strong>&#8220;Parceiros da Floresta&#8221;<\/strong>, de Fred Rahal Mauro, que mostra projetos de parcerias entre setores privado, p\u00fablico e comunidades locais que geram solu\u00e7\u00f5es para a prote\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o de florestas tropicais. Este filme-manifesto percorre tr\u00eas continentes revelando parcerias que aliam tecnologia, neg\u00f3cios e conhecimento tradicional para gerar benef\u00edcios verdadeiramente compartilhados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8220;A Floresta que Voc\u00ea N\u00e3o V\u00ea \u2013 Narrativas do M\u00e9dio Xingu&#8221;<\/strong>, de Andy Costa, enla\u00e7a as hist\u00f3rias de luta e resist\u00eancia de pessoas que enfrentam desafios para gerar renda e manter a floresta amaz\u00f4nica em p\u00e9. Essas pessoas vivem na regi\u00e3o do M\u00e9dio Xingu, importante \u00e1rea da Amaz\u00f4nia brasileira que enfrenta grande press\u00e3o de desmatamento em fun\u00e7\u00e3o do garimpo, da extra\u00e7\u00e3o de madeira, da pecu\u00e1ria e da monocultura. Defendem modos de vida que, adaptados \u00e0s novas realidades, abrigam saberes e conhecimentos preciosos para o cuidado com a floresta, aliado ao desenvolvimento da bioeconomia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fred Rahal Mauro tamb\u00e9m responde, ao lado da codiretora Cassandra Mello, pelo longa <strong>&#8220;Escute: A Terra Foi Rasgada&#8221;<\/strong>, que parte do universo de tr\u00eas povos ind\u00edgenas pressionados pela destrui\u00e7\u00e3o causada pelo garimpo para propor uma aproxima\u00e7\u00e3o do pensamento dos Yanomami, Munduruku e Meb\u00eang\u00f4kre (Kayap\u00f3). Trata-se de uma narrativa sobre resist\u00eancia e resili\u00eancia, na figura de uma uni\u00e3o in\u00e9dita que firma a manuten\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios f\u00edsicos e subjetivos. A obra tamb\u00e9m j\u00e1 foi exibida na Mostra Ecofalante de Cinema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor curta-metragem da competi\u00e7\u00e3o latino-americana na Mostra Ecofalante de Cinema, <strong>&#8220;Mensageiras da Amaz\u00f4nia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir \u00e0s Invas\u00f5es&#8221;<\/strong> \u00e9 assinado por Joana Moncau, Elpida Nikou e pelo Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi. Na Terra Ind\u00edgena Sawr\u00e9 Muybu, no sudoeste do Par\u00e1, um coletivo feminino divulga as den\u00fancias dos ind\u00edgenas atrav\u00e9s de produ\u00e7\u00f5es audiovisuais. O filme acompanha essas jovens durante a produ\u00e7\u00e3o de um document\u00e1rio sobre as a\u00e7\u00f5es de seu povo para proteger a Amaz\u00f4nia e defender o territ\u00f3rio de invasores, sobretudo de madeireiros e garimpeiros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma iniciativa multiplataforma que inclui ainda um podcast, v\u00eddeos no YouTube e mat\u00e9rias especiais, o filme<strong> &#8220;Mulheres na Conserva\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong> retrata mulheres pesquisadoras que lutam pela conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade no Brasil. Trata-se de um olhar delicado e sens\u00edvel sobre a vida e o trabalho de sete hero\u00ednas da luta ambiental. Participam as pesquisadoras Barbara Pinheiro, Beatriz Padovani, Flavia Miranda, Marcia Chame, Mauriz\u00e9lia de Brito e Silva, Neiva Guedes e Patricia Medici. A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada pela jornalista Paulina Chamorro e pelo fot\u00f3grafo Jo\u00e3o Marcos Rosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o da Mostra Ecofalante de Cinema que tem lugar no Rio de Janeiro de 5 a 12 de junho n\u00e3o se caracteriza como uma itiner\u00e2ncia e sim como uma pr\u00e9via da 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do evento, que acontece em S\u00e3o Paulo, de 31 de julho a 14 de agosto. Segundo o diretor do evento, Chico Guariba, &#8221; Boa parte dos filmes que estamos apresentando nas telas cariocas \u00e9 in\u00e9dita e s\u00f3 ser\u00e1 exibida na 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o do festival, em S\u00e3o Paulo, no final de julho. O p\u00fablico pode conhecer as mais recentes obras de destaque no circuito internacional, ao lado de novos filmes brasileiros e t\u00edtulos cl\u00e1ssicos da Am\u00e9rica Latina e da \u00c1frica. \u00c9 uma sele\u00e7\u00e3o estimulante que permite refletir sobre quest\u00f5es urgentes do pa\u00eds e do planeta&#8221;.<\/p>\n<p>Todas as informa\u00e7\u00f5es sobre exibi\u00e7\u00f5es e demais atividades do evento poder\u00e3o ser encontradas na plataforma Ecofalante: <a href=\"http:\/\/www.ecofalante.org.br\/\">www.ecofalante.org.br<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <strong>Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/strong> \u00e9 viabilizada por meio da Lei de Incentivo \u00e0 Cultura. O evento tem patroc\u00ednio do Ita\u00fa e IHS. Tem apoio institucional do Instituto Franc\u00eas, do Pedagogias da Imagem &#8211; projeto de extens\u00e3o da SeCult-UFRJ, do Programa Ecofalante Universidades e do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima. Os parceiros educacionais s\u00e3o a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 da Doc &amp; Outras Coisas e a coprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 da Qu\u00edmica Cultural. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da Ecofalante e do Minist\u00e9rio da Cultura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Ecofalante \u00e9 uma Organiza\u00e7\u00e3o da Sociedade Civil (<em>OSC)<\/em> que atua nas \u00e1reas de cultura, educa\u00e7\u00e3o e sustentabilidade, atua na forma\u00e7\u00e3o de professores, exibi\u00e7\u00f5es e debates em escolas, universidades e aparelhos culturais, al\u00e9m de produzir semin\u00e1rios e workshops sobre cinema, educa\u00e7\u00e3o e sustentabilidade. A Ecofalante \u00e9 respons\u00e1vel tamb\u00e9m pela plataforma de streaming gratuita Ecofalante Play, voltada a educadores, e o Ecofalante Universidades, programa de extens\u00e3o educacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Servi\u00e7o:<\/p>\n<p><strong>Mostra Ecofalante de Cinema Rio<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ecofalante.org.br\/\">www.ecofalante.org.br<\/a><\/p>\n<p>de 5 a 12 de junho de 2024<\/p>\n<p>gratuito<\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio &#8211; <a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/search\/rua+Volunt%C3%A1rios+da+P%C3%A1tria+35,+Botafogo+-+Rio+de+Janeiro?entry=gmail&amp;source=g\">rua Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria 35, Botafogo &#8211; Rio de Janeiro<\/a><\/p>\n<p>Cine Arte UFF &#8211; <a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/search\/rua+Miguel+de+Frias+9,+Icara%C3%AD+-+Niter%C3%B3i?entry=gmail&amp;source=g\">rua Miguel de Frias 9, Icara\u00ed &#8211; Niter\u00f3i<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>evento viabilizado por meio da Lei de Incentivo \u00e0 Cultura<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>patroc\u00ednio: Ita\u00fa e IHS<\/p>\n<p>apoio institucional: Instituto Franc\u00eas, Pedagogias da Imagem &#8211; projeto de extens\u00e3o da SeCult-UFRJ, Programa Ecofalante Universidades e Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima<\/p>\n<p>parceiros educacionais: Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)<\/p>\n<p>produ\u00e7\u00e3o: Doc &amp; Outras Coisas<\/p>\n<p>coprodu\u00e7\u00e3o: Qu\u00edmica Cultural<\/p>\n<p>realiza\u00e7\u00e3o: Ecofalante e Minist\u00e9rio da Cultura<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>redes sociais<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/mostraecofalante\">www.facebook.com\/mostraecofalante<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.twitter.com\/mostraeco\">www.twitter.com\/mostraeco<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/mostraecofalante\">www.youtube.com\/mostraecofalante<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.instagram.com\/mostraecofalante\">www.instagram.com\/mostraecofalante<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>atendimento \u00e0 Imprensa:<\/p>\n<p>ATTi Comunica\u00e7\u00e3o e Ideias<\/p>\n<p>Eliz Ferreira e Val\u00e9ria Blanco (11) 3729.1455 \/ 3729.1456 \/ 9 9105.0441<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>PROGRAMA\u00c7\u00c3O<\/u><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5 de junho (quarta-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>19h30 &#8211; Cerim\u00f4nia de abertura<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;Food, Inc. 2&#8221; (EUA, 94 min) &#8211; Robert Kenner e Melissa Robledo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>6 de junho (quinta-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;TikTok Boom&#8221; (EUA, 87 min) &#8211; Shalini Kantayya<\/p>\n<p>20h30 &#8211; Debate com convidados: &#8220;Redes Sociais: Como Regular um Territ\u00f3rio Sem Lei&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;O Povo da Baleia&#8221; (EUA\/R\u00fassia, 80 min) &#8211; Pete Chelkowski e Jim Wickens<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;O Fogo Interior: Um R\u00e9quiem para Katia e Maurice Krafft&#8221; (Reino Unido\/Su\u00ed\u00e7a\/EUA\/Fran\u00e7a, 84 min) &#8211; Werner Herzog<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>7 de junho (sexta-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;O Jogo Mental&#8221; (Holanda, 61 min) &#8211; Sajid Khan Nasiri, Eefje Blankevoort e Els van Driel<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;N\u00e3o Existe Almo\u00e7o Gr\u00e1tis&#8221; (Brasil, 74 min) &#8211; Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel \u2013 Sess\u00e3o seguida de bate-papo com equipe do filme<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; Sess\u00e3o de m\u00e9dias-metragens: &#8220;A Floresta que Voc\u00ea N\u00e3o V\u00ea \u2013 Narrativas do M\u00e9dio Xingu&#8221; (Brasil, 27 min) &#8211; Andy Costa + &#8220;Parceiros da Floresta&#8221; (Brasil, 48 min) &#8211; Fred Rahal Mauro \u2013 Sess\u00e3o seguida de bate-papo com equipe de &#8220;A Floresta que Voc\u00ea N\u00e3o V\u00ea \u2013 Narrativas do M\u00e9dio Xingu&#8221;<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;A Sociedade do Espet\u00e1culo&#8221; (Su\u00e9cia, 94 min) &#8211; Roxy Farhat e G\u00f6ran Hugo Olsson<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>8 de junho (s\u00e1bado)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>14h45 &#8211; &#8220;Tesouros do Lixo&#8221; (Senegal\/Fran\u00e7a, 60 min) &#8211; Samba F\u00e9lix Ndiaye<\/p>\n<p>16h &#8211;\u00a0 Sess\u00e3o de m\u00e9dias-metragens: &#8220;Rionegrinas&#8221; (Brasil, 38 min) &#8211; Fernanda Ligabue e Juliana Radler + &#8220;Vida Sobre as \u00c1guas&#8221; (Brasil, 31 min) &#8211; Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e S\u00e1 &#8211; Sess\u00e3o seguida de bate-papo com a equipe de &#8220;Vida Sobre as \u00c1guas&#8221;<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;Rowdy Girl: Santu\u00e1rio Animal&#8221; (EUA, 72 min) &#8211; Jason Goldman<\/p>\n<p>20h &#8211; &#8220;A Sociedade do Espet\u00e1culo&#8221; (Su\u00e9cia, 94 min) &#8211; Roxy Farhat e G\u00f6ran Hugo Olsson<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h &#8211; &#8220;Solo Comum&#8221; (EUA, 102 min) &#8211; Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell &#8211; Sess\u00e3o com acessibilidade (cc)<\/p>\n<p>20h &#8211; &#8220;TikTok, Boom&#8221; (EUA, 87 min) &#8211; Shalini Kantayya<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>9 de junho (domingo)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>14h45 &#8211; &#8220;Amor, Mulheres e Flores&#8221; (Col\u00f4mbia, 58 min) &#8211; Marta Rodr\u00edguez e Jorge Silva<\/p>\n<p>16h30 &#8211; &#8220;N\u00e3o Te Vi Ali&#8221; (EUA, 76 min) &#8211; Reid Davenport &#8211; Sess\u00e3o com acessibilidade (cc)<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;O Fogo Interior: Um R\u00e9quiem para Katia e Maurice Krafft&#8221; (Reino Unido\/Su\u00ed\u00e7a\/EUA\/Fran\u00e7a, 84 min) &#8211; Werner Herzog<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;Os Ca\u00e7adores de Barragens&#8221; (EUA\/Pa\u00edses Baixos, 71 min) &#8211; Francisco Campos-Lopez Benyunes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;Tesouros do Lixo&#8221; (Senegal\/Fran\u00e7a, 60 min) &#8211; Samba F\u00e9lix Ndiaye<\/p>\n<p>19h30 &#8211; &#8220;Plastic Fantastic&#8221; (Alemanha, 102 min) &#8211; Isa Willinger<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>10 de junho (segunda-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;Rep\u00fablica dos Gafanhotos&#8221; (EUA, 94 min) &#8211; Daniel McCabe<\/p>\n<p>20h30 &#8211; &#8220;O Povo da Baleia&#8221; (EUA\/R\u00fassia, 80 min) &#8211; Pete Chelkowski e Jim Wickens<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;O Cheiro do Dinheiro&#8221; (EUA, 84 min) &#8211; Shawn Bannon<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;Estado Limite&#8221; (Fran\u00e7a, 102 min) &#8211; Nicolas Peduzzi<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11 de junho (ter\u00e7a-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;Solo Comum&#8221; (EUA, 95 min) \u2013 Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell &#8211; Sess\u00e3o com acessibilidade (cc)<\/p>\n<p>20h30 &#8211; Debate com convidados: &#8220;Restaura\u00e7\u00e3o e Regenera\u00e7\u00e3o dos Ecossistemas: O Que Est\u00e1 Sendo Feito no Brasil&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;Escute: A Terra Foi Rasgada&#8221; (Brasil, 88 min) &#8211; Cassandra Mello e Fred Rahal Mauro<\/p>\n<p>20h00 &#8211; Sess\u00e3o de m\u00e9dias-metragens: &#8220;Rionegrinas&#8221; (Brasil, 38 min) &#8211; Fernanda Ligabue e Juliana Radler + &#8220;Vida Sobre as \u00c1guas&#8221; (Brasil, 31 min) &#8211; Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e S\u00e1<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>12 de junho (quarta-feira)<\/strong><\/p>\n<p>Esta\u00e7\u00e3o Net Rio<\/p>\n<p>18h30 &#8211; &#8220;Plastic Fantastic&#8221; (Alemanha, 102 min) &#8211; Isa Willinger<\/p>\n<p>20h30 &#8211; &#8220;O Cheiro do Dinheiro&#8221; (EUA, 84 min) &#8211; Shawn Bannon<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cine Arte UFF<\/p>\n<p>18h00 &#8211; &#8220;Mensageiras da Amaz\u00f4nia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir \u00e0s Invas\u00f5es&#8221; (Brasil, 17 min) &#8211; Joana Moncau, Elpida Nikou e Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi + &#8220;Mulheres na Conserva\u00e7\u00e3o&#8221; (Brasil, 46 min) &#8211; Paulina Chamorro e Jo\u00e3o Marcos Rosa<\/p>\n<p>20h00 &#8211; &#8220;Os Ca\u00e7adores de Barragens&#8221; (EUA\/Pa\u00edses Baixos, 71 min) &#8211; Francisco Campos-Lopez Benyunes<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DADOS SOBRE OS FILMES<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* &#8220;<strong>A Floresta que Voc\u00ea N\u00e3o V\u00ea \u2013 Narrativas do M\u00e9dio Xingu<\/strong>&#8221; (Brasil, 2023, 27 min) \u2013 Andy Costa<\/p>\n<p>O filme enla\u00e7a as hist\u00f3rias de luta e resist\u00eancia de pessoas que enfrentam desafios para gerar renda e manter a floresta amaz\u00f4nica em p\u00e9. Essas pessoas se sentem parte da floresta. Vivem na regi\u00e3o do M\u00e9dio Xingu, importante \u00e1rea da Amaz\u00f4nia brasileira que enfrenta grande press\u00e3o de desmatamento em fun\u00e7\u00e3o do garimpo, da extra\u00e7\u00e3o de madeira, da pecu\u00e1ria e da monocultura. Defendem modos de vida que, adaptados \u00e0s novas realidades, abrigam saberes e conhecimentos preciosos para o cuidado com a floresta, aliado ao desenvolvimento da bioeconomia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* &#8220;<strong>A Sociedade do Espet\u00e1culo<\/strong>&#8221; (&#8220;La Soci\u00e9t\u00e9 du Spectacle&#8221;, Su\u00e9cia, 2023, 94 min) &#8211; Roxy Farhat e G\u00f6ran Hugo Olsson<\/p>\n<p>Adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica sat\u00edrica e autocr\u00edtica da obra-prima te\u00f3rica do escritor franc\u00eas Guy Debord (1931-1994) e um ataque frontal ao espet\u00e1culo abrangente em que vivemos.<\/p>\n<p><em>Exibido no festival CPH:DOX (Dinamarca).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* &#8220;<strong>Amor, Mulheres e Flores<\/strong>&#8221; (&#8220;Amor, Mujeres y Flores&#8221;, Col\u00f4mbia, 1988, 58 min) \u2013 Marta Rodr\u00edguez e Jorge Silva<\/p>\n<p>O filme tra\u00e7a as caracter\u00edsticas sociais dos trabalhadores da planta\u00e7\u00e3o de flores em Bogot\u00e1 (Col\u00f4mbia) e sua reivindica\u00e7\u00e3o por melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e sa\u00fade entre as hist\u00f3rias de vida e amor femininas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* &#8220;<strong>Escute: A Terra Foi Rasgada<\/strong>&#8221; (Brasil, 2023, 88 min) &#8211; Cassandra Mello e Fred Rahal<\/p>\n<p>A partir do universo de tr\u00eas povos ind\u00edgenas pressionados pela destrui\u00e7\u00e3o causada pelo garimpo, o filme prop\u00f5e uma aproxima\u00e7\u00e3o do pensamento dos Yanomami, Munduruku e Meb\u00eang\u00f4kre (Kayap\u00f3), na forma\u00e7\u00e3o de uma alian\u00e7a hist\u00f3rica em defesa dos territ\u00f3rios. \u00c9, portanto, uma narrativa sobre resist\u00eancia e resili\u00eancia, na figura de uma uni\u00e3o in\u00e9dita que firma a manuten\u00e7\u00e3o de seus territ\u00f3rios f\u00edsicos e subjetivos. Para al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o causada pelo garimpo, este \u00e9 um filme sobre a impossibilidade de separa\u00e7\u00e3o entre a exist\u00eancia ind\u00edgena e o seu territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Estado Limite&#8221;<\/strong> (&#8220;\u00c9tat Limite&#8221;, Fran\u00e7a, 2023, 102 min) &#8211; Nicolas Peduzzi<\/p>\n<p>Como voc\u00ea presta um bom atendimento em uma institui\u00e7\u00e3o doente? Num hospital perto de Paris, um psiquiatra dedica-se \u00e0 sua miss\u00e3o correndo o risco de perder terreno.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor longa-metragem franc\u00eas e pr\u00eamio da cr\u00edtica no Festival de Champs-\u00c9lys\u00e9es (Fran\u00e7a); men\u00e7\u00e3o honrosa no festival CPH:DOX (Dinamarca); exibido nos festivais de Estocolmo, Dokufest (Kosovo) e Zurique.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Food, Inc. 2&#8221;<\/strong> (EUA, 2023, 94 min) &#8211; Robert Kenner e Melissa Robledo<\/p>\n<p>H\u00e1 15 anos, o filme &#8220;Food, Inc.&#8221; alertou os sobre uma realidade preocupante: as suas refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias t\u00eam profundas consequ\u00eancias \u00e9ticas e ambientais. E, no entanto, como revela esta poderosa continua\u00e7\u00e3o, os senhores supremos das empresas e da alimenta\u00e7\u00e3o apenas refor\u00e7aram o seu controle sobre as nossas quintas e lojas.<\/p>\n<p>Exibido nos festivais CPH:DOX (Dinamarca), Telluride (EUA) e Docville (B\u00e9lgica).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Mensageiras da Amaz\u00f4nia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir \u00e0s Invas\u00f5es&#8221;<\/strong> (Brasil, 2022, 17 min) \u2013 Joana Moncau, Elpida Nikou e Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi<\/p>\n<p>Na Terra Ind\u00edgena Sawr\u00e9 Muybu, no sudoeste do Par\u00e1, tr\u00eas mulheres munduruku integram o Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, que divulga as den\u00fancias dos ind\u00edgenas para al\u00e9m das margens do rio Tapaj\u00f3s. O filme acompanha essas jovens durante a produ\u00e7\u00e3o de um document\u00e1rio sobre as a\u00e7\u00f5es de seu povo para proteger a Amaz\u00f4nia e defender o territ\u00f3rio de invasores, sobretudo de madeireiros e garimpeiros. Expulsar os invasores sempre \u00e9 arriscado, mas nos tempos de governo Bolsonaro foi ainda mais.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor curta-metragem da competi\u00e7\u00e3o latino-americana na Mostra Ecofalante de Cinema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Mulheres na Conserva\u00e7\u00e3o&#8221;<\/strong> (Brasil, 2023, 46 min) &#8211; Paulina Chamorro e Jo\u00e3o Marcos Rosa<\/p>\n<p>A jornalista Paulina Chamorro e o fot\u00f3grafo Jo\u00e3o Marcos Rosa retratam sete mulheres pesquisadoras que lutam pela conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade no Brasil. Participam as pesquisadoras Barbara Pinheiro, Beatriz Padovani, Flavia Miranda, Marcia Chame, Mauriz\u00e9lia de Brito e Silva, Neiva Guedes e Patricia Medici.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;N\u00e3o Existe Almo\u00e7o Gr\u00e1tis&#8221; <\/strong>(Brasil, 2023, 74 min) &#8211; Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel<\/p>\n<p>Em Sol Nascente, considerada atualmente como a maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solid\u00e1rias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Para a posse do terceiro mandato do presidente Lula, elas est\u00e3o encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegar\u00e3o a Bras\u00edlia para assistir \u00e0 cerim\u00f4nia. Em meio a amea\u00e7as de golpe, o filme acompanha esta saga e traz entrevistas \u00edntimas sobre suas vidas e a organiza\u00e7\u00e3o coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas m\u00e3os.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio do p\u00fablico e men\u00e7\u00e3o honrosa do j\u00fari da Mostra Bras\u00edlia no Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro; exibido no Olhar de Cinema \u2013 Festival Internacional de Curitiba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;N\u00e3o Te Vi Ali&#8221;<\/strong> (&#8220;Didn&#8217;t See You There&#8221;, EUA, 2022, 76 min) &#8211; Reid Davenport<\/p>\n<p>Estimulado pelo espet\u00e1culo de uma tenda de circo que fica do lado de fora de seu apartamento em Oakland (EUA), um cineasta deficiente inicia uma jornada meditativa explorando a hist\u00f3ria da aberra\u00e7\u00e3o, da vis\u00e3o e da (in)visibilidade.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor dire\u00e7\u00e3o da competi\u00e7\u00e3o de document\u00e1rios norte-americanos no Festival de Sundance; men\u00e7\u00e3o honrosa no Pr\u00eamio Cinema Eye; melhor document\u00e1rio da regi\u00e3o de Bay Aerea no Festival de S\u00e3o Francisco; Pr\u00eamio The Truer Than Fiction nos Independent Spirit Awards; exibido nos festivais de Edimburgo, Sydney, Melbourne (Austr\u00e1lia), DOC NYC (EUA), Hot Docs (Canad\u00e1) e Festival de Document\u00e1rios de Sheffield (Reino Unido).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;O Cheiro do Dinheiro&#8221;<\/strong> (&#8220;The Smell of Money&#8221;, EUA, 2022, 84 min) &#8211; Shawn Bannon<\/p>\n<p>Qual \u00e9 o pre\u00e7o que alguns pagam pela carne su\u00edna do mundo? Os residentes da Carolina do Norte enfrentam uma das empresas mais poderosas do mundo na luta pelos seus direitos ao ar puro, \u00e0 \u00e1gua pura e a uma vida livre do fedor das fezes de porco.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio de melhor document\u00e1rio no Festival de Sarasolta (EUA); exibido nos festivais da Filad\u00e9lfia, Hot Docs (Canad\u00e1) e de Cleveland (EUA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;O Fogo Interior: Um R\u00e9quiem para Katia e Maurice Krafft&#8221;<\/strong> (&#8220;The Fire Within: A Requiem for Katia and Maurice Krafft&#8221;, Reino Unido\/Su\u00ed\u00e7a\/EUA\/Fran\u00e7a, 2022, 84 min) \u2013 Werner Herzog<\/p>\n<p>Maurice e Katia Krafft dedicaram suas vidas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o dos vulc\u00f5es do mundo. Seu legado consiste em imagens inovadoras de erup\u00e7\u00f5es e suas consequ\u00eancias, compostas nesta colagem visual deslumbrante.<\/p>\n<p>Vencedor dos pr\u00eamios de melhor filme e melhor produtor no festival DOC LA (EUA); melhor document\u00e1rio no Festival Internacional de TV de Xangai; pr\u00eamio do p\u00fablico e pr\u00eamio especial do j\u00fari no Festival de Gijon (Espanha); exibido no Doclisboa (Portugal), Festival de Document\u00e1rios de Sheffield (Reino Unido), Festival de Viena, Festiva de Hong Kong e no Festival de Document\u00e1rios Ji.hlava (Rep\u00fablica Tcheca).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;O Jogo Mental&#8221;<\/strong> (&#8220;The Mind Game&#8221;, Holanda, 2023, 61 min) \u2013 Sajid Khan Nasiri, Eefje Blankevoort e Els van Driel<\/p>\n<p>Chamam-lhe &#8220;o jogo&#8221;: a viagem arriscada que muitos menores n\u00e3o acompanhados empreendem para procurar prote\u00e7\u00e3o na Europa Ocidental. Para Sajid Khan Nasiri, o jogo come\u00e7ou aos 14 anos, depois que o Talib\u00e3 matou seu pai no Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;O Povo da Baleia&#8221;<\/strong> (&#8220;One With the Whale&#8221;, EUA\/R\u00fassia, 2023, 80 min) \u2013 Pete Chelkowski e Jim Wickens<\/p>\n<p>Se voc\u00ea n\u00e3o ca\u00e7a voc\u00ea morre. Essa \u00e9 a realidade na pequena ilha do Alasca que abriga a fam\u00edlia Apassingok. Quando o t\u00edmido adolescente Chris se torna o mais jovem a arpoar uma baleia para sua aldeia, come\u00e7a outra luta pela sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Exibido nos festivais norte-americanos DOC NYC, Mill Valley e de Camden.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Os Ca\u00e7adores de Barragens&#8221;<\/strong> (&#8220;#DamBusters&#8221;, EUA\/Pa\u00edses Baixos, 2022, 71 min) \u2013 Francisco Campos-Lopez Benyunes<\/p>\n<p>O filme acompanha a viagem da engenheira espanhola Pao Fern\u00e1ndez Garrido por cinco pa\u00edses europeus para saber por que as barreiras fluviais est\u00e3o sendo removidas e conhecer os her\u00f3is em sua busca apaixonada pela restaura\u00e7\u00e3o de seus rios e ecossistemas.<\/p>\n<p>Exibido no Festival Wild and Scenic e no Environmental Film Fest (ambos nos EUA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Parceiros da Floresta&#8221;<\/strong> (Brasil, 2022, 48 min) &#8211; Fred Rahal Mauro<\/p>\n<p>O filme percorre tr\u00eas continentes evidenciando casos de parcerias entre setores privado, p\u00fablico e comunidades locais que geram solu\u00e7\u00f5es para a prote\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o de florestas tropicais globais aliando tecnologia, neg\u00f3cios e conhecimento tradicional para gerar benef\u00edcios verdadeiramente compartilhados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Plastic Fantastic&#8221;<\/strong> (Alemanha, 2023, 102 min) &#8211; Isa Willinger<\/p>\n<p>Sobre diferentes atores que lidam com a produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico, por um lado, e com a sua elimina\u00e7\u00e3o, por outro. Torna-se claro que todos vivemos num sistema interligado.<\/p>\n<p>Exibido nos festivais CPH:DOX (Dinamarca), Dokufest (Kosovo) e Festival de Document\u00e1rios de Munique.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Rep\u00fablica dos Gafanhotos&#8221;<\/strong> (&#8220;Grasshopper Republic&#8221;, EUA, 2023, 94 min) \u2013 Daniel McCabe<\/p>\n<p>Nas profundezas das florestas do Uganda, milh\u00f5es de gafanhotos re\u00fanem-se para acasalar em enxames devastadores. Um grupo de jovens montou uma estranha engenhoca \u00e0 beira dos campos de cultivo, com barris e chapas de metal, para colher os gafanhotos, uma iguaria apreciada pelos moradores da cidade.<\/p>\n<p>Exibido nos festivais Visions du R\u00e9el (Su\u00ed\u00e7a), DOC NYC (EUA), Docville (B\u00e9lgica), Guanajuato (M\u00e9xico), Cleveland, Camdem e Seattle (os tr\u00eas \u00faltimos nos EUA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Rionegrinas&#8221;<\/strong> (Brasil, 2023, 38 min) &#8211; Fernanda Ligabue e Juliana Radler<\/p>\n<p>O filme narra a trajet\u00f3ria de lutas e conquistas das mulheres do rio Negro (AM) dentro do movimento ind\u00edgena e na cria\u00e7\u00e3o do Departamento das Mulheres Ind\u00edgenas da Federa\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Rio Negro (DMIRN-FOIRN).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Rowdy Girl: Santu\u00e1rio Animal&#8221; <\/strong>(&#8220;Rowdy Girl&#8221;, EUA, 2023, 72 min) &#8211; Jason Goldman<\/p>\n<p>Determinada a tornar o planeta um lugar melhor, a ex-criadora de gado do Texas, Renee King-Sonnen, transforma a opera\u00e7\u00e3o de carne bovina de seu marido em um santu\u00e1rio de animais de fazenda, incentivando outros agricultores a fazer a transi\u00e7\u00e3o da agricultura animal para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e0 base de plantas.<\/p>\n<p>Exibido no Hot Docs (Canad\u00e1) e no Festival de Hamptons (EUA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Solo Comum&#8221;<\/strong> (&#8220;Common Ground&#8221;, EUA, 2023, 95 min) \u2013 Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o dos agricultores regenerativos para trazer a sa\u00fade do solo em todo o continente e al\u00e9m.<\/p>\n<p>Vencedor do pr\u00eamio Human\/Nature no Festival de Tribeca; pr\u00eamio do p\u00fablico no Festival de Palm Springs; exibido nos festivais de Vancouver e Mill Valley (EUA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Tesouros do Lixo&#8221;<\/strong> (&#8220;Tr\u00e9sors des Poubelles&#8221;, Senegal\/Fran\u00e7a, 1989, 65 min) &#8211; Samba F\u00e9lix Ndiaye<\/p>\n<p>No Senegal, os pequenos trabalhadores constituem uma resist\u00eancia contra a invas\u00e3o de bens de consumo. O filme detalha as etapas de fabrica\u00e7\u00e3o de objetos artesanais a partir de materiais reciclados: uma celebra\u00e7\u00e3o do g\u00eanio de Dakar.<\/p>\n<p>Exibido no festival Cin\u00e9ma du R\u00e9el (Fran\u00e7a).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;TikTok Boom&#8221;<\/strong> (EUA, 2022, 97 min) \u2013 Shalini Kantayya<\/p>\n<p>Dissecando uma das plataformas de m\u00eddias sociais mais influentes do cen\u00e1rio contempor\u00e2neo, o document\u00e1rio examina os aspectos algor\u00edtmico, sociopol\u00edtico e econ\u00f4mico, as influ\u00eancias culturais e o impacto do aplicativo. Embora o filme compartilhe um interesse genu\u00edno na comunidade TikTok e em sua mec\u00e2nica inovadora, traz tamb\u00e9m um saud\u00e1vel ceticismo em torno das quest\u00f5es de seguran\u00e7a, dos desafios pol\u00edticos globais e dos preconceitos raciais por tr\u00e1s da rede.<\/p>\n<p>Exibido nos festivais de Sundance, S\u00e3o Francisco, SXSW, CPH:DOX (Dinamarca) e de Zurique.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* <strong>&#8220;Vida Sobre as \u00c1guas&#8221;<\/strong> (Brasil, 2023, 31 min) &#8211; Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e S\u00e1<\/p>\n<p>Celebra\u00e7\u00e3o da arquitetura \u00fanica das comunidades ribeirinhas da Amaz\u00f4nia. Das casas sobre palafitas \u00e0s moradias flutuantes, o filme destaca as adapta\u00e7\u00f5es engenhosas para lidar com as paisagens inundadas desafiadoras e sempre em transforma\u00e7\u00e3o das plan\u00edcies fluviais amaz\u00f4nicas brasileiras. Atrav\u00e9s de narrativas \u00edntimas de moradores e construtores locais, o document\u00e1rio revela as t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o coletiva que materializam uma arquitetura territorialmente integrada, constru\u00edda em harmonia com o ambiente da Bacia Amaz\u00f4nica e profundamente enraizada no rico patrim\u00f4nio da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Exibido no Festival de Arquitetura e Urbanismo de Istambul e no Festival de Cinema e Arquitetura de Barcelona.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA CHEGA AO RIO\u00a0COM UMA SELE\u00c7\u00c3O DOS MELHORES FILMES SOCIOAMBIENTAIS DA ATUALIDADE .\u00a0 &nbsp; ** Mostra Ecofalante de Cinema Rio acontece de 5 a 12 de junho e celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente &nbsp; ** gratuita, programa\u00e7\u00e3o acontece no Esta\u00e7\u00e3o Net Rio (Rio de Janeiro-RJ) e no Cine Arte UFF [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7831,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[216,207],"tags":[73],"class_list":["post-7830","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","category-destaque","tag-featured"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7830"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7832,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7830\/revisions\/7832"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7831"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7830"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7830"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalsaopaulonews.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7830"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}