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Saúde

Leve Saúde ultrapassou a marca de 46 mil beneficiários em 2023 e prevê chegar a receitas anualizadas de R$ 600 milhões ao final de 2024

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Healthtech projeta alcançar mais de 100 mil beneficiários e abrir novas clínicas próprias nesse ano

A Leve Saúde, healthtech carioca que oferece planos de saúde mais acessíveis do que os tradicionais, fechou 2023 com receitas anualizadas de R$ 300 milhões e mais de 46 mil beneficiários. Apenas no ano passado, a empresa, fundada em 2020, conquistou mais de 23 mil novos clientes em sua área de atuação. Com isso, se posicionou como plano de saúde que mais cresceu no Rio de Janeiro nos últimos 12 meses, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Atualmente, a empresa conta com seis clínicas próprias na capital (Tijuca, Campo Grande, Centro, Barra da Tijuca e Madureira) e na Baixada Fluminense (Nova Iguaçu), além de 40 hospitais credenciados e uma rede de 300 consultórios especializados, mais de 200 laboratórios e cerca de 110 clínicas e policlínicas.

Para o ano de 2024, a previsão da empresa é encerrar o período com receitas anualizadas de R$ 600 milhões, além de ultrapassar a casa dos 100 mil beneficiários. Já estão previstas as aberturas de mais dez unidades (já há a iminência de abertura de mais duas unidades em Niterói e São Gonçalo, com investimentos de mais de R$ 3 milhões). Para 2025, a empresa pretende se expandir para 10 novas cidades e iniciar sua atuação para além do estado do Rio de Janeiro.

A Leve Saúde oferece planos de saúde com preços cerca de 30% mais baratos que os valores dos planos tradicionais. Segundo Ulisses Silva, seu sócio-fundador, os preços mais baixos são resultado de uma estratégia que combina a gestão de utilização, atenção primária à saúde, tecnologia e parcerias estratégicas. “Oferecemos um mix de atendimento digital – com Inteligência Artificial, plataformas digitais, telemedicina e chatbots – e presencial, por meio da nossa rede própria que concentra 70% das nossas consultas. Além disso, oferecemos a Atenção Primária à Saúde, com foco na prevenção de doenças e a promoção de hábitos saudáveis, o que elimina a necessidade de inúmeras visitas aos consultórios e evita internações. Tudo isso contribui para oferecermos planos mais acessíveis”, explica ele.

Claudio Borges, CSMO e também fundador da Leve Saúde, ressalta que o modelo da Leve, em que o foco se volta para pessoas a partir de 45 anos, também tem se mostrado assertivo. A ideia é atender o público de cerca de 4,3 milhões de pessoas com mais de 45 anos que vivem no estado Rio de Janeiro e não possuem convênios médicos. “Sabemos que nesta idade as pessoas entendem que ter plano de saúde é essencial, estejam elas empregadas ou empreendendo em pequenos e médios negócios. Elas querem contar com essa segurança e com serviços funcionais e comodidade que facilitem a vida. Esse era um público que muitas vezes estava desassistido por conta dos altos preços dos planos de saúde”, afirma.

Sobre a Leve Saúde
A Leve Saúde é uma operadora healthtech voltada para pessoas com mais de 45 anos na região metropolitana do Rio de Janeiro que buscam qualidade de vida a preços acessíveis, com opções de planos para pessoas físicas (individual ou familiar) e jurídicas (incluindo MEI). A empresa acredita que Longevidade Mais Saudável é um direito de todos e um objetivo absolutamente realizável. Seu Modelo de Atuação com Digital Health, Atenção Primária à Saúde e Rede Própria promete revolucionar o futuro da saúde carioca.
Para mais informações. acesse: https://www.levesaude.com.br

Saúde

“O negócio é não ficar doente”, explica a nutricionista funcional Denize Costa sobre alimentação saudável!

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“Você é o que absorve. O negócio é não ficar doente”. Com esta frase, a nutricionista funcional Denize Costa faz uma releitura da clássica “você é o que você come” para explicar os benefícios da Nutrição Funcional. ” Teu corpo é a tua Ferrari. Você não vai colocar uma gasolina batizada nela. O mesmo acontece com os alimentos absorvidos pelo seu organismo”, explica Denize.

Denize Costa é professora da Educação Básica, Nutricionista. Com suas especialidade em Nutrição Clínica e Funcional. Pós graduanda em Ayurveda, uma especialização que traz tanto a teoria quanto a prática do sistema de medicina tradicional da Índia.

Denize faz questão de alertar quanto aos malefícios de uma alimentação baseada em produtos industrializados, pobre em nutrientes. “Pode comer uma besteira de vez em quando? Pode. Mas, alimentos empacotados não podem ser regras na sua dieta”, explica.

Segundo a nutricionista a qualidade de vida vem do princípio de sentir prazer no viver. Ela explica que se obtém uma boa qualidade de vida com a mudança e melhoria nos hábitos, que agregam tanto no aspecto físico quando no psicológico, podendo elevar de forma positiva a qualidade de vida.

Conhecendo os benefícios da nutrição funcional. Ela afirma que a Nutrição Funcional é uma nova linha, que tem como foco a prevenção dos desequilíbrios do corpo, entendendo que um organismo saudável é resultado daquilo que ele recebe como alimento ou por meio do ambiente em que está inserido. “Neste contexto, o sintoma é apenas uma dica do que deve ser curado e não um fator a ser eliminado temporariamente. Ou seja, a cura está na causa e a causa, geralmente, está na má qualidade da alimentação”, diz a profissional.

Para Denize, “dentro deste novo campo de estudos e aplicação da Nutrição, muitas desordens metabólicas, doenças crônicas ou não, distúrbios alimentares e programação genética são possíveis. Todas elas, por meio de alimentos e fitoterápicos, se distanciando de fármacos e dietas extenuantes”.

“O grande diferencial da Nutrição Funcional é o apreço que se há pela promoção do equilíbrio entre corpo e mente e sua visão ao ser humano como um todo, não apenas focando em um órgão adoecido”, explica Denize.

“Quando um paciente procura a nutricionista para perder peso, invariavelmente, ele chega com vários sintomas de outras desordens que com certeza estão atrapalhando seu emagrecimento. É ali que vamos atuar para colocar este corpo em equilíbrio e então, como consequência de um organismo equilibrado, virá a perda de peso ponderada e segura”.

Conheça mais sobre os trabalhos da especialista no link abaixo.
https://www.instagram.com/nutridenizecosta?igsh=MTc3MjJvOGxvOGpuZw==

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Quiropraxia tem riscos? Saiba a importância de buscar um bom profissional

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A quiropraxia pode ajudar a trazer melhoras incríveis, mas precisa ser feita por um profissional qualificado para isso, afirma o fisioterapeuta José Ordenes

Dores do joelho, do pescoço, na coluna, etc., podem afetar bastante a qualidade de vida tanto pelo desconforto, quanto por limitar os movimentos. Mas cada vez mais técnicas importantes têm se popularizado para ajudar a tratar esse tipo de problema, como é o caso da quiropraxia.

A Quiropraxia é um conjunto de técnicas de manipulação das articulações para restaurar e manter a saúde através do alinhamento da coluna vertebral e as articulações de membros.

De acordo com o fisioterapeuta José Ordenes, a técnica ajuda a melhorar bastante as dores e a mobilidade do paciente.

“Não é à toa que a quiropraxia se popularizou tanto nos últimos anos, ela é altamente eficaz na redução da dor e na melhoria da mobilidade dos pacientes. Os ajustes quiropráticos permitem aliviar a dor por meio de estimular os analgesicos internos do corpo do paciente, o que não só reduz a dor, mas também melhora na mobilidade e na percepção de bem estar corpo”, afirma.

Quiropraxia traz riscos?

Muitas pessoas ficam impressionadas com os vídeos que circulam pela internet sobre práticas de quiropraxia, mas os ‘estalos’ tradicionais da técnica não são perigosos e sim benéficos, mas sempre quando são feitos por profissionais qualificados.

“Qualquer técnica de fisioterapia e reabilitação precisa ser realizada por um profissional qualificado e experiente para ter bons resultados, se ela for feita por pessoas leigas no tema podem trazer problemas e acabar piorando a situação, principalmente quando se trata de articulações mais sensíveis”.

“A aplicação correta, frequência e intensidade são essenciais para bons resultados e para evitar complicações. Um quiropraxista experiente tem o conhecimento necessário para realizar ajustes com precisão, garantindo alívio de forma segura. Por isso, sempre busque por um profissional qualificado”, alerta José Ordenes.

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Disforia de gênero: Entenda o que é a condição que afetou Maya Massafera

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Estima-se que 0,5% a 1% da população mundial sofra com disforia de gênero, afirma o Pós PhD em neurociências Dr. Fabiano de Abreu Agrela

Após a influenciadora e youtuber Maya Massafera ter sofrido uma crise de disforia no Festival de Cannes, na França, pouco tempo após revelar publicamente o resultado da sua transição de gênero levantou vários debates na internet sobre o que seria a disforia e suas causas.

Nas redes sociais, Maya revela que passou um ano em transição em segredo e que sofre de disforia, mas que está muito feliz com a transição: “Hoje quero falar sobre minha disforia e como eu gostaria que vocês pegassem esse exemplo e levassem pra vida de vocês!!! […] Fiquei quase 1 ano me transicionando, sem ter vazado nada”.

O que é disforia de gênero?

De acordo com o Dr. Fabiano de Abreu Agrela, Pós PhD em neurociências e autor do estudo “Disforia de gênero, multidisciplinaridade e neurociências: Uma visão ampliada sobre o tema”, em parceria com o mestre em neurociências Dr. Francis Moreira e o bacharel em medicina Dr. Bruno Loser, a disforia é o não reconhecimento de características do seu sexo biológico.

“A disforia de Gênero (DG) é uma condição em que a pessoa sofre uma discordância entre seu sexo biológico e sua identidade de gênero. Diversos sistemas reconhecem a importância do apoio médico e psicológico para essas pessoas, incluindo a possibilidade de tratamento com terapia de reorientação de gênero e/ou cirurgia de mudança de gênero”.

“Mas existem críticas aos sistemas de classificação, argumentando que rotular a disforia de gênero como transtorno pode perpetuar a discriminação e o estigma em relação à comunidade trans”, explica.

O que fazer em casos de disforia?

A disforia, no caso de Maya, continua mesmo depois da transição de gênero, o que reforça a necessidade de um acompanhamento multidisciplinar para pessoas com a condição antes, durante e depois do processo.

“Uma abordagem multidisciplinar e baseada em evidências é essencial para entender e tratar a disforia, não basta apenas a assistência de um único profissional, mas sim um tratamento mais amplo, com psicólogos, psiquiatras, neurocientistas, etc., para auxiliar o paciente a atingir uma identidade de gênero coerente”.

“Existem evidências científicas de que há alterações neuroanatômicas e neurofuncionais em pessoas com disforia desde o nascimento, como diferenças na formação de feixes nervosos e na atividade dos neurotransmissores, o que ajuda a diminuir o preconceito e estigma sobre quem duvida dessas alterações estruturais”, afirma Dr. Fabiano.

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