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Mostra Ecofalante de Cinema Rio acontece de 5 a 12 de junho e celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente.

MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA CHEGA AO RIO COM UMA SELEÇÃO DOS MELHORES FILMES SOCIOAMBIENTAIS DA ATUALIDADE . 

 

** Mostra Ecofalante de Cinema Rio acontece de 5 a 12 de junho e celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente

 

** gratuita, programação acontece no Estação Net Rio (Rio de Janeiro-RJ) e no Cine Arte UFF (Niterói-RJ)

 

** obras selecionadas para os festivais de Sundance, Tribeca, DOCNYC, Cinéma du Réel, Hot Docs e Visions du Réel, entre outros

 

* entre os longas, está “Solo Comum”, do qual participam nomes como Laura Dern, Woody Harrelson, Donald Glover e Rosario Dawson

 

** de Werner Herzog, “O Fogo Interior: Um Réquiem para Katia e Maurice Krafft” é um dos destaques internacionais

 

** “Amor, Mulheres e Flores”, de Marta Rodriguez e Jorge Silva, é exibido na mesma versão restaurada em 4k mostrada na seção Cannes Classics, do Festival de Cannes de 2023

 

** “Tesouros do Lixo”, obra-prima do importante documentarista senegalês Samba Félix Ndiaye (1945-2009), é um dos filmes restaurados exibidos na Mostra Ecofalante de Cinema Rio

 

** os debates “Redes Sociais: Como Regular um Território Sem Lei” e “Restauração e Regeneração dos Ecossistemas: O Que Está Sendo Feito no Brasil”, com convidados como Ivana Bentes, acontecem no Estação Net Rio

 

** festival é uma realização da Ecofalante e conta com patrocínio do Itaú e da IHS

 

 

Criada em 2012 e reconhecida como a mais importante vitrine sul-americana para a produção audiovisual ligada às temáticas socioambientais, a Mostra Ecofalante de Cinema chega ao Rio de Janeiro com uma seleção dos melhores filmes sobre essa temática feitos em diferentes países. Entre os destaques recentes do circuito internacional, produções brasileiras, títulos clássicos, debates e encontros.

 

A Mostra Ecofalante de Cinema Rio reúne um total de 24 filmes, que ganham exibições gratuitas na Estação Net Rio (Rio de Janeiro-RJ) e no Cine Arte UFF (Niterói-RJ).

 

A programação celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, e está organizada nas sessões Panorama Internacional Contemporâneo, Sessões Especiais (com obras brasileiras e clássicas) e Programas educativos.

 

Entre as obras de destaque estão longa-metragem assinado por Werner Herzog, títulos exibidos em importantes festivais internacionais e obras clássicas da América Latina e da África. Um ciclo de debates acompanha as projeções com participação de Ivana Bentes, Helena Strecker, Luiz Fernando Duarte de Moraes, Renato Crouzeilles, Jerônimo Boelsums e outros nomes.

 

 

Abertura

 

Atração de abertura da programação, no dia 5 de junho (quarta-feira), no Estação Net Rio, “Food, Inc. 2” é uma continuação de “Food, Inc.”, que em 2008 causou furor ao alertar que nossas refeições diárias têm profundas consequências éticas e ambientais, tendo sido indicado ao Oscar, conquistado o Emmy e exibido na Mostra Ecofalante de Cinema. Agora, “Food, Inc. 2” revela que as corporações multinacionais aumentaram ainda mais sua influência, se especializaram no mercado de alimentos ultraprocessados e estão promovendo uma crise internacional de saúde. Nesta sequência, os diretores Robert Kenner e Melissa Robledo acompanham agricultores inovadores, produtores de alimentos com visão de futuro, ativistas dos direitos trabalhistas e legisladores para denunciar as empresas de multiprocessados, inspirar mudanças e construir um futuro mais saudável e sustentável.

 

 

Panorama Internacional Contemporâneo

 

O casal pioneiro de vulcanólogos Katia e Maurice Krafft se tornou notório por dedicar sua vida a documentar de perto a magnitude desses fenômenos naturais, ainda pouco compreendidos. Esse vasto material é apresentado pelo cineasta Werner Herzog em “O Fogo Interior: Um Réquiem para Katia e Maurice Krafft”, uma homenagem aos dois, que morreram numa pesquisa de campo enquanto filmavam, atingidos por uma avalanche de pedras e cinzas fumegantes. Grande vencedor do importante festival DOC LA (EUA), o filme também foi laureado em festivais na Europa e na Ásia. Diretor de mais de 70 filmes, Herzog assina, entre outros, “Fitzcarraldo” (1982), “O Homem-Urso” (2005) e “Encontros no Fim do Mundo” (2007), este último, indicado ao Oscar de melhor documentário. Estas três obras integraram uma retrospectiva promovida na sétima edição da Mostra Ecofalante de Cinema, que exibiu 18 títulos do realizador.

 

Lançado pelo Festival de Sundance, “TikTok, Boom” traz histórias pessoais do aplicativo mais baixado do mundo contadas por um elenco de nativos da Geração Z, jornalistas e especialistas. Sua diretora, Shalini Kantayya, é uma ativista ambiental norte-americana cujos filmes exploram os direitos humanos na interseção de ciência e tecnologia. A realizadora ficou conhecida por “Coded Bias” (2019), também lançado no Festival de Sundance e já exibido na Mostra Ecofalante de Cinema. A sessão de 6/06, quinta-feira, às 18h30, no Estação Net Rio é seguida do debate “Redes Sociais: Como Regular um Território Sem Lei”, com participação da ensaísta e professora Ivana Bentes, da pesquisadora Helena Strecker e com mediação da jornalista Audrey Furlaneto. Na ocasião, são discutidas diversas questões envolvidas nas redes sociais, inclusive a tentativa de regulação.

 

Dos mesmos cineastas de “Solo Fértil” (disponível na Netflix e na plataforma Ecofalante Play), Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell, a Mostra Ecofalante de Cinema Rio apresenta “Solo Comum”, longa premiado no Festival de Tribeca (EUA). Com participação de celebridades como Laura Dern, Woody Harrelson, Donald Glover e Rosario Dawson, o filme explora como a agricultura regenerativa pode ajudar a curar o solo, a nossa saúde e o planeta. Joshua dirigiu também “Fields of Fuel” (2008), vencedor do prêmio do público no Festival de Sundance, e “Pump – Histórias do Petróleo” (2014), exibido no Festival do Rio. O casal assina também “Petróleo: O Grande Vício” / “The Big Fix” (2012), já programado na Mostra Ecofalante de Cinema. A sessão de “Solo Comum” em 11/06, às 18h30, no Estação Net Rio é seguido do debate “Restauração e Regeneração dos Ecossistemas: O Que Está Sendo Feito no Brasil”, que traça um panorama das iniciativas relacionadas à contenção do avanço das mudanças climáticas no país, com mediação da jornalista Audrey Furlaneto e participação de Luiz Fernando Duarte de Moraes, pesquisador do Embrapa; Renato Crouzeilles, diretor científico da MOMBAK; e Jerônimo Boelsums, professor do Departamento de Ciências Ambientais da UFRRJ.

 

Já o sueco “A Sociedade do Espetáculo”, de Roxy Farhat e Göran Hugo Olsson, é uma adaptação visual e humorística do clássico ensaio de Guy Debord, “A Sociedade do Espetáculo” (1967). Hoje, o ato de consumir o que não precisamos vai além de uma atividade recreativa sem sentido; tornou-se uma nova ordem espiritual mundial, inflexível até mesmo diante da crise climática que ameaça nossa futura existência. Criado a partir de imagens contemporâneas, found footage e cenas originais, o documentário examina como a circulação de imagens cria vontades e muda a forma como nos vemos e interagimos uns com os outros. Gören Olsson projetou-se internacionalmente com “Sobre a Violência” (2014), premiado no Festival de Berlim e exibido na programação Especial Semana do Meio

 

Vencedor do prêmio de melhor direção da competição de documentários norte-americanos no Festival de Sundance, “Não Te Vi Ali” é o longa de estreia de Reid Davenport, um jovem cineasta cadeirante norte-americano. A chegada inesperada de uma tenda de circo em frente à sua residência o leva a revisitar a história do lendário P.T. Barnum e seu Circo de Horrores, cujo legado marcou a sua vida. Este é o ponto de partida para seu filme-solo, em que nos convida a vivenciar seu dia a dia, da perspectiva de sua cadeira de rodas. A obra percorreu ainda prestigiosos festivais: São Francisco, Edimburgo, Sydney, Melbourne (Austrália), DOC NYC (EUA), Hot Docs (Canadá) e Festival de Documentários de Sheffield (Reino Unido). O filme será exibido com legendas descritivas.

 

A produção holandesa “O Jogo Mental“, continuação do documentário multipremiado “Shadow Game” (2021), é co-dirigido pelo jovem refugiado afegão Sajid Khan Nasiri – um dos protagonistas do primeiro filme – e as diretoras Eefje Blankevoort e Els van Driel. Este documentário intimista, que mostra a face brutal da migração na Europa, acompanha de perto a experiência traumática de Sajid, cuja travessia do Afeganistão até a Bélgica, à procura de segurança e de um novo lar, foi documentada com a única ajuda do celular do adolescente.

 

“Plastic Fantastic”, da alemã Isa Willinger, constata que plásticos estão por toda parte – existem 500 vezes mais partículas de plástico nos oceanos do que estrelas em nossa galáxia. Encontra-se plástico não só nos oceanos, como também em rios, no ar, no solo e dentro de nós. Embora a crise se aprofunde e a reciclagem não dê conta do problema, a indústria do plástico continua a aumentar sua produção. O documentário acompanha representantes dessa indústria e cientistas e ativistas para descobrir qual futuro essa crise nos reserva, tendo sido selecionado para os festivais CPH:DOX (Dinamarca), Dokufest (Kosovo) e Festival de Documentários de Munique. A diretora Willinger ganhou projeção internacional com o premiado longa “Olá, IA” (2019), exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.

 

Passado nas profundezas das florestas montanhosas do oeste do Uganda, na África, “República dos Gafanhotos” acompanha a estação chuvosa, quando ocorre um dos maiores fenômenos naturais do mundo: milhões, às vezes bilhões, de gafanhotos de chifres longos se reúnem para acasalar. Aproveitando-se do acontecimento, o homem encontrou uma maneira de lucrar com este belo ciclo reprodutivo. Em estilo cinema verdade, o documentário retrata uma equipe local de captura, enquanto esses exploradores modernos percorrem florestas e remotos vilarejos em busca de fortuna. Trata-se do segundo longa-metragem do diretor Daniel McCabe, consagrado internacionalmente com “This is Congo” (2017), selecionado para o Festival de Veneza e premiado em diversos festivais, tendo sido exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.

 

A produção francesa “Estado Limite” tem por protagonista o único psiquiatra do Hospital Beaujon, instalação de 400 leitos nos subúrbios de Paris. Dedicado aos seus pacientes, ele faz o possível para aliviar suas dores, ouvir suas palavras e os proteger de seus próprios demônios. No entanto, o serviço público de saúde vai mal – não há tempo suficiente e os cuidadores estão desmoronando. O filme venceu o prêmio de melhor longa-metragem francês, o prêmio da crítica no Festival de Champs-Élysées (França) e a menção honrosa no festival CPH:DOX (Dinamarca), tendo sido exibido nos festivais de Estocolmo, Dokufest (Kosovo) e Zurique.

 

Qual é o preço que alguns pagam pela carne suína do mundo? Este é um dos temas levantados em “O Cheiro do Dinheiro”, filme de Shawn Bannon que foi eleito como melhor documentário no Festival de Sarasota (EUA). Na obra, uma comunidade rural da Carolina do Norte se torna o epicentro da explosão da indústria suína nos EUA e a batalha de seus residentes se transforma numa guerra contra uma das empresas mais poderosas do mundo e sua poluição devastadora. O filme trata de racismo ambiental de forma contundente.

 

Em “Rowdy Girl: Santuário Animal”, de Jason Goldman, uma ex-criadora de gado do Texas, incapaz de aceitar a realidade cruel da pecuária, se torna vegana e transforma o negócio de carne bovina de seu marido em um santuário de criação animal. Quando a sua história viraliza, ela percebe sua verdadeira vocação: ajudar fazendeiros na transição de uma economia à base de animais para uma à base de plantas. O filme foi destaque no Hot Docs, evento canadense considerado um dos mais importantes festivais de documentários das Américas.

 

A caça de baleias é uma questão vital para o povo indígena da pequena Ilha de São Lourenço, no Mar de Bering. Portanto, quando Chris Agra Apassingok se tornou a pessoa mais jovem a arpar uma baleia para a sua aldeia no Alasca, sua mãe orgulhosamente compartilhou a notícia no Facebook. Para sua surpresa, milhares de ativistas digitais atacaram Chris sem compreender totalmente o alcance do feito dele. “O Povo da Baleia”, uma coprodução EUA/Rússia dirigida por Pete Chelkowski e Jim Wickens, acompanha a luta dos Apassingok para reconstruir sua identidade destroçada e encontrar um novo ponto de apoio tanto na tradição quanto na modernidade. O filme foi destaque nos festivais norte-americanos DOC NYC, Mill Valley e de Camden.

 

Coprodução EUA/Países Baixos, “Os Caçadores de Barragens” segue a viagem da engenheira ambiental espanhola Pao Fernández Garrido por diversos países para testemunhar a recuperação dos rios daquele continente. Dirigido por Francisco Campos-Lopez Benyunes, o filme nos revela quem são as pessoas que trabalham incansavelmente para remover barreiras fluviais e restaurar alguns dos mais icônicos rios da região. O longa foi recebido com emoção por plateias de festivais como o Wild and Scenic e o Environmental Film Fest, ambos nos EUA.

 

Sessões especiais: Clássicos

 

Coprodução entre Senegal e a França de 1989, a série “Tesouros do Lixo” é uma das obras clássicas selecionadas para a Mostra Ecofalante de Cinema Rio. Reunindo cinco filmes curtos do importante documentarista senegalês Samba Félix Ndiaye (1945-2009), que foram restaurados em 2021, “Tesouros do Lixo” é considerada uma das principais obras desse cineasta, tido como um dos mais relevantes nomes do cinema de seu país e frequentemente chamado de “pai do documentário africano”. Com um olhar preciso e sensível, ele trata das pequenas ocupações do setor informal que resistem ao tempo, como a fabricação de objetos artesanais a partir de materiais retirados do lixo. A obra foi exibida no importante festival Cinéma du Réel, na França. Com “Les Malles” (1989), um dos curtas que compõem essa série,  Ndiaye  venceu o prêmio de melhor documentário no Festival de Amiens (França). Foi premiado ainda no Cinéma du Réel pelo longa “Ngor, l’Esprit des Lieux” (1991).

 

Os realizadores colombianos Jorge Silva (1941-1987) e Marta Rodríguez são nomes de referência no documentarismo latino-americano. Sua produção engajada teve início nos anos 1960 e conquistou reconhecimento internacional, tendo acumulando premiações em eventos importantes, como o Festival de Berlim. A programação da Mostra Ecofalante de Cinema Rio, em sua edição de 2024, exibe a versão restaurada em 4k de um de seus títulos clássicos: “Amor, Mulheres e Flores”, de 1988, sobre as características sociais dos trabalhadores da plantação de flores.  A versão foi destaque na seção Cannes Classics do Festival de Cannes de 2023. A obra questiona qual seria o custo da beleza e denuncia o uso de agrotóxicos nos campos floridos da savana colombiana e as condições de trabalho da mão de obra majoritariamente feminina. Partindo de uma abordagem antropológica, o filme recolhe durante cinco anos os testemunhos dos trabalhadores e acompanha-os no seu quotidiano. Trata-se de um pioneiro filme sobre emancipação, dignidade e luta pelo meio ambiente.

 

 

Sessões especiais: Brasileiros

 

O média-metragem “Vida Sobre as Águas”, de Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e Sá, celebra a arquitetura única das comunidades ribeirinhas da Amazônia. Das casas sobre palafitas às moradias flutuantes, o filme destaca as adaptações engenhosas para lidar com as paisagens inundadas desafiadoras e sempre em transformação das planícies fluviais amazônicas brasileiras. Através de narrativas íntimas de moradores e construtores locais, o documentário revela as técnicas de construção coletiva que materializam uma arquitetura territorialmente integrada, construída em harmonia com o ambiente da Bacia Amazônica e profundamente enraizada no rico patrimônio da região. Ao final da sessão de 8/06, sábado, às 16h00, no Estação Net Rio, acontece um bate-papo com a equipe do filme.

 

Cuidadoras da memória e do futuro, mulheres indígenas do rio Negro contam sua história no média “Rionegrinas”, dirigido por Fernanda Ligabue e Juliana Radler. Na produção é destacada a trajetória de lutas e as conquistas dessas mulheres. Também é focalizada a criação do Departamento das Mulheres Indígenas da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (DMIRN-FOIRN).

 

Localizada em Ceilândia (DF), Sol Nascente é considerada atualmente a maior favela do Brasil. Lá vivem Socorro, Jurailde e Bizza, que lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O longa “Não Existe Almoço Grátis”, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, acompanha a saga desses protagonistas para preparar a alimentação das centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia de posse do terceiro mandato do presidente Lula. Em meio a ameaças de golpe, o filme traz entrevistas íntimas sobre suas vidas e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas mãos. A obra foi vencedora do prêmio do público e de menção honrosa do júri na Mostra Brasília no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

 

 

Programa Ecofalante Universidades

 

A seção Programa Ecofalante Universidades traz filmes que fazem parte do projeto educacional da Ecofalante. Ele leva o debate socioambiental a escolas e universidades durante todo o ano e seu catálogo é composto por mais de 250 títulos. Dentre esses títulos, alguns foram exibidos em edições anteriores da Mostra Ecofalante de Cinema. É o caso de “Parceiros da Floresta”, de Fred Rahal Mauro, que mostra projetos de parcerias entre setores privado, público e comunidades locais que geram soluções para a proteção e restauração de florestas tropicais. Este filme-manifesto percorre três continentes revelando parcerias que aliam tecnologia, negócios e conhecimento tradicional para gerar benefícios verdadeiramente compartilhados.

 

“A Floresta que Você Não Vê – Narrativas do Médio Xingu”, de Andy Costa, enlaça as histórias de luta e resistência de pessoas que enfrentam desafios para gerar renda e manter a floresta amazônica em pé. Essas pessoas vivem na região do Médio Xingu, importante área da Amazônia brasileira que enfrenta grande pressão de desmatamento em função do garimpo, da extração de madeira, da pecuária e da monocultura. Defendem modos de vida que, adaptados às novas realidades, abrigam saberes e conhecimentos preciosos para o cuidado com a floresta, aliado ao desenvolvimento da bioeconomia.

 

Fred Rahal Mauro também responde, ao lado da codiretora Cassandra Mello, pelo longa “Escute: A Terra Foi Rasgada”, que parte do universo de três povos indígenas pressionados pela destruição causada pelo garimpo para propor uma aproximação do pensamento dos Yanomami, Munduruku e Mebêngôkre (Kayapó). Trata-se de uma narrativa sobre resistência e resiliência, na figura de uma união inédita que firma a manutenção de seus territórios físicos e subjetivos. A obra também já foi exibida na Mostra Ecofalante de Cinema.

 

Vencedor do prêmio de melhor curta-metragem da competição latino-americana na Mostra Ecofalante de Cinema, “Mensageiras da Amazônia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir às Invasões” é assinado por Joana Moncau, Elpida Nikou e pelo Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi. Na Terra Indígena Sawré Muybu, no sudoeste do Pará, um coletivo feminino divulga as denúncias dos indígenas através de produções audiovisuais. O filme acompanha essas jovens durante a produção de um documentário sobre as ações de seu povo para proteger a Amazônia e defender o território de invasores, sobretudo de madeireiros e garimpeiros.

 

Uma iniciativa multiplataforma que inclui ainda um podcast, vídeos no YouTube e matérias especiais, o filme “Mulheres na Conservação” retrata mulheres pesquisadoras que lutam pela conservação da biodiversidade no Brasil. Trata-se de um olhar delicado e sensível sobre a vida e o trabalho de sete heroínas da luta ambiental. Participam as pesquisadoras Barbara Pinheiro, Beatriz Padovani, Flavia Miranda, Marcia Chame, Maurizélia de Brito e Silva, Neiva Guedes e Patricia Medici. A direção é assinada pela jornalista Paulina Chamorro e pelo fotógrafo João Marcos Rosa.

 

A programação da Mostra Ecofalante de Cinema que tem lugar no Rio de Janeiro de 5 a 12 de junho não se caracteriza como uma itinerância e sim como uma prévia da 13ª edição do evento, que acontece em São Paulo, de 31 de julho a 14 de agosto. Segundo o diretor do evento, Chico Guariba, ” Boa parte dos filmes que estamos apresentando nas telas cariocas é inédita e só será exibida na 13ª edição do festival, em São Paulo, no final de julho. O público pode conhecer as mais recentes obras de destaque no circuito internacional, ao lado de novos filmes brasileiros e títulos clássicos da América Latina e da África. É uma seleção estimulante que permite refletir sobre questões urgentes do país e do planeta”.

Todas as informações sobre exibições e demais atividades do evento poderão ser encontradas na plataforma Ecofalante: www.ecofalante.org.br.

 

A Mostra Ecofalante de Cinema Rio é viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O evento tem patrocínio do Itaú e IHS. Tem apoio institucional do Instituto Francês, do Pedagogias da Imagem – projeto de extensão da SeCult-UFRJ, do Programa Ecofalante Universidades e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Os parceiros educacionais são a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A produção é da Doc & Outras Coisas e a coprodução é da Química Cultural. A realização é da Ecofalante e do Ministério da Cultura.

 

A Ecofalante é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atua nas áreas de cultura, educação e sustentabilidade, atua na formação de professores, exibições e debates em escolas, universidades e aparelhos culturais, além de produzir seminários e workshops sobre cinema, educação e sustentabilidade. A Ecofalante é responsável também pela plataforma de streaming gratuita Ecofalante Play, voltada a educadores, e o Ecofalante Universidades, programa de extensão educacional.

 

Serviço:

Mostra Ecofalante de Cinema Rio

www.ecofalante.org.br

de 5 a 12 de junho de 2024

gratuito

Estação Net Rio – rua Voluntários da Pátria 35, Botafogo – Rio de Janeiro

Cine Arte UFF – rua Miguel de Frias 9, Icaraí – Niterói

 

evento viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura

 

patrocínio: Itaú e IHS

apoio institucional: Instituto Francês, Pedagogias da Imagem – projeto de extensão da SeCult-UFRJ, Programa Ecofalante Universidades e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

parceiros educacionais: Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

produção: Doc & Outras Coisas

coprodução: Química Cultural

realização: Ecofalante e Ministério da Cultura

 

redes sociais

www.facebook.com/mostraecofalante

www.twitter.com/mostraeco

www.youtube.com/mostraecofalante

www.instagram.com/mostraecofalante

 

atendimento à Imprensa:

ATTi Comunicação e Ideias

Eliz Ferreira e Valéria Blanco (11) 3729.1455 / 3729.1456 / 9 9105.0441

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

5 de junho (quarta-feira)

Estação Net Rio

19h30 – Cerimônia de abertura

20h00 – “Food, Inc. 2” (EUA, 94 min) – Robert Kenner e Melissa Robledo

 

6 de junho (quinta-feira)

Estação Net Rio

18h30 – “TikTok Boom” (EUA, 87 min) – Shalini Kantayya

20h30 – Debate com convidados: “Redes Sociais: Como Regular um Território Sem Lei”

 

Cine Arte UFF

18h00 – “O Povo da Baleia” (EUA/Rússia, 80 min) – Pete Chelkowski e Jim Wickens

20h00 – “O Fogo Interior: Um Réquiem para Katia e Maurice Krafft” (Reino Unido/Suíça/EUA/França, 84 min) – Werner Herzog

 

7 de junho (sexta-feira)

Estação Net Rio

18h30 – “O Jogo Mental” (Holanda, 61 min) – Sajid Khan Nasiri, Eefje Blankevoort e Els van Driel

20h00 – “Não Existe Almoço Grátis” (Brasil, 74 min) – Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel – Sessão seguida de bate-papo com equipe do filme

 

Cine Arte UFF

18h00 – Sessão de médias-metragens: “A Floresta que Você Não Vê – Narrativas do Médio Xingu” (Brasil, 27 min) – Andy Costa + “Parceiros da Floresta” (Brasil, 48 min) – Fred Rahal Mauro – Sessão seguida de bate-papo com equipe de “A Floresta que Você Não Vê – Narrativas do Médio Xingu”

20h00 – “A Sociedade do Espetáculo” (Suécia, 94 min) – Roxy Farhat e Göran Hugo Olsson

 

8 de junho (sábado)

Estação Net Rio

14h45 – “Tesouros do Lixo” (Senegal/França, 60 min) – Samba Félix Ndiaye

16h –  Sessão de médias-metragens: “Rionegrinas” (Brasil, 38 min) – Fernanda Ligabue e Juliana Radler + “Vida Sobre as Águas” (Brasil, 31 min) – Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e Sá – Sessão seguida de bate-papo com a equipe de “Vida Sobre as Águas”

18h30 – “Rowdy Girl: Santuário Animal” (EUA, 72 min) – Jason Goldman

20h – “A Sociedade do Espetáculo” (Suécia, 94 min) – Roxy Farhat e Göran Hugo Olsson

 

Cine Arte UFF

18h – “Solo Comum” (EUA, 102 min) – Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell – Sessão com acessibilidade (cc)

20h – “TikTok, Boom” (EUA, 87 min) – Shalini Kantayya

 

9 de junho (domingo)

Estação Net Rio

14h45 – “Amor, Mulheres e Flores” (Colômbia, 58 min) – Marta Rodríguez e Jorge Silva

16h30 – “Não Te Vi Ali” (EUA, 76 min) – Reid Davenport – Sessão com acessibilidade (cc)

18h00 – “O Fogo Interior: Um Réquiem para Katia e Maurice Krafft” (Reino Unido/Suíça/EUA/França, 84 min) – Werner Herzog

20h00 – “Os Caçadores de Barragens” (EUA/Países Baixos, 71 min) – Francisco Campos-Lopez Benyunes

 

Cine Arte UFF

18h00 – “Tesouros do Lixo” (Senegal/França, 60 min) – Samba Félix Ndiaye

19h30 – “Plastic Fantastic” (Alemanha, 102 min) – Isa Willinger

 

10 de junho (segunda-feira)

Estação Net Rio

18h30 – “República dos Gafanhotos” (EUA, 94 min) – Daniel McCabe

20h30 – “O Povo da Baleia” (EUA/Rússia, 80 min) – Pete Chelkowski e Jim Wickens

 

Cine Arte UFF

18h00 – “O Cheiro do Dinheiro” (EUA, 84 min) – Shawn Bannon

20h00 – “Estado Limite” (França, 102 min) – Nicolas Peduzzi

 

11 de junho (terça-feira)

Estação Net Rio

18h30 – “Solo Comum” (EUA, 95 min) – Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell – Sessão com acessibilidade (cc)

20h30 – Debate com convidados: “Restauração e Regeneração dos Ecossistemas: O Que Está Sendo Feito no Brasil”

 

Cine Arte UFF

18h00 – “Escute: A Terra Foi Rasgada” (Brasil, 88 min) – Cassandra Mello e Fred Rahal Mauro

20h00 – Sessão de médias-metragens: “Rionegrinas” (Brasil, 38 min) – Fernanda Ligabue e Juliana Radler + “Vida Sobre as Águas” (Brasil, 31 min) – Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e Sá

 

12 de junho (quarta-feira)

Estação Net Rio

18h30 – “Plastic Fantastic” (Alemanha, 102 min) – Isa Willinger

20h30 – “O Cheiro do Dinheiro” (EUA, 84 min) – Shawn Bannon

 

Cine Arte UFF

18h00 – “Mensageiras da Amazônia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir às Invasões” (Brasil, 17 min) – Joana Moncau, Elpida Nikou e Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi + “Mulheres na Conservação” (Brasil, 46 min) – Paulina Chamorro e João Marcos Rosa

20h00 – “Os Caçadores de Barragens” (EUA/Países Baixos, 71 min) – Francisco Campos-Lopez Benyunes

 

 

DADOS SOBRE OS FILMES

 

* “A Floresta que Você Não Vê – Narrativas do Médio Xingu” (Brasil, 2023, 27 min) – Andy Costa

O filme enlaça as histórias de luta e resistência de pessoas que enfrentam desafios para gerar renda e manter a floresta amazônica em pé. Essas pessoas se sentem parte da floresta. Vivem na região do Médio Xingu, importante área da Amazônia brasileira que enfrenta grande pressão de desmatamento em função do garimpo, da extração de madeira, da pecuária e da monocultura. Defendem modos de vida que, adaptados às novas realidades, abrigam saberes e conhecimentos preciosos para o cuidado com a floresta, aliado ao desenvolvimento da bioeconomia.

 

* “A Sociedade do Espetáculo” (“La Société du Spectacle”, Suécia, 2023, 94 min) – Roxy Farhat e Göran Hugo Olsson

Adaptação cinematográfica satírica e autocrítica da obra-prima teórica do escritor francês Guy Debord (1931-1994) e um ataque frontal ao espetáculo abrangente em que vivemos.

Exibido no festival CPH:DOX (Dinamarca).

 

* “Amor, Mulheres e Flores” (“Amor, Mujeres y Flores”, Colômbia, 1988, 58 min) – Marta Rodríguez e Jorge Silva

O filme traça as características sociais dos trabalhadores da plantação de flores em Bogotá (Colômbia) e sua reivindicação por melhores condições de vida e saúde entre as histórias de vida e amor femininas.

 

* “Escute: A Terra Foi Rasgada” (Brasil, 2023, 88 min) – Cassandra Mello e Fred Rahal

A partir do universo de três povos indígenas pressionados pela destruição causada pelo garimpo, o filme propõe uma aproximação do pensamento dos Yanomami, Munduruku e Mebêngôkre (Kayapó), na formação de uma aliança histórica em defesa dos territórios. É, portanto, uma narrativa sobre resistência e resiliência, na figura de uma união inédita que firma a manutenção de seus territórios físicos e subjetivos. Para além da destruição causada pelo garimpo, este é um filme sobre a impossibilidade de separação entre a existência indígena e o seu território.

 

* “Estado Limite” (“État Limite”, França, 2023, 102 min) – Nicolas Peduzzi

Como você presta um bom atendimento em uma instituição doente? Num hospital perto de Paris, um psiquiatra dedica-se à sua missão correndo o risco de perder terreno.

Vencedor do prêmio de melhor longa-metragem francês e prêmio da crítica no Festival de Champs-Élysées (França); menção honrosa no festival CPH:DOX (Dinamarca); exibido nos festivais de Estocolmo, Dokufest (Kosovo) e Zurique.

 

* “Food, Inc. 2” (EUA, 2023, 94 min) – Robert Kenner e Melissa Robledo

Há 15 anos, o filme “Food, Inc.” alertou os sobre uma realidade preocupante: as suas refeições diárias têm profundas consequências éticas e ambientais. E, no entanto, como revela esta poderosa continuação, os senhores supremos das empresas e da alimentação apenas reforçaram o seu controle sobre as nossas quintas e lojas.

Exibido nos festivais CPH:DOX (Dinamarca), Telluride (EUA) e Docville (Bélgica).

 

* “Mensageiras da Amazônia: Jovens Munduruku Usam Drone e Celular para Resistir às Invasões” (Brasil, 2022, 17 min) – Joana Moncau, Elpida Nikou e Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi

Na Terra Indígena Sawré Muybu, no sudoeste do Pará, três mulheres munduruku integram o Coletivo Audiovisual Munduruku Daje Kapap Eypi, que divulga as denúncias dos indígenas para além das margens do rio Tapajós. O filme acompanha essas jovens durante a produção de um documentário sobre as ações de seu povo para proteger a Amazônia e defender o território de invasores, sobretudo de madeireiros e garimpeiros. Expulsar os invasores sempre é arriscado, mas nos tempos de governo Bolsonaro foi ainda mais.

Vencedor do prêmio de melhor curta-metragem da competição latino-americana na Mostra Ecofalante de Cinema.

 

* “Mulheres na Conservação” (Brasil, 2023, 46 min) – Paulina Chamorro e João Marcos Rosa

A jornalista Paulina Chamorro e o fotógrafo João Marcos Rosa retratam sete mulheres pesquisadoras que lutam pela conservação da biodiversidade no Brasil. Participam as pesquisadoras Barbara Pinheiro, Beatriz Padovani, Flavia Miranda, Marcia Chame, Maurizélia de Brito e Silva, Neiva Guedes e Patricia Medici.

 

* “Não Existe Almoço Grátis” (Brasil, 2023, 74 min) – Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

Em Sol Nascente, considerada atualmente como a maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Para a posse do terceiro mandato do presidente Lula, elas estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia. Em meio a ameaças de golpe, o filme acompanha esta saga e traz entrevistas íntimas sobre suas vidas e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas mãos.

Vencedor do prêmio do público e menção honrosa do júri da Mostra Brasília no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; exibido no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

 

* “Não Te Vi Ali” (“Didn’t See You There”, EUA, 2022, 76 min) – Reid Davenport

Estimulado pelo espetáculo de uma tenda de circo que fica do lado de fora de seu apartamento em Oakland (EUA), um cineasta deficiente inicia uma jornada meditativa explorando a história da aberração, da visão e da (in)visibilidade.

Vencedor do prêmio de melhor direção da competição de documentários norte-americanos no Festival de Sundance; menção honrosa no Prêmio Cinema Eye; melhor documentário da região de Bay Aerea no Festival de São Francisco; Prêmio The Truer Than Fiction nos Independent Spirit Awards; exibido nos festivais de Edimburgo, Sydney, Melbourne (Austrália), DOC NYC (EUA), Hot Docs (Canadá) e Festival de Documentários de Sheffield (Reino Unido).

 

* “O Cheiro do Dinheiro” (“The Smell of Money”, EUA, 2022, 84 min) – Shawn Bannon

Qual é o preço que alguns pagam pela carne suína do mundo? Os residentes da Carolina do Norte enfrentam uma das empresas mais poderosas do mundo na luta pelos seus direitos ao ar puro, à água pura e a uma vida livre do fedor das fezes de porco.

Vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival de Sarasolta (EUA); exibido nos festivais da Filadélfia, Hot Docs (Canadá) e de Cleveland (EUA).

 

* “O Fogo Interior: Um Réquiem para Katia e Maurice Krafft” (“The Fire Within: A Requiem for Katia and Maurice Krafft”, Reino Unido/Suíça/EUA/França, 2022, 84 min) – Werner Herzog

Maurice e Katia Krafft dedicaram suas vidas à exploração dos vulcões do mundo. Seu legado consiste em imagens inovadoras de erupções e suas consequências, compostas nesta colagem visual deslumbrante.

Vencedor dos prêmios de melhor filme e melhor produtor no festival DOC LA (EUA); melhor documentário no Festival Internacional de TV de Xangai; prêmio do público e prêmio especial do júri no Festival de Gijon (Espanha); exibido no Doclisboa (Portugal), Festival de Documentários de Sheffield (Reino Unido), Festival de Viena, Festiva de Hong Kong e no Festival de Documentários Ji.hlava (República Tcheca).

 

* “O Jogo Mental” (“The Mind Game”, Holanda, 2023, 61 min) – Sajid Khan Nasiri, Eefje Blankevoort e Els van Driel

Chamam-lhe “o jogo”: a viagem arriscada que muitos menores não acompanhados empreendem para procurar proteção na Europa Ocidental. Para Sajid Khan Nasiri, o jogo começou aos 14 anos, depois que o Talibã matou seu pai no Afeganistão.

 

* “O Povo da Baleia” (“One With the Whale”, EUA/Rússia, 2023, 80 min) – Pete Chelkowski e Jim Wickens

Se você não caça você morre. Essa é a realidade na pequena ilha do Alasca que abriga a família Apassingok. Quando o tímido adolescente Chris se torna o mais jovem a arpoar uma baleia para sua aldeia, começa outra luta pela sobrevivência.

Exibido nos festivais norte-americanos DOC NYC, Mill Valley e de Camden.

 

* “Os Caçadores de Barragens” (“#DamBusters”, EUA/Países Baixos, 2022, 71 min) – Francisco Campos-Lopez Benyunes

O filme acompanha a viagem da engenheira espanhola Pao Fernández Garrido por cinco países europeus para saber por que as barreiras fluviais estão sendo removidas e conhecer os heróis em sua busca apaixonada pela restauração de seus rios e ecossistemas.

Exibido no Festival Wild and Scenic e no Environmental Film Fest (ambos nos EUA).

 

* “Parceiros da Floresta” (Brasil, 2022, 48 min) – Fred Rahal Mauro

O filme percorre três continentes evidenciando casos de parcerias entre setores privado, público e comunidades locais que geram soluções para a proteção e restauração de florestas tropicais globais aliando tecnologia, negócios e conhecimento tradicional para gerar benefícios verdadeiramente compartilhados.

 

* “Plastic Fantastic” (Alemanha, 2023, 102 min) – Isa Willinger

Sobre diferentes atores que lidam com a produção de plástico, por um lado, e com a sua eliminação, por outro. Torna-se claro que todos vivemos num sistema interligado.

Exibido nos festivais CPH:DOX (Dinamarca), Dokufest (Kosovo) e Festival de Documentários de Munique.

 

* “República dos Gafanhotos” (“Grasshopper Republic”, EUA, 2023, 94 min) – Daniel McCabe

Nas profundezas das florestas do Uganda, milhões de gafanhotos reúnem-se para acasalar em enxames devastadores. Um grupo de jovens montou uma estranha engenhoca à beira dos campos de cultivo, com barris e chapas de metal, para colher os gafanhotos, uma iguaria apreciada pelos moradores da cidade.

Exibido nos festivais Visions du Réel (Suíça), DOC NYC (EUA), Docville (Bélgica), Guanajuato (México), Cleveland, Camdem e Seattle (os três últimos nos EUA).

 

* “Rionegrinas” (Brasil, 2023, 38 min) – Fernanda Ligabue e Juliana Radler

O filme narra a trajetória de lutas e conquistas das mulheres do rio Negro (AM) dentro do movimento indígena e na criação do Departamento das Mulheres Indígenas da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (DMIRN-FOIRN).

 

* “Rowdy Girl: Santuário Animal” (“Rowdy Girl”, EUA, 2023, 72 min) – Jason Goldman

Determinada a tornar o planeta um lugar melhor, a ex-criadora de gado do Texas, Renee King-Sonnen, transforma a operação de carne bovina de seu marido em um santuário de animais de fazenda, incentivando outros agricultores a fazer a transição da agricultura animal para a produção de alimentos à base de plantas.

Exibido no Hot Docs (Canadá) e no Festival de Hamptons (EUA).

 

* “Solo Comum” (“Common Ground”, EUA, 2023, 95 min) – Joshua Tickell e Rebecca Harrell Tickell

A solução dos agricultores regenerativos para trazer a saúde do solo em todo o continente e além.

Vencedor do prêmio Human/Nature no Festival de Tribeca; prêmio do público no Festival de Palm Springs; exibido nos festivais de Vancouver e Mill Valley (EUA).

 

* “Tesouros do Lixo” (“Trésors des Poubelles”, Senegal/França, 1989, 65 min) – Samba Félix Ndiaye

No Senegal, os pequenos trabalhadores constituem uma resistência contra a invasão de bens de consumo. O filme detalha as etapas de fabricação de objetos artesanais a partir de materiais reciclados: uma celebração do gênio de Dakar.

Exibido no festival Cinéma du Réel (França).

 

* “TikTok Boom” (EUA, 2022, 97 min) – Shalini Kantayya

Dissecando uma das plataformas de mídias sociais mais influentes do cenário contemporâneo, o documentário examina os aspectos algorítmico, sociopolítico e econômico, as influências culturais e o impacto do aplicativo. Embora o filme compartilhe um interesse genuíno na comunidade TikTok e em sua mecânica inovadora, traz também um saudável ceticismo em torno das questões de segurança, dos desafios políticos globais e dos preconceitos raciais por trás da rede.

Exibido nos festivais de Sundance, São Francisco, SXSW, CPH:DOX (Dinamarca) e de Zurique.

 

* “Vida Sobre as Águas” (Brasil, 2023, 31 min) – Danielle Khoury Gregorio e Marcio Isensee e Sá

Celebração da arquitetura única das comunidades ribeirinhas da Amazônia. Das casas sobre palafitas às moradias flutuantes, o filme destaca as adaptações engenhosas para lidar com as paisagens inundadas desafiadoras e sempre em transformação das planícies fluviais amazônicas brasileiras. Através de narrativas íntimas de moradores e construtores locais, o documentário revela as técnicas de construção coletiva que materializam uma arquitetura territorialmente integrada, construída em harmonia com o ambiente da Bacia Amazônica e profundamente enraizada no rico patrimônio da região.

Exibido no Festival de Arquitetura e Urbanismo de Istambul e no Festival de Cinema e Arquitetura de Barcelona.

 

 

 

Mais matérias

Mercedes desenvolve bateria menor e mais eficiente para carro elétrico

A Mercedes-Benz realmente não entrou para brincar no segmento de carros elétricos e revelou em que área investirá parte dos milhões separados para se tornar referência do setor, lugar que hoje é ocupado pela Tesla: no desenvolvimento de baterias.

A marca alemã fechou parceria com a ProLogium, empresa especializada no design de baterias de estado sólido. O objetivo do acordo é claro: cooperação tecnológica para desenvolver células de bateria de próxima geração.

Segundo Markus Schäfer, Diretor de Tecnologia da Mercedes, a marca quer ser 100% elétrica em 2030 e o planejamento passa pela busca de uma bateria de estado sólido mais leve, menor e mais eficiente para esse tipo de carro.A marca alemã fechou parceria com a ProLogium, empresa especializada no design de baterias de estado sólido. O objetivo do acordo é claro: cooperação tecnológica para desenvolver células de bateria de próxima geração.

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

Capa de Revista Tiago Santana revela o segredo do sucesso de Terrazza Rooftop.

Na capa desta edição, trazemos uma entrevista exclusiva com o empresário Tiago Santana, que revela o segredo do sucesso do Terrazza Rooftop — hoje reconhecido como um dos melhores restaurantes do mundo.

 

1.Você sempre gostou de empreender?

Sim, sempre fui apaixonado por empreender e criar coisas novas. Acho que é uma forma de desafiar a si mesmo e alcançar objetivos. Na verdade, abri meu primeiro restaurante aos 19 anos, e desde então, nunca mais parei de buscar novos desafios e oportunidades. Acho que a juventude e a ousadia me permitiram correr riscos e aprender com as experiências, o que foi fundamental para o meu crescimento e sucesso. Além disso, tive o apoio incondicional da minha família, que foi essencial para mim. O suporte e a confiança que eles depositaram em mim foram fundamentais para que eu pudesse alcançar meus objetivos e realizar meus sonhos.

 

2. O que você acredita que qualquer empreendimento precisa ter, para fazer sucesso?

Acredito que um empreendimento precisa ter uma boa ideia, um plano sólido, uma equipe dedicada, uma boa dose de resiliência e acima de tudo Deus.

 

 

 

3. O que não pode faltar em qualquer restaurante?

Um restaurante não pode faltar uma excelente gastronomia, um serviço de alta qualidade, um ambiente aconchegante e uma equipe treinada e atenciosa. Esses elementos são fundamentais para criar uma experiência inesquecível para os clientes e garantir que eles voltem sempre.

 

 

4. Como é ser proprietário de um dos points mais badalados do Brasil?

É incrível! É um privilégio ter a oportunidade de receber pessoas de todo o país e do mundo. É um desafio constante garantir que todos tenham uma experiência inesquecível.

 

 

5. Quais os famosos já frequentou o seu restaurante?

Já tivemos a honra de receber muitos famosos, Ceelo Green (além de cantor, também é compositor, produtor musical, ator, empreendedor, vencedor de cinco prêmios Grammy),
Rafael Portugal, Endricki, Dudu(campeão de A Fazenda) Cleo Pires, Paloma Bernardi, Henri Castelli, Ludmilla, entre outros

 

6. Qual o diferencial do Terrazza com os demais restaurantes?

Acredito que o nosso diferencial seja a combinação da melhor vista de São Paulo, uma gastronomia incrível e uma equipe dedicada a proporcionar uma experiência única.

 

 

7. Você imaginou que o Terrazza faria tanto sucesso?

Sim, sempre tive a certeza de que o Terrazza seria o melhor do Brasil. Trabalhamos duro e estudamos constantemente para desenvolver um conceito único e oferecer uma experiência de alta qualidade. Nossa dedicação e foco nos permitiram alcançar esse nível de sucesso, e estamos orgulhosos do que conquistamos até agora.

 

 

8. Qual o segredo do sucesso pra você?

Acredito que o segredo do sucesso seja o amor à profissão, a dedicação e a resiliência. Além disso, é fundamental estudar e estar sempre atualizado com o que tem de melhor no Mundo.

 

 

9. Quais os pratos que fazem mais sucesso (+ vendidos) e drinks?

Nossos pratos mais vendidos incluem:
– Risoto de frutos do mar
– Filé mignon Black Angus ao molho de vinho e queijo brie gratinado
– Trio de carpaccio (Carpaccio de Polvo Espanhol, Carpaccio de Wagyu e Carpaccio de Salmão Trufado)

Nossos drinks mais vendidos são:
– Gin Mule
– Aperol
– Red Gin

 

 

10. Como foi o ano de 2025 pra você, quais os maiores desafios?

2025 foi um ano desafiador, como sempre. Enfrentamos obstáculos significativos, como a inflação e a concorrência acirrada no mercado de rooftops em São Paulo, que cresceu consideravelmente desde a nossa abertura. No entanto, demonstramos resiliência e determinação, e conseguimos manter nossa posição de destaque no mercado. Estamos orgulhosos dos resultados obtidos.

 

11. Quais os planos para 2026?

Para 2026, estamos planejando lançar novas experiências gastronômicas inovadoras que surpreendam e encantem nossos clientes. Além disso, estamos focados em fortalecer o relacionamento com nossos clientes e melhorar ainda mais a experiência do cliente, tanto online quanto offline. Também estamos trabalhando em projetos de sustentabilidade e responsabilidade social que refletem nossos valores. Outro objetivo importante é expandir nossa presença no setor de hotéis de luxo, aproveitando o sucesso do Hotel Terrazza em Trancoso.  Estamos ansiosos para continuar crescendo e inovando, sempre com o objetivo de superar as expectativas de nossos clientes e parceiros.

 

FONTE:  Mathaus Sanchez

 

 

 

 

 

 

“ALEGRIA BRASIL”  ENTRA NA PÓS-PRODUÇÃO E PREPARA PARA MONTAGEM DE 50 HORAS DE IMAGENS 

O longa-metragem “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, dirigido por Elizabete Martins Campos, inicia a fase de pós-produção e montagem, consolidando um arquivo de 50 horas de filmagens inéditas e uma trilha sonora de 35 canções.

O filme — que une duas artistas mineiras de diferentes gerações e celebra a identidade brasileira e o alto astral como essência do País — busca agora parceiros para finalização e distribuição. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2026.

 

A novidade do projeto é que em uma das cenas musicais uma animação,  utilizando diferentes linguagens, passando por 3D, 2D, cut out, rotoscopia, colagem, stop motion, flipbook etc.,  com a música “De Normal Bastam os Outros”, de Arnaldo Antunes, como trilha, está sendo desenvolvida sob a coordenação do cineasta e professor Sávio Leite, junto aos alunos e ex-alunos do curso de “Tecnologia em Cinema e Animação”, da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Cataguases. A proposta da direção do filme é fortalecer na obra aspectos de metalinguagem e diálogos entre diferentes artes que o cinema envolve e o projeto propõe.

A trilha tem Maria Alcina interpretando todas as músicas e realizando performances sonoras inéditas, como os improvisos vocais filmados, em frente a cachoeira da Poeira D’água,  em alusão ao cineasta mineiro Humberto Mauro que diz “Cinema é cachoeira” e a cantora tocando violão e cantando nas margens da represa da Usina Maurício, ambos na Zona da Mata Mineira.

Performances imagéticas e sonoras também de Maria Alcina em um circo, no meio de um ferro velho, tocando um piano abandonado e em outra cena também improvisando em um antigo piano, filmada na Escola Estadual Coronel Vieira, onde a cantora estudou, em Cataguases, revelam o viés de experimentação proposto pela diretora do filme.

Imagem inédita do filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, direção Elizabete Martins Campos. Crédito foto Breno Conde

A produção musical é de Thiago Marques Luiz, ao lado da cineasta Elizabete Martins, que assina a direção musical e do músico, arranjador,  multi-instrumentista Yuri Queiroga, que realizou arranjos inéditos para 12 músicas gravadas especialmente para o longa.

Ao todo são 35 músicas na trilha sonora, que passa por clássicos de Ary Barroso, Luiz Gonzaga, Sérgio Sampaio, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes,  João Bosco,  Chico Buarque,  Caetano Veloso, Neguinho da Beija Flor,  a novos compositores da Zona Da Mata: Éric do Vale, Salvador Márcio, Manuel Messias, Thaylis Carneiro, Levi Alves—, vencedores do concurso de música autoral desenvolvido pelo projeto.

O projeto, que iniciou as pesquisas em 2019, em agosto, deste ano filmou durante 21 dias na cidade de Cataguases, em Minas Gerais, terra natal da personagem. Em 2025 aconteceram também filmagens durante um show da cantora no carnaval de São Paulo e imagens das comemorações da vitória da Escola de Samba Rosa de Ouro, que Maria Alcina, desfilou em 1981. Em 2023 foram realizadas gravações também durante a Parada do Orgulho de São Paulo, com cenas épicas na Avenida Paulista.

Um ponto positivo tem sido o  engajamento da comunidade de Cataguases com 350 figurantes. A participação direta nas filmagens de grupos como a Folia de Reis, Bate Pau Mineiro, Capoeira, Escola de Samba Taquara Preta, Bloco Rebenta, não apenas enriquece a narrativa do filme, mas promove a valorização e registros destes grupos, bem como colabora com o sentimento de pertencimento. A comunidade se torna parte da obra, e não apenas expectadora, reafirmando a conexão genuína do filme, tendo o povo brasileiro como essência.

A produção tem gerado diferentes impactos, desde documentar e colaborar para potencializar uma das mais importantes vozes da música brasileira, bem como envolvendo a contratação de profissionais do cinema, o uso de locações (hotéis, restaurantes, espaços culturais), além da movimentação de elenco de apoio,  comércio e diferentes serviços.

Cantora Maria Alcina e a diretora Elizabete Martins durante as filmagens. foto: divulgação iT Filmes

O longa-metragem une duas artistas mineiras da música e do cinema,  de diferentes gerações. Maria Alcina, que dispensa apresentações, é uma cantora com mais de 50 anos de carreira, que com sua irreverência,  voz grave, figura andrógina,  se tornou um ícone da música brasileira. Elizabete Martins que iniciou sua carreira no Centro de Referência Audiovisual de Belo Horizonte (CRAV), atual Museu da Imagem e do Som (MIS) e na TV Rede Minas, onde foi repórter e videoreporter, é conhecida por filmes sobre ícones femininos da música nacional, como o premiado “My Name is Now, Elza Soares” (2014) e o curta-metragem “Na Parede da Memória, Elis Regina” (2023).

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” é uma realização da It Filmes, em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata,  Instituto Energisa, ANIMAPARQUE, Fábrica do Futuro, patrocínio master do GRUPO ENERGISA, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, patrocínio do Tecidos Cataguases, investimentos  FSA/BRDE/ANCINE,  via o edital Coinvestimentos Regionais 2018/Cataguases,  apoio cultural Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases e Oton Penas. Distribuição Circulabit – Tudo Mov.

Informações adicionais:

  • Título do Filme: Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina
  • Roteiro, Direção e Produção: Elizabete Martins Campos
  • Previsão de lançamento: segundo semestre de 2026
  • site oficial: https://itfilmes.com.br/mariaalcina/
  • Instagram: alegria_brasil_maria_alcina

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

 

Atti Comunicação – (11) 3729 1455 | (11) 3729-1456

Eliz Ferreira| eliz@atticomunicacao.com.br | (11) 99110.2442

Valéria Blanco| valeria@atticomunicacao.com.br  | (11) 99105.0441

 

 

 

 

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”.

Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

Nova obra do escritor iguaçuense reúne contos distópicos que abordam religião, política e questões sociais

Um Brasil tomado por grupos paramilitares, um professor que tenta provar a inexistência de Deus e um Conselho Celestial com Cristo, Maomé, Buda, Oxalá e até o demônio para decidir o destino da humanidade. Este é o cenário de “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”, novo livro do escritor e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato. O lançamento, pela Artêra, selo da editora Appris, acontece no dia 4 de outubro, na Livraria Telaranha, em Curitiba.

O livro se divide em três séries de contos e a narrativa mistura ficção e fatos inspirados na realidade, abordando temas como política, religião, direitos humanos e relações afetivas, em um tom que o autor classifica como antifascista, antirracista e antihomofóbico. “É uma distopia que seria ficção se não fosse tão real. Não escrevi para servir a uma causa, mas porque esses temas surgiram naturalmente com os personagens”, afirma Bobato.

A estética literária da obra chama atenção. Cada bloco de contos é introduzido por um decreto fictício, inspirado nos ataques de 8 de janeiro de 2023, que cria um efeito contínuo de tensão narrativa. Os diálogos misturam as vozes do narrador e das personagens, sem travessões ou aspas, desafiando o leitor a identificar quem fala. “A ideia é causar um efeito para além da leitura individual de cada conto. O leitor vai viver tensões em sequência, como se fosse um romance com vários núcleos com seus protagonistas específicos”, explica o autor.

O livro conta com prefácio do romancista e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto; apresentação de Joane Vilela, doutora em Educação pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp); e segunda orelha assinada pelo premiado escritor português José Luís Peixoto.

Diagnosticado com Parkinson em 2018, Nilton Bobato encara a literatura como forma de resistência e de vida. Atualmente, cursa Mestrado em Literatura Comparada na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). “Tenho um amigo chamado Parkinson. Ele vai me seguir até o fim da vida, mas se eu não cuidar dele, me derruba. A literatura é uma das minhas formas de cuidado e acredito que ajuda os leitores a encontrar novas interpretações da realidade e da alma humana”, disse o autor.

Sobre o autor: Nilton Bobato é professor de Língua Portuguesa, mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal de da Integração Latino-Americana (Unila), jornalista e  mantém forte atuação na cena literária paranaense com oito livros publicados. Em Foz de Iguaçu foi vice-prefeito, vereador e secretário municipal das pastas de saúde, administração e governança.

Sobre a editora: O Grupo Editorial Appris conta com cinco selos editoriais, das mais diversas áreas técnicas, científicas e literárias. Com 14 anos no setor e a experiência de seus editores, que atuam há mais de 35 anos no mercado editorial, a Appris possui um catálogo com mais de 12 mil obras publicadas e que continua a crescer com uma média de 70 lançamentos por mês.

Serviço

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”

Data: 04 de outubro (sábado)
Local: Livraria Telaranha (Rua Ébano Pereira, 269 – Centro, Curitiba/PR)
Horário: 10h30

Autor: @nilton_bobato
Editora: @editoraappris

Título: Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

 

Anistia.

A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

 Valentino – As 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos.

Valentino Garavani, o lendário “Último Imperador” da alta-costura, faleceu em 19 de janeiro de 2026, aos 93 anos, em Roma.

 

Mesmo após sua aposentadoria oficial das passarelas em 2008, Valentino jamais deixou de viver a moda. Pelo contrário: transformou sua “aposentadoria” em um período de contemplação ativa, luxo consciente e presença silenciosa que continuou moldando o universo da elegância.

Estas são 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos — uma verdadeira vida de imperador até o fim.

 

 

1. Presença constante na Maison Valentino

Valentino acompanhava de perto a nova geração da marca. Visitava ateliês, recebia estilistas e ocupava a primeira fila de desfiles importantes, como uma referência viva da casa que fundou.

2. Encantamento com novos talentos via tecnologia
Em um momento simbólico, Valentino assistiu via FaceTime à primeira coleção de Alessandro Michele para a Valentino e demonstrou admiração genuína pelo novo olhar criativo.

3. Vestidos de noiva para celebridades e realeza
Mesmo fora da grife, continuou desenhando vestidos exclusivos de noiva para figuras como Anne Hathaway, Jackie Onassis, Liz Taylor e a princesa Madeleine da Suécia — mantendo sua assinatura em momentos históricos.

 

 

 

4. Figurinos para a Ópera
Sua paixão pela arte o levou, em 2016, a desenhar os figurinos para uma produção de La Traviata, em Roma, unindo moda, teatro e emoção.

5. A verdadeira “vida de imperador”
Dividia seu tempo entre residências luxuosas: um château nos arredores de Paris, sua casa em Roma e propriedades ao redor do mundo, sempre cercado de arte, história e sofisticação.

 

 

 

6. Viagens em seu iate, o T.M. Blue One
O iate recebeu esse nome em homenagem aos seus pugs (Tatiana e Maggie) e ao parceiro Giancarlo Giammetti. Era seu refúgio flutuante de tranquilidade e contemplação.

7. Valentino Red: a cor que virou assinatura eterna
Criado em 1959, o Valentino Red não é apenas uma cor — é um manifesto visual. Inspirado por uma ópera em Barcelona, o tom combina 100% magenta, 100% amarelo e 10% preto, resultando em um carmim profundo que traduz luxo, paixão e sofisticação.
Reconhecido por valorizar todos os tons de pele, o Valentino Red tornou-se sinônimo de presença, elegância absoluta e identidade visual inconfundível da maison.

 

 

 

8. Homenagem em Voghera, sua cidade natal
Em seu aniversário de 90 anos, em 2022, uma grande exposição celebrou sua obra em Voghera, eternizando seu legado na terra onde tudo começou.

9. Livro sobre seu estilo de vida
Valentino lançou um coffee table book dedicado à arte de receber: mesas impecáveis, menus personalizados e a estética do bem-viver.

 

 

10. O impacto eterno de “The Last Emperor”
O documentário de 2008 continuou sendo referência mundial sobre sua obsessão pela beleza, reforçando seu mito até seus últimos dias.

FONTE: Mathaus Sanches

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Joel Engel participa de Homenagem a Donald Trump em Washington.

No dia 11 de dezembro de 2025, considerado um dos encontros internacionais mais relevantes que unem fé e diplomacia, inúmeras pessoas, entre parlamentares, empresários e líderes políticos, cristãos e judeus de mais de 60 países se reuniram em Washington, D.C., para o jantar de gala da Fundação Aliados de Israel (Israel Allies Foundation).

Nesta edição, o presidente Donald Trump foi homenageado com o prêmio máximo pela sua forte e consistente defesa de Israel durante seu mandato, como a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém e o reconhecimento da soberania israelense sobre as Colinas de Golã.

O evento, que aconteceu no JW Marriott Washington, DC, contou com a presença de autoridades internacionais, incluindo o senador do Texas Ted Cruz, a Ministra da Ciência e Tecnologia de Israel, Gila Gamliel, a pastora Paula White, responsável pelo Escritório de Fé da Casa Branca, e o príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi.

A Fundação, que conecta mais de 1.600 parlamentares em 64 países, reforça sua missão de promover a diplomacia entre líderes políticos e religiosos em apoio a Israel.

Todos os convidados da cerimônia foram homenageados por seu posicionamento público em favor de Israel e do povo judeu, sendo reconhecidos como “Amigos de Israel”. Um deles foi Joel Engel, líder cristão de destaque no Rio Grande do Sul, que tem quase quatro décadas de ministério.

Defensor do estreitamento das relações entre cristãos e Israel, Engel foi reconhecido por sua atuação internacional e por conectar Israel às nações. Sua presença simbolizou a ampliação das pontes espirituais e diplomáticas entre o Brasil, os Estados Unidos e Israel.

Durante o evento, Joel Engel teve a oportunidade de encontrar personalidades influentes do cenário cristão mundial, incluindo Cindy Jacobs, uma das líderes proféticas mais respeitadas das últimas décadas, que na ocasião liberou uma palavra especial dirigida ao Brasil.

Engel compartilhou em suas redes sociais a emoção de estar presente no evento: “É muito forte o amor que os americanos têm por Israel. Deus está se movendo aqui nos Estados Unidos. Que Deus abençoe.”

Fonte: Ministério Engel

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Joel Engel e Paula White

 

Joel Engel e Ton Hens