Por que o Brasillidera no ranking de violência doméstica?

“Ouvi de um Policial certa vez que se fosse prender todo homem que agride uma mulher no Brasil, não teria espaço na cadeia para os demais crimes, e o tom foi de deboche”

Sempre batemos na mesma tecla quando o assunto é falar de violência doméstica, mas hoje, vamos um pouco mais além, vamos na chave do problema. Veja bem caro leitor, não queremos aqui causar uma revolução no matrimônio moderno, mas sim explicar que certas praticas são abusivas e antiquadas aos dias de hoje, sem falar que muitas delas são CRIMES.

Proibir uma mulher de ter o próprio sustento, realizar seus estudos, é crime. Violência patrimonial, diminuir, ameaçar, humilhar, intimidar, coagir, ridicularizar, manipular, ou quaisquer atitudes que deixe a vítima com medo, é violência psicológica. Ofender em público, ou na internet, é crime. Violência moral, perseguir em ruas ou via internet é crime, stalking é o nome desse crime. E por fim, agredir, submissões físicas, puxões, empurrões, imobilização, etc. é crime, o mais grave de todos: violência física. Exigir da parceira atos sexuais aos quais ela não permite, forçar relações sexuais, se negar a usar preservativos, exposição da ou à nudez, também é crime, violência sexual.

Mas geralmente isso tudo vem em um grande combo, e sempre, independente da forma com que ocorre, isso parte de um RELACIONAMENTO ABUSIVO. Mas bom, o que isso tem a ver com as estatísticas que mostram que nosso país ainda infelizmente lidera nos boletins de ocorrência? Denúncias? E estatísticas de feminicídio? A resposta é a cultura, fato é, e verdade seja dita, o fator cultural ainda é grande denominador comum a essa prática absurda. Ainda nos dias atuais presenciamos pais ensinando suas filhas a não questionar e a sempre “obedecer” o marido, vemos isso claramente em outros países aonde a mulher é vista como algo totalmente submisso em total servidão ao marido. Muita gente vai deixar de ler essa parte mas em alguns lugares o maior desencadeador dessa cultura é a falta de instrução e a fé cega em doutrinas religiosas diversas, e mudar uma cultura de um país, um estado, cidade ou até mesmo bairro é algo extremamente lento e complexo. Há de se convir que em relação ao passado estamos evoluindo e tendo melhorias, mas ainda falta e muito. Precisa ser debatido, difundido em escolas, no cotidiano, na TV, internet, rodas de conversas, não temos que falar apenas da violência temos que prevenir, e a melhor forma de prevenção é o dialogo. RELAÇÕES TÓXICAS MATAM, tudo que começa mal tende a acabar pior, não é por que seus pais, avós viveram uma relação 20, 30, 50 anos que essa relação foi boa, a maioria das vezes ambas as partes têm traumas, problemas que nunca sequer foram externados por que a “sociedade” impôs a eles esse modelo de relação perfeita que claramente é uma utopia. O amor não mata, não proíbe, não agride, se está passando por isso fuja, não é amor.

Você mulher, esteja passando por qualquer tipo de violência não se cale DENUNCIE. Disque 180 Central de Atendimento à Mulher.

POR: CAROLINA VALLER BALDIN. ATIVISTA PELO DIREITO DAS MULHERES.

Instagram: @carol_valler

Facebook: Carolina valler baldin

Mais matérias

SP Food Film Fest celebra 5 anos com 42 filmes, quatro estreias internacionais e experiências gastronômicas.

São Paulo recebe, de 1º a 14 de outubro, a quinta edição do São Paulo Food Film Fest, maior edição do festival em cinco anos. A programação reúne 42 filmes, entre documentários e ficções de diferentes países, incluindo quatro produções internacionais inéditas no Brasil, sessões especiais, debates, aulas-show e atividades gastronômicas. Com entrada gratuita, o evento propõe uma imersão que mistura cinema e comida, com direito a degustações de pratos e bebidas inspirados nos filmes após as sessões.

O festival ocupa o Reserva Cultural, o Centro Cultural São Paulo (CCSP), a Biblioteca Roberto Santos e dois CEUs do Circuito Spcine, além de levar parte da programação para a Spcine Play, com acesso gratuito em todo o Brasil. Entre os destaques estão a celebração dos 50 anos de Dona Flor e seus Dois Maridos, clássico de Bruno Barreto marcado pela presença da culinária baiana, e a première nacional de Jota Urondo, Um Cozinheiro Impertinente, sobre um chef argentino que entende a cozinha como patrimônio cultural.

A programação reúne ainda as estreias de A História de Aisha, que mostra a importância da moagem de grãos para a culinária palestina; Alimentando o Amanhã, sobre os impactos de um sistema alimentar global nos ecossistemas, no clima, na saúde e na desigualdade; e Seeds, que mostra a agricultura norte-americana a partir da perspectiva de famílias negras e de uma história marcada pelo racismo estrutural.

O festival também revisita filmes que completam aniversários marcantes em 2026 e têm a gastronomia presente em suas histórias. A seleção inclui A Viagem de Chihiro, que completa 25 anos e traz referências à culinária japonesa; Alice no País das Maravilhas, pelos 75 anos, com sua festa do chá;  Conta Comigo, que completa 40 anos e traz a famosa torta de mirtilo; e Curtindo a Vida Adoidado, também com 40 anos, em uma passagem pelo universo dos cachorros-quentes de Chicago.

Completam a seleção Matilda, que chega aos 30 anos e mantém na memória do público a cena do icônico bolo de chocolate; As Férias da Minha Vida, que completa 20 anos e acompanha uma mulher que encontra na culinária uma paixão compartilhada com um chef durante uma viagem pela Europa; o clássico Tubarão de Steven Spielberg, e O Bolo do Presidente, ambientado no Iraque dos anos 1990, sobre uma menina de nove anos em busca dos ingredientes para preparar o bolo de aniversário do presidente.

Com apoio da Embaixada da França no Brasil, o festival exibirá dois destaques de Cannes: Amor e Queijo, premiado na mostra Un Certain Regard, que acompanha a jornada de um jovem forçado a amadurecer e que decide fabricar o queijo artesanal perfeito para salvar sua família; e À Sombra das Figueiras, selecionado para a Quinzena dos Realizadores, que revela os flertes, segredos e anseios de jovens trabalhadores sazonais durante a colheita de figos em um pomar na Tunísia.

Em 2026, o São Paulo Food Film Fest amplia o número de sessões acessíveis, com audiodescrição, Libras, legendas descritivas (LD) e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Entre os filmes contemplados estão Papaya, com legenda descritiva e audiodescrição na Spcine Play; Do Colo da Terra, com LSE nas salas e na plataforma; Cachaça – O Espírito Brasileiro, com legenda descritiva e Libras; O Clube dos Anjos, com legenda descritiva e Libras; e Seeds, com closed caption.

Debates e Aulas Show

A partir das 19h, no Reserva Cultural, quatro debates, em diferentes dias, aproximam cinema, gastronomia, ciência, artes e movimentos sociais em encontros que discutem diferentes dimensões da alimentação.

No debate “Vida de Chef”, em 2 de outubro, após a exibição de Jota Urondo, Um Cozinheiro Impertinente, Juan Villegas e Mariana Erijimovich, diretores do filme, Neide Rigo, Cláudio Vespasiano e Guilherme Cardadeiro, discutem a rotina da profissão para além do glamour televisivo, incluindo gestão, limpeza, correria, resistência física e liderança humanizada.

No dia 7 de outubro, A História da Alimentação no Brasil, série baseada no livro de Luís da Câmara Cascudo, serve de ponto de partida para a conversa sobre as origens e a mistura de culturas que formaram a culinária brasileira. Em 8 de outubro, o debate “Povos Indígenas e o Alimento”, mediado por Ariela Doctors, acompanha a exibição de Do Colo da Terra e aborda a comida como herança, resistência e território de memória.

Já em 9 de outubro, Renascer da Terra (Groundswell) motiva a discussão “Produção Alimentar para o Amanhã”, também com mediação de Ariela Doctors, sobre produtividade agrícola, proteção ambiental, bioinsumos, redução da pegada de carbono e agricultura regenerativa.

Para completar, o evento traz uma programação gastronômica que inclui ainda aulas com chefs e pesquisadoras dedicadas à culinária brasileira, no dia 3 de outubro. Letícia Massula fala sobre bananas com a aula: “Wantã e Godó – os Verdes, os Maduros e o Caso das Bananas”; Mara Sales aborda os doces brasileiros com a aula: “Marinada de Vegetais Brasileiros” e Graziela Tavares apresenta a influência portuguesa na culinária brasileira com a aula: “Açordas Portuguesas”.

Oficinas de Audiovisual e Culinária

Os CEUs do Circuito Spcine – Meninos e São Miguel, recebem oficinas de audiovisual para alunos, ministradas por Christian Saghaard após as sessões de Wall-E, da Pixar. As atividades incluem gravação de vídeos pelos próprios participantes, tendo como inspiração a visão futurista do filme sobre o mundo, o trabalho e a alimentação.

Na Biblioteca Roberto Santos, Guilherme Cardadeiro ministra oficinas de culinária para crianças, após as sessões da animação Papaya. A partir da história da pequena semente de mamão que sonha em voar e viver livre, os participantes utilizam sementes de mamão em atividades criativas e gastronômicas.

Feirinha de Gastronomia

Nos dias 9, 10 e 11 de outubro, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) recebe a Feirinha do Festival, reunindo pequenos produtores, artesãos e cozinheiras de diferentes territórios. A iniciativa valoriza a produção artesanal, a sustentabilidade e a economia local, criando um espaço de encontro entre sabores, saberes, memória e território.

O São Paulo Food Film Fest é viabilizado pela Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais e pelo ProAC – ICMS. Tem patrocínio do Grupo Carrefour Brasil e Spcine, co-patrocínio da Ecolab e apoio da Akio Roxo. A produção é da Drop Produções, com coprodução da Química Cultural. A gestão de patrocínios é da Doble Cultura. A realização é da DOC e Outras Coisas, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e do Ministério da Cultura.

Serviço

5º São Paulo Food Film Fest
Quando:
1º a 14 de outubro de 2026
Onde: Reserva Cultural, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Biblioteca Roberto Santos e CEUs do Circuito Spcine e Spcine Play
Entrada Gratuita

Para saber mais:
Site oficial do São Paulo Food Film Fest

Instagram: @spfoodfilmfest
YouTube: @saopaulofoodfilmfest
TikTok: @spfoodfilmfest

Atendimento à imprensa:
ATTi Comunicação e Ideias – Eliz Ferreira e Valéria Blanco
(11) 3729-1455 / 3729-1456 / 9 9105-0441
atticomunicacao1@gmail.com

PROGRAMAÇÃO _ Filmes + Degustação

 

RESERVA CULTURAL – Sala 2

Avenida Paulista, 900

 

 

01/10 – quinta-feira

 

14h45 – Alimentando o Amanhã (Oliver English e Simon English, EUA, 2024, 78’) Legenda Descritiva, Livre

 

Degustação: Salada de Grãos

 

17h00 – We Feed People: Um Chef Na Primeira Linha (Ron Howard, EUA, 2022, 89’) Legendado, 12 anos

 

Degustação: Tigela de Brasil

 

 

19h15 – As férias da minha vida (Wayne Wang, EUA, 2006, 112′) Legendado, 12 anos

 

Degustação: Risoto de Prosciutto com figos frescos finalizado com amêndoas laminadas e zest de limão siciliano

 

02/10 sexta-feira

 

14h30 – Alice no País das Maravilhas (Clyde Geronimi, Wilfred Jackson, Hamilton Luske, EUA, 1951, 75′) Dublado, Legenda Descritiva, Livre

 

Degustação: Muffin com Chá

 

16h30 – Cachaça, O Espírito Brasileiro (Carlos Ribas, Brasil, 2026, 82’) Legenda Descritiva, 14 anos

 

Cachaça Salinas + Caldinho de Feijão Vegano

 

19h00 – Jota Urondo, um cozinheiro impertinente (Mariana Erijimovich, Juan Villegas, Argentina, 2025, 70’) Legendado, Livre

 

DEBATE: Vida de Chef Presença dos diretores

 

Nhoque de Mandioquinha recheado com brie e molho branco da Chef Vegano

 

03/10 – Sábado

 

14h45 – Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, Brasil, 1976, 106′) 16 anos

 

Moqueca de Banana

 

17h30 – Trapaceiros (Woody Allen, EUA, 2000, 94′) Legendado, Livre

 

Cookie Vegetariano

 

20h00 – Curtindo a Vida Adoidado (John Hughes, EUA, 1986, 103′) Legenda Descritiva, 12 anos

 

Cachorro Quente

 

 

04/10 – Domingo

 

14h45 – Rambutan (Erika Fromm, Brasil, 2026, 12′) + O Bolo do Presidente (Hasan Hadi, Iraque, 2025, 105′) | Legendado, 14 anos

 

Bolo de Lavanda e Rambutão

 

 

17h30 – Pizza (Ugo Giorgetti, Brasil, 2025, 56’) Livre

 

Pizza

 

19h15 – Frankie & Johnny (Garry Marshall, EUA, 1991, 118’) Legendado, 16 ano

 

Sanduíche de atum

 

05/10 – Segunda-feira

 

14:30 – A História de Aisha (Elizabeth Vibert, Canadá, Jordânia, 2025, 62′) Legenda Descritiva, Livre

 

Pão Árabe com Babaganoche Vegano

 

16:30 – Seeds (Brittany Shyne, EUA, 2025, 123’) | Legendado, 10 anos

 

Pão de milho, feijão fradinho e couve

 

19h30 – O Clube dos Anjos (Angelo Defanti, Brasil, 2022, 101′) Legenda Descritiva, 16 anos

 

Picadinho com banana

 

 

06/10 -Terça-feira

 

14:45 – Jota Urondo, um cozinheiro impertinente (Mariana Erijimovich, Juan Villegas, Argentina, 2025, 70’) | Legendado, Livre

 

Nhoque de Mandioquinha recheado com brie e molho branco da Chef Vegano

 

16:30 – Alimentando o Amanhã (Oliver English e Simon English, EUA, 2024, 78’) Legenda Descritiva, Livre

 

Salada de Grãos

 

 

19:00 – Renascer da Terra (Josh Tickell e Rebecca Tickell, EUA, 2026, 93’) Legenda Descritiva, Livre

 

DEBATE: Produção Alimentar Para Amanhã

 

Prato da Horta (Vegetariano)

 

07/10 – Quarta-feira

 

14:45 – Tá Chovendo Hambúrguer 2 (Cody Cameron e Kris Pearn, EUA, 2023, 95′) Dublado, Legenda Descritiva, 10 anos

 

Mini Hambúrguer

 

17:00 – A Quinta Portuguesa (Avelina Prat, Espanha, Portugal, 2025, 114’) Legendado, 12 anos

Arroz de Bacalhau a Dona Glória Dias

 

 

20:00 – Histórias da Alimentação no Brasil – Todo Trabalho do Homem é para sua boca (Eugenio Puppo, Brasil, 2017, 27’) |  Libras, Livre

 

 

DEBATE: Todo Trabalho do Homem é para sua boca Libras

 

Bolo Pudim de mandioca com calda de Tapioca e queijo do Marajó

 

08/10 – Quinta-feira

 

16:30 – Matilda (Danny DeVito, EUA, 1996, 98′) Dublado, Legenda Descritiva, Livre

 

Bolo Matilda

 

 

19:00 – Do Colo da Terra (David Vêluz e Renata Meirelles, Brasil, 2025, 75′) Libras, Livre

 

DEBATE: Povos Indígenas e o Alimento Presença dos diretores

 

Mungunzá

 

 

09/10- Sexta-feira

15:00 – À Sombra das Figueiras (Erige Sehiri, Tunísia, França, Suíça, Alemanha, Qatar, 2022, 92′) Legendado, 12 anos

 

Toast de figo com queijo Vegetariano

 

17:30 – 100 litros de ouro (Teemu Nikki, Finlândia, 2024, 87′)

Legendado, 14 anos

 

Cerveja Artesanal

 

20:00 – Conta Comigo (Rob Reiner, EUA, 1986, 89’) Legenda Descritiva, 16 anos

 

Tartelete de Frutas Vermelhas Vegetariano

 

 

10/10 – Sábado

 

14:30 – A Viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki, Toshio Suzuki, Japão, 2001, 125’) Dublado, Legenda Descritiva, Livre

 

Onigiri (Bolinho de arroz japonês recheado e envolto em alga nori crocante)

 

 

17:30 – Fermentados (Jonathan Cianfrani, EUA, 2017, 107′) Legendado, Livre

 

One Bite Kimchi (arroz+ kimchi+pernil)

 

 

19:30 – Tubarão (Steven Spielberg, EUA, 1975, 124′)

Legendado, 10 anos

 

UAI Tofu

 

 

11/10 – Domingo

 

14:45 – Matilda (Danny DeVito, EUA, 1996, 98′) Dublado, Legenda Descritiva

 

Bolo Matilda

 

17:00 – O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante (Peter Greenaway, Reino Unido, França, 1989, 124’) | Legendado, 18 anos

 

Muffin Vegetariano

 

20:00 – Amor e Queijo (Louise Courvoisier, França, 2024, 90’)

Legendado, 12 anos

 

Queijo Comté e Vinho do Jura

 

 

12/10 – Segunda-feira

 

14:30 – Tá Chovendo Hambúrguer 2 (Cody Cameron e Kris Pearn, EUA, 2023, 95′) Dublado, Legenda Descritiva, 10 anos

 

Mini-Hambúrguer

 

 

17:00 – Alice no País das Maravilhas (Clyde Geronimi, Wilfred Jackson, Hamilton Luske, EUA, 1951, 75′) Dublado, Legenda Descritiva

 

Muffin com Chá

 

19:15 – A Fantástica Fábrica de Chocolate (Tim Burton, EUA, RU, Austrália, 2005, 115′) Dublado, Legenda Descritiva, 10 anos

 

Sorvete de Chocolate na Casquinha Vegetariano

 

13/10 – Terça-feira

 

14:45 –Cocktail (Roger Donaldson, EUA, 1988, 103′)

Legendado, 16 anos

 

Piña Colada (com ou sem álcool)

 

17:00 – A Colheita (U. Roberto Romano, EUA, 2010, 80′) Legendado, 10 anos

 

Sopa de Cebola

 

19:30 – À Sombra das Figueiras (Erige Sehiri, Tunísia, França, Suíça, Alemanha, Qatar, 2022, 92′) Legendado, 12 anos

 

Toast de figo com queijo Vegetariano

 

14/10- Quarta-feira

 

14:30 – Renascer da Terra (Josh Tickell e Rebecca Tickell, EUA, 2026, 93’) Legenda Descritiva, Livre

 

Prato da Horta Vegetariano

 

17:00 – A História de Souleymane (Boris Lojkine, França, 2024, 93′) Legendado, Livre

 

Sanduíche Wrap

 

19:30 – Champagne – Uma Viagem De Pai E Filho (Tim Kamps, Holanda, 2026, 90′) Legendado, 14 anos

 

Espumante Bacupari Vegan

 

 

Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emílio

Rua Vergueiro, 1000

 

01/10

 

14:45 – A Colheita (U. Roberto Romano, EUA, 2010, 80′) Legendado, 10 anos

 

Sopa de Cebola

 

 

17:00 – Histórias das Culinárias Cubanas (Asori Soto, Cuba, EUA, 2018, 82’) Legendado, 12 anos

 

Arroz, feijão preto, mandioca cozida e especiarias Vegano

 

19:15 – Champagne – Uma Viagem De Pai E Filho (Tim Kamps, Holanda, 2026, 90′) Legendado, 14 anos

 

Espumante Bacupari Vegano

 

02/10

 

14:45 – Amor e Queijo (Louise Courvoisier, França, 2024, 90’) Legendado, 12 anos

 

Queijo Comté e Vinho do Jura

 

 

17:00 – A História de Aisha (Elizabeth Vibert, Canadá, Jordânia, 2025, 62′) Legenda Descritiva, Livre

 

Pão Árabe com pasta de berinjela defumada Vegano

 

19:00 – A Quinta Portuguesa (Avelina Prat, Espanha, Portugal, 2025, 114’) Legendado, 12 anos

 

Arroz de Bacalhau a Dona Glória Dias

 

03/10

 

15:00 – Histórias da Alimentação no Brasil – Ep. 3 – O Caso das Bananas (Eugenio Puppo, Brasil, 2017, 25’)

Libras, Livre

 

AULA-SHOW

Letícia Massula

Wantã e Godó – os verdes, os maduros e o caso das bananas  | Libras, Livre

 

17:00 – Histórias da Alimentação no Brasil – Ep. 9 – Ementa Portuguesa (Eugenio Puppo, Brasil, 2017, 25’) | Libras, Livre

 

 

AULA-SHOW

Graziela Tavares

Açordas portuguesas |  Libras, Livre

 

19:30 – Histórias da Alimentação no Brasil – Ep. 12 – Doces Histórias (Eugenio Puppo, Brasil, 2017, 25’) Libras, Livre

 

AULA-SHOW

Mara Salles

Marinada de Vegetais Brasileiros  | Libras, Livre

 

 

06/10

 

16:30 – A História de Souleymane (Boris Lojkine, França, 2024, 93′) Legendado, Livre

 

Sanduíche Wrap

 

 

19:00 – A Fantástica Fábrica de Chocolate (Tim Burton, EUA, RU, Austrália, 2005, 115′) Dublado, Legenda Descritiva, 10 anos

 

Sorvete de Chocolate na Casquinha Vegetariano

 

 

07/10

 

16:00 – Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto, Brasil, 1976, 106′) 16 anos

 

Moqueca baiana

 

18:45 – O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante (Peter Greenaway, Reino Unido, França, 1989, 124’) | Legendado, 18 anos

 

Muffin Vegetariano

 

 

08/10

16:00 – Rambutan (Erika Fromm, Brasil, 2026, 12′) + O Bolo do Presidente (Hasan Hadi, Iraque, 2025, 105′) | Legendado, 14 anos

 

Bolo de Lavanda e Rambutão

 

 

19:00 – Frankie & Johnny (Garry Marshall, EUA, 1991, 118’) Legendado, 16 anos

 

Sanduíche de atum

 

 

09/10

 

14:00 – FEIRINHA DIA 1

 

14:45 – Histórias das Culinárias Cubanas (Asori Soto, Cuba, EUA, 2018, 82’) Legendado, 12 anos

 

Arroz, feijão preto, mandioca cozida e especiarias Vegano

 

17:00 – Cocktail (Roger Donaldson, EUA, 1988, 103′) \ Legendado, 16 anos

 

Piña Colada (com ou sem álcool)

 

19:15 – Curtindo a Vida Adoidado (John Hughes, EUA, 1986, 103′) Legenda Descritiva, 12 anos

 

Hot Dog

 

 

10/10

 

14:00 – FEIRINHA DIA 2

 

14:45 – O Clube dos Anjos (Angelo Defanti, Brasil, 2022, 101′) Legenda Descritiva, 16 anos

 

Picadinho com banana

 

 

17:00 – Pizza (Ugo Giorgetti, Brasil, 2025, 56’) Livre

 

Pizza

 

19:00 – As férias da minha vida (Wayne Wang, EUA, 2006, 112′) Legendado, 12 anos

 

Risoto de Prosciutto com figos frescos finalizado com amêndoas laminadas e zest de limão siciliano

 

11/10 –

 

14:00 – FEIRINHA DIA 3

 

 

14:45 – Cachaça, O Espírito Brasileiro (Carlos Ribas, Brasil, 2026, 82’) Legenda Descritiva, 14 anos

 

Cachaça Salinas + Caldinho de Feijão Vegano

 

17:00 – Conta Comigo (Rob Reiner, EUA, 1986, 89’) Legenda Descritiva, 16 anos

 

Tartelete de Frutas Vermelhas Vegetariano

 

19:30 – We Feed People: Um Chef Na Primeira Linha (Ron Howard, EUA, 2022, 89’) Legendado, 12 anos

 

Tigela de Brasil

 

13/10

 

14:45 – Fermentados (Jonathan Cianfrani, EUA, 2017, 107′) Legendado, Livre

 

One Bite Kimchi (arroz+ kimchi+pernil)

 

 

16:30 – Trapaceiros (Woody Allen, EUA, 2000, 94′) Legendado, Livre

 

Cookie Vegetariano

 

19:15 – 100 litros de ouro (Teemu Nikki, Finlândia, 2024, 87′)

Legendado, 14 anos

 

Cerveja Artesanal

 

 

14/10

 

15:30

Seeds (Brittany Shyne, EUA, 2025, 123’)

Legendado, 10 anos

 

 

Pão de milho, feijão fradinho e couve

 

 

18:45 – Tubarão (Steven Spielberg, EUA, 1975, 124′)

Legendado, 10 anos

 

UAI Tofu

 

 

 

CEU São Miguel

Rua José Ferreira Crespo, 475

 

 

08/10/2026

15:00 – Wall-E (Andrew Stanton, EUA, 2008, 98’) Dublado, Legenda Descritiva, Livre

 

OFICINA Audiovisual Gostinho de Cinema

 

 

 

 

CEU Meninos

Rua Barbinos, 111

 

 

14/10/2026

15:00 – Wall-E (Andrew Stanton, EUA, 2008, 98’) Dublado, Legenda Descritiva, Livre

 

OFICINA Audiovisual Gostinho de Cinema

 

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Biblioteca Roberto Santos

Rua Cisplatina, 505

 

14/10/2026

15:00 – Papaya (Priscilla Kellen, Brasil, 2025, 74′) Legenda Descritiva, Livre

 

OFICINA Gastronômica Papaia, da Planta ao Fruto

 

28/10/2026

15:00 – Papaya (Priscilla Kellen, Brasil, 2025, 74′) Legenda Descritiva, Livre

 

OFICINA Gastronômica Papaia, da Planta ao Fruto

 

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Spcine Play

www.spcineplay.com.br

01 a 31/10/2026

 

A Colheita (U. Roberto Romano, EUA, 2010, 80′) Legendado, 10 anos

 

A História de Aisha (Elizabeth Vibert, Canadá, Jordânia, 2025, 62′) Legenda Descritiva, Livre

 

Alimentando o Amanhã (Oliver English e Simon English, EUA, 2024, 78’ Legenda Descritiva, Livre

 

Do Colo da Terra (David Vêluz e Renata Meirelles, Brasil, 2025, 75′) Legenda Descritiva, Livre

 

Histórias das Culinárias Cubanas (Asori Soto, Cuba, EUA, 2018, 82’) Legendado, 12 anos

 

Jota Urondo, um cozinheiro impertinente (Mariana Erijimovich, Juan Villegas, Argentina, 2025, 70’)

Legendado, Livre

 

O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante (Peter Greenaway, Reino Unido, França, 1989, 124’)

Legendado, 18 anos

 

O Pouso da Gralha Azul (Rica Saito, Brasil, 2014, 59′) Legenda Descritiva, Livre

 

Pizza (Ugo Giorgetti, Brasil, 2005, 56′) Livre

 

A Quinta Portuguesa (Avelina Prat, Espanha, Portugal, 2025, 114’) Legendado, 12 anos

 

Arroz de Bacalhau a Dona Glória Dias

 

 

🎟 INGRESSOS – O FESTIVAL É TOTALMENTE GRATUITO!

 

  • Os ingressos serão distribuídos 1 HORA antes de cada sessão exclusivamente nas salas de cinema.
  • Será liberado APENAS 1 ingresso por pessoa.
  • NÃO HÁ RESERVAS DE INGRESSOS.

 

📍 LOCAIS

 

  • RESERVA CULTURAL
  • CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
  • BIBLIOTECA ROBERTO SANTOS
  • CEU São Miguel
  • CEU Meninos

 

📽 FILMES

 

  • Verifique a CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA da sessão.
  • Todas as animações e sessões infantis terão cópias dubladas.

 

🍴 DEGUSTAÇÕES – SOMENTE 1 POR PESSOA

 

  • As degustações são oferecidas apenas AO FINAL das sessões.
  • Nossa equipe irá ordenar a saída das salas, pedimos que aguardem orientação para que não haja acidentes nas escadas.
  • Para garantir a sua participação, GUARDE O SEU INGRESSO, ele deverá ser entregue após o filme, debate ou aula.

 

 

✏ AULAS-SHOW

  • A aula acontece após a exibição de um dos episódios da série HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO NO BRASIL.
  • Os ingressos serão distribuídos 1 HORA antes da exibição do episódio da série.

 

 

💬 DEBATES

 

  • Os debates são realizados após a sessão do filme base para a discussão.
  • As degustações são oferecidas apenas AO FINAL do debate.

 

 

🧏 ACESSIBILIDADE

 

  • As sessões com recurso de acessibilidade serão divulgadas e sinalizadas no site e instagram do festival.
  • Nossa equipe estará à disposição para o auxílio e acesso facilitado do público.

📲 ONLINE

 

  • Durante o festival, alguns filmes estarão disponíveis na plataforma Spcine Play.

 

🧺 FEIRINHA

 

  • Nossos expositores estarão com seus produtos À VENDA nos dias 9, 10 e 11 de OUTUBRO, no Centro Cultural São Paulo.

 

O São Paulo Food Film Fest é viabilizado por meio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais e do ProAC – ICMS. Ele tem patrocínio do Grupo Carrefour Brasil e Spcine,

Co-Patrocínio da Ecolab e Apoio da Akio Roxo. A produção é da Drop Produções e

Co-Produção da Química Cultural. A realização é da Doc e Outras Coisas, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais e do Ministério da Cultura.

 

“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.

Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.

Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.

A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.

O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.

Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.

Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.

Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw

 

 

Acupuntura e seus benefícios, Dr Volnei Barboza.

As crenças iniciais da acupuntura se baseavam em conceitos que são comuns na medicina tradicional chinesa, como uma energia da vida chamada qi

 

Acreditava-se que o qi fluía dos órgãos primários do corpo (órgãos zang fu) para tecidos “superficiais” do corpo como pele, músculos, tendões, ossos e juntas através de canais chamados meridianos. Os acupontos se localizam, quase sempre, ao longo dos meridianos Os que não se localizam ao longo dos meridianos são chamados extraordinários, e aqueles que não têm localização específica são chamados pontos a-shi.

 

Os acupontos propriamente ditos ficam sob a pele, não na superfície, e para que sejam estimulados devidamente e com segurança, as agulhas são introduzidas em diferentes graus de inclinação conforme o caso. Yintang, por exemplo, um acuponto localizado entre as sobrancelhas, deve ser punturado perpendicularmente em relação à pele no sentido do topo da cabeça para baixo, pinçando-se a pele levemente entre os dedos no momento da introdução da agulha; VB30, por outro lado, um ponto localizado em ambas as nádegas, deve ser punturado profundamente em ângulo de 90º.

 

O sentido das agulhas, o tempo e a forma de estimulação também podem variar conforme o tratamento específico. Condições de excesso (de chi ou de xué) são tratadas com estimulações menos vigorosas e pouco demoradas, ao passo que condições de vazio ou deficiência pedem manobras de entrada e retirada (não se retira totalmente a agulha, apenas se dá pequenos solavancos para cima e para baixo), fricção (na parte áspera da agulha), giros de um lado para outro ou mesmo pequenos petelecos na ponta exposta da agulha.

 

É costume também utilizar um “mandril” para inserir as agulhas. Trata-se de um pequeno tubo plástico descartável dentro do qual corre a agulha. A leve pressão da ponta do mandril sobre a pele ajuda a reduzir a dor da entrada, mas acupunturistas muito experientes muitas vezes optam por inserir a agulha em um movimento rápido à mão livre até a profundidade indicada, o que não é possível com o mandril (a diferença entre o comprimento do mandril e da agulha é o quanto se conseguirá inserir da agulha no primeiro movimento).

 

Sensação de qi

De-qi (Chinês: 得气; pinyin: dé qì; “chegada de qi”) se refere a uma alegada sensação de torpor, distensão ou formigamento elétrico no local da agulha. Se essa sensação não ocorre, então se justifica dizendo que o acuponto não foi localizado corretamente, ou a agulha não foi inserida na profundidade correta, ou houve manipulação inadequada. Se o de-qi não é imediatamente sentido no local de inserção da agulha, várias técnicas de manipulação costumam ser empregadas para promovê-la, como arrancar, sacudir e tremer.[61]

 

Uma vez que o de-qi é observado, técnicas podem ser utilizadas para “influenciar” o de-qi: por exemplo, através de certa manipulação, o de-qi pode, supostamente, ser transferido do local da agulha para locais mais distantes do corpo. Outras técnicas objetivam “tonificar” (chinês: 补; pinyin: bǔ) ou “sedar” (chinês: 泄; pinyin: xiè) o qi.

As primeiras técnicas são usadas em padrões de deficiência, as últimas em padrões de excesso de energia.[61] O de-qi é mais importante na acupuntura chinesa, enquanto os pacientes ocidentais e japoneses podem não considerá-lo uma parte necessária do tratamento.[52]

 

Práticas relacionadas

 

Do-in, uma forma não invasiva de trabalho corporal, usa pressão física aplicada aos acupontos por meio das mãos, dos cotovelos ou de outros instrumentos.A acupuntura é, frequentemente, acompanhada de moxabustão, a queima de preparações cônicas de moxa (feitas a partir de várias espécies do gênero Artemisia secas) sobre ou próximo à pele, frequentemente porém nem sempre em acupontos ou próximo a eles. Tradicionalmente, a acupuntura é usada para tratar doenças agudas, enquanto a moxabustão é usada para tratar doenças crônicas.

A moxabustão pode ser direta (o cone é colocado diretamente sobre a pele e permite-se que ele queime a pele, produzindo uma bolha e, eventualmente, uma cicatriz) ou indireta (o cone é colocado sobre uma fatia de alho, gengibre ou outro vegetal, ou um cilindro de moxa é mantido acima da pele, perto o bastante para aquecer ou queimar a pele).

Ventosaterapia é uma antiga forma chinesa de medicina alternativa na qual é criada uma sucção local sobre a pele; os praticantes acreditam que isso mobiliza um curativo fluxo de sangue.

Eletroacupuntura é uma forma de acupuntura na qual as agulhas são ligadas a um aparelho que gera pulsos elétricos contínuos (isso já foi descrito como, essencialmente, estimulação nervosa elétrica transdermal TENS mascarada como acupuntura).

Acupuntura de agulha de fogo é uma técnica que envolve a rápida inserção de agulhas aquecidas por fogo em partes do corpo.

Sonopuntura é uma estimulação do corpo similar à acupuntura usando som ao invés de agulhas.  Isso pode ser feito usando transdutores que emitam ultrassom a uma profundidade de oito a seis centímetros em acupontos da pele. Alternativamente, pode ser usado um diapasão ou outros aparelhos emissores de som.

Injeção em acupontos é a injeção de várias substâncias (como remédios, vitaminas ou extratos herbais) nos acupontos.  Essa técnica combina acupuntura tradicional com a injeção de uma dose efetiva de um remédio aprovado, e seus defensores sustentam que ela é mais eficiente que qualquer tratamento isolado, especialmente para o tratamento de alguns tipos de dor crônica. Entretanto, um estudo de 2016 revelou que a maior parte dos trabalhos publicados sobre o tema era de pouco valor devido a problemas metodológicos, e que testes em escala mais ampla seriam necessários para chegar a conclusões mais precisas.

Com base no conceito de microssistemas de acupuntura e sob os mesmos fundamentos da medicina tradicional chinesa que caracterizam a acupuntura, se desenvolveram técnicas explorando as possibilidades terapêuticas de regiões específicas do corpo como o pavilhão auricular (orelha) e as mãos.

Dentre estas, a mais antiga e difundida é a auriculopuntura ou auriculoterapia, já registrada no Neijing (500-300 a.C.). Tal técnica conta hoje com mais de uma escola: a chinesa clássica e a francesa, tendo sido esta última fundada pelo neurocirurgião francês Paul Nogier em 1957. Bem mais recente, o microssistema de acupuntura dos pontos das mãos – Korio Soo-Ji-Chim (Acupuntura de Mão, Coreana) foi desenvolvida apenas em 1975, por Tae Woo Yoo.[75] Os microssistemas são identificados seguindo a mesma lógica da reflexologia, ou seja, uma determinada área do corpo traz pontos reflexos de todo o corpo. Na auriculoterapia, por exemplo, visualiza-se um feto invertido sobre o pavilhão auricular para saber a que parte do corpo se refere cada região da orelha. Não há evidência científica, no entanto, de que a auriculoterapia possa curar doenças. A acupuntura do couro cabeludo, desenvolvida no Japão, é baseada em considerações reflexológicas do couro cabeludo.

A acupuntura cosmética é o uso da acupuntura numa tentativa de reduzir as rugas do rosto.

A acupuntura de veneno de abelha é a injeção de veneno de abelha purificado e diluído nos acupontos.

 

Colin A. Ronan, em sua “História ilustrada da ciência da Universidade de Cambridge”, assinala o período histórico de surgimento/consolidação de algumas das ideias básicas da ciência chinesa que eventualmente levaram ao desenvolvimento da técnica da acupuntura, como a concepção de Yin / Yang (陰陽) no princípio do século IV a.C. e a teoria dos Cinco elementos Wu Xing (五行), entre 370 e 250 a.C. por Tsou Yen (Zou Yan), o membro mais destacado da Academia Chi-Hsia (Zhi-Xia) do príncipe Hsuan (Xuan).

 

Na medicina tradicional chinesa, a doença é, geralmente, percebida como uma desarmonia em energias como yin, yang, qi, xuĕ, zàng-fǔ e meridianos, e na interação entre o corpo e o ambiente.[62]:77 A terapia se baseia em quais “padrões de desarmonia” podem ser identificados.[80][81]:1 Por exemplo, acredita-se que algumas doenças são causadas quando meridianos são invadidos por excesso de frio, vento e umidade.[81]:169-73 Visando a determinar qual é o padrão existente, os praticantes examinam itens como cor e formato da língua, a força relativa dos pontos de pulsação, o odor da respiração, a qualidade da respiração e o som da voz.[82][83] A medicina tradicional chinesa não diferencia claramente causa e efeito dos sintomas.[84]

 

FONTE: http://drvolneibarboza.com.br/

 

Marketing digital é com a Mox Mídia do Brasil.

Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

Um grande aumento nas vendas online. Uma empresa que destaca-se  em  criação de lojas online e sites á a Mox Mídia do Brasil.

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Telefone/ Whatsapp: (41) 9 9735-5599

 

Setembro Amarelo ganha novo significado com a NR-1: saúde mental precisa sair do discurso e entrar na cultura das empresas

Especialista defende que falar sobre saúde mental nas empresas exige olhar além do indivíduo e questionar que tipo de ambiente, cultura e liderança as organizações estão construindo.

Vagner Rocha, psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano

O Setembro Amarelo chega, em 2026, em um momento particularmente importante para as empresas brasileiras. A nova NR-1, que passou a incluir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e entrou em vigor em 26 de maio de 2026, traz um novo desafio para as empresas: transformar a preocupação com saúde mental em práticas efetivas de gestão.

Segundo o levantamento, realizado pela Heach Recursos Humanos com 1.730 empresas brasileiras, 68% das organizações declararam não entender o que muda com a atualização da NR-1, enquanto 62% dizem ainda não possuírem indicadores formais para identificar e monitorar riscos psicossociais.

Para C, os números ajudam a mostrar por que o tema precisa ultrapassar as campanhas pontuais. A discussão sobre saúde mental deve chegar à rotina das organizações, envolvendo liderança, comunicação, pressão por resultados, relações profissionais, segurança psicológica e a própria forma como o trabalho é organizado.

A mudança na NR1 aproxima ainda mais dois debates que durante muito tempo foram tratados separadamente pelas organizações: saúde mental e gestão do ambiente de trabalho.

É justamente nesse ponto que o psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano, com mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos, propõe uma reflexão para o Setembro Amarelo: de que adianta falar sobre saúde mental durante um mês se a cultura da empresa não contribui para preservá-la nos outros onze?

Para o especialista, muitas organizações avançaram no discurso sobre saúde mental, mas ainda existe uma distância significativa entre aquilo que as empresas dizem valorizar e aquilo que os profissionais vivenciam diariamente.

“Ao longo da minha carreira, passei por empresas onde missão, visão, valores, cultura e código de ética e conduta eram amplamente divulgados e discutidos com colaboradores e lideranças. O problema é que, muitas vezes, existe uma distância enorme entre aquilo que está escrito e aquilo que acontece na prática”, diz Vagner.

A discussão ganha ainda mais relevância porque a nova NR-1 não trata os riscos psicossociais apenas como uma questão individual. A norma os insere no gerenciamento de riscos ocupacionais, o que exige das organizações uma abordagem preventiva sobre as condições de trabalho.

Na avaliação de Vagner, isso pode representar uma oportunidade para as empresas deixarem de tratar saúde mental apenas por meio de campanhas, palestras ou benefícios pontuais e começarem a olhar para a própria cultura organizacional.

A pergunta principal não deveria ser apenas “como está a saúde mental dos nossos colaboradores?”, mas também “que ambiente estamos criando para que essas pessoas possam trabalhar, se desenvolver e se sentir bem?”. Afinal, saúde mental não é apenas uma questão individual: ela também revela muito sobre a cultura, a liderança e as condições de trabalho que uma organização oferece.

Nesse contexto, entram fatores como excesso de cobrança, jornadas insustentáveis, medo de falar sobre problemas, falta de diálogo, assédio e lideranças despreparadas para lidar com pessoas.

O papel das lideranças é central

Para Vagner, um dos principais pontos de atenção está na preparação dos gestores. A liderança é frequentemente a primeira camada da organização capaz de perceber mudanças no comportamento de um profissional, mas nem sempre está preparada para reconhecer sinais de sofrimento ou conduzir uma conversa de acolhimento.

“O líder não precisa ser psicólogo, mas precisa saber cuidar das pessoas. O problema é que muitos líderes foram preparados para entregar resultados, mas não necessariamente para cuidar das pessoas que precisam entregar esses resultados.”

Isso não significa, segundo o especialista, transformar gestores em profissionais de saúde mental. O papel da liderança é reconhecer mudanças, ouvir sem julgamento, criar espaço seguro para o diálogo e saber quando é necessário encaminhar o profissional para ajuda especializada.

A questão também passa pela forma como as cobranças são realizadas. Uma liderança pode precisar cobrar resultados, mas a maneira como isso acontece pode contribuir para um ambiente saudável ou gerar medo, insegurança e desgaste emocional.

“Ainda vejo uma linha de pensamento de que, se o líder não teve a intenção de assediar moralmente, então aquele comportamento não deveria ser considerado um problema. Mas precisamos entender que a ausência de intenção não elimina necessariamente o impacto daquele comportamento. Uma cobrança pode ser legítima, mas a forma como ela é feita pode gerar medo, insegurança ou desgaste emocional.”

Os números mostram que o tema não pode ser tratado como uma pauta secundária

A dimensão do problema também aparece nos dados da Previdência Social. Segundo dados preliminares de 2025 divulgados pelo Ministério da Previdência Social e destacados pela Fundacentro, foram concedidos 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em relação aos 472.328 registrados em 2024.

Os números não permitem afirmar que todos os casos tenham relação com o trabalho. Ao contrário, a própria Fundacentro chama atenção para a questão do reconhecimento do nexo entre adoecimento e atividade profissional. Ainda assim, o volume de benefícios reforça a dimensão da discussão sobre saúde mental no país.

“Quando olhamos para mais de 546 mil benefícios concedidos por transtornos mentais e comportamentais em um único ano, fica difícil tratar saúde emocional como uma pauta secundária de RH. Não podemos afirmar que todos esses casos foram provocados pelo trabalho, mas os números mostram a dimensão do problema e o impacto que ele pode representar para pessoas e organizações.”

Setembro Amarelo não pode terminar em setembro

É nesse ponto que Vagner propõe aproximar definitivamente a discussão da NR-1 com o Setembro Amarelo. Para ele, campanhas de conscientização são importantes, mas perdem força quando não são acompanhadas por mudanças concretas no ambiente organizacional.

“Não podemos ensinar as pessoas a serem resilientes para suportar ambientes que precisam ser transformados.”

A reflexão também vale para a forma como as empresas costumam abordar o tema. Incentivar terapia, atividade física, meditação, descanso e autocuidado podem ajudar, são iniciativas importantes e válidas, mas elas não substituem a responsabilidade da organização sobre as condições de trabalho. Se o profissional retorna diariamente para um ambiente marcado por pressão excessiva, relações profissionais desgastantes, falta de autonomia ou medo de se posicionar, a organização precisa olhar também para os fatores presentes nesse ambiente.

Para Vagner, a nova NR-1 pode funcionar como um ponto de virada: em vez de representar apenas mais uma obrigação de compliance, pode estimular as empresas a revisarem a coerência entre seus valores, suas práticas de liderança e a experiência real dos colaboradores.

“O grande desafio será sair da cultura do discurso e entrar na cultura da prática. A pergunta não deveria ser apenas ‘qual é a nossa cultura?’, mas ‘o que os nossos colaboradores realmente experimentam quando trabalham aqui?’.”

E essa mudança não significa criar ambientes sem cobrança, metas ou pressão por resultados, segundo o psicólogo: “Cuidar da saúde emocional não significa criar um ambiente sem cobrança ou sem metas. Significa construir ambientes onde as pessoas possam ser cobradas por resultados sem serem desrespeitadas, onde exista espaço para diálogo e onde a liderança consiga equilibrar performance com desenvolvimento humano.”

A proposta, portanto, é discutir como transformar o Setembro Amarelo de uma campanha pontual em uma estratégia permanente de prevenção, conectando saúde mental, liderança, cultura organizacional, segurança psicológica e gestão de riscos psicossociais. “A verdadeira prevenção começa quando a empresa cria um ambiente em que as pessoas se sintam seguras para pedir ajuda antes de chegarem ao limite.”, finaliza Vagner.

Sobre Vagner Rocha

Vagner Rocha é psicólogo, mentor de carreira e especialista em desenvolvimento humano. Possui mais de 20 anos de experiência em Recursos Humanos e trajetória em empresas multinacionais e de tecnologia, com atuação em projetos de desenvolvimento humano e organizacional em diferentes contextos. É fundador da VR Mentoring, criada em 2022, onde desenvolve trabalhos de mentoria profissional, liderança, desenvolvimento e consultoria para organizações.

Influenciadora Gabby Pelentir é a escolhida para comandar a bateria da escola que estreia em Joaçaba e já está treinando firme.

Ela é modelo, influenciadora, empresária e agora também Rainha de Bateria.
Gabby Pelentir moradora de Catanduvas-SC e proprietária da Gabriela Boutique, loja de roupas femininas, foi anunciada como a nova comandante da bateria da Imperadores do Vale, escola que vai desfilar pela primeira vez no Carnaval 2027 de Joaçaba, em Santa Catarina.

E a preparação já começou! Em entrevista, a rainha contou que a rotina está puxada: “Minhas aulas estão sendo intensas, com muito samba. Estou fazendo bastante cardio, treino e cuidando da alimentação também”.

Além do Carnaval e da boutique, Gabby Pelentir também trabalha como modelo e produtora de conteúdo adulto, e divide a rotina entre os ensaios, a loja, as redes sociais e os treinos.

A Imperadores do Vale promete chegar com tudo na avenida em 2027 e a nova rainha já adianta: o compromisso é levar muita energia e samba no pé para a escola estreante.

 

 

 

 

 

 

 

 

Conheça a autora Jaraguaense de apenas dezenove anos que irá participar de uma das maiores feiras literárias do Brasil!

 

Victória Engel escreveu seu primeiro livro aos 17 anos de idade e jamais imaginaria que, de Jaraguá do Sul — uma pequena cidade do norte de Santa Catarina — seria levada a um lançamento na Bienal de São Paulo 2026 e ao evento literário Cristã Fest no centro cultural de São Paulo.

 

Com seu mais novo livro de fantasia, chamado “O príncipe forasteiro”, Vicky se prepara para apresentá-lo nos eventos em São Paulo, que ocorrerão entre os dias 10 e 13 de setembro, com foco na literatura e na escrita, unindo arte e livros.

Seus livros estarão disponíveis para venda: “Reino de Espadas e Lobos” na Cristã Fest e “O Príncipe Forasteiro” na Bienal, no estande J76, na Rua J, no dia 11 de setembro, das 12h às 13h.

“O livro ‘O Príncipe Forasteiro’ traz uma história profunda sobre identidade e propósito, envolta em uma narrativa bem-humorada e épica, fazendo o leitor mergulhar em desertos sombrios e viagens malucas de trem.

Uma jornada de esperança e perdão, onde um príncipe mimado descobre um grande segredo sobre sua própria origem e se vê numa linha tênue entre permanecer ou decidir buscar sua verdadeira identidade através de um passo de fé, longe de títulos e riquezas memoráveis.

A história de Mosh me ensinou — e ainda me ensina — que é necessário desenterrar verdades para conseguirmos conhecer quem realmente somos por trás de máscaras superficiais.” São as palavras da autora Victória Engel, resumindo um pouco dessa nova fantasia desértica e mágica.

 

A Bienal do Livro de São Paulo é considerada uma das maiores feiras literárias da América Latina, contando com estandes de editoras, escritores, lançamentos de livros e leitores de todas as partes do país. É uma experiência fascinante que reúne diversos autores e obras, divulgando a literatura e a escrita. Os ingressos podem ser adquiridos através do site oficial:

 

https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br/ingressos.html

 

Além da Bienal, setembro também será marcado pela Cristã Fest, um evento inédito que reunirá artistas, escritores e músicos em uma grande feira voltada para a cultura cristã. Será uma oportunidade única para o público conhecer autores, adquirir livros, apreciar obras de arte e se conectar com histórias inspiradoras.

Os ingressos são totalmente gratuitos e liberados para todas as idades, garantindo acesso democrático a esse espaço de celebração da fé e da arte. Para participar, basta garantir o seu ingresso pelo site oficial: https://www.cristafest.com/

Dois eventos que, juntos, incentivam jovens e adultos a expandirem ainda mais sua relação com a literatura e a arte, promovendo crescimento intelectual e novas conexões com pessoas que compartilham da mesma paixão.

Se você quer conhecer mais da autora e suas obras, não deixe de participar dessas feiras, e acompanha-lá em suas redes sociais: @vickyescreve

 

Fonte: www.bienaldolivrosp.com.br, www.cristafest.com, Victória Engel

 

 

 

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, realiza Residência Artística no Instituto Capobianco

Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, que teve seu trabalho História do Olho – um conto de fadas pornô noir, apontado pelo New York Times como uma das obras de vanguarda mais surpreendentes do teatro contemporâneo, ocupa o Instituto Capobianco durante o segundo semestre de 2026.

 

A temporada apresenta quatro espetáculos — incluindo uma criação inédita —, dois laboratórios e atividades imersivas com o público. A Residência Janaina Leite e Núcleo do Olho apresenta diferentes momentos da trajetória da artista e do grupo e amplia sua pesquisa sobre as relações entre arte, pornografia, vida, tecnologia e experiência.

Atriz, diretora, dramaturgista, pesquisadora, e uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, Janaina teve recentemente sua trajetória reconhecida por Thomas Ostermeier, um dos mais importantes nomes do teatro contemporâneo mundial e diretor da Schaubühne, de Berlim, desde 1999. Durante a última edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, Ostermeier citou o trabalho de Janaina ao falar sobre o tipo de teatro que considera relevante na cena contemporânea. Para o diretor, a artista se destaca pela consistência de sua trajetória e pela profundidade de sua pesquisa.

Núcleo do Olho

Ao longo de mais de 15 anos, os projetos dirigidos por Janaina Leite deram origem ao Núcleo do Olho, rede de artistas e pesquisadores dedicada a processos continuados de investigação. A trajetória se estrutura a partir de uma metodologia de criação em espiral, na qual espetáculos, publicações, oficinas e residências alimentam novas perguntas e desdobramentos artísticos, aproximando criação, pesquisa e experiência.

Com trabalhos que transitam pelo teatro, realidade virtual, literatura, oficinas e palestra-performance, Janaina Leite e Núcleo do Olho articulam diferentes campos do conhecimento, entre eles filosofia, antropologia, psicanálise, literatura, ciência e tecnologia. Essa perspectiva multidisciplinar transforma a cena em espaço de experimentação e reflexão sobre questões contemporâneas e temas que atravessam diferentes épocas. É essa produção, em suas diversas linguagens e fases, que será apresentada no Instituto Capobianco ao longo da residência.

Reestreia de Stabat Mater

A programação começa em 4 de setembro, com a reestreia do espetáculo Stabat Mater, vencedor do Prêmio Shell de Teatro na categoria Dramaturgia e eleito o melhor espetáculo de 2024 em Portugal. Em cena com sua mãe, Amália Fontes Leite, e o ator Lucas Asseituno, Janaina tensiona as convenções da representação teatral ao aproximar campos historicamente inconciliáveis como maternidade e sexualidade. Tendo a pornografia como uma de suas bases estéticas, a obra confronta experiências pessoais e construções sociais sobre as relações entre homens e mulheres.

Em cartaz até 3 de outubro, a obra Inspirada no ensaio filosófico de Julia Kristeva, Stabat Mater — expressão latina que significa “estava a mãe” — investiga as relações entre feminilidade, maternidade e sexualidade, remontando à história da Virgem Maria e enfrentando os mecanismos de gozo e dor que fixam essas posições.

Alien(nada) – Monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado

Entre 9 e 11 de outubro, o Instituto Capobianco recebe Alien(nada): a Terra é uma adolescente e o Grande Filtro pode ser a autodestruição da humanidade, monólogo da diretora e pesquisadora Lívia Machado. Em formato de palestra-performance-sampler-audiovisual, a obra combina teatro, pesquisa científica e fabulação especulativa para investigar o imaginário alienígena como campo estético, político e poético.

Criado em parceria com o Núcleo do Olho, o trabalho integra a pesquisa continuada de Lívia Machado sobre as relações entre arte, tecnologia, comunicação e imaginários extraterrestres, presente em trabalhos como O Museu Voador, O Sol Desapareceu, Ainda Sopra e Crônicas Marcianas.

A montagem também é uma extensão do laboratório Sinestesia Alienígena, realizada de 8 a 29 de setembro no Instituto Capobianco, que propõe uma investigação artística a partir dos conceitos de “sinestesia” e “alienígena”, explorando hibridismos entre linguagens e materialidades, além de diferentes perspectivas sensoriais para refletir sobre temas como morte, permanência do corpo, tecnologia e digitalidade.

O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines

De 16 a 25 de outubro, Janaina Leite apresenta O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines, performance que já passou por Chile e Portugal e integrou a Mostra Capobianco, em março deste ano. A obra parte de um processo autoetnográfico em que Janaina Leite investiga as origens de um som que pulsa há anos em sua cabeça, revisitando experiências perturbadoras relacionadas aos territórios da morte e da loucura. Entre elas, uma vivência de quase afogamento com seu filho mais velho. Nessa fronteira entre vida e decomposição inevitável da matéria, o corpo — esse arquivo sensorial — torna-se cartografia de pesquisa.

Em diálogo com práticas de body art e pornografia, deslocamento de retina em cadáveres, aprendizados corporificados com psicodélicos e relatos de experiências de quase-morte, a palestra-performance investiga o corpo como último documento e os limites entre presença e dissociação, físico e virtual. Talvez o som seja um resíduo, aviso ou sintoma; talvez um porvir do último segundo que permaneceria no corpo antes da morte.”

Criação inédita encerra residência

A programação chega ao encerramento com a estreia, em 30 de outubro, de A Caixa Preta – Versão Demo, criação inédita desenvolvida especialmente a partir do processo realizado durante a ocupação do Instituto Capobianco. A obra permanece em cartaz até 20 de dezembro e dá continuidade a uma pesquisa iniciada há quase três anos.
Mesmo antes da estreia, A Caixa Preta – Versão Demo já havia despertado o interesse de programadores internacionais, em um processo de crescente internacionalização que teve início com uma primeira etapa de desenvolvimento realizada em parceria com a Pro Helvetia, da Suíça, e articulações com instituições suíças e alemãs, abrindo perspectivas para coproduções e circulação internacional. Em julho de 2026, o projeto realizou uma residência na Academy for Theatre and Digitality (ATD), em Dortmund, na Alemanha, centro internacional dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de novas possibilidades para as artes cênicas em diálogo com a tecnologia.

A imersão na ATD permitiu à equipe aprofundar pesquisas, desenvolver competências técnicas e experimentar dispositivos que agora integram a criação brasileira. Inicialmente intitulada Caixa Preta ou How to Hide the Turtle, a investigação dá continuidade a questões presentes em trabalhos anteriores de Janaina, como Camming: 101 Noites, Deeper e a lecture-performance O Corpo Material e Imaterial, também integrante da residência. O novo trabalho articula corpo, memória, imagem e presença a partir das transformações provocadas pela tecnologia na experiência contemporânea.

Atividades Paralelas

Além dos espetáculos, a Residência Artística Janaina Leite e Núcleo do Olho promove atividades que ampliam as discussões e pesquisas desenvolvidas ao longo da ocupação. Entre elas está o Laboratório de Projetos Autorais e Programas Performativos, conduzido por André Medeiros Martins, performer e pornógrafo, que reúne artistas com projetos em diferentes etapas de criação para compartilhar e experimentar possibilidades de desenvolvimento a partir dos Programas Performativos como um recurso possível dentro de seus processos autorais. O laboratório selecionará de 10 a 12 projetos e terá encontros semanais, às terças-feiras, com início a partir de uma seleção presencial no dia 8 de setembro.

O Laboratório Sinestesia Alienígena, com orientação de Lívia Machado, em parceria com o Núcleo do Olho, propõe uma abordagem centrada em conceitos e criações que tensionam a questão do alienígena: hibridismos entre materialidades e linguagens, assim como diferentes perspectivas sensoriais para pensar a morte, a perenidade do corpo, a tecnologia e a digitalidade. Tais práticas e conceitos estão presentes em diferentes criações do grupo: Alien(nada), O Corpo Material e Imaterial em suas Borderlines e em A Caixa Preta.

A programação inclui ainda o Colisão de Inteligências, série de quatro entrevistas com palestrantes, que serão registradas em áudio e disponibilizadas no site do Instituto Capobianco e no Spotify, e a Roda de Games, que propõe uma conversa sobre o universo dos games e suas relações com arte, tecnologia e criação contemporânea.

As informações e inscrições para as atividades serão disponibilizadas ao longo do semestre no site institutocapobianco.art.br e nas redes sociais @institutocapobianco.

17º CineFantasy reúne 70 filmes de 24 países e territórios e homenageia Liz Marins pelos 25 anos de Liz Vamp.

O 17º CineFantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico chega a São Paulo em setembro com 70 filmes de 24 países e territórios, de 01 a 06 de setembro, no MIS – Museu da Imagem e do Som, Cine Olido, Centro de Formação Cidade Tiradentes e CEUs, com entrada gratuita. Parte da programação também estará disponível online para todo o Brasil pela DARKFLIX+ e na Spcine Play.

Dedicado à fantasia, ao horror e à ficção científica, o festival abre sua programação no dia 1º de setembro, às 19h, no MIS – Museu da Imagem e do Som, com a première brasileira do documentário Occupy Cannes, dirigida por Lily-Hayes Kaufman, e a exibição de Lúmen, curta brasileiro de Marcos DeBrito.

A sessão de abertura sintetiza uma das propostas do CineFantasy. Lúmen nasceu dentro da Oficina de Cinema da 16ª edição e retorna agora ao festival como obra finalizada, aproximando formação, criação e exibição. Já Occupy Cannes acompanha uma ação realizada em 2013 por Lloyd Kaufman e a equipe da Troma durante o Festival de Cannes. Sem o apoio dos grandes estúdios, o grupo ocupou as ruas da cidade com estratégias de divulgação de guerrilha em defesa do cinema independente.

“Não poderia haver filme melhor para abrir esta edição. O CineFantasy é um festival independente e sabemos o que significa resistir, inventar caminhos e continuar fazendo cinema. Lloyd Kaufman e a Troma representam esse espírito há décadas. Occupy Cannes fala de cinema, mas fala principalmente da necessidade de defender a independência, a criatividade e a liberdade de fazer filmes”, afirma Eduardo Santana, idealizador e diretor do CineFantasy.

A 17ª edição homenageia Liz Marins, criadora de Liz Vamp, personagem que completa 25 anos em 2026. Filha do cineasta José Mojica Marins, criador de Zé do Caixão, Liz construiu uma trajetória própria dentro do horror brasileiro: na ficção, Liz Vamp é justamente filha de Zé do Caixão. A relação de Liz Marins com o CineFantasy também atravessa a história do evento. Desde 2008, ela já participou como apresentadora, jurada, parceira e incentivadora e teve papel na criação do atual Troféu José Mojica Marins, inspirado na mão do cineasta.

A Competitiva de Longas-Metragens Nacionais apresenta duas estreias mundiais brasileiras. Em Juliana contra o Jambeiro do Diabo pelo Coração de João Batista, de Roger Elarrat, o fantástico mergulha na Amazônia para contar a história de uma documentarista e de um barqueiro que acredita ter tido a alma roubada na infância, em uma narrativa que mistura realismo mágico e horror. Já O Retrato de Sarah, de Leonardo Costa, transforma criação artística, frustração e obsessão em horror ao acompanhar uma jovem artista que passa a transformar seus compradores em arte. Os dois filmes terão sessões com presença de diretores, equipes e elenco.

A programação inclui ainda produções brasileiras como Recanto dos Ribeiros, de Murilo Bonini e Leonardo Kawaguchi, e Verde Oliva, de Wellington Sari, ampliando o panorama de diferentes territórios, culturas e maneiras de trabalhar o cinema fantástico.

As mostras competitivas de curtas se dividem entre Animação Fantástica, Brasil Fantástico, Estudante, Fantasia, FantasTeen, Ficção Científica e Horror, atravessando linguagens que vão do suspense psicológico e horror folk ao realismo mágico, animação autoral e ficção científica.

A seleção internacional traz a première mundial do americano Sangrar (Bleed), de Dawson Doupé, Ryder Doupé e Tadeaš Tapper, sobre uma família à beira do colapso que, na noite de Halloween, recebe um parente afastado coberto de sangue após cometer um crime brutal. O filme terá a presença de um dos diretores.

O evento ainda exibe obras estrangeiras inéditas no Brasil como: Coelho Preto, Coelho Branco, de Shahram Mokri, produção do Tajiquistão e Emirados Árabes que cruza cinema dentro do cinema, conspiração e personagens; e Sufocamento, de Louis Chan e Stone Chang, de Taiwan, no qual o misterioso afogamento de uma estudante na piscina de uma escola desencadeia lendas, segredos e acontecimentos perturbadores. Completam os destaques Beira-Mar, de Ángel Suarez, da Venezuela; e Lujuria, de Iñaki Aguilar, produção entre México e Espanha.

Fora de competição, o longa brasileiro Vicente na Cidade Fantasma terá sessões gratuitas diárias, de 2 a 6 de setembro, às 14h, no CFC Tiradentes (Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes) e no dia 02/09, às 15h, no MIS, . Dirigido por Flávio Carnielli, o filme acompanha Vicente, um menino esquecido pelos pais em uma estrada deserta no Dia de Finados, que encontra uma misteriosa cidade em preto e branco. Lá, ele conhece os mortos que retornam uma vez por ano e, ao lado deles, descobre novos sentidos para a vida, a morte e a amizade. Inspirado pelos clássicos da Vera Cruz e pelo cinema de terror dos anos 1950.

O festival recebeu, em 2026, 1.569 inscrições de 89 países e amplia seu incentivo à continuidade da produção audiovisual brasileira. A edição reúne mais de R$ 100 mil em serviços destinados aos filmes brasileiros, por meio da colaboração de DOT Cine, Estúdios Naymovie, Mistika, Noventa e Três 93 e Stone Milk.

Para completar, a sessão de encerramento acontece no dia 6 de setembro, às 17h, no MIS, com a entrega do troféu José Mojica Marins/CineFantasy aos vencedores das Mostras Competitivas de Curtas-Metragens e da Competitiva de Longas-Metragens, que premia as categorias de Melhor Longa-Metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Roteiro. O Melhor Curta-Metragem e o Melhor Longa-Metragem recebem ainda a indicação do CineFantasy para a FANTLATAM – Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantástico.

 

O Cinefantasy é patrocinado pela Spcine e Prefeitura de São Paulo, uma realização da Fly Cow Produções e Studo Lang Produções em parceria com o Museu da Imagem e do Som e apoio da Stone Milk, Místka, DotCine, Instituto Fernando Sabino, 93 Produtora, Estúdios Naymovie.

 

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

A designer fashion Nuna Nascimbeni é destaque nacional quando o assunto é criatividade, personalidade e autenticidade.

Com criações genuinamente autorais, seus looks vêm conquistando espaço por apresentar uma proposta diferenciada e marcante no mercado da moda.

Nuna já veste personalidades e empresárias, levando sua assinatura para produções que unem sofisticação, identidade e exclusividade.