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 Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo Celebra sua 10ª Edição com Homenagem à diretora Ursula Meier.

Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo Celebra sua 10ª Edição com Homenagem à diretora Ursula Meier – presença confirmada no evento .  Blackbird, Blackbird, Blackberry, de Elene Naveriani, eleito Melhor Filme Suíço de Ficção no Swiss Film Award 2024, abre o evento no dia 05 de junho  de 5 a 12 de junho, sessões presenciais no CineSesc, em São Paulo. Uma seleção de filmes disponíveis gratuitamente para todo o Brasil na plataforma Sesc Digital .

 Em breve, programação completa em sescsp.org.br/panoramasuico

Programação especial, de 7 a 9 de junho, no CCBB Brasília

 

“Blackbird, Blackbird, Blackberry”, de Elene Naveriani | Divulgação

 

Com 15 anos de existência, o Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo celebra sua 10ª edição, com uma seleção de 12 filmes e uma homenagem à consagrada diretora suíça Ursula Meier – que estará presente no evento e ganhará uma retrospectiva de sua obra.

 

Entre documentários e ficções, o evento, que acontece em São Paulo de 5 a 12 de junho 2024 no CineSesc, apresenta produções recentes premiadas e selecionadas durante o Festival Jornadas de Soleure 2024. A programação reflete a diversidade linguística e cultural da Suíça, abordando temas relevantes para o mundo contemporâneo. Paralelamente, será apresentado no CCBB Brasília um programa especial, com 3 filmes, de 7 a 9 de junho.

A cerimônia de abertura acontece no dia 5 de junho, às 20h, no CineSesc, com a exibição do premiado “Blackbird, Blackbird, Blackberry” (2023), filme da diretora Elene Naveriani. A obra levou o prêmio de Melhor Filme Suíço de Ficção, além de Melhor Roteiro e Edição no Swiss Film Award 2024. O longa-metragem narra a história de uma mulher de 48 anos, que vive solteira em uma vila na Geórgia e se vê envolvida em fofocas locais enquanto enfrenta o dilema, ao se apaixonar, de manter um relacionamento ou buscar a independência

O Embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzeri, que também estará presente no evento, destaca “que o sucesso do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, que comemora em 2024, sua 10ª edição e 15 anos de existência, é fruto das sólidas parcerias entre a Suíça e o Brasil. Consideramos o 10º Panorama uma ocasião para celebrar o apoio do Sesc São Paulo, desde sua 1ª edição, em 2009, fundamental para sua longevidade e uma referência para projetos culturais suíço-brasileiros. Este ano, também contamos com o apoio do CCBB Brasilia, que apresenta um programa especial do 10º Panorama na capital federal. Graças ao Centro Cultural do Banco do Brasil, tivemos a oportunidade em edições passadas de levar esta mostra a outras capitais brasileiras”.

Para o diretor do Sesc São Paulo, Luiz Deoclecio Massaro Galina, “as cooperações internacionais na produção cinematográfica são estratégias consolidadas para o desenvolvimento de projetos, em diferentes etapas, inclusive na distribuição. Neste cenário, a realização do 10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, parceria do Sesc São Paulo e Consulado Geral da Suíça em São Paulo, oportuniza ao público brasileiro visitar uma seleção de filmes suíços, constituída por uma curadoria com representação dos dois países, ambos reconhecidos pela multiculturalidade.”.

O Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo tem estabelecido importantes imersões no mundo cinematográfico suíço, por meio de colaborações com festivais como Journées de Soleure, Festival de Locarno, Festival Visions du Réel, Festival Filmar en América Latina. Seu principal parceiro na Suíça é a SWISS FILMS, Agência Pública de Cinema Suíço, de quem recebe a chancela e o apoio para sua realização.

A retrospectiva com a diretora suíça Ursula Meier traduz a importância de sua obra para o cinema suíço contemporâneo, assim como para a história do Panorama, que ao longo de suas edições, exibiu a maioria dos seus filmes e acompanha sua trajetória. A seleção traz o último filme da cineasta “A linha/La ligne” (2022), Prêmio de Melhor Direção, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro, no Swiss Film Award 2023, “Diário da minha cabeça/ Journal de ma tête” (2018), com Fanny Ardant, “Minha irmã/L’enfant d’en haut” (2012), com Léa Seydoux, Urso de Prata na Berlinale 2012 e o longa-metragem de estreia da diretora,  “Home” (2008), com Isabelle Huppert, exibido na Semana da Crítica do Festival de Cinema de Cannes de 2008 e indicado em 3 categorias no Césars (Melhor Primeiro Filme, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro) e Prêmio de Melhor Roteiro e Melhor Ator no Swiss Film Prize 2029.

Complementando esta retrospectiva, o panorama exibe o curta “Kacey Mottet Klein, Nascimento de um Ator” (2015) protagonizado pelo ator Kacey Mottet Klein, que atuou nos filmes “Home”, “Sister”, e “Journal de ma tête”.  A diretora estará presente em todas as sessões para apresentar seus filmes e participará de bate-papo com o público, na quinta-feira, dia 6/6, no CineSesc.

A equipe de curadoria do Panorama é composta por representantes do Sesc São Paulo, dos Consulados Gerais da Suíça em São Paulo e no Rio de Janeiro, e conta com o apoio da Embaixada da Suíça no Brasil.

 

On-line para todo Brasil (de 5 a 12/06/2024)

 

Na plataforma Sesc Digital estarão disponíveis gratuitamente para todo o país os filmes: “Bom dia Ticino/Bon Schuur Ticino” (2023), “Eu Sou Pretas/Je Suis Noires” (2022), “Manga da Terra/Manga D’Terra” (2023).

 

Serviço:

 

10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo São Paulo

05 a 12 de junho de 2024

Informações em sescsp.org.br/panoramasuico

Local: CineSesc – Rua Augusta, 2075, Cerqueira César

Ingressos: R$24,00 (inteira) R$12,00 (meia) e R$ 8,00 (trabalhadores do comércio)

Realização:

 

10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo Brasília

07 a 09 de junho de 2024

Local: CCBB Brasília às 19h (a confirmar sessões e horários)

Endereço: Asa Sul Trecho 2, Brasília – DF

Entrada franca

Assessoria de Imprensa: Atti Comunicação

Eliz Ferreira – (11) 991102442 – eliz@atticomunicacao.com.br

Valéria Blanco – (11) 991050441 – atticomunicacao1@gmail.com

 

Conheça os filmes do 10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo
sescsp.org.br/panoramasuico

Imagens de divulgação: _10 panorama suíço

A ESCUTA – DIE ANHÖRUNG

Dir.: Lisa Gerig | Suíça | 2023 | 81 min | Documentário | 16 anos

Quatro requerentes de pedido de asilo rejeitados revivem a audiência sobre as razões que os levaram a fugir de seus países de origem, revelando o cerne do procedimento de concessão de asilo. Os entrevistados serão capazes de descrever suas experiências traumáticas de uma forma que satisfaça os critérios oficiais? Pela primeira vez, o filme proporciona uma visão desta escuta sensível, questionando assim o próprio procedimento de concessão de asilo.

 

BLACKBIRD BLACKBIRD BLACKBERRY

Dir.: Elene Naveriani | Suíça Geórgia | 2023 | 110 min | Ficção | 16 anos

Etero, uma mulher de 48 anos que vive em uma pequena aldeia na Geórgia, nunca quis um marido. Ela valoriza sua liberdade tanto quanto seus bolos. Mas sua escolha de morar sozinha é motivo de muita fofoca entre as pessoas da vila. Inesperadamente, ela acaba se apaixonando por um homem e de repente se depara com a decisão de seguir com o relacionamento ou continuar com sua vida independente. Etero deve lidar com seus sentimentos e decidir como encontrar seu próprio caminho para a felicidade.

BOM DIA, TICINO – BON SCHUUR TICINO

Dir.: Peter Luisi | Suíça Itália | 2023 | 88 min | Ficção | 14 anos

Um referendo maluco coloca a Suíça em estado de emergência. No país, até então com 4 línguas nacionais e cuja maioria da população é pelo menos bilíngue, com a aprovação da iniciativa “No Bilingue” (Não ao Bilinguismo), deverá existir apenas uma língua nacional: o francês. Portanto, muitos suíços que falam alemão entram em crise. Incluindo Walter Egli, de 56 anos, que trabalha na Polícia Federal e deve garantir que a transição para o monolinguismo seja feita de maneira adequada. Embora ele próprio quase não fale francês, é enviado ao Ticino com um parceiro que fala francês para identificar um grupo de resistência que está combatendo a nova lei usando todos os meios necessários.

 

EU SOU PRETAS – JE SUIS NOIRES

Dir.: Rachel M’Bon, Juliana Fanjul | Suíça | 2022 | 52 min | Documentário | 16 anos

Na Suíça, uma terra de consenso e neutralidade, mulheres levantam suas vozes na luta pelo reconhecimento do racismo estrutural, desconstruindo estereótipos e reivindicando a sua dupla identidade suíça e negra. Neste contexto, Rachel Barbezat M’Bon, uma jornalista suíço-congolesa, inicia a sua própria busca pela identidade. Em seu caminho para a emancipação, ela questiona o seu passado, o seu presente e ergue um espelho para o seu país e seus pares.

MANGA DA TERRA – MANGA D’TERRA

Dir.: Basil Da Cunha | Suíça | 2023 | 96 min | Ficção | 16 anos

Rosa, de 20 anos, deixa os dois filhos em Cabo Verde e muda-se para Lisboa na esperança de lhes proporcionar uma vida melhor. Presa entre o assédio dos chefes gângsteres e a violência policial diária, Rosa tenta encontrar conforto nas mulheres da comunidade. Mas a sua verdadeira fuga é a música.

O AMOR DO MUNDO – L’AMOUR DU MONDE

Dir.: Jenna Hasse | Suíça | 2023 | 76 min | Ficção | 14 anos

Às margens do Lago Genebra, Margaux, de 14 anos, conhece Juliette, uma criança de sete anos que está sob seus cuidados, e Joël, um pescador que voltou recentemente da Indonésia. Unidos na recusa silenciosa de enfrentar a vida, os três ficam divididos entre a atração, a decepção e a saudade de lugares distantes.

O DESAPARECIMENTO DE BRUNO BRÉGUET – LA SCOMPARSA DI BRUNO BRÉGUET

Dir.: Olmo Cerri | Suíça | 2024 | 97 min | Documentário | 14 anos

 

Em junho de 1970, Bruno Bréguet, um estudante do ensino secundário de apenas 20 anos, é preso em Israel enquanto tentava contrabandear explosivos para a resistência palestina. Ele é condenado a sete anos de prisão. Em 1995, ele desaparece misteriosamente de uma balsa que viajava da Itália para a Grécia. Retrato de uma geração que tentou tudo o que estava ao seu alcance para tornar o mundo um lugar mais justo. Um exame crítico do significado da desobediência civil e da resistência militante.

 

RETROSPECTIVA URSULA MEIER

A LINHA – LA LIGNE

Dir.: Ursula Meier | Suíça França Bélgica | 2022 | 102 min | Ficção | 16 anos

Depois de uma violenta discussão com a mãe, Margaret, de 35 anos, com um longo histórico de infligir e sofrer violência, é sujeita a uma ordem de restrição rigorosa antes do julgamento: ela não tem mais permissão de fazer contato com a mãe ou se aproximar a menos de 100 metros da casa da família durante três meses. Mas esta separação apenas aumenta o seu desejo de ficar mais perto da família, levando-a a retornar todos os dias a esta fronteira invisível e intransponível.

DIÁRIO DA MINHA CABEÇA – JOURNAL DE MA TÊTE
Dir.: Ursula Meier | Suíça | 2018 | 70 min | Ficção | 16 anos

Poucos minutos antes de matar o pai e a mãe a sangue-frio, Benjamin Feller – um jovem de 18 anos – envia pelo correio seu diário pessoal, no qual confessa e explica o duplo homicídio, à sua professora de francês. A escolha de vincular esta mulher ao seu ato e arrastá-la consigo, ocorre vários meses depois de uma relação pedagógica em que os alunos foram incentivados a escrever diários pessoais.

KACEY MOTTET KLEIN – NASCIMENTO DE UM ATOR
KACEY MOTTET KLEIN – NAISSANCE D’UN ACTEUR
Dir.: Ursula Meier | Suíça | 2015 | 14 min | Documentário | 16 anos

Oito anos. Doze anos. Quinze anos. Um corpo que cresce diante da câmera, absorvendo sensações e emoções, confrontando seus limites e suas zonas mais obscuras. Um corpo que ao longo dos anos se entrega à personagem, transformando o que poderia ser visto como uma simples brincadeira (infantil) no verdadeiro trabalho de um ator. Um retrato de um adolescente que criado com a câmera.

MINHA IRMÃ – L’ENFANT D’EN HAUT
Dir.: Ursula Meier | Suíça França | 2012 | 97 min | Ficção | 16 anos

Simon mora com sua irmã mais velha em um complexo residencial situado em um vale abaixo de uma luxuosa estação de esqui suíça. Com a irmã entrando e saindo de empregos e relacionamentos, Simon, de 12 anos, assume a responsabilidade de sustentar os dois. Todos os dias, ele pega o elevador para o opulento mundo do esqui, furtando equipamentos de turistas ricos para revender às crianças locais no vale. Ele é capaz de garantir a subsistência com seus pequenos golpes, e sua irmã é grata pelo dinheiro que ele traz. Porém, quando Simon faz parceria com um trabalhador britânico corrupto, ele começa a perder o limite, afetando seu relacionamento com a irmã e mergulhando em um território perigoso.

HOME
Dir.: Ursula Meier | Suíça França Bélgica | 2008 | 98 min | Ficção| 16 anos

Em meio à uma área rural tranquila e deserta, estende-se a perder de vista uma rodovia inativa, abandonada desde sua construção. À beira do asfalto, há uma casa isolada onde vive uma família. As obras estão prestes a recomeçar e foi anunciado que a rodovia será aberta ao tráfego em breve…

 

Mais matérias

Mercedes desenvolve bateria menor e mais eficiente para carro elétrico

A Mercedes-Benz realmente não entrou para brincar no segmento de carros elétricos e revelou em que área investirá parte dos milhões separados para se tornar referência do setor, lugar que hoje é ocupado pela Tesla: no desenvolvimento de baterias.

A marca alemã fechou parceria com a ProLogium, empresa especializada no design de baterias de estado sólido. O objetivo do acordo é claro: cooperação tecnológica para desenvolver células de bateria de próxima geração.

Segundo Markus Schäfer, Diretor de Tecnologia da Mercedes, a marca quer ser 100% elétrica em 2030 e o planejamento passa pela busca de uma bateria de estado sólido mais leve, menor e mais eficiente para esse tipo de carro.A marca alemã fechou parceria com a ProLogium, empresa especializada no design de baterias de estado sólido. O objetivo do acordo é claro: cooperação tecnológica para desenvolver células de bateria de próxima geração.

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

Capa de Revista Tiago Santana revela o segredo do sucesso de Terrazza Rooftop.

Na capa desta edição, trazemos uma entrevista exclusiva com o empresário Tiago Santana, que revela o segredo do sucesso do Terrazza Rooftop — hoje reconhecido como um dos melhores restaurantes do mundo.

 

1.Você sempre gostou de empreender?

Sim, sempre fui apaixonado por empreender e criar coisas novas. Acho que é uma forma de desafiar a si mesmo e alcançar objetivos. Na verdade, abri meu primeiro restaurante aos 19 anos, e desde então, nunca mais parei de buscar novos desafios e oportunidades. Acho que a juventude e a ousadia me permitiram correr riscos e aprender com as experiências, o que foi fundamental para o meu crescimento e sucesso. Além disso, tive o apoio incondicional da minha família, que foi essencial para mim. O suporte e a confiança que eles depositaram em mim foram fundamentais para que eu pudesse alcançar meus objetivos e realizar meus sonhos.

 

2. O que você acredita que qualquer empreendimento precisa ter, para fazer sucesso?

Acredito que um empreendimento precisa ter uma boa ideia, um plano sólido, uma equipe dedicada, uma boa dose de resiliência e acima de tudo Deus.

 

 

 

3. O que não pode faltar em qualquer restaurante?

Um restaurante não pode faltar uma excelente gastronomia, um serviço de alta qualidade, um ambiente aconchegante e uma equipe treinada e atenciosa. Esses elementos são fundamentais para criar uma experiência inesquecível para os clientes e garantir que eles voltem sempre.

 

 

4. Como é ser proprietário de um dos points mais badalados do Brasil?

É incrível! É um privilégio ter a oportunidade de receber pessoas de todo o país e do mundo. É um desafio constante garantir que todos tenham uma experiência inesquecível.

 

 

5. Quais os famosos já frequentou o seu restaurante?

Já tivemos a honra de receber muitos famosos, Ceelo Green (além de cantor, também é compositor, produtor musical, ator, empreendedor, vencedor de cinco prêmios Grammy),
Rafael Portugal, Endricki, Dudu(campeão de A Fazenda) Cleo Pires, Paloma Bernardi, Henri Castelli, Ludmilla, entre outros

 

6. Qual o diferencial do Terrazza com os demais restaurantes?

Acredito que o nosso diferencial seja a combinação da melhor vista de São Paulo, uma gastronomia incrível e uma equipe dedicada a proporcionar uma experiência única.

 

 

7. Você imaginou que o Terrazza faria tanto sucesso?

Sim, sempre tive a certeza de que o Terrazza seria o melhor do Brasil. Trabalhamos duro e estudamos constantemente para desenvolver um conceito único e oferecer uma experiência de alta qualidade. Nossa dedicação e foco nos permitiram alcançar esse nível de sucesso, e estamos orgulhosos do que conquistamos até agora.

 

 

8. Qual o segredo do sucesso pra você?

Acredito que o segredo do sucesso seja o amor à profissão, a dedicação e a resiliência. Além disso, é fundamental estudar e estar sempre atualizado com o que tem de melhor no Mundo.

 

 

9. Quais os pratos que fazem mais sucesso (+ vendidos) e drinks?

Nossos pratos mais vendidos incluem:
– Risoto de frutos do mar
– Filé mignon Black Angus ao molho de vinho e queijo brie gratinado
– Trio de carpaccio (Carpaccio de Polvo Espanhol, Carpaccio de Wagyu e Carpaccio de Salmão Trufado)

Nossos drinks mais vendidos são:
– Gin Mule
– Aperol
– Red Gin

 

 

10. Como foi o ano de 2025 pra você, quais os maiores desafios?

2025 foi um ano desafiador, como sempre. Enfrentamos obstáculos significativos, como a inflação e a concorrência acirrada no mercado de rooftops em São Paulo, que cresceu consideravelmente desde a nossa abertura. No entanto, demonstramos resiliência e determinação, e conseguimos manter nossa posição de destaque no mercado. Estamos orgulhosos dos resultados obtidos.

 

11. Quais os planos para 2026?

Para 2026, estamos planejando lançar novas experiências gastronômicas inovadoras que surpreendam e encantem nossos clientes. Além disso, estamos focados em fortalecer o relacionamento com nossos clientes e melhorar ainda mais a experiência do cliente, tanto online quanto offline. Também estamos trabalhando em projetos de sustentabilidade e responsabilidade social que refletem nossos valores. Outro objetivo importante é expandir nossa presença no setor de hotéis de luxo, aproveitando o sucesso do Hotel Terrazza em Trancoso.  Estamos ansiosos para continuar crescendo e inovando, sempre com o objetivo de superar as expectativas de nossos clientes e parceiros.

 

FONTE:  Mathaus Sanchez

 

 

 

 

 

 

“ALEGRIA BRASIL”  ENTRA NA PÓS-PRODUÇÃO E PREPARA PARA MONTAGEM DE 50 HORAS DE IMAGENS 

O longa-metragem “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, dirigido por Elizabete Martins Campos, inicia a fase de pós-produção e montagem, consolidando um arquivo de 50 horas de filmagens inéditas e uma trilha sonora de 35 canções.

O filme — que une duas artistas mineiras de diferentes gerações e celebra a identidade brasileira e o alto astral como essência do País — busca agora parceiros para finalização e distribuição. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2026.

 

A novidade do projeto é que em uma das cenas musicais uma animação,  utilizando diferentes linguagens, passando por 3D, 2D, cut out, rotoscopia, colagem, stop motion, flipbook etc.,  com a música “De Normal Bastam os Outros”, de Arnaldo Antunes, como trilha, está sendo desenvolvida sob a coordenação do cineasta e professor Sávio Leite, junto aos alunos e ex-alunos do curso de “Tecnologia em Cinema e Animação”, da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Cataguases. A proposta da direção do filme é fortalecer na obra aspectos de metalinguagem e diálogos entre diferentes artes que o cinema envolve e o projeto propõe.

A trilha tem Maria Alcina interpretando todas as músicas e realizando performances sonoras inéditas, como os improvisos vocais filmados, em frente a cachoeira da Poeira D’água,  em alusão ao cineasta mineiro Humberto Mauro que diz “Cinema é cachoeira” e a cantora tocando violão e cantando nas margens da represa da Usina Maurício, ambos na Zona da Mata Mineira.

Performances imagéticas e sonoras também de Maria Alcina em um circo, no meio de um ferro velho, tocando um piano abandonado e em outra cena também improvisando em um antigo piano, filmada na Escola Estadual Coronel Vieira, onde a cantora estudou, em Cataguases, revelam o viés de experimentação proposto pela diretora do filme.

Imagem inédita do filme “Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina”, direção Elizabete Martins Campos. Crédito foto Breno Conde

A produção musical é de Thiago Marques Luiz, ao lado da cineasta Elizabete Martins, que assina a direção musical e do músico, arranjador,  multi-instrumentista Yuri Queiroga, que realizou arranjos inéditos para 12 músicas gravadas especialmente para o longa.

Ao todo são 35 músicas na trilha sonora, que passa por clássicos de Ary Barroso, Luiz Gonzaga, Sérgio Sampaio, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes,  João Bosco,  Chico Buarque,  Caetano Veloso, Neguinho da Beija Flor,  a novos compositores da Zona Da Mata: Éric do Vale, Salvador Márcio, Manuel Messias, Thaylis Carneiro, Levi Alves—, vencedores do concurso de música autoral desenvolvido pelo projeto.

O projeto, que iniciou as pesquisas em 2019, em agosto, deste ano filmou durante 21 dias na cidade de Cataguases, em Minas Gerais, terra natal da personagem. Em 2025 aconteceram também filmagens durante um show da cantora no carnaval de São Paulo e imagens das comemorações da vitória da Escola de Samba Rosa de Ouro, que Maria Alcina, desfilou em 1981. Em 2023 foram realizadas gravações também durante a Parada do Orgulho de São Paulo, com cenas épicas na Avenida Paulista.

Um ponto positivo tem sido o  engajamento da comunidade de Cataguases com 350 figurantes. A participação direta nas filmagens de grupos como a Folia de Reis, Bate Pau Mineiro, Capoeira, Escola de Samba Taquara Preta, Bloco Rebenta, não apenas enriquece a narrativa do filme, mas promove a valorização e registros destes grupos, bem como colabora com o sentimento de pertencimento. A comunidade se torna parte da obra, e não apenas expectadora, reafirmando a conexão genuína do filme, tendo o povo brasileiro como essência.

A produção tem gerado diferentes impactos, desde documentar e colaborar para potencializar uma das mais importantes vozes da música brasileira, bem como envolvendo a contratação de profissionais do cinema, o uso de locações (hotéis, restaurantes, espaços culturais), além da movimentação de elenco de apoio,  comércio e diferentes serviços.

Cantora Maria Alcina e a diretora Elizabete Martins durante as filmagens. foto: divulgação iT Filmes

O longa-metragem une duas artistas mineiras da música e do cinema,  de diferentes gerações. Maria Alcina, que dispensa apresentações, é uma cantora com mais de 50 anos de carreira, que com sua irreverência,  voz grave, figura andrógina,  se tornou um ícone da música brasileira. Elizabete Martins que iniciou sua carreira no Centro de Referência Audiovisual de Belo Horizonte (CRAV), atual Museu da Imagem e do Som (MIS) e na TV Rede Minas, onde foi repórter e videoreporter, é conhecida por filmes sobre ícones femininos da música nacional, como o premiado “My Name is Now, Elza Soares” (2014) e o curta-metragem “Na Parede da Memória, Elis Regina” (2023).

“Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina” é uma realização da It Filmes, em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata,  Instituto Energisa, ANIMAPARQUE, Fábrica do Futuro, patrocínio master do GRUPO ENERGISA, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG, patrocínio do Tecidos Cataguases, investimentos  FSA/BRDE/ANCINE,  via o edital Coinvestimentos Regionais 2018/Cataguases,  apoio cultural Film Commission/Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura Municipal de Cataguases e Oton Penas. Distribuição Circulabit – Tudo Mov.

Informações adicionais:

  • Título do Filme: Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina
  • Roteiro, Direção e Produção: Elizabete Martins Campos
  • Previsão de lançamento: segundo semestre de 2026
  • site oficial: https://itfilmes.com.br/mariaalcina/
  • Instagram: alegria_brasil_maria_alcina

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

 

Atti Comunicação – (11) 3729 1455 | (11) 3729-1456

Eliz Ferreira| eliz@atticomunicacao.com.br | (11) 99110.2442

Valéria Blanco| valeria@atticomunicacao.com.br  | (11) 99105.0441

 

 

 

 

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”.

Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

Nova obra do escritor iguaçuense reúne contos distópicos que abordam religião, política e questões sociais

Um Brasil tomado por grupos paramilitares, um professor que tenta provar a inexistência de Deus e um Conselho Celestial com Cristo, Maomé, Buda, Oxalá e até o demônio para decidir o destino da humanidade. Este é o cenário de “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”, novo livro do escritor e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato. O lançamento, pela Artêra, selo da editora Appris, acontece no dia 4 de outubro, na Livraria Telaranha, em Curitiba.

O livro se divide em três séries de contos e a narrativa mistura ficção e fatos inspirados na realidade, abordando temas como política, religião, direitos humanos e relações afetivas, em um tom que o autor classifica como antifascista, antirracista e antihomofóbico. “É uma distopia que seria ficção se não fosse tão real. Não escrevi para servir a uma causa, mas porque esses temas surgiram naturalmente com os personagens”, afirma Bobato.

A estética literária da obra chama atenção. Cada bloco de contos é introduzido por um decreto fictício, inspirado nos ataques de 8 de janeiro de 2023, que cria um efeito contínuo de tensão narrativa. Os diálogos misturam as vozes do narrador e das personagens, sem travessões ou aspas, desafiando o leitor a identificar quem fala. “A ideia é causar um efeito para além da leitura individual de cada conto. O leitor vai viver tensões em sequência, como se fosse um romance com vários núcleos com seus protagonistas específicos”, explica o autor.

O livro conta com prefácio do romancista e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto; apresentação de Joane Vilela, doutora em Educação pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp); e segunda orelha assinada pelo premiado escritor português José Luís Peixoto.

Diagnosticado com Parkinson em 2018, Nilton Bobato encara a literatura como forma de resistência e de vida. Atualmente, cursa Mestrado em Literatura Comparada na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). “Tenho um amigo chamado Parkinson. Ele vai me seguir até o fim da vida, mas se eu não cuidar dele, me derruba. A literatura é uma das minhas formas de cuidado e acredito que ajuda os leitores a encontrar novas interpretações da realidade e da alma humana”, disse o autor.

Sobre o autor: Nilton Bobato é professor de Língua Portuguesa, mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal de da Integração Latino-Americana (Unila), jornalista e  mantém forte atuação na cena literária paranaense com oito livros publicados. Em Foz de Iguaçu foi vice-prefeito, vereador e secretário municipal das pastas de saúde, administração e governança.

Sobre a editora: O Grupo Editorial Appris conta com cinco selos editoriais, das mais diversas áreas técnicas, científicas e literárias. Com 14 anos no setor e a experiência de seus editores, que atuam há mais de 35 anos no mercado editorial, a Appris possui um catálogo com mais de 12 mil obras publicadas e que continua a crescer com uma média de 70 lançamentos por mês.

Serviço

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”

Data: 04 de outubro (sábado)
Local: Livraria Telaranha (Rua Ébano Pereira, 269 – Centro, Curitiba/PR)
Horário: 10h30

Autor: @nilton_bobato
Editora: @editoraappris

Título: Nilton Bobato lança “É proibido falar mal de Deus”

 

Anistia.

A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

 Valentino – As 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos.

Valentino Garavani, o lendário “Último Imperador” da alta-costura, faleceu em 19 de janeiro de 2026, aos 93 anos, em Roma.

 

Mesmo após sua aposentadoria oficial das passarelas em 2008, Valentino jamais deixou de viver a moda. Pelo contrário: transformou sua “aposentadoria” em um período de contemplação ativa, luxo consciente e presença silenciosa que continuou moldando o universo da elegância.

Estas são 10 experiências marcantes que definiram seus últimos anos — uma verdadeira vida de imperador até o fim.

 

 

1. Presença constante na Maison Valentino

Valentino acompanhava de perto a nova geração da marca. Visitava ateliês, recebia estilistas e ocupava a primeira fila de desfiles importantes, como uma referência viva da casa que fundou.

2. Encantamento com novos talentos via tecnologia
Em um momento simbólico, Valentino assistiu via FaceTime à primeira coleção de Alessandro Michele para a Valentino e demonstrou admiração genuína pelo novo olhar criativo.

3. Vestidos de noiva para celebridades e realeza
Mesmo fora da grife, continuou desenhando vestidos exclusivos de noiva para figuras como Anne Hathaway, Jackie Onassis, Liz Taylor e a princesa Madeleine da Suécia — mantendo sua assinatura em momentos históricos.

 

 

 

4. Figurinos para a Ópera
Sua paixão pela arte o levou, em 2016, a desenhar os figurinos para uma produção de La Traviata, em Roma, unindo moda, teatro e emoção.

5. A verdadeira “vida de imperador”
Dividia seu tempo entre residências luxuosas: um château nos arredores de Paris, sua casa em Roma e propriedades ao redor do mundo, sempre cercado de arte, história e sofisticação.

 

 

 

6. Viagens em seu iate, o T.M. Blue One
O iate recebeu esse nome em homenagem aos seus pugs (Tatiana e Maggie) e ao parceiro Giancarlo Giammetti. Era seu refúgio flutuante de tranquilidade e contemplação.

7. Valentino Red: a cor que virou assinatura eterna
Criado em 1959, o Valentino Red não é apenas uma cor — é um manifesto visual. Inspirado por uma ópera em Barcelona, o tom combina 100% magenta, 100% amarelo e 10% preto, resultando em um carmim profundo que traduz luxo, paixão e sofisticação.
Reconhecido por valorizar todos os tons de pele, o Valentino Red tornou-se sinônimo de presença, elegância absoluta e identidade visual inconfundível da maison.

 

 

 

8. Homenagem em Voghera, sua cidade natal
Em seu aniversário de 90 anos, em 2022, uma grande exposição celebrou sua obra em Voghera, eternizando seu legado na terra onde tudo começou.

9. Livro sobre seu estilo de vida
Valentino lançou um coffee table book dedicado à arte de receber: mesas impecáveis, menus personalizados e a estética do bem-viver.

 

 

10. O impacto eterno de “The Last Emperor”
O documentário de 2008 continuou sendo referência mundial sobre sua obsessão pela beleza, reforçando seu mito até seus últimos dias.

FONTE: Mathaus Sanches

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Joel Engel participa de Homenagem a Donald Trump em Washington.

No dia 11 de dezembro de 2025, considerado um dos encontros internacionais mais relevantes que unem fé e diplomacia, inúmeras pessoas, entre parlamentares, empresários e líderes políticos, cristãos e judeus de mais de 60 países se reuniram em Washington, D.C., para o jantar de gala da Fundação Aliados de Israel (Israel Allies Foundation).

Nesta edição, o presidente Donald Trump foi homenageado com o prêmio máximo pela sua forte e consistente defesa de Israel durante seu mandato, como a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém e o reconhecimento da soberania israelense sobre as Colinas de Golã.

O evento, que aconteceu no JW Marriott Washington, DC, contou com a presença de autoridades internacionais, incluindo o senador do Texas Ted Cruz, a Ministra da Ciência e Tecnologia de Israel, Gila Gamliel, a pastora Paula White, responsável pelo Escritório de Fé da Casa Branca, e o príncipe herdeiro do Irã, Reza Pahlavi.

A Fundação, que conecta mais de 1.600 parlamentares em 64 países, reforça sua missão de promover a diplomacia entre líderes políticos e religiosos em apoio a Israel.

Todos os convidados da cerimônia foram homenageados por seu posicionamento público em favor de Israel e do povo judeu, sendo reconhecidos como “Amigos de Israel”. Um deles foi Joel Engel, líder cristão de destaque no Rio Grande do Sul, que tem quase quatro décadas de ministério.

Defensor do estreitamento das relações entre cristãos e Israel, Engel foi reconhecido por sua atuação internacional e por conectar Israel às nações. Sua presença simbolizou a ampliação das pontes espirituais e diplomáticas entre o Brasil, os Estados Unidos e Israel.

Durante o evento, Joel Engel teve a oportunidade de encontrar personalidades influentes do cenário cristão mundial, incluindo Cindy Jacobs, uma das líderes proféticas mais respeitadas das últimas décadas, que na ocasião liberou uma palavra especial dirigida ao Brasil.

Engel compartilhou em suas redes sociais a emoção de estar presente no evento: “É muito forte o amor que os americanos têm por Israel. Deus está se movendo aqui nos Estados Unidos. Que Deus abençoe.”

Fonte: Ministério Engel

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Joel Engel e Paula White

 

Joel Engel e Ton Hens