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Igualdade de direitos, empatia e representatividade ganham a cena no Acessa BH

Com cerca de 50 atrações, a 2ª edição do Festival Acessa BH acontecerá de 1º de setembro a 31 de outubro apresentando espetáculos teatrais, de dança, música e literatura de artistas com e sem deficiência, além de diversas atividades formativas. 

O monólogo E.L.A., protagonizado pela atriz  cearense Jéssica Teixeira, abre o evento.

Live com Maestro João Carlos Martins seguida de apresentação de Brisa Marques.

 Esta edição conta com trabalhos que integram a acessibilidade desde a concepção dos espetáculos, como as montagens da Cia Fluctissonante – um coletivo  formado por artistas surdos e ouvintes.

 Toda a programação é acessível e gratuita.

www.youtube.com/AcessaBH

 

Espetáculos protagonizados por artistas com deficiência, rodas de conversa, debates e oficinas estão na programação da 2ª edição do Festival Acessa BH. O evento, que tem o intuito de dar o protagonismo às pessoas com deficiência, tanto nos palcos, como no centro dos debates e trazer o assunto da inclusão e da acessibilidade para a pauta e prática cotidiana, vai acontecer de 1º de setembro a 31 de outubro, de forma virtual (www.youtube.com/AcessaBH) e também presencialmente em Belo Horizonte. Dentre os destaques estão o espetáculo de abertura, E.L.A, a estreia de Ave, montagem da Cia Ananda de Dança Contemporânea e do Núcleo de Criação e Pesquisa Sapos e Afogados, além de apresentação com o renomado maestro João Carlos Martins.

No dia 01/09, às 19h, acontece a live de abertura do festival com apresentação de Brisa Marques e participação de Lais Vitral – idealizadora e curadora do Acessa BH, além dos artistas de Jéssica Teixeira, Moira Braga e Edu O., que integram a programação do evento.

Na sequência, às 20h, acontecerá o espetáculo que traz o monólogo E.L.A. “Será mesmo que tem pessoas que se acostumaram ao próprio corpo e que não o estranham de maneira nenhuma?”. A provocação é feita por Jéssica Teixeira, atriz, produtora e diretora cearense. Pessoa com deficiência, a artista tem se empenhado em conduzir para o debate público, com cada vez mais urgência, questões sobre beleza, saúde, aceitação, política e acessibilidade a partir do próprio cotidiano, ampliando perspectivas.

Em sua segunda edição, o Acessa se expande passando de 05 para cerca de 50 atividades na programação. O evento promoverá 04 debates, 04 oficinas, 05 rodas de conversa, 26 apresentações de artes cênicas, 04 de música, 02 de literatura, uma mostra de processo e o pré-lançamento de um festival teatral. “Para o Festival e Seminário online, ampliamos o alcance, convidando artistas e profissionais de dez estados brasileiros e com olhar não só para diferentes corpos, mas também para a diversidade, com o protagonismo também de artistas mulheres e LGTBQIA+”, explica Lais Vitral, idealizadora e curadora do evento.

Esta edição também conta com trabalhos que já integram a acessibilidade desde a concepção dos espetáculos, como as montagens da Cia Fluctissonante, do Paraná, um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que se dedicam à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e português), sendo precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena. A Fluctissonante estará no Acessa BH com dois espetáculos, “Elevador” e “O Pequeno Príncipe”, além de uma oficina de Composição Cênica com Dramaturgia Descritiva (que está com inscrições abertas até 30/08) e uma mostra de processo do novo espetáculo “O Barco”. O Coletivo Desvio Padrão, de São Paulo, também estará nesta edição do Festival. Composto por pessoas que transitam nas pontas da curva normal: cegos, videntes, surdos e ouvintes atuantes em linguagens diversas do campo da cultura. O Coletivo está na programação com os espetáculos “Só se fechar os olhos” e “Para Além do gesto”, em sessões mediadas com o público. Os espetáculos são duas versões da mesma história, sendo a primeira concebida para o público com deficiência visual, e a segunda para o público com deficiência auditiva.

 

Escola de gente

A Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, reconhecida internacionalmente por seu trabalho em prol de uma sociedade inclusiva, também marcará presença no Acessa BH no Dia Nacional do Teatro Acessível, 19 de setembro. A participação da organização se dará de duas formas:

Às 19 horas, com plena acessibilidade digital, terá início um bate-papo com Claudia Werneck, idealizadora da Escola de Gente, e os representantes do “Os Inclusos e Os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade” Carolina Godinho, Diego Molina e Natália Simonete. Teatro acessível e inclusão na arte serão pauta e, também, durante a live será apresentado um novo projeto de alcance nacional que envolve o grupo teatral e a Escola de Gente: o ETA Festival! – Esquetes de Teatro Acessível, online, gratuito e ao vivo.

Na sequência, às 20 horas, será possível acompanhar, de forma gratuita com Libras, legenda e audiodescrição, o espetáculo teatral “Ninguém mais vai ser bonzinho”, de autoria de Diego Molina, por meio do grupo “Os Inclusos e Os Sisos”, que em quase 20 anos de atuação, sempre com peças plenamente acessíveis, já se apresentou para mais de 200 mil pessoas. O espetáculo aborda, com muito humor, questões cotidianas de preconceito e discriminação.

 

Arte acessível

Apesar de existir uma legislação específica, a acessibilidade cultural ainda deixa muito a desejar na prática. Segundo Daniel Vitral, co-idealizador do Festival, aos poucos se vê um aumento de atividades culturais com acessibilidade, mas muitas vezes elas estão restritas a cumprir um protocolo. “Vemos temporadas de espetáculos ou festivais com apenas uma sessão com recursos de acessibilidade. Ou ainda, uma sessão exclusiva para pessoas com deficiência. Em alguns projetos, vemos que a acessibilidade já é pensada desde o início das produções, mas eles ainda são minoria. Recentemente, começamos a ter uma certa popularização dos intérpretes de Libras. Mas muito tem sido feito apenas de forma protocolar, porque a Lei de Incentivo à Cultura Federal, por exemplo, passou a exigir medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência em todos os projetos. Mas não é suficiente contar com um intérprete de Libras, e não ter um material de divulgação adequado, ou não informar que haverá intérprete de Libras, ou colocar o intérprete num cantinho, praticamente fora do palco, de forma que a pessoa com deficiência auditiva não consiga ver a cena e o intérprete ao mesmo tempo, com facilidade”, explica.

O Festival Acessa BH parte do princípio de que a pessoa com deficiência deve ter seu direito à cultura garantido, e para isso deve poder escolher o melhor dia/horário, bem como comparecer com seus amigos e familiares.

 

Programação – Espetáculos online – disponíveis em www.youtube.com/AcessaBH

01/09 – 19h – Live de abertura com Lais Vitral, Jéssica Teixeira, Moira Braga e Edu O

              Apresentação Brisa Marques

              20h – E.L.A. – Jéssica Teixeira (CE)

02/09 – 20h – Hermeto Pascoal (AL)

03/09 – 16h – Ventaneira – A Cidade das Flautas – Moira Braga (RJ)

09/09 – 20h – Elevador – Cia. Fluctissonante (PR)

10/09 – 20h – Ciranda de Retina e Cristalino – Cia Dança sem Fronteiras (SP)

13/09 – 19h – Live com artistas

              Fernanda Amaral e Gabriel Sousa Domingues, da Cia Dança sem Fronteiras e Mateus Costa e Fernanda Rosa, do Duo A Corda em Si

              Apresentação Brisa Marques

19/09 – 19h – Bate-papo sobre teatro inclusivo e apresentação do ETA Festival! – Esquetes de Teatro Acessível – Escola de Gente (RJ) – Os Inclusos e Os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade.

              20h – Ninguém mais vai ser bonzinho – Os Inclusos e os Sisos – Escola de Gente (RJ)

20/09 – 19h – Live com Maestro João Carlos Martins seguida de apresentação de Brisa Marques

21/09 – 19h45 – Mediação Só se fechar os olhos

              20h – Só se fechar os olhos – Coletivo Desvio Padrão (SP) | Sessão seguida de bate papo

22/09 – 19h45 – Mediação Para Além do Gesto

              20h – Para além do gesto – Coletivo Desvio Padrão (SP) | Sessão seguida de bate papo

26/09 –20h – O Som da Pele (PE)

01/10 – 20h – Ah, se eu fosse Marylin! – Edu O. (BA)

04/10 – 20h – Motus – Congresso Internacional do Medo – Cia Ananda (MG)

06/10 – 19h – Live com artistas

              João Paulo Lima, Anamaria Fernandes e Juliana Saúde

              Apresentação Brisa Marques

07/10 – 20h – A Corda em Si (SC)

08/10 – 16h – DoroTEA – A Peixinha Autista – Bruno Grossi (MG)

11/10 – 20h – N’Otro Corpo – João Paulo Lima (CE)

12/10 – 16h – O Pequeno Príncipe – Cia Fluctissonante (PR)

13/10 – 20h – Frida – Vanessa Cornélio (SP)

17/10 – 19h – Live com artistas

              Giovanni Venturini, Vanessa Cornélio e Mona Rikumbi

              Apresentação Brisa Marques

24/10 – 20h – Ave – Cia Ananda e Sapos e Afogados

25/10 – 20h – A Não Ser – Giovanni Venturini (SP)

26/10 – 20h – Cartas para Irene – Oscar Capucho (MG)

27/10 – 20h – Kiuá Matamba – Salve a Força dos Ventos – Mona Rikumbi (SP)

29/10 – 16h – A Chuva é importante – Lucas Ramon (MG)

31/10 – 20h – Húmus – Coletivo. Direção Renata Mara (MG)

 

Programação – Espetáculos presenciais

16 e 17/09, sexta e sábado, às 20h: Cabra-Cega (Pigmentar Companhia ) no Galpão Cine Horto

18/09, domingo, às 19h: Cartas para Irene (Oscar Capucho) no Galpão Cine Horto

23 e 24/09, sexta e sábado, às 20h: Pisca Devagar (Renata Mara e Brisa Marques) no Galpão Cine Horto

21/10, sexta-feira, às 20h: Caixa Preta (Sapos e Afogados) no Teatro Raul Belém Machado

22/10, sábado, às 10h e 16h: Lágrimas da Floresta (Cia Ananda) no Teatro Raul Belém Machado – Espetáculo sensorial. Capacidade reduzida, 40 crianças por sessão (07 a 14 anos)

23/10, domingo, às 19h: Ave (Cia Ananda e Sapos e Afogados) no Teatro Raul Belém Machado – Sessão seguida de roda de conversa com artistas

 

Programação – Atividades formativas online. Debates no canal do www.youtube.com/AcessaBH

Debate 1 – Diversidade e Direitos Culturais

Quando: Dia 14/09, quarta-feira, às 19h

Nesse debate, Ciça Cordeiro e Isadora Nascimento apresentarão dados sobre a pessoas com deficiência no Brasil, a LBI – Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), a acessibilidade como direito, as conquistas do movimento de PcD e a importância da acessibilidade atitudinal, comunicacional e mobilidade urbana para o acesso à cultura. Com mediação de Fatine Oliveira, o debate ainda abordará a deficiência da perspectiva de raça e gênero.

Ciça Cordeiro – Jornalista, Consultora em Diversidade e Inclusão na Talento Incluir, Gestora em Cultura Inclusiva, Comunicação e Eventos Acessíveis

Isadora Nascimento – Advogada com especialização em cidadania e direitos humanos no contexto das políticas públicas e em advocacia feminista e direitos da mulher. Produtora de conteúdo com pautas sobre a intersecção de gênero, raça e deficiência. Integra o Movimento Vidas Negras com Deficiência Importam

Mediação: Fatine Oliveira – Publicitária, mestre em Comunicação Social (UFMG). É ativista, cofundadora do Coletivo Feminista Helen Keller mulher com deficiência, integrante do Movimento Vidas Negras com Deficiência Importam

Debate 2 – Acessibilidade em Espaços Culturais

Quando: Dia 28/09, quarta-feira, às 19h

Acessibilidade em Espaços Culturais – a cultura é para todos

Como as instituições culturais podem posicionar a acessibilidade no centro de seus projetos? Como ampliar as discussões acerca da presença e permanência de pessoas com deficiência como agentes culturais e visitantes? É possível pensar a acessibilidade em espaços culturais para além de adaptações? Neste debate, a arquiteta Silvia Arruda e a educadora e psicóloga Daina Leyton conversam acerca das principais barreiras, desafios e perspectivas de tornar os espaços culturais mais acessíveis. Mediado pelo educador e gestor educativo Danilo Filho, o bate papo abordará questões relacionadas à acessibilidade física e instrumental, passando ainda pelas práticas educativas e atitudinais que garantem não só o acesso, como também a fidelização de pessoas com deficiência a museus e instituições de cultura.

Daina Leyton – Educadora, professora, psicóloga e consultora de acessibilidade cultural

Silvia Arruda – Arquiteta e cenógrafa com especialização em acessibilidade. Mãe atípica

Mediação: Danilo Filho – Coordenador Educativo CCBB-BH

Debate 3 – Como os cegos leem

Quando: Dia 05/10, quarta-feira, às 19h

Muito além do braille: como a tecnologia tornou a literatura mais acessível e interessante às pessoas com deficiência visual. Tecnologia assistiva: sistemas operacionais, aplicativos e leitores de tela.

Carla Mauch – Pedagoga, pesquisadora de educação inclusiva e coordenadora-geral da organização Mais Diferenças — Educação e Cultura Inclusivas

Marcos Lima – Jornalista, palestrante, youtuber

Mediação: Cleide Fernandes – Bibliotecária na Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e audiodescritora

Debate 4 – Encontro com Artistas

Quando: Dia 19/10, quarta-feira, às 19h

Artistas com deficiência compartilham suas experiências

Brenda Martins – Atriz surda e negra. Integrante do Grupo Signatores, grupo composto por atores surdos

Renata Mara – Artista de dança, docente, pesquisadora e psicóloga com baixa visão.

Mediação: Brisa Marques – Artista, escritora, letrista e jornalista

 

Oficinas

Oficina: Composição Cênica com Dramaturgia Descritiva

Ementa: Esta oficina trabalhará a criação de cenas teatrais através de exercícios introdutórios ao teatro, utilizando principalmente a metodologia empregada nas criações da Cia. Fluctissonante, que recentemente iniciou suas pesquisas acerca da ideia de dramaturgia descritiva. Neste encontro, os participantes irão desenvolver uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa sua própria história fazendo uso de um objeto-memória afetivo. As cenas irão experimentar o recurso da audiodescrição integrada à dramaturgia (dramaturgia descritiva).

Ministrantes:

Helena de Jorge Portela – Atriz, pesquisadora de arte acessível e idealizadora da Cia. Fluctissonante

Suzana Portal – Consultora em Audiodescrição, com experiência teatro e cinema e colaboradora da Cia. Fluctissonante.

Sobre:

A Cia. Fluctissonante é um coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes que se dedicam à criação cênica contemporânea e bilíngue (Libras e Português). Seus projetos unem os públicos surdo e ouvinte nas plateias. Ao longo de sua trajetória produziu espetáculos para adultos como ‘Giacomo Joyce’ (2017) e ‘\TODAS/’ (2018) e também para a infância, como ‘Enquanto a Chuva Cai’ (2016) e ‘Conto Com Libras’ (2018). Em 2021, estreou sua quinta montagem, ‘Elevador’, com direção da artista convidada Georgette Fadel. Em 2020, passou também a desenvolver projetos digitais como a websérie ‘Mulheres – Sinais de Suas Escritas’ e a versão online do espetáculo ‘Conto Com Libras’, além do show-cênico-musical ‘Origami – Músicas Para Ver e Ouvir’. Assim, a companhia consolidou-se precursora nacional na criação em arte acessível, destacando-se justamente pela união de duas das línguas oficiais do Brasil dentro da cena e realizou ações em relevantes eventos, como: Palco Giratório e Plataforma Cena (nacionais), Semana Modos de Acessar (SP), Projeto Narrativas do Silêncio (RN), Curitiba Mostra, Festival de Teatro de Curitiba – Oficial, Mostra Novos Repertórios, Mostra Claudete Pereira Jorge e Prêmio Arte Paraná (PR).

Número de vagas: 20 vagas
Público alvo: Pessoas cegas, com baixa visão ou videntes com interesse em desenvolvimento e experimentação de cenas teatrais, a partir de 16 anos.
Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo . No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.

Cronograma
Período de inscrição: 01 a 30 de agosto
Divulgação dos alunos selecionados: 01 de setembro
Datas das aulas: 05, 06 e 07 de setembro
Horário das aulas: das 19h às 21h30

Oficina #ForadaCaixa – Acessibilidade Criativa para Projetos Culturais

Ementa: A oficina tem como objetivo inspirar e desenvolver estratégias criativas de acessibilidade para projetos culturais alinhados aos fundamentos técnicos da área. Inicialmente, serão apresentados os fundamentos da acessibilidade comunicacional, do Desenho Universal e dos princípios da acessibilidade criativa e artística. Em seguida, será construída uma demonstração de proposta acessível para um projeto cultural imaginário. As aulas serão conduzidas mesclando a teoria com o relato de experiências.

Ministrante:

Andreza Nóbrega – Doutoranda em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC com pesquisa envolvendo a pedagogia do teatro, a inclusão e a formação de espectadores sob a orientação do Dr Flávio Desgranges. É mestra em educação com enfoque na Educação Inclusiva (UFPE), especialista em audiodescrição (UFJF), graduada em Licenciatura em Educação Artística, com habilitação em Artes Cênicas (UFPE). É atriz, audiodescritora, professora da rede pública de ensino e produtora cultural. Coordenadora da VouSer Acessibilidade, é idealizadora de ações formativas e inclusivas nos projetos: Festival Conectação, Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, Experiri Lab de Artista, Cine Às Escuras: Mostra Erótica de Cinema Acessível, do Cineclube VouVer Filmes, Conectação Teatro e LABAcessibilidade Artística e Criativa.

Número de vagas: 30 vagas por turma

Público alvo: Artistas, produtores, gestores culturais, arte-educadores, profissionais da acessibilidade e interessados em geral.

Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo. No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.

Cronograma Turma 1
Período de inscrição: 15 de agosto a 11 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 15 de setembro
Datas das aulas: 20 e 22 de setembro
Horário das aulas: das 9h às 12h

Cronograma Turma 2
Período de inscrição: 05 a 28 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 30 de setembro
Datas das aulas: 04 e 06 de outubro
Horário das aulas: das 15h às 18h

Cronograma Turma 3
Período de inscrição: 12 de setembro a 12 de outubro
Divulgação dos alunos selecionados: 14 de outubro
Datas das aulas: 18 e 20 de outubro
Horário das aulas: das 19h às 22h

Mostra de processo “O Barco” | Cia Fluctissonante (PR)

Entre agosto e setembro, a Cia. Fluctissonante desenvolverá – a convite do Acessa BH – o processo de seu novo trabalho: “O Barco”. No dia 29 de setembro, a comunidade cega interessada poderá ter um primeiro contato com a obra, através de plataforma online. Neste encontro, a atriz Helena de Jorge Portela realizará uma primeira leitura da dramaturgia criada durante o evento. Assim, o retorno do público presente impactará diretamente no resultado final do espetáculo, que tem estreia prevista para 2023.

Número de vagas: 20 Vagas

Público alvo: Pessoas cegas, com baixa visão ou videntes com interesse em desenvolvimento e experimentação de cenas teatrais, a partir de 16 anos.

Pré-requisito: É necessário que os alunos possuam computador ou celular com acesso à internet, áudio e vídeo. No caso de acesso pelo celular, é necessário ter instalado o aplicativo Zoom.

Cronograma
Período de inscrição: 22 de agosto a 25 de setembro
Divulgação dos alunos selecionados: 27 de setembro
Data do encontro: 29 de setembro
Horário: das 19h às 21h30

Serviço

  • Programação online: gratuita no Youtube www.youtube.com/AcessaBH
  • Inscrições gratuitas para os debates, oficinas e mostra de processo: https://acessabh.com.br/inscricoes/

Acessibilidade:

  • Espetáculos online: Audiodescrição, Libras e Legendas
  • Debates, lives e oficinas online: Libras e Audiodescrição. *Na live da Escola de Gente, realizada em 19/09, haverá Libras, legenda e audiodescrição em canal fechado.
  • Espetáculos presenciais: Acessibilidade física, Audiodescrição e Libras

Mais informações sobre o evento: https://acessabh.com.br

O “Festival Acessa BH” é realizado por Lais Vitral e Vitral Bureau Cultural, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com o patrocínio da MGS, e patrocínio da Vallourec através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O “Seminário Acessa BH” é realizado por Lais Vitral e Vitral Bureau Cultural, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte

ASSESSORIA DE IMPRENSA NACIONAL: ATTi Comunicação – @atticomunicacao
Valéria Blanco – atticomunicacacao1@gmail.com – 11- 991050441
Eliz Ferreira- eliz@atticomunicacao.com.br – 11- 991102442

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

Capa de Revista Tiago Santana revela o segredo do sucesso de Terrazza Rooftop.

Na capa desta edição, trazemos uma entrevista exclusiva com o empresário Tiago Santana, que revela o segredo do sucesso do Terrazza Rooftop — hoje reconhecido como um dos melhores restaurantes do mundo.

 

1.Você sempre gostou de empreender?

Sim, sempre fui apaixonado por empreender e criar coisas novas. Acho que é uma forma de desafiar a si mesmo e alcançar objetivos. Na verdade, abri meu primeiro restaurante aos 19 anos, e desde então, nunca mais parei de buscar novos desafios e oportunidades. Acho que a juventude e a ousadia me permitiram correr riscos e aprender com as experiências, o que foi fundamental para o meu crescimento e sucesso. Além disso, tive o apoio incondicional da minha família, que foi essencial para mim. O suporte e a confiança que eles depositaram em mim foram fundamentais para que eu pudesse alcançar meus objetivos e realizar meus sonhos.

 

2. O que você acredita que qualquer empreendimento precisa ter, para fazer sucesso?

Acredito que um empreendimento precisa ter uma boa ideia, um plano sólido, uma equipe dedicada, uma boa dose de resiliência e acima de tudo Deus.

 

 

 

3. O que não pode faltar em qualquer restaurante?

Um restaurante não pode faltar uma excelente gastronomia, um serviço de alta qualidade, um ambiente aconchegante e uma equipe treinada e atenciosa. Esses elementos são fundamentais para criar uma experiência inesquecível para os clientes e garantir que eles voltem sempre.

 

 

4. Como é ser proprietário de um dos points mais badalados do Brasil?

É incrível! É um privilégio ter a oportunidade de receber pessoas de todo o país e do mundo. É um desafio constante garantir que todos tenham uma experiência inesquecível.

 

 

5. Quais os famosos já frequentou o seu restaurante?

Já tivemos a honra de receber muitos famosos, Ceelo Green (além de cantor, também é compositor, produtor musical, ator, empreendedor, vencedor de cinco prêmios Grammy),
Rafael Portugal, Endricki, Dudu(campeão de A Fazenda) Cleo Pires, Paloma Bernardi, Henri Castelli, Ludmilla, entre outros

 

6. Qual o diferencial do Terrazza com os demais restaurantes?

Acredito que o nosso diferencial seja a combinação da melhor vista de São Paulo, uma gastronomia incrível e uma equipe dedicada a proporcionar uma experiência única.

 

 

7. Você imaginou que o Terrazza faria tanto sucesso?

Sim, sempre tive a certeza de que o Terrazza seria o melhor do Brasil. Trabalhamos duro e estudamos constantemente para desenvolver um conceito único e oferecer uma experiência de alta qualidade. Nossa dedicação e foco nos permitiram alcançar esse nível de sucesso, e estamos orgulhosos do que conquistamos até agora.

 

 

8. Qual o segredo do sucesso pra você?

Acredito que o segredo do sucesso seja o amor à profissão, a dedicação e a resiliência. Além disso, é fundamental estudar e estar sempre atualizado com o que tem de melhor no Mundo.

 

 

9. Quais os pratos que fazem mais sucesso (+ vendidos) e drinks?

Nossos pratos mais vendidos incluem:
– Risoto de frutos do mar
– Filé mignon Black Angus ao molho de vinho e queijo brie gratinado
– Trio de carpaccio (Carpaccio de Polvo Espanhol, Carpaccio de Wagyu e Carpaccio de Salmão Trufado)

Nossos drinks mais vendidos são:
– Gin Mule
– Aperol
– Red Gin

 

 

10. Como foi o ano de 2025 pra você, quais os maiores desafios?

2025 foi um ano desafiador, como sempre. Enfrentamos obstáculos significativos, como a inflação e a concorrência acirrada no mercado de rooftops em São Paulo, que cresceu consideravelmente desde a nossa abertura. No entanto, demonstramos resiliência e determinação, e conseguimos manter nossa posição de destaque no mercado. Estamos orgulhosos dos resultados obtidos.

 

11. Quais os planos para 2026?

Para 2026, estamos planejando lançar novas experiências gastronômicas inovadoras que surpreendam e encantem nossos clientes. Além disso, estamos focados em fortalecer o relacionamento com nossos clientes e melhorar ainda mais a experiência do cliente, tanto online quanto offline. Também estamos trabalhando em projetos de sustentabilidade e responsabilidade social que refletem nossos valores. Outro objetivo importante é expandir nossa presença no setor de hotéis de luxo, aproveitando o sucesso do Hotel Terrazza em Trancoso.  Estamos ansiosos para continuar crescendo e inovando, sempre com o objetivo de superar as expectativas de nossos clientes e parceiros.

 

FONTE:  Mathaus Sanchez

 

 

 

 

 

 

“ALEGRIA BRASIL”  ENTRA NA PÓS-PRODUÇÃO E PREPARA PARA MONTAGEM DE 50 HORAS DE IMAGENS 

O longa-metragem “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, dirigido por Elizabete Martins Campos, inicia a fase de pós-produção e montagem, consolidando um arquivo de 50 horas de filmagens inéditas e uma trilha sonora de 35 canções.

O filme — que une duas artistas mineiras de diferentes gerações e celebra a identidade brasileira e o alto astral como essência do País — busca agora parceiros para finalização e distribuição. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2026.

 

A novidade do projeto é que em uma das cenas musicais uma animação,  utilizando diferentes linguagens, passando por 3D, 2D, cut out, rotoscopia, colagem, stop motion, flipbook etc.,  com a música “De Normal Bastam os Outros”, de Arnaldo Antunes, como trilha, está sendo desenvolvida sob a coordenação do cineasta e professor Sávio Leite, junto aos alunos e ex-alunos do curso de “Tecnologia em Cinema e Animação”, da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Cataguases. A proposta da direção do filme é fortalecer na obra aspectos de metalinguagem e diálogos entre diferentes artes que o cinema envolve e o projeto propõe.

A trilha tem Maria Alcina interpretando todas as músicas e realizando performances sonoras inéditas, como os improvisos vocais filmados, em frente a cachoeira da Poeira D’água,  em alusão ao cineasta mineiro Humberto Mauro que diz “Cinema é cachoeira” e a cantora tocando violão e cantando nas margens da represa da Usina Maurício, ambos na Zona da Mata Mineira.

Performances imagéticas e sonoras também de Maria Alcina em um circo, no meio de um ferro velho, tocando um piano abandonado e em outra cena também improvisando em um antigo piano, filmada na Escola Estadual Coronel Vieira, onde a cantora estudou, em Cataguases, revelam o viés de experimentação proposto pela diretora do filme.

Imagem inédita do filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, direção Elizabete Martins Campos. Crédito foto Breno Conde

A produção musical é de Thiago Marques Luiz, ao lado da cineasta Elizabete Martins, que assina a direção musical e do músico, arranjador,  multi-instrumentista Yuri Queiroga, que realizou arranjos inéditos para 12 músicas gravadas especialmente para o longa.

Ao todo são 35 músicas na trilha sonora, que passa por clássicos de Ary Barroso, Luiz Gonzaga, Sérgio Sampaio, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes,  João Bosco,  Chico Buarque,  Caetano Veloso, Neguinho da Beija Flor,  a novos compositores da Zona Da Mata: Éric do Vale, Salvador Márcio, Manuel Messias, Thaylis Carneiro, Levi Alves—, vencedores do concurso de música autoral desenvolvido pelo projeto.

O projeto, que iniciou as pesquisas em 2019, em agosto, deste ano filmou durante 21 dias na cidade de Cataguases, em Minas Gerais, terra natal da personagem. Em 2025 aconteceram também filmagens durante um show da cantora no carnaval de São Paulo e imagens das comemorações da vitória da Escola de Samba Rosa de Ouro, que Maria Alcina, desfilou em 1981. Em 2023 foram realizadas gravações também durante a Parada do Orgulho de São Paulo, com cenas épicas na Avenida Paulista.

Um ponto positivo tem sido o  engajamento da comunidade de Cataguases com 350 figurantes. A participação direta nas filmagens de grupos como a Folia de Reis, Bate Pau Mineiro, Capoeira, Escola de Samba Taquara Preta, Bloco Rebenta, não apenas enriquece a narrativa do filme, mas promove a valorização e registros destes grupos, bem como colabora com o sentimento de pertencimento. A comunidade se torna parte da obra, e não apenas expectadora, reafirmando a conexão genuína do filme, tendo o povo brasileiro como essência.

A produção tem gerado diferentes impactos, desde documentar e colaborar para potencializar uma das mais importantes vozes da música brasileira, bem como envolvendo a contratação de profissionais do cinema, o uso de locações (hotéis, restaurantes, espaços culturais), além da movimentação de elenco de apoio,  comércio e diferentes serviços.

Cantora Maria Alcina e a diretora Elizabete Martins durante as filmagens. foto: divulgação iT Filmes

O longa-metragem une duas artistas mineiras da música e do cinema,  de diferentes gerações. Maria Alcina, que dispensa apresentações, é uma cantora com mais de 50 anos de carreira, que com sua irreverência,  voz grave, figura andrógina,  se tornou um ícone da música brasileira. Elizabete Martins que iniciou sua carreira no Centro de Referência Audiovisual de Belo Horizonte (CRAV), atual Museu da Imagem e do Som (MIS) e na TV Rede Minas, onde foi repórter e videoreporter, é conhecida por filmes sobre ícones femininos da música nacional, como o premiado “My Name is Now, Elza Soares” (2014) e o curta-metragem “Na Parede da Memória, Elis Regina” (2023).

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” é uma realização da It Filmes, em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata,  Instituto Energisa, ANIMAPARQUE, Fábrica do Futuro, patrocínio master do GRUPO ENERGISA, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, patrocínio do Tecidos Cataguases, investimentos  FSA/BRDE/ANCINE,  via o edital Coinvestimentos Regionais 2018/Cataguases,  apoio cultural Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases e Oton Penas. Distribuição Circulabit – Tudo Mov.

Informações adicionais:

  • Título do Filme: Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina
  • Roteiro, Direção e Produção: Elizabete Martins Campos
  • Previsão de lançamento: segundo semestre de 2026
  • site oficial: https://itfilmes.com.br/mariaalcina/
  • Instagram: alegria_brasil_maria_alcina

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

 

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Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”.

Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

Nova obra do escritor iguaçuense reúne contos distópicos que abordam religião, política e questões sociais

Um Brasil tomado por grupos paramilitares, um professor que tenta provar a inexistência de Deus e um Conselho Celestial com Cristo, Maomé, Buda, Oxalá e até o demônio para decidir o destino da humanidade. Este é o cenário de “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”, novo livro do escritor e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato. O lançamento, pela Artêra, selo da editora Appris, acontece no dia 4 de outubro, na Livraria Telaranha, em Curitiba.

O livro se divide em três séries de contos e a narrativa mistura ficção e fatos inspirados na realidade, abordando temas como política, religião, direitos humanos e relações afetivas, em um tom que o autor classifica como antifascista, antirracista e antihomofóbico. “É uma distopia que seria ficção se não fosse tão real. Não escrevi para servir a uma causa, mas porque esses temas surgiram naturalmente com os personagens”, afirma Bobato.

A estética literária da obra chama atenção. Cada bloco de contos é introduzido por um decreto fictício, inspirado nos ataques de 8 de janeiro de 2023, que cria um efeito contínuo de tensão narrativa. Os diálogos misturam as vozes do narrador e das personagens, sem travessões ou aspas, desafiando o leitor a identificar quem fala. “A ideia é causar um efeito para além da leitura individual de cada conto. O leitor vai viver tensões em sequência, como se fosse um romance com vários núcleos com seus protagonistas específicos”, explica o autor.

O livro conta com prefácio do romancista e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto; apresentação de Joane Vilela, doutora em Educação pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp); e segunda orelha assinada pelo premiado escritor português José Luís Peixoto.

Diagnosticado com Parkinson em 2018, Nilton Bobato encara a literatura como forma de resistência e de vida. Atualmente, cursa Mestrado em Literatura Comparada na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). “Tenho um amigo chamado Parkinson. Ele vai me seguir até o fim da vida, mas se eu não cuidar dele, me derruba. A literatura é uma das minhas formas de cuidado e acredito que ajuda os leitores a encontrar novas interpretações da realidade e da alma humana”, disse o autor.

Sobre o autor: Nilton Bobato é professor de Língua Portuguesa, mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal de da Integração Latino-Americana (Unila), jornalista e  mantém forte atuação na cena literária paranaense com oito livros publicados. Em Foz de Iguaçu foi vice-prefeito, vereador e secretário municipal das pastas de saúde, administração e governança.

Sobre a editora: O Grupo Editorial Appris conta com cinco selos editoriais, das mais diversas áreas técnicas, científicas e literárias. Com 14 anos no setor e a experiência de seus editores, que atuam há mais de 35 anos no mercado editorial, a Appris possui um catálogo com mais de 12 mil obras publicadas e que continua a crescer com uma média de 70 lançamentos por mês.

Serviço

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”

Data: 04 de outubro (sábado)
Local: Livraria Telaranha (Rua Ébano Pereira, 269 – Centro, Curitiba/PR)
Horário: 10h30

Autor: @nilton_bobato
Editora: @editoraappris

Título: Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

 

Anistia.

A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

 Valentino – As 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos.

Valentino Garavani, o lendário “Último Imperador” da alta-costura, faleceu em 19 de janeiro de 2026, aos 93 anos, em Roma.

 

Mesmo após sua aposentadoria oficial das passarelas em 2008, Valentino jamais deixou de viver a moda. Pelo contrário: transformou sua “aposentadoria” em um período de contemplação ativa, luxo consciente e presença silenciosa que continuou moldando o universo da elegância.

Estas são 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos — uma verdadeira vida de imperador até o fim.

 

 

1. Presença constante na Maison Valentino

Valentino acompanhava de perto a nova geração da marca. Visitava ateliês, recebia estilistas e ocupava a primeira fila de desfiles importantes, como uma referência viva da casa que fundou.

2. Encantamento com novos talentos via tecnologia
Em um momento simbólico, Valentino assistiu via FaceTime à primeira coleção de Alessandro Michele para a Valentino e demonstrou admiração genuína pelo novo olhar criativo.

3. Vestidos de noiva para celebridades e realeza
Mesmo fora da grife, continuou desenhando vestidos exclusivos de noiva para figuras como Anne Hathaway, Jackie Onassis, Liz Taylor e a princesa Madeleine da Suécia — mantendo sua assinatura em momentos históricos.

 

 

 

4. Figurinos para a Ópera
Sua paixão pela arte o levou, em 2016, a desenhar os figurinos para uma produção de La Traviata, em Roma, unindo moda, teatro e emoção.

5. A verdadeira “vida de imperador”
Dividia seu tempo entre residências luxuosas: um château nos arredores de Paris, sua casa em Roma e propriedades ao redor do mundo, sempre cercado de arte, história e sofisticação.

 

 

 

6. Viagens em seu iate, o T.M. Blue One
O iate recebeu esse nome em homenagem aos seus pugs (Tatiana e Maggie) e ao parceiro Giancarlo Giammetti. Era seu refúgio flutuante de tranquilidade e contemplação.

7. Valentino Red: a cor que virou assinatura eterna
Criado em 1959, o Valentino Red não é apenas uma cor — é um manifesto visual. Inspirado por uma ópera em Barcelona, o tom combina 100% magenta, 100% amarelo e 10% preto, resultando em um carmim profundo que traduz luxo, paixão e sofisticação.
Reconhecido por valorizar todos os tons de pele, o Valentino Red tornou-se sinônimo de presença, elegância absoluta e identidade visual inconfundível da maison.

 

 

 

8. Homenagem em Voghera, sua cidade natal
Em seu aniversário de 90 anos, em 2022, uma grande exposição celebrou sua obra em Voghera, eternizando seu legado na terra onde tudo começou.

9. Livro sobre seu estilo de vida
Valentino lançou um coffee table book dedicado à arte de receber: mesas impecáveis, menus personalizados e a estética do bem-viver.

 

 

10. O impacto eterno de “The Last Emperor”
O documentário de 2008 continuou sendo referência mundial sobre sua obsessão pela beleza, reforçando seu mito até seus últimos dias.

FONTE: Mathaus Sanches

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Joel Engel participa de Homenagem a Donald Trump em Washington.

No dia 11 de dezembro de 2025, considerado um dos encontros internacionais mais relevantes que unem fé e diplomacia, inúmeras pessoas, entre parlamentares, empresários e líderes políticos, cristãos e judeus de mais de 60 países se reuniram em Washington, D.C., para o jantar de gala da Fundação Aliados de Israel (Israel Allies Foundation).

Nesta edição, o presidente Donald Trump foi homenageado com o prêmio máximo pela sua forte e consistente defesa de Israel durante seu mandato, como a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém e o reconhecimento da soberania israelense sobre as Colinas de Golã.

O evento, que aconteceu no JW Marriott Washington, DC, contou com a presença de autoridades internacionais, incluindo o senador do Texas Ted Cruz, a Ministra da Ciência e Tecnologia de Israel, Gila Gamliel, a pastora Paula White, responsável pelo Escritório de Fé da Casa Branca, e o príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi.

A Fundação, que conecta mais de 1.600 parlamentares em 64 países, reforça sua missão de promover a diplomacia entre líderes políticos e religiosos em apoio a Israel.

Todos os convidados da cerimônia foram homenageados por seu posicionamento público em favor de Israel e do povo judeu, sendo reconhecidos como “Amigos de Israel”. Um deles foi Joel Engel, líder cristão de destaque no Rio Grande do Sul, que tem quase quatro décadas de ministério.

Defensor do estreitamento das relações entre cristãos e Israel, Engel foi reconhecido por sua atuação internacional e por conectar Israel às nações. Sua presença simbolizou a ampliação das pontes espirituais e diplomáticas entre o Brasil, os Estados Unidos e Israel.

Durante o evento, Joel Engel teve a oportunidade de encontrar personalidades influentes do cenário cristão mundial, incluindo Cindy Jacobs, uma das líderes proféticas mais respeitadas das últimas décadas, que na ocasião liberou uma palavra especial dirigida ao Brasil.

Engel compartilhou em suas redes sociais a emoção de estar presente no evento: “É muito forte o amor que os americanos têm por Israel. Deus está se movendo aqui nos Estados Unidos. Que Deus abençoe.”

Fonte: Ministério Engel

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Joel Engel e Paula White

 

Joel Engel e Ton Hens