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Cultura

Com direção de Ernesto Piccolo, o monólogo “Gênero: livre” faz nova temporada a partir de 17 de janeiro no Teatro Glauce Rocha

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Com texto de Pedro Henrique Lopes, o espetáculo reúne biografias, reportagens, músicas e relatos pessoais da atriz e da equipe criativa para refletir sobre as identidades de gênero além das definições binárias de masculino e feminino

Depois de uma curta temporada no ano passado, a atriz Christiana Guinle volta ao cartaz com o monólogo “Gênero: livre”, a partir de 17 de janeiro, no Teatro Glauce Rocha, no Centro. Inspirada na vida da artista, que tem gênero fluido, a peça reflete sobre padrões de comportamento masculinos e femininos impostos pela sociedade. Com texto de Pedro Henrique Lopes e direção de Ernesto Piccolo, a peça reúne biografias, reportagens, músicas e relatos pessoais da atriz e da equipe criativa para construir uma narrativa sobre gênero, que vai dos preconceitos arraigados no nosso dia a dia aos debates sobre liberdade em um mundo pós-gênero. O espetáculo é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Rede D’OR, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS. Além disso, este espetáculo foi selecionado por meio do Programa Funarte Aberta 2023 – Ocupação dos Espaços Culturais da Funarte no Rio de Janeiro.

O projeto teve início na pandemia, quando o diretor e a atriz, amigos há mais de quatro décadas, decidiram trabalhar juntos pela primeira vez. Christiana Guinle sugeriu um projeto que resgatasse o processo que a levou ao entendimento de sua própria identidade sexual e de gênero para falar de um mundo que evoluiu nas discussões sobre o tema, mas ainda insiste em nos colocar em rótulos.

“Durante minha juventude, eu não tinha muitas referências de pessoas que se identificassem como fluidas. No máximo, tinham as pessoas andróginas. Eu tentava entender minha própria identidade. A descoberta da não-binaridade e a possibilidade de fluir entre os gêneros foram libertadoramente perturbadoras. Contei toda a minha história para o Pedro, que usou as minhas memórias para escrever um espetáculo sobre o respeito às nossas próprias individualidades. Queremos falar do corpo sem gênero. Das roupas sem gênero. Do sexo sem gênero”, descreve Christiana Guinle. “As pautas identitárias no teatro são um reflexo das discussões frequentes na sociedade hoje. As pessoas estão querendo ver também em cena narrativas que falem da igualdade de gênero, combate ao racismo, sexualidade e preservação ambiental. Mas as discussões sobre gênero fluido ainda não são tão frequentes em cena”, analisa o autor Pedro Henrique Lopes.

A peça passeia não só pela trajetória de Christiana Guinle, mas resgata personagens importantes no debate da fluidez de gênero: Thomas Baty (1869-1954), umas das primeiras pessoas documentadas como “não-binárie”; a atriz Rogéria, com quem Christiana trabalhou e se tornou amiga; Kaká Di Polly, ícone drag dos anos 1980 e 90; a modelo trans Roberta Close; e muitas outras pessoas que contribuíram para a (des)construção social brasileira de gênero. Todos eles estão em cena através das falas e da vivência de Christiana Guinle.

“O teatro que debate assuntos sociais importantes me interessa muito, principalmente quando a gente está falando da liberdade, do livre-arbítrio, de ser quem a gente é de verdade”, observa o diretor Ernesto Piccolo. “Ainda temos muito que evoluir nessa questão, mas já vemos muito mais espaço para o debate de gênero hoje do que décadas atrás”, completa.

Sinopse

Descobertas e questionamentos envolvendo identidades de gênero e orientação sexual ganham a cena no espetáculo “Gênero: Livre”.

Sobre Christiana Guinle

A atriz Christiana Guinle ingressou aos 15 anos na Royal Shakespeare Company, em Londres. Ganhou o prêmio Mambembe de Melhor Atriz em “A Odisseia de Homero”, sob direção de Carlos Wilson. Em 1993, foi indicada no Prêmio Molière por sua atuação em “O Inferno são os Outros”. Em 1994, ganhou o APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por sua atuação em Anjo Negro. Em 1996, foi indicada ao Shell por “A Dama do Mar” e no Festival Alternativo de Berlin por “Metalguru”.

Sobre Ernesto Piccolo

O diretor Ernesto Piccolo, com mais de 20 anos de experiência, dirigiu espetáculos de extremo sucesso, como: “Duetos”, com Patricya Travassos e Du Moscovis (2022); “Dom Quixote de Lugar Nenhum”, de Ruy Guerra, com Edson Celulari (2008); “Divã”, com Lilia Cabral (2005); “Simples Assim”, texto de Marta Medeiros e Rosane Lima, com Julia Lemmertz (2019); “Andança, Beth Carvalho o musical” com texto de Rômulo Rodrigues; “Sonhos de um sedutor” (2013) de Woody Allen; “Doidas e Santas” texto de Regiana Antonini a partir do livro de Martha Medeiros com Cissa Guimarães (2010 até 2016), e “A História de Nós 2”, texto de Lícia Manzo com Alexandra Richter e Marcello Valle (2009 até hoje); além do hit infantil “D.P.A – A Peça” (2019 e 2023).

Sobre Pedro Henrique Lopes

Autor da comédia musical “O Meu Sangue Ferve Por Você”, do documentário cênico “O Que Sobrou”, da versão brasileira do espetáculo irlandês “Mojo Mickybo”, além dos espetáculos infantis “Detetives do Prédio Azul – O Mistério do Teatro”, “Tchibum! – A Liga Aquática”, “A Conferência dos Monstros”, “Galinha Pintadinha: Em Busca do Natal”, entre outros. É criador do projeto teatral “Grandes Músicos para Pequenos”, que já homenageou Elza Soares, Elis Regina, Milton Nascimento, Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Braguinha e Raul Seixas, pelo qual recebeu os prêmios de Melhor Roteiro no Prêmio Botequim Cultural 2017 e Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016. É responsável pela versão brasileira do espetáculo oficial da Disney “Princesa”. No audiovisual, Pedro assina a criação e o roteiro original das animações infantis “Dodó e Tatá” e “Pequenininhos”, e dos curtas “Um Casal Normal” e “Transe”, selecionados em diversos festivais.

Ficha técnica:

Direção: Ernesto Piccolo

Interpretação: Christiana Guinle

Texto: Pedro Henrique Lopes

Assistente de direção: Kattia Hein e Mark Benjamin

Coreografia e preparação corporal: Kallanda Caetana

Figurinos: Helena Araújo

Iluminação: Gabriel Prieto

Trilha sonora: Pedro Henrique Lopes e Ernesto Piccolo

Caracterização e visagismo: Ricardo Moreno

Produção executiva: Christiana Guinle e Ernesto Piccolo

Assistente de produção: Layla Paganini

Direção de produção: Pedro Henrique Lopes

Assessoria de imprensa: Racca Comunicação

Programação visual: Yucky Designs e Ideias

Realização: Expansão 2 Produções Artísticas e Expressão Piccolo

Serviço:

Temporada: De 17/01 a 08/02/2024

Dias e horários: quartas e quintas, às 19h.

Teatro Glauce Rocha: Av. Rio Branco, 179, Centro.

(Espaço cultural da Fundação Nacional de Artes – Funarte)

Telefone: (21) 2220-0259.

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

Duração: 1h

Lotação: 204

Classificação: 12 anos

Venda de ingressos: Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/89206) e bilheteria do teatro

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Cultura

Escola de Teatro Cria promove educação e inclusão para crianças do Caju e zona portuária

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Atividades são gratuitas e acontecem em escolas públicas

A Escola de Teatro Cria está transformando a vida de 1.000 crianças e jovens do bairro do Caju e zona portuária, utilizando o teatro como ferramenta de educação e inclusão. Por meio do Método Cria,que combina elementos do teatro com a Pedagogia Waldorf, o projeto está presente em seis polos teatrais espalhados pela região e se tornou disciplina eletiva em escolas públicas da região.

Nas oficinas, as turmas são organizadas por faixas etárias, garantindo que as técnicas teatrais e os conteúdos educacionais sejam adequados ao desenvolvimento de cada grupo. A abordagem visa estimular o conhecimento, o raciocínio lógico, o equilíbrio emocional e a iniciativa para a ação.

“A metodologia do Método Cria é projetada para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, proporcionando um ambiente de aprendizado que é ao mesmo tempo divertido e profundamente transformador,” destaca Laura Campos Braz, idealizadora e diretora artística do projeto. “Nosso objetivo é gerar um impacto direto nas escolhas de vida das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, possibilitando uma mudança significativa em sua comunidade.”

O público-alvo principal do projeto são crianças e jovens com idades entre 3 e 21 anos, residentes no Caju e arredores, em situação de vulnerabilidade social e que são estudantes da rede pública de ensino. Com o trabalho realizado, o Projeto Cria foi certificado como o primeiro Ponto de Cultura do Caju, um reconhecimento de sua importância na promoção da cultura e da arte na região e conquistou o primeiro lugar na categoria Arte Educação no edital de Retomada Cultural realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec).

“O reconhecimento como o primeiro Ponto de Cultura do Caju é uma prova do trabalho árduo e dedicação de toda a nossa equipe”, acrescentou Jaura . “Estamos comprometidos em continuar oferecendo oportunidades educacionais e culturais que façam a diferença na vida de nossos jovens”.

Para mais informações sobre a Escola de Teatro Cria e como apoiar esta iniciativa acesse https://projetocria.org.br/

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Cultura

Escritora Glaucia Afonso lança livro “Ativismo Religioso”

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Livro faz um chamado contracultural de combate às distorções, aos abusos e às feridas na vida da Igreja

A cantora e escritora Glaucia Afonso acaba de lançar seu terceiro livro. A obra aborda desde a sua inspiração, nascedouro, desenvolvimento, impactos e implicações na vida dos fiéis.

“O livro é uma conversa sobre a necessidade de repensarmos a cultura relacional sistêmica que fez do ativismo um instrumento facilitador para abusos em várias esferas no contexto religioso”, afirma Glaucia.

Morando nos Estados Unidos há nove anos, a autora conta que as experiências relacionais abusivas vivenciadas no ambiente ativista a adoeceram gravemente.

“O auxílio terapêutico me ajudou a abrir algumas janelas de reflexão e, na medida que fui organizando meus pensamentos, tentei encontrar materiais que pudessem me auxiliar no meu processo de cura, e percebi uma escassez imensa de livros e materiais acadêmicos nessa área. Foi então que decidi fazer pequenas anotações sobre o meu processo de superação diariamente e contribuir com pessoas que estejam sofrendo com as consequências do ativismo religioso que eu sofri. Percebi que mais do que nunca a urgência de contribuir com um material que nomeia crenças e comportamentos que precisam ser repensados na comunidade igreja.”

A escritora mineira, que tem Diane Langberg (A Redenção do Poder), Peter Scazzero (O Líder Emocionalmente Saudável) e Sara Hagerty (Invisível) como inspiração literária, conta o desafio que foi escrever o exemplar: “Lidar com os gatilhos emocionais que apareceram durante o percurso da redação, pois, remontam momentos de dor. Algumas noites foram difíceis de dormir”.

Em paralelo ao lançamento do livro, Glaucia oferece apoio e acolhimento terapêutico e diz que já pensa no próximo projeto:

“Algum material que possa auxiliar pessoas a acolher as vítimas de abuso com base nos dados que estou colhendo nos grupos de atendimento terapêutico”.

Sobre a autora

Casada com Silas, mãe de Pedro e Asaph. Conciliando a maternidade e a profissão de Cosmetologista, em 2015 titulou-se Bacharel em Direito pela PUC Minas, com foco em pesquisa em Arbitragem e Mediação. Formada em Teologia pela International Institute of Theology and Leadership. Capelã pela AMINS-USA. Conselheira Cristã, pela Boston Theological School. Terapeuta de casal e família, pelo ITFMG (em formação). Atuou como líder de mulheres por quatro anos, na Hope Church Cape Cod (IEQ Hyannis) de 2016 a 2020.

Durante o seu ministério em 2018 publicou dois livros: identidade pelas lentes do autor da Vida. Um livro direcionado ao resgate do valor da mulher, através do plano redencional e uma Antologia: Identidade Delas. Uma junção de testemunhos de várias mulheres que pela fé e pelo conhecimento do seu valor superaram: o trauma da perda de um filho, abusos, depressão, ideação suicida, abandono, timidez, milagres de cura e libertação de vícios.

Link para aquisição do Livro: https://www.livrepress.com.br/ativismo-religioso

Siga o Instagram do Livro: https://www.instagram.com/ativismo_religioso/

Acompanhe Glaucia Afonso nas redes sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/me.glaucia/
Facebook: https://m.facebook.com/me.glaucia/

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Cultura

“Terça Nacional” da Cinépolis traz 3 filmes a partir de R$ 6,00

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* Sessões de “Mallandro – O Errado que deu Certo”, “Avassaladoras 2.0” e “Grande Sertão” acontecem no dia 18 de junho.

A “Terça Nacional” da Cinépolis, que acontece no dia 18 de junho, este mês traz duas comédias e um drama imperdível: “Mallandro – O Errado que deu Certo”, “Avassaladoras 2.0” e “Grande Sertão”. 

A promoção acontece em todas as unidades Cinépolis, exceto JK Iguatemi, Jardim Pamplona, Rio Design e Galleria Campinas.

A ação especial oferece ingressos a partir de R$ 6,00 (meia entrada) para os melhores filmes nacionais. As salas VIP, MacroXE, Onyx 4K e Júnior também terão valores especiais a partir de R$ 15,00 (meia entrada).

Esse mês, serão exibidas as comédias “Mallandro – O Errado que deu Certo”, estrelada por Sérgio Mallandro e dirigida por Marco Antonio de Carvalho, Avassaladoras 2.0”, com direção de Mara Mourão (“Avassaladoras”) e estrelada por Fefe Schneider, Mu Bispo e Juliana Baroni e o sucesso “Grande Sertão”, adaptação de Grande Sertão: Veredas, um dos maiores clássicos da literatura brasileira, romance de Guimarães Rosa, estrelado por Caio Blat e Luisa Arraes

A ação ainda conta com o combo promocional, que inclui 1 pipoca média e 2 bebidas de 500 ml com valor especial. 

Aproveite a oportunidade para apreciar aos filmes nacionais mais recentes por preços especiais. Os ingressos já podem ser adquiridos nas bilheterias, ATMs ou no site.

Confira os títulos programados para exibição. 

Mallandro – O Errado que deu Certo

Confira o trailer aqui. 

Sinopse: Mallandro perde uma competição de reality show. Incapaz de se deixar abater, Mallandro tenta conseguir novos trabalhos, sempre recorrendo aos seus bordões inimitáveis: rá!,iéié e glu-glu. Durante a gravação de um piloto de programa de TV, Mallandro anuncia o novo quadro: “Desafio do Mallandro”, no qual sobreviverá a um choque de um milhão de voltz. Mas o plano sai errado. Mallandro realmente é eletrocutado e se depara com um Anjo que veio levá-lo para o Além. Mallandro implora para voltar à vida, porque deseja prosseguir a sua carreira e cuidar dos filhos. O Anjo diz que fará isso em troca de três coisas que são muito importantes pro Mallandro. A plateia toma um susto quando Mallandro se levanta, dizendo que pegou o Brasil inteiro numa super-pegadinha. Mallandro está nos trending topics mundiais, e mais popular do que nunca. Chovem convites para comerciais, clipes e eventos. Mallandro está eufórico, até o momento em que descobre quais foram as três coisas das quais abriu mão. E agora? Como Mallandro será capaz de reerguer a sua vida?

Avassaladoras 2.0

Confira o trailer aqui. 

Sinopse: A nova produção nacional é baseada no roteiro original do filme “Avassaladoras” (2002), escrito por Mara Mourão, e apresenta Bebel (Fefe Schneider), uma adolescente apaixonada pelo influenciador ativista ambiental J-Crush (Murilo Bispo). De sua casa em Hollywood, ela troca mensagens com J se passando por uma atriz em ascensão. Porém, sua mãe Laura (Juliana Baroni) decide que elas irão passar férias no Brasil, onde tem sua farsa desmascarada e vê os planos com o amor de sua vida escaparem. Agora, com a ajuda de Lu (Bibi Tatto), sua melhor amiga super sincera, e sua mãe, Bebel vai tentar reconquistá-lo. Nessa tentativa de recuperar o amor e falar a verdade, segredos vão ser revelados e mãe e filha descobrem que têm muito mais em comum do que podem imaginar.

Grande Sertão

Confira o trailer aqui. 

Sinopse: Numa grande comunidade da periferia brasileira chamada “Grande Sertão”, a guerra entre policiais e bandidos revela os conflitos entre lealdade e traição, vida e morte, Deus e o diabo. Riobaldo entra para o crime por amor a Diadorim, um dos bandidos, mas nunca tem a coragem de revelar sua paixão.

Serviço Terça Nacional: 

Data: terça-feira, 18 de junho.

Cinemas: em todas as unidades Cinépolis, exceto exceto JK Iguatemi, Jardim Pamplona, Rio Design e Galleria Campinas

Ingressos: 

Salas tradicionais: R$ 12,00 (Inteira) e R$ 6,00 (Meia-entrada) 

Salas VIP, MacroXE, Onyx 4K e Júnior: R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia-entrada). 

Combo promocional: 

1 pipoca media + 1 bebida de 500 ml – consultar valor no cinema.

Sobre a Cinépolis 

A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina, com um total de 878 cinemas, 6.759 salas 100% digitais, em 19 países.

Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 56 cinemas em todo o Brasil com 414 salas, com destaque para marcas como Macro XE, IMAX, 4DX, VIP e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP do mundo e, no Brasil, foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – que permite o movimento das poltronas e gera mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.



Em 2024, pela sétima vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017, 2018, 2020, 2022, 2023 e 2024). E sua sala IMAX foi apontada quatro vezes como a melhor projeção do circuito (2020, 2022, 2023 e 2024). O Guia da Folha também escolheu o Cinépolis Jardim Pamplona como o cinema com a melhor acessibilidade de São Paulo (2023 e 2024). 

A IMAX do JK Iguatemi também foi escolhida duas vezes pelo Guia Divirta-se (Estado de S.Paulo) como “Melhor Sala Premium” de São Paulo (2017 e 2019). Durante dois anos, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema (2016 e 2017).



A constante inovação e o bom desempenho são reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.

Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br

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Instagram: @cinepolisbrasil 

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