Conecte-se Conosco

Música

Noites Rocinante recebe a pianista Erika Ribeiro nesta quarta-feira

Publicado

em

Show acontece no Teatro Brigitte Blair, em Copacabana, às 20h, com ingressos a partir de R$ 40,00

No Teatro Brigitte Blair, situado no coração do Rio de Janeiro, em Copacabana, está marcado um evento que trará ao palco a renomada pianista Erika Ribeiro, como parte do projeto Noites Rocinante. Na apresentação, que acontece nesta quarta-feira, dia 24 de janeiro, o público terá uma oportunidade ímpar de mergulhar no repertório da artista cuja reputação ultrapassa fronteiras internacionais, graças à sua abordagem inovadora na ressignificação da música clássica. O evento terá abertura às 19h, com a performance começando às 20h. Os ingressos para a noite estão à venda por R$80 (inteira) e R$40 (meia entrada) no link

Erika Ribeiro é destaque no cenário musical contemporâneo com uma carreira que abrange apresentações em grandes salas de concerto das Américas do Sul e Norte e da Europa. Vencedora de 10 concursos nacionais e premiada em mais de 20, atua como solista, camerista e está à frente de diversas orquestras. “Acho importante que a minha geração reveja os rótulos normalmente adotados para a música erudita e popular no Brasil, e comece a conhecer música no que ela tem de essencial.”, afirma a pianista em entrevista para a revista Concerto.

O álbum inaugural de Erika, “Images of Brazil”, lançado pela Naxos Latin Classics Series, o trabalho recebe elogios pela maestria e imaginação, explorando os universos de Stravinsky, Gubaidúlina e as distintas composições de Hermeto Pascoal. Foi reconhecido com uma indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Clássica em 2022 e a presença na final do Prêmio Concerto 2021 como Melhor Disco do Ano.

O projeto Noites Rocinante nasce do desejo da gravadora Rocinante de fomentar a diversidade na música contemporânea e instrumental brasileira. Sua atuação ultrapassa a produção discográfica e estende-se à propagação da música brasileira em diversas regiões e para variados públicos no país. A coordenação local do evento é gerida pela Diversão e Arte.

SERVIÇO:

Noites Rocinante Rio de Janeiro – Erika Ribeiro

Local: Teatro Brigitte Blair (R. Miguel Lemos, 51-H, Copacabana)

Data: 24/01 (quarta-feira)

Abertura da casa: 19h

Show: 20h

Ingressos: R$80 (inteira) / R$40 (meia entrada)

Informações e ingressos – https://bileto.sympla.com.br/event/89753/d/231287/s/1573317 

 

Continue lendo

Música

Confinada para “A Grande Conquista”, Taty Pink lança álbum “Iludida”

Publicado

em

De

Prestes a entrar na segunda temporada do reality da Rede Record, artista divulga álbum composto por uma faixa inédita e regravações de sucessos

Ouça aqui

Conhecida por sua voz marcante e atualmente confinada para o reality show “A Grande Conquista”, Taty Pink, representante principal do arrocha paraense, presenteia os fãs nesta sexta-feira (19) com o lançamento do novo álbum intitulado “Iludida”, disponível em todas as plataformas digitais.

A novidade apresenta uma faixa inédita, que leva o mesmo nome do projeto. Composta pela própria cantora e com produção musical de Nick Monteiro, “Iludida” promete conquistar os amantes do arrocha em todo o Brasil. “Porque você me enganou/Brincou com meu coração/Sozinha estou na solidão/ De um amor, de um amor/ Tantas mentiras você me contou”, canta Taty em um dos refrões.

Na semana em que bateu 1 milhão de inscritos no seu canal no YouTube, ela presenteia os fãs com novas músicas que, em breve, ganharão versões em vídeo. “Estou muito feliz em colocar esse projeto no mundo. É um projeto focado no arrocha romântico, no brega e no melody. ‘Iludida’ é pancada e meus fãs vão gostar, e se identificar também. É certeira para quem já foi iludido ou quem iludiu alguma vez”,  destaca Taty Pink.

Completam o álbum as regravações das músicas: “Olhos Castanhos”, “Queria Te Amar”, “Não Vai Embora”, “Eu Lembro”, “Eu Quero Só Você” e “Mala” – do cantor Hugo Henrique. “Eu amo o trabalho do Hugo, ele é um artista completo e sempre quis gravar a música dele, espero que ele goste!”, completa a cantora.

A artista está confinada para a nova temporada do reality show “A Grande Conquista”, da Rede Record, que estreia no início da semana que vem. Taty promete representar todos os nortistas do Brasil e espera que o público se identifique com ela.

A cantora se tornou nacionalmente conhecida com o sucesso “Antes de ir”, gravada em 2021 com participação do cantor Romeu. Hoje, a faixa acumula mais de 215 milhões de visualizações no Youtube.

Acompanhe mais novidades sobre Taty Pink no @tatypink_oficial

Continue lendo

Música

Lavínia lança álbum “No Meu Umbigo”

Publicado

em

De

Primeiro disco da artista baiana, que mistura sonoridades e composições autobiográficas exaltando a mulher e o amor, chega às plataformas

Ouça aqui

O trabalho musical de estreia da cantora, compositora e atriz Lavínia“No Meu Umbigo” – faz um verdadeiro passeio por ritmos e sonoridades diversas, sentimentos e confidências muito particulares. “É uma obra essencialmente feminina, onde canto as dores e as delícias do meu viver, numa perspectiva em que a mulher é dona do seu próprio desejo”, detalha. O álbum de lançamento traz nove faixas e tem uma passagem curiosa: “Quem deu o nome ao álbum foi Caetano. E acho isso de uma ternura, de uma sorte. Em um Réveillon na sua casa eu lhe mostrei uma das músicas, em que cito o nome dele. Depois de escutar com toda atenção, sugeriu de pronto o título”, revela.

No trabalho de estreia, Lavínia circula entre sons e poesias bem variados, dando protagonismo durante todo percurso ao sentir e à percepção que tem do amor, da mulher, das relações e sobre as memórias que nutre pela Bahia, terra onde nasceu. “Embora não seja um trabalho regional, nele também estão presentes a musicalidade e as minhas memórias mais afetivas dos lugares da Bahia que fazem parte de mim”, conta. Com o frescor que toda novidade tem, esse trabalho é uma produção deliciosamente artesanal, produzido com tempo e espaço para criação, além de contar com um elenco de convidados que faz do álbum uma grande celebração à música, à poesia e à beleza que tem a diversidade rítmica e sonora do país. “Cada bom encontro tem o poder de dar nuances e coloridos únicos às minhas composições”, explica.

Além de cantora, Lavínia é atriz com formação no emblemático Teatro Vila Velha, em Salvador, e na Faculdade CAL de Arte e Cultura, do Rio de Janeiro. A artista diz que uma das coisas fundamentais que o teatro lhe lembra diariamente é que agregar bons amigos aos processos torna a caminhada mais diversa e mais potente. Por essa razão, o álbum conta com a participação especial de alguns parceiros de composição, a exemplo do cantor pernambucano Otto, do maestro paraense Manoel Cordeiro e do sambista baiano Edil Pacheco. Também integram o time de convidados o flautista baiano Ivan Sacerdote, Beto Barreto (Baiana System) e integrantes da Banda de Pífano de Caruaru. “É meu trabalho de estreia, está nele a minha identidade, minha alma, e, ainda assim, é uma produção musical em conjunto, porque creio demais nesse coletivo que a música por si promove”.

Para feitura da primeira parte do álbum – arranjos, bases, guias – Lavínia convidou o conceituado músico baiano Luciano Salvador Bahia, e, para a conclusão do trabalho, em São Paulo, entrou em cena o tarimbado produtor musical Rovilson Pascoal.  Além disso, feats com os produtores Pupillo e Apollo Nove também acontecem em duas faixas do disco, buscando dar à produção a identidade de um trabalho plural e abrangente. “O projeto de gravação do álbum busca resgatar a natureza simples do produzir e do cantar, além de confirmar o que é precioso para mim: fazer música é ser artesã de todo o processo. E isso é bonito demais”, conclui a artista.

Faixa a Faixa

A abertura do álbum é uma apresentação resumida sobre quem é Lavínia. “Deus Está Solto fala de onde eu venho, do meu chão, que é o Teatro Vila Velha, fala também de Tom Zé, uma das minhas referências, um artista fora da curva. Eu gosto de quem caminha além da margem. É uma vinheta bem tropicalista para abrir o álbum apresentando a artista que sou”.

Em No Meu Umbigo, a artista fala um pouco de um amor, de um amor livre, um amor que fortalece. “É uma escrita bem na primeira pessoa, sabe? O trecho ‘Eu te quero sempre viva, atenta, forte e bonita’ é um recado passado para mim mesma, que confirma minha fé no amor próprio como caminho para seguir em frente sempre”, explica. “Essa foi a faixa que eu mostrei a Caetano quando o conheci num réveillon em Salvador, porque nela faço menção a Estranho Amor, canção linda de sua autoria. Ele escutou com toda atenção, de olhos fechados, e quando acabou falou “no meu umbigo”, conta. “Aí não tive dúvida, a expressão virou título da música e batizou todo o álbum também. O umbigo me lembra o nascimento, o nascer desse trabalho”, revela.

 A faixa Mágoa flerta com a Bossa Nova, movimento que Lavínia é fascinada. “É uma parceria minha com meu amigo Edil Pacheco, sambista baiano incrível, compositor gravado por Clara Nunes, Alcione, tanta gente boa. É uma faixa muito linda onde a gente fala de um desamor com esperança”, detalha a cantora. “Nela, eu fui presenteada com a participação luxuosa de Ivan Sacerdote, que é um excepcional flautista baiano. É uma canção que eu gosto muito”.

Em Linho Branco, a cantora fala do início de uma paixão, daquela fase de descoberta e desejo à flor da pele. “Ela me remete ao universo de Rita Lee, desde que eu compus associei àquele clima delicioso de Rita e Roberto. A participação de Apollo Nove, produtor musical fantástico de São Paulo, trouxe uma textura quente à música, com os efeitos super acertados que ele colocou”.

Conselho é uma faixa que Lavínia compôs despretensiosamente, depois de presenciar uma amiga próxima vivendo uma relação tóxica, sem se dar conta disso. “É uma música que falo sobre não se apegar a um amor pequeno, sobre não se encolher para caber”, resume. A produção da canção inclui a participação de mulheres convidadas, amigas ou familiares da artista, que, alternadamente, e de forma anônima, enaltecem as mulheres e celebram a força feminina, numa espécie de canto coletivo. “Chamei amigas para participar cantando, recitando conselhos no final da música. Acho muito bonito porque estão ali mulheres de gerações e carreiras tão diversas. É uma música muito feminina que eu tenho muito orgulho, um sambinha gostoso com um recado importante para as mulheres”. A faixa tem participação de Pupillo, produtor musical que fez o arranjo junto com Luciano Salvador Bahia e Rovilson Pascoal.

Venha Pra Bahia começa com a narração de França Teixeira, avô de Lavínia e um comunicador tropicalista que revolucionou o jeito de fazer rádio no país entre as décadas de 1960 e 1980. A faixa começa de maneira irreverente com um áudio dele narrando a Copa do Mundo. “É uma música que nasceu de uma reflexão que eu tive depois de uma conversa com meu querido amigo e diretor, Amir Haddad, sobre sermos seres etéreos e feitos de uma matéria mágica. É basicamente sobre isso, sobre ser pó de estrela”, explica a artista sobre a composição. 

Sobre a composição Hotel Solar, que também virou clipe, rodado nas ruas de Salvador, com a participação do ator Samuel de Assis e o cantor Otto, Lavínia conta sobre o processo criativo da faixa: “É uma declaração de amor à minha cidade, Salvador. Escrevi, fiz a melodia, achei muito potente, mas senti que faltava alguma coisa. Quando fui para o Círio de Nazaré, em Belém, conheci seu Manuel Cordeiro, um maestro incrível, que ao escutar a canção me ajudou a finalizar e colocou todo o tempero do Pará. Digo que é uma deliciosa mistura de Salvador e Belém”. Também participam da faixa, o músico Beto Barreto, do BaianaSystem, num duelo de guitarras com seu Manuel, e o cantor e compositor pernambucano Otto.

Descrita como seu xodó, Mon Amour tem uma dose de humor e um bocado de amor. “O trecho ‘Não entendo nada de signos, mas acredito nas estrelas’ é uma contradição deliciosa que faz da música um forrozinho, um xote muito gostoso”, conta Lavínia. “É uma música divertida, que tem a participação de dois integrantes da Banda de Pífano de Caruaru”.

Fechando o álbum, Pinta Um Baião é uma música feita em parceria com o cantor e compositor Otto. “Eu estava meio triste em casa e Otto falou: ‘vamos animar, Lavínia, e cantarolou a frase ‘pinta um baião’… Ele queria continuar e eu falei: ‘não faça mais nada’. Me tranquei no quarto e escrevi a canção em uns três minutos”, revela. A música fala das lembranças que a cantora e compositora guarda do Recôncavo Baiano, da roça da sua família que fica nesta região e da dela, ainda menina, brincando naquele lugar. “É uma música que traz muitos elementos eletrônicos, toques, batidas, um canto de cura, de memória ancestral. Uma música que fecha o álbum e convoca para o novo que vem aí”, celebra.

Lavínia – No Meu Umbigo 

1 – Deus está solto
2 – No meu umbigo
3 – Mágoa
4 – Linho Branco
5 – Conselho
6 – Venha pra Bahia
7 – Hotel solar
8 – Monamour
9 – Pinta um baião

Continue lendo

Música

Banda Kanduras lança “Paisagem”, primeiro single de uma trilogia de faixas que dialogam entre si

Publicado

em

De

Ouça “Paisagem” em todas as plataformas digitais

São Paulo, 19 de abril de 2024 – A banda Kanduras, um dos nomes mais emblemáticos da cena musical independente paulistana, lançou seu mais novo single, “Paisagem”, em todas as plataformas de streaming. A faixa, lançada pela Marã Música, promete levar os ouvintes a uma jornada musical singular.

O novo single é o primeiro de um conjunto de três músicas que dialogam entre si, conforme revela a banda: “‘Paisagem’, como o nome sugere, é sobre o ponto de vista do (vocalista e guitarrista) Raphael Thebas em relação a um momento, seu ponto de vista sobre o viu e viveu num dia, numa noite. É diferente da música “Viagem Estranha” (próximo single) que tem uma letra que é uma ‘”auto-análise'”. A faixa, segundo a banda, explora uma narrativa envolta em dúvidas e reflexões, onde a experiência é retratada de maneira ambígua. “É sobre o que vi, sobre o que acho que vi, sobre o que talvez tenha visto e sobre o que gostaria de alcançar. A intenção é deixar a dúvida no ar”, explica Raphael Thebas.

A sonoridade de “Paisagem” é uma mistura de elementos psicodélicos e indie, com arranjos repletos de guitarras com diversos efeitos, bateria envolta em eco e a presença marcante de sintetizadores, como explicam os integrantes da banda: “A ideia foi criar uma atmosfera, uma música que tivesse um clima psicodélico e que não perdesse a pegada energética solar do nosso segundo disco, ‘Tudo Vira Moda’.”

O processo de composição do single foi ágil e inspirado, revela Thebas: “Eu fiz a música relativamente rápido. A gente lançou nosso segundo disco no ano passado e no final do ano nos juntamos para tocarmos algumas músicas novas. No meio desse processo, eu fui para Buenos Aires de férias e fiz essa música nas primeiras horas após minha chegada lá.”

Com a expectativa em alta para o lançamento, a Kanduras vislumbra um futuro promissor em 2024. “A gente está cuidando com muito carinho desse ano de 2024 porque ele é parte de um processo de reconfiguração e reconstrução da Kanduras. Nós passamos por muitos perrengues durante a pandemia e conseguimos reestruturar o projeto no ano passado mesmo com as dificuldades que a vida de artista independente impõe. Esse ano, esses lançamentos que estão por vir são a continuidade do que começamos a construir ano passado. Estamos felizes também com a parceria com a Marã nesse começo de ano, a expectativa é das melhores.”, finaliza a banda.

A trajetória da Kanduras, que completa quase uma década de música autoral e experimental, é marcada por sua capacidade de reinvenção e sua presença constante nos palcos e festivais do cenário independente. Com “Paisagem”, a banda reafirma seu compromisso com a inovação sonora e a expressão artística genuína, prometendo transportar os ouvintes para um universo onde a dúvida e a reflexão se encontram em meio aos acordes e harmonias únicas da Kanduras.

 

CONFIRA A LETRA DE  “PAISAGEM”

Escrita por Raphael Thebas

 

Eu vi você chegar depois do sol

Ou fui eu que ali entrei e te encontrei 

Você de preto, vinho branco, tatuagem 

Inventei, visualizei paisagem

 

E lá onde o até pode chegar 

Você aqui, ali, qualquer lugar

Cabelo loiro, vinho branco, paisagem

Acordei, visualizei tatuagem 

 

Eu fui andando e não te vi depois

Ou vi

Eu não te vi à meia noite 

Eu fui andando e não te vi depois

Ou vi depois das três

Eu fui andando e não te vi depois

Ou vi

Eu e você só eu que vi

Ninguém mais viu fui eu que vi

Você dormir comigo eu que vi

Sobre Kanduras:

Criada pelo jornalista Raphael Thebas (voz e guitarra) e pelo percussionista Junior Breed (bateria) há quase 10 anos, a Kanduras virou um nome constante no cenário da música independente paulistana com canções que misturam a MPB, o Rock e o Indie e narram o cotidiano da metrópole. O seu disco de estreia, o “Dístico”, chegou em 2020. Em 2023, a banda lançou o segundo álbum, “Tudo Vira Moda”, que tem o cheiro dos anos 90 e conta com a participação especial de Samuel Samuca (Samuca e a Selva), Luiza Kolya e também da banda Vitrola Sintética. A Kanduras já participou de festivais importantes como a “Sim São Paulo”, “Hacktown” e “Oktoberfest” e apresentou seus dois álbuns de estúdio na rede Sesc, em São Paulo.

Sobre Marã Música:

Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

Links Kanduras:

YouTube

Instagram

Spotify

Facebook

Links Marã Música:

Site Oficial

Facebook

Instagram 

YouTube

 

Continue lendo
Propaganda

Destaque